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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Vila Flor promete revelar "segundo Côa"

Sítio arqueológico não é visitável, mas esta sexta-feira abre centro interpretativo, em edifício construído há mais de 15 anos para esse fim.
foto: descobrir-vilaflor.blogspot.pt
O local do Cabeço da Mina, no município transmontano de Vila Flor, que há décadas desperta o interesse dos arqueólogos, promete revelar ao público vestígios de ocupação pré-histórica comparados pelos responsáveis locais a um "segundo Côa".

Desde a década de 1980 que em terras da freguesia de Assares as escavações têm desenterrado testemunhos da presença humana da era do Calcolítico, cerca de três mil anos antes de Cristo. O Cabeço da Mina está classificado com sendo de interesse público desde 2014 e há quase 20 anos começou a ser construído um centro interpretativo que vai ser inaugurado esta na sexta-feira.

"Existe o Côa e depois Assares, em termos arqueológicos", declara o presidente da Câmara de Vila Flor, Fernando Barros. O centro interpretativo foi financiado pelas medidas de compensação da barragem de Foz Tua, que garante cerca de 300 mil euros a cada um dos cinco municípios da sua área de influência para aplicar neste tipo de obras.

O autarca explica que, apesar de construído "há 17, 18 anos", o edifício nunca foi preenchido a nível de conteúdos. O núcleo vai mostrar alguns achados arqueológicos, reproduções e conteúdos com motivos de interesse desta zona.

O sítio arqueológico do Cabeço da Mina está em propriedade privada. A família proprietária do terreno permitiu as escavações, mas o local não será visitável. O centro interpretativo é "o resultado de um trabalho longo de uma equipa técnica", sobretudo graças às investigações conduzidas no local entre os meados dos anos 80 e o início da década de 90 pelos arqueólogos Francisco Sande Lemos e Orlando Sousa.

O Cabeço da Mina está situado numa pequena elevação do Vale da Vilariça, na margem direita sobranceira à ribeira do mesmo nome. "O estudo dos artefactos identificados durante as campanhas arqueológicas aponta para a existência de um santuário pré-histórico datável do Calcolítico, como parece indicar a interpretação tipológica e estilística dos seus elementos constituintes", indicam os responsáveis.


Agência Lusa

1 comentário:

  1. Adorei esta descrição sobre O Cabeço da Mina,oxalá possa ser visitada.

    Cumprimentos,
    Esmeralda André

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