Medida de um vazio, de um abismo que se abre no instante infinitesimal em que tudo toma sentido. Perante a luta frenética que deambula entre as revisões e mudanças de paradigmas, a fragmentação do conhecimento, o mundo da imagem e do esfacelamento do sentimento, sentimo-nos obrigados, de uma forma delicada e deliciosa, a vislumbrar a luz parcial que inunda todo o ato de desenhar. As relações, aqui reveladas, são pensamentos e sentimentos que configuram a nossa inquietude, repleta de perplexidade das incertezas que co-habitam com a nossa mente e consciência. Há necessidade, de revelar a necessidade urgente de uma mente física, que acompanhe a liberdade de sentir, a vontade de desejar algo concreto mas que se perde na imortalidade inatingível.
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Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
sábado, 12 de janeiro de 2019
Exposição “RELAÇÕES, REFRAÇÕES E REVELAÇÕES”
Medida de um vazio, de um abismo que se abre no instante infinitesimal em que tudo toma sentido. Perante a luta frenética que deambula entre as revisões e mudanças de paradigmas, a fragmentação do conhecimento, o mundo da imagem e do esfacelamento do sentimento, sentimo-nos obrigados, de uma forma delicada e deliciosa, a vislumbrar a luz parcial que inunda todo o ato de desenhar. As relações, aqui reveladas, são pensamentos e sentimentos que configuram a nossa inquietude, repleta de perplexidade das incertezas que co-habitam com a nossa mente e consciência. Há necessidade, de revelar a necessidade urgente de uma mente física, que acompanhe a liberdade de sentir, a vontade de desejar algo concreto mas que se perde na imortalidade inatingível.
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