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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

A elevação a "villa" de uma aldeia que foi sede de concelho...

Por: Rui Rendeiro Sousa
(Colaborador do "Memórias...e outras coisas...")


 Para muitos, a sede do mais jovem concelho do distrito, como já por várias vezes ouvi, "não tem mais de 200 anos"... O que é uma inverdade. Porque tudo aponta para que o seu fundador tenha sido um Braganção. Ou "deis'e"... Que o "de Cavaleiros" não surgiu por acaso, e até se deve a dois Bragançãos... 

E hoje deveria ter sido um dia importante para a sede do tal de mais jovem concelho do distrito. Porque se celebra o aniversário da sua elevação a "villa", nos "belhinhos" tempos do monarca que dá nome a uma das mais icónicas pontes da Cidade Invicta...

E até há uma história curiosíssima associada ao facto. A do vetusto e desaparecido cipreste retratado na imagem, no qual conta que se "implouricarum" alguns dos seus habitantes, para celebrar o facto, por lá "imbarrandu'e" umas laranjas. E lá ficou célebre o "cipreste que deu laranjas". 

Tudo porque os defensores de outras sedes de concelhos extintos, com mais pergaminhos,  para "mangare", diziam que a sede do mais novo concelho do distrito, só seria vila quando o cipreste desse laranjas... "E, pur'us biz'tus'e, dou-as'e"... 

E "prontus'e", já que ninguém "s'alembra", cá está este "pica-miólus pr'ó fazere". 

"Atãu"e, já que m'ássim'e", PARABÉNS à sede do mais jovem concelho do distrito!


Rui Rendeiro Sousa
– Doutorado «em amor à terra», com mestrado «em essência», pós-graduações «em tcharro falar», e licenciatura «em genuinidade». É professor de «inusitada paixão» ao bragançano distrito, em particular, a Macedo de Cavaleiros, terra que o viu nascer e crescer. 
Investigador das nossas terras, das suas história, linguística, etnografia, etnologia, genética, e de tudo mais o que houver, há mais de três décadas. 
Colabora, há bastantes anos, com jornais e revistas, bem como com canais televisivos, nos quais já participou em diversos programas, sendo autor de alguns, sempre tendo como mote a região bragançana. 
É autor de mais de quatro dezenas de livros sobre a história das freguesias do concelho de Macedo de Cavaleiros. 
E mais “alguas cousas que num são pr’áqui tchamadas”.

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