A edição original desta aventura de Tintin, imaginada pelo autor de banda desenhada, Hergé, data de 1934 e foi agora traduzida para a língua mirandesa, por Alcides Meirinhos, da Associaçon de la Lhéngua I Cultura Mirandesa (ALCM).
A sessão de apresentação do livro “Tintin – Ls Xarutos de l Faraó” no Panteão Nacional, está agendada para as 17h30 e conta com a participação da Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Helena Barril, do Presidente da Direção da ALCM Associaçon de la Lhéngua i Cultura Mirandesa, Orlando Teixeira, do Comissário da Estrutura de Missão para a Promoção da Língua Mirandesa, Alfredo Cameirão e do Promotor do projeto editorial, Daniel Sasportes.
A língua mirandesa foi reconhecida oficialmente em 1999 e está presente no Panteão Nacional, enquanto símbolo de cultura e de diversidade, através de conteúdos digitais disponibilizados gratuitamente ao público.
Atualmente, o mirandês é falado por uma minoria no nordeste transmontano, estimando-se que haja apenas 3500 conhecedores da língua e 1500 falantes regulares.
O Panteão Nacional destina-se a homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao País, no exercício de altos cargos públicos, altos serviços militares, na expansão da cultura portuguesa, na criação literária, científica e artística ou na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade.
O Panteão Nacional encontra-se instalado em Lisboa, na Igreja de Santa Engrácia, desde 1 de Dezembro de 1966.

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