Colocar a inteligência artificial ao serviço dos agricultores na gestão das pragas do olival, otimizando recursos e de uma forma mais eficaz.
É este o propósito do Projeto “AgriPestForge”, que está a ser desenvolvido há cerca de quatro meses, tem como um dos parceiros o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e foi apresentado, , na passada sexta-feira, no Museu da Oliveira e do Azeite de Mirandela, às associações de agricultores. “Basicamente, o que estamos a fazer é criar imagens artificiais com base nas reais, captadas pelas armadilhas manuais, que contêm as pragas para depois treinar algoritmos para identificar as pragas em situações reais de campo”, explica Paula Batista, do IPB.
Fernando Pires


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