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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Bienal dedicada ao Teatro Popular Mirandês vai ter uma segunda edição em 2028

 A primeira bienal dedicada ao Teatro Popular Mirandês (TPM), que decorreu no passado fim de semana no concelho de Miranda do Douro, foi considerada pela organização como um “sucesso” e vai ter uma segunda edição em 2028, que começa agora a ser preparada para manter viva esta manifestação coletiva de arte popular.


António García, regrador e estudioso do TPM, mostrou-se satisfeito com o resultado desta primeira bienal, afirmando mesmo que foi um verdadeiro sucesso” e por este motivo está-se já a pensar numa segunda edição.

“Fazemos um balanço muito positivo e que ultrapassou todas as nossas expectativas. A aprendizagem foi uma das principais experiências, para elevar esta forma de expressão da Terra de Miranda”, vincou.

Esta bienal surgiu para preservar e valorizar uma das mais genuínas manifestações culturais da Terra de Miranda, enraizada nos costumes tradicionais e na memória coletiva do povo que ao longo dos séculos soube preservar a sua identidade e assim resistiu ao tempo.

Francisco Pinto

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