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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 31 de maio de 2026

“EU VOU A MIRANDA VER OS PAULITEIROS” LEVA TRADIÇÃO E ANIMAÇÃO ÀS RUAS DE MIRANDA DO DOURO

 A cidade de Miranda do Douro foi palco de mais uma celebração da cultura tradicional mirandesa, no âmbito da iniciativa “Eu vou a Miranda ver os Pauliteiros”, que voltou a atrair visitantes e a dar vida ao centro urbano com música, dança e forte envolvimento comunitário.


O momento contou com a participação das Pauliteiras de Miranda, oriundas da localidade de Sendim, que animaram as ruas da cidade com as suas atuações, contribuindo para a valorização e preservação de uma das mais emblemáticas expressões culturais da região.

A iniciativa, de carácter cultural e promocional, tem vindo a afirmar-se como um importante contributo para a dinamização turística e para a divulgação das tradições mirandesas, destacando-se pela forte ligação às raízes etnográficas locais e pela participação ativa das comunidades.

Entre sons, danças e o ambiente festivo característico destas celebrações, Miranda do Douro voltou a afirmar-se como palco privilegiado da identidade cultural transmontana, reforçando a importância da preservação das tradições como fator de coesão e atratividade do território.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto: DR

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