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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

“Estas empresas fazem uma predação dos nossos recursos naturais”

 Eduardo Tavares acusa as concessionárias das barragens de resistirem ao pagamento dos impostos devidos aos municípios e critica a complacência dos sucessivos governos. O presidente da Câmara de Alfândega da Fé afirma que o concelho poderá receber mais de meio milhão de euros por ano em IMI e derrama e garante que os autarcas não vão desistir da luta por uma distribuição mais justa da riqueza produzida nos seus territórios.


Mensageiro de Bragança (MB)
: Tem integrado, desde o mandato anterior, a estrutura da Associação Nacional de Municípios Portugueses dedicada às energias renováveis. Que balanço faz do trabalho desenvolvido?

Eduardo Tavares (ET): Alfândega da Fé integra a Secção de Municípios com Energias Renováveis desde 2022 e, desde essa altura, temos desenvolvido um trabalho de grande proximidade nestas matérias, nomeadamente na relação com as concessionárias de energias renováveis.

Estamos a falar de atividades que podem ter um impacto muito importante nos nossos territórios, especialmente nos de baixa densidade, que produzem energia e ajudam a mover o país.

Quero realçar que o Norte é responsável pela produção de mais de 50% da energia renovável do nosso país. Isso é um orgulho, mas não sentimos que exista uma contrapartida justa por essa produção, pela utilização dos nossos recursos naturais, das nossas serras, do solo, da água e dos rios.

Estas empresas têm beneficiado de muita complacência e benevolência por parte do Estado no pagamento dos impostos e tributos previstos na lei.

Não têm pago o IMI que entendemos ser devido pelas barragens e por outras infraestruturas, nem a derrama correspondente à exploração dos recursos naturais. Também têm faltado pagamentos de rendas e compensações previstas no Decreto-Lei n.º 424/83.

Estamos a falar de receitas que poderiam dar uma autonomia muito maior aos municípios e permitir desenvolver projetos de apoio aos jovens, às empresas e às populações.

LEIA A ENTREVISTA COMPLETA NA EDIÇÃO IMPRESSA OU ONLINE EM PDF

António Gonçalves Rodrigues

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