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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Participe! Juntos vamos transformar Macedo de Cavaleiros numa Cidade Natal

A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros promove, de 9 de Dezembro de 2013 a 6 de Janeiro de 2014, uma iniciativa que visa a participação dos Macedenses nas decorações alusivas à época natalícia. A população é incentivada a participar para a dinamização, enriquecimento e embelezamento da cidade de Macedo de Cavaleiros. No final, o público e um júri, elegerão os 3 primeiros classificados.
A participação na decoração da cidade destina-se a todos Munícipes, através da decoração das janelas, varandas, jardins das suas habitações e estabelecimentos comerciais, cimentando o espírito do Natal, tão associado à partilha e felicidade. A inscrição é gratuita, mas obrigatória, e deve ser efetuada no Posto de Turismo ou no Centro Cultural, através do tlf. 278428102 ou do endereço electrónico cultura@cm-macedodecavaleiros.pt, entre os dias 25 de Novembro e 6 de Dezembro de 2013. Cada participante poderá inscrever mais que uma decoração.
Os temas da decoração deverão ser alusivos à quadra natalícia, devendo conter objetos adequados à época bem como iluminação natalícia no período nocturno. Entre dia 9 de Dezembro de 2013 e 6 de Janeiro de 2014, decorre a apreciação das decorações, com visita ao local pelo júri nomeado pela Câmara Municipal, sem aviso prévio aos participantes, cuja avaliação seguirá os seguintes parâmetros: Originalidade e criatividade; Harmonia estética do conjunto; Iluminação natalícia (período nocturno).
O público também é chamado a avaliar, nomeadamente com a participação na página oficial do Facebook da Câmara Municipal, em www.facebook.com/cm.macedodecavaleiros, com a colocação de “gostos” nas fotos das suas decorações preferidas.
Macedo de Cavaleiros - Cidade Natal - Informações Macedo de Cavaleiros - Cidade Natal - Informações

A violência no namoro é uma realidade atual, mas ainda há muitos jovens que estão pouco informados. Violência sexual e emocional são as mais usuais e não são só os homens os agressores, há cada vez mais raparigas a admitir violência com o companheiro.

XXXIV FEIRA DO FUMEIRO 2014


Atenor - Do computador para a terra. "Viver na aldeia tem outro sabor"

André Almendra é especialista em computadores. Tem diploma, mas a crise e o desemprego mudaram-lhe os planos de vida e optou por trabalhar a terra.
O desemprego e a falta de oportunidades estão a levar vários jovens a migrar para as aldeias e a apostar na agricultura. É o caso de André Almendra- Licenciado em ciências de computadores, experimentou o desemprego e resolveu apostar numa actividade nova. 
Mudou-se da cidade de Bragança para a aldeia de Atenor, em Miranda do Douro. Trocou os computadores pela agricultura e tornou-se em “produtor e vendedor de azeite e de vinho”. 
Embora na aldeia tenha “outras condições”, como “a casa que era dos avós”, a experiência leva este jovem de 34 anos a dizer que “o trabalho na agricultura não é fácil” e que “é preciso um gosto especial” para desenvolver esta actividade, “feita ao ar livre”. 
“As pessoas, hoje em dia, pensam que a agricultura é um pouco fácil, mas depois, quando se chega e está muito calor ou muito frio e a coisa começa a ficar dura, é preciso ter um pouco de gosto”, porque, como refere à Renascença, pode tornar-se “complicado”.
O projecto de André tem pouco mais de um ano e está a correr bem. Além disso, “viver na aldeia, em contacto com a terra tem outro sabor”, salienta. Em termos de produção, “as coisas demoram algum tempo”, mas ao nível da comercialização, André já tem “alguns clientes, restaurantes e lojas” e “as coisas vão começando a vender-se.” 
Apesar do esforço e da paciência necessários, o jovem que chegou da cidade acha que “vale a pena”.
“A vida aqui, não digo que é melhor, mas é diferente da cidade. Vive-se com menos stresse, vive-se com mais calma. No meu caso, gosto mais.” E foi este “gosto” que levou André Almendra a investir na agricultura.

Olímpia Mairos in RR

Vale das Fontes tem o segundo maior assador de castanhas

Inspirada no exemplo da capital do concelho, a freguesia de Vale das Fontes, em Vinhais, construiu o segundo maior assador de castanhas e organizou um magusto no último sábado, algo que “não acontecia há vários anos”, segundo o presidente da Junta, Carlos Caseiro.
“Há muitos anos que na freguesia não se celebrava o S. Martinho. Em apenas uma semana decidimos construir o assador, inspirados no recorde do Guiness. Falei com um serralheiro, o Pedro Teixeira e ele fez um com 3,60 metros de comprimento e 1,80 metros de diâmetro”, explicou ao Mensageiro o jovem autarca, eleito a 29 de setembro.
O magusto juntou mais de 200 pessoas “de toda a freguesia”, sublinhou.

in:rba.pt

Exposição de Édi Neves - De 2 de Dezembro a 6 de Janeiro de 2014. Centro Cultural de Vila Flor.


Torre de Moncorvo recria partidela da amêndoa

O Museu do Ferro, em Torre de Moncorvo, reavivou a “partidela da amêndoa”, uma actividade agrícola do Douro Superior, há muito em desuso. 
Um cubo de granito é uma dura almofada para uma pequena amêndoa, que "vê" cair-lhe em cima uma barra de ferro, à força da mão de homens e mulheres. A casca não resiste, parte-se e salta o grão - a parte que realmente compensa. 
Assim se recordou esta tradição em Torre de Moncorvo, este sábado. Há muito que as máquinas substituíram os chamados “malhadouros” na “partidela”, ou como dizem os bons transmontanos, na “escacha” da amêndoa. Dezenas de pessoas, novas e velhas, reuniram-se à volta das mesas, numa sala do Museu do Ferro, para participar numa actividade que, sendo nova para uns, serve para matar alguma saudade aos outros. Sim, que o trabalho também deixa saudades. Sobretudo quando faz lembrar que ali se arranjaram bons namoricos.
O objectivo desta “X Partidela Tradicional da Amêndoa” é proporcionar um momento de confraternização e recriar a tradição que muitas vezes preenchia o serão, com a ajuda de amigos e familiares, como conta à Rádio Brigantia, a vereadora da Câmara Municipal de Moncorvo.
A animação esteve a cargo da Tuna Lusa e do Grupo de Teatro Alma de Ferro. Como manda a tradição, no final serviu-se uma merenda com produtos regionais, onde a doçaria tradicional de amêndoa deliciou os presentes.

Escrito por Brigantia

Uso Eficiente da Água


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

ORGANIZAÇÃO!!!

ESTOU FARTO DE TER AO LEME DESTE PAÍS UMA CAMBADA DE FDP!

Há alturas...


Vales por Ti!


Licores, uma bebida com muita conversa

O final de um jantar ou uma conversa entre amigos no século XVII eram momentos acompanhados, frequentemente, por um licor. De frutos ou de ervas, esta bebida de sabor adocicado permitiu, num tempo em que às mulheres era proibido consumir álcool, o acesso a este. Curiosidades, história e estórias contadas no livro «Licores de Portugal (1880-1980)», de Ana Marques Pereira.
De poejo, de ginja, de alfarroba, de canela. É variada a matéria-prima oferecida pela natureza prestando-se à confecção de licores produzidos artesanalmente em casa, mas também em destilarias que comercializam esta bebida de baixo teor alcoólico. Um produto arreigado às tradições e história de Portugal.
Os licores começam a entrar nos hábitos lusos no século XVII e tornam-se uma bebida social, rematando um jantar ou boa companhia nas tertúlias entre amigos. Os primeiros licores consumidos no país chegavam de França.
Volvidos dois séculos, surgem os primeiros registos sobre a produção de licores com carimbo nacional. «Os licores eram de ervas e frutos da região porque se aproveitava o que a terra dava», explica Ana Marques Pereira, autora do livro «Licores de Portugal (1880-1980)».
A obra, em edição de autor, aborda a origem dos licores conventuais, caseiros e comerciais, da ginjinha, de antigas marcas de licores, entre outros temas distribuídos por 300 páginas. «O livro é resultado de uma investigação feita ao longo de três anos», esclarece a autora.
Nesta viagem, Ana Marques Pereira descobriu, por exemplo, que o licor trouxe alguma liberdade às mulheres, tornando-se das primeiras bebidas alcoólicas que as senhoras consumiam. «Por ser uma bebida com pouco álcool, era permitido que as senhoras bebessem porque não ficariam alcoolizadas, o que não era de bom-tom», comenta.
Os rótulos das garrafas de licores revestem-se, também, de curiosidades. Pormenores que a investigadora descobriu e aprofunda no livro. «Enquanto os rótulos dos vinhos, por exemplo, são maioritariamente sóbrios e sérios, os rótulos dos licores de finais do sáculo XIX, princípio do XX, são coloridos, ingénuos, com características de humor», diz Ana Marques Pereira.
O livro «Licores de Portugal (1880-1980)» partiu de um desafio do Centro de Artes Culinárias, em Lisboa, para que Ana Marques Pereira preparasse uma exposição sobre um tema ligado à capital. A ginja, «que é lisboeta», seria a protagonista dessa exposição. «Mas quando comecei a pesquisa, considerei que seria escassa a informação e uma perda de tempo não me debruçar sobre os licores em geral», relembra a autora.
E assim fez. Pesquisou, coleccionou peças relacionadas com o tema e o resultado desse trabalho está no livro, mas também na exposição «O Espírito dos Licores», patente até Fevereiro de 2014, no Centro de Artes Culinárias, localizado no Mercado de Santa Clara, em Lisboa. Um local para ver garrafas, utensílios ligados à produção e consumo dos licores e rótulos.
A ginja lisboeta integrou assim um trabalho mais amplo, mas ficou com um capítulo próprio. «Lisboa estava rodeada de ginjais que se estendiam até Sintra, daí a existência de muitos locais onde a ginja era tradicional. Era o aproveitamento daquilo que a terra dava». Os ginjais foram desaparecendo com a construção, mas restam ainda casas típicas para consumir este licor «típico de Lisboa».
Ana Marques Pereira encontrou ainda muitas empresas que se dedicam à produção de licores, «mas deparei-me com um sector muito fechado. Tive dificuldade em chegar às pessoas», diz. A autora sugere, por isso, que os produtores se unam «e comuniquem mais uns com os outros para dinamizar o sector. Há muitos países que consomem e imenso os licores e onde poderíamos exportar», afirma.
Médica de profissão, Ana Marques Pereira desde muito cedo se interessa pela cozinha portuguesa, sendo autora de diversos livros como «A Manteiga em Portugal», «Mesa Real, Dinastia de Bragança» e «Cozinhas - Espaço e Arquitectura».

Sara Pelicano
in:cafeportugal.net

Desemprego faz aumentar violência doméstica

O desemprego vivido em altura de crise está a contribuir para fazer aumentar os números da violência doméstica no distrito de Bragança.
Um fenómeno revelado no Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra Mulheres.
No ano passado, o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica do distrito de Bragança acompanhou 297 casos, dos quais 191 eram novos. 
Este ano ainda não há dados contabilizados, mas a coordenadora acredita que vão ser ultrapassados porque as pessoas denunciam mais e estão menos tolerantes à violência. “A ausência de rendimentos cria conflitos porque a aquisição de bens essenciais não é concretizada e em muitos casos têm de recorrer aos refeitórios sociais”, refere Teresa Fernandes, acrescentando que “a falta de recursos económicos e as dificuldades na gestão da economia doméstica, potencia factores de conflito, para além do tempo em que homem e mulher passam em casa por estarem desempregados”. 
Outra realidade que está a crescer é a da violência contra idosos. “É uma realidade que está a aumentar no distrito porque na sequência desta crise económica, a pensão dos idosos é utilizada como fonte de rendimento para o agregado familiar que retira o idoso do lar onde está institucionalizado e ao regressar a casa e ser incluído num ambiente familiar já disfuncional, estamos a potenciar uma situação de risco”, afirma a responsável à margem do segundo Seminário de Investigação e Práticas da Intervenção na Violência Doméstica, que decorreu hoje, em Bragança, onde se falou também da exposição de crianças à violência doméstica. 
A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Bragança está a acompanhar alguns casos. A presidente revela que o número de casos também “tem aumentado ligeiramente, neste momento estamos a acompanhar cerca de 80 casos, a maioria por negligência, mas também há casos de exposição à violência doméstica”. Anabela Martins esclarece que as crianças “não são vítimas de agressão, mas assistem à violência entre os pais”. Ainda assim, até agora não houve necessidade de retirar crianças do meio familiar. 

Escrito por Brigantia

«MEMÓRIAS DA MARIA CASTANHA» COM MAGUSTO

APRESENTAÇÃO DO LIVRO
«MEMÓRIAS DA MARIA CASTANHA»
COM MAGUSTO
O livro «Memórias da Maria Castanha», de Jorge Lage, é apresentado dia 29NOV2013, pelas 18H00, na Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro em Lisboa, no Campo Pequeno, 50, 3Esq.
Do Programa consta:
- Momento Musical;
- Apresentação do livro pelo Dr. Armando Palavras e Dr. Virgílio Nogueiro;
- Magusto com castanha Côta de Vila Pouca de Aguiar e Jeropiga/Vinho da  Adega Cooperativa de Valpaços.
O livro é um trabalho etnográfico único em 50 Municípios, das Ilhas, ao Algarve e até Montesinho, sobre a Castanha e o Castanheiro.

O importante é aparecer, conviver e recordar.

Aumentam as queixas de violência doméstica sobre ex-prostitutas

Aumentam as queixas de violência doméstica sobre ex-prostitutas - País - Notícias - RTP
Estão a aumentar as queixas de violência doméstica de ex-prostitutas. No ano passado, só em Bragança o núcleo de apoio à vítima abriu quase 180 novos processos, alguns dos quais de brasileiras que apresentaram queixas-crime contra maridos e companheiros. 10 anos depois de ter sido formado o movimento das chamadas "Mães de Bragança", a realidade mudou e mostra que antigas prostitutas são agora vítimas de uma realidade que, algumas ainda escondem, por receio de terem de regressar ao país de origem.

XV REZOSA


Da Dinamarca a Bragança

Intercâmbio junta estudantes do IPB e da Lillebealt Academy of Professional Higher Education
Foram 33 os estudantes dinamarqueses que participaram num programa intensivo levado a cabo no Instituto Politécnico de Bragança.
“Mercados Financeiros Internacionais – O Contexto Português” foi o mote para este grupo de futuros economistas conhecerem Portugal. 
Para além da componente lectiva, os estudantes dinamarqueses realizaram visitas técnicas a uma agência e a uma empresa da região, bem como a visita ao Palácio da Bolsa e à empresa de corretagem Golden Assets, no Porto. 
“O objectivo era mesmo esse, conhecerem a realidade financeira do nosso país e analisarem o que há de diferente com o deles”, explicou a professora do IPB, Paula Odete Fernandes, que acompanhou a comitiva. 
Menores salários
Ao abrigo deste programa passaram por Bragança 33 estudantes da Lillebealt Academy of Professional Higher Education, sediada em Odense (Dinamarca). 
O Jornal Nordeste falou com os jovens, que elogiam a experiência. Tine Sofie Steffensen ficou agradada com a hospitalidade dos brigantinos. “As pessoas são incríveis, nunca negam ajudam, muito amáveis. A realidade económica do país também é bem diferente, foi uma passagem muito enriquecedora. Aqui é tudo bem mais barato. Os ordenados também são menores e o estilo de vida é diferente, mais descontraído do que na Dinamarca”, referiu a aluna.
Desde 2007, o IPB foi responsável por 12 programas intensivos, como instituição coordenadora, e participou em 14 como instituição parceira.

in:jornalnordeste.com

Mirandela - João Luís Teixeira lança hoje novo livro

“João sem-medo” assim é caracterizado João Luís Teixeira por Sérgio Figueiredo, administrador da EDP Produção, no prefácio do seu novo livro intitulado “Das raízes ao futuro – Biografia de um Timoneiro”, cuja receita das vendas reverterá a favor da Associação de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente (APPACDM) de Mirandela.
João Luís Teixeira, que foi presidente da Câmara Municipal de Murça nos últimos três mandatos, agora mais afastado da política resolveu lançar um livro que retrata a sua vida nas mais diversas vertentes: política, profissional e familiar. 
“É um projecto era um desejo que eu tinha, que foi materializado nos últimos três anos mas guardei-o bem guardado. Não quis apresenta-lo na barafunda da campanha eleitoral”, explica o autor.
Sérgio Figueiredo, autor do prefácio, caracteriza João Luís Teixeira como “ Frontal e emotivo, não mede as palavras. Apaixonado e autêntico, não esconde sentimentos. E é um homem de extremos. Em que tanto revela com brutalidade a sua discordância, com afectuosamente recebe aqueles que gosta e em quem confia.
A publicação é composta por 12 capítulo e uma fotobiografia. 
Perfil do autor
Nasceu em Sobreira, freguesia de Candedo, concelho de Murça. Licenciou-se em História pela Universidade do Porto (1979). Especializou-se em Ciências Documentais pela Universidade de Coimbra (1986). Foi director do Departamento Sócio Cultural, na Câmara Municipal de Mirandela. Foi professor do Ensino Preparatório entre 1972 e 1980, em Murça, Alijó e Mirandela. Frequentou diversos cursos de formação, nomeadamente, na área de que é especialista: Bibliotecas. 
Colaborou com vários jornais da região de Trás-os-Montes e Alto Douro e editou diversas obras, entre elas: “Murça História, Gentes e Tradições” (1985 e 1993); “Mirandela entre duas datas” (bilingue: 1987), “Mirandela: Roteiro de uma Cidade”,(1911), e apontamentos sobre a criação do concelho de Mirandela: “25 de Maio de 1250” (1984).

in:jornalnordeste.com

Felgar na Rota da Olaria

A Rota da Olaria tem paragem obrigatória na freguesia do Felgar, em Torre de Moncorvo, que no fim-de-semana recordou a arte de trabalhar o barro. 
A aldeia tem um grande passado ligado a esta manufactura tradicional, mas oleiro já só resta um. 
Chama-se António Duque e faz tudo para transmitir este ofício aos mais jovens, ensinando em algumas oficinas a arte da olaria, inclusive a crianças.
Juntar as gerações, confraternizar e incentivar a juventude a conhecer a história da olaria no Felgar foi um dos objectivos da organização.
Para além das oficinas infantis em torno do barro, houve tempo para uma ronda das adegas. A música foi assegurada pela Banda Filarmónica do Felgar, numa noite com temperaturas negativas. 
Ontem, os participantes da Rota da Olaria puderam visitar uma antiga fábrica de Corantite, na aldeia vizinha do Carvalhal. António Maximino, da organização, explica o que ali se produzia noutros tempos.
A organização esteve a cargo do “Aldeia Viva”, um grupo de arqueólogos e antropólogos que trabalham na Barragem do Baixo Sabor, que apesar de não serem transmontanos, nutrem uma enorme paixão por esta região.
Recordou-se e aprendeu-se a moldar o barro este fim-de-semana, na terra que já foi de oleiros.

Escrito por Brigantia

Centro de convívio inaugurado em Vila Nova

A aldeia de Vila Nova, no concelho de Bragança, já tem um Centro de Convívio.
A cerimónia de inauguração juntou ontem a população num almoço com muita animação. 
Os habitantes desta anexa da freguesia de Donai mostram-se satisfeitos com o novo espaço.
O presidente da Junta de Freguesia, Luís Martins, garante que o centro de convívio também está disponível para as aldeias vizinhas. “Está um espaço excelente e queremos que não são a população de Vila Nova desfrute dele bem como as aldeias vizinhas”. 
A cerimónia de inauguração contou com o presidente da Câmara de Bragança. Hernâni Dias garantiu que a próxima obra é reabilitação do Largo de São Jorge e a ligação a Donai.
A obra custou 80 mil euros, comparticipados pelo município em 80%.

Escrito por Brigantia