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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Encontro de Freixenistas. 20 de Agosto

Inscrições e eventuais informações podem ser feitas através do Gabinete de Comunicação e de Relações Externas (João Paulo Castanho)joao.castanho@cm-fec.pt -279 658 160 e do Posto de Turismo: turismo@cm-fec.pt - 279 653 480

E depois das emoções da Volta a Portugal, os cantares e as danças populares no Festival de Folclore.

Esclarecimento sobre a Estação de Caminhos de Ferro de Mirandela

Recentemente têm sido levantadas questões quanto ao legítimo proprietário da Estação de Caminho de Ferro de Mirandela.
Tais dúvidas só podem ser apresentadas por puro desconhecimento ou desplante.
A IP - Infraestruturas de Portugal, SA continua a ser a legítima proprietária, quer da Estação de Caminhos de Ferro de Mirandela, quer dos terrenos da sua envolvente, tal como pode ser comprovado em qualquer consulta pública ao respetivo Registo Predial.
Não obstante os esforços e disponibilidade manifestados pela Câmara Municipal de Mirandela, traduzidos nos dois documentos que se anexam, apresentados à tutela e apontando uma solução para este problema, mesmo com recurso a receitas municipais, até hoje nunca foi apresentada ou divulgada uma resposta concreta a estas propostas.
A questão não se trata de identificar o legítimo proprietário da Estação de Caminhos de Ferro de Mirandela mas saber qual é a decisão sobre o seu destino, do seu verdadeiro proprietário, o Estado (Governo).

Câmara Municipal de Mirandela.
Mirandela, 27 de julho de 2016

Reposição de apenas 1 minuto no horário - Sindicato ameaça processar Município de Macedo de Cavaleiros

O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) ameaçou hoje levar a Câmara de Macedo de Cavaleiros a tribunal caso mantenha a reposição de apenas um minuto no horário de trabalho aos funcionários municipais.
O dirigente do STAL, José Freire, afirmou à Lusa que vai manter a luta e "avançar para tribunal", se a autarquia do distrito de Bragança mantiver o regime de jornada contínua para todos os trabalhadores sem o ajustamento à reposição das 35 horas semanais na Administração Pública.

O STAL marcou para hoje de manhã uma ação de distribuição de um comunicado com a denúncia da situação junto ao município e para questionar o presidente, Duarte Moreno, na reunião de Câmara aberta ao público, que acabou por acontecer durante a tarde sem a presença do autarca.

"O presidente não estava e é ele que tem o pelouro do pessoal. Esperamos, ainda assim, que tenha ficado a porta aberta para repor a legalidade, senão temos de continuar a nossa luta", declarou à Lusa.

Em causa está o regime de jornada contínua com sete horas diárias de trabalho para todos os funcionários da autarquia, acordado entre as partes em fevereiro de 2014 para manter as 35 horas semanais, quando toda a Função Pública passou a trabalhar 40 horas.

As 35 horas foram repostas no início de julho e a Câmara de Macedo de Cavaleiros mantém o mesmo regime com a redução de apenas um minuto, segundo o sindicato, enquanto a autarquia garante que foi opção dos trabalhadores.

O Sindicato acusa o município transmontano de "enganar os trabalhadores".

O STAL reconhece que "o município não é obrigado a atribuir ou manter determinados horários, nomeadamente a jornada continua".

Todavia, acrescenta, "caso pretenda manter trabalhadores em jornada contínua, terá de observar os requisitos fixados na lei".

O caso foi denunciado na sexta-feira e, nessa ocasião, ouvido pela Lusa, o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, garantiu que o regime em vigor no município resulta da vontade expressa dos trabalhadores.

"Nós fizemos um inquérito aos trabalhadores e eles pronunciaram-se dizendo que querem este horário de trabalho", afirmou o autarca.

Duarte Moreno lembrou que "a lei permite que se possa reduzir até uma hora" na jornada contínua a duração do tempo de trabalho e a Câmara de Macedo decidiu "reduzir um minuto".

O autarca mostrou-se convicto de que está a cumprir a lei, mas afiançou que "se houver qualquer problema" e o município não estiver a aplicar a lei nos termos que ela determina, está "disponível para rever".

Agência Lusa

Margarida Ferreira - Mais de 600 animais salvos

Entrevistada: Margarida Ferreira
Idade: 43 anos
Naturalidade: Bragança
Profissão: Cabo da GNR
Paixão: Ajudar os “nossos” amigos de quatro patas

Prólogo: Quando o “melhor amigo do homem” passa a ter uma melhor amiga

Quando o ditado se inverte, lá vem Margarida. Ela não é só a melhor amiga do “melhor amigo do homem”, ela é um exemplo de vida. Faz três anos em setembro que, sozinha, decidiu carregar nos ombros o peso da responsabilidade de lutar pelos animais em risco, doentes, sozinhos, abandonados na rua à sua sorte ou prestes a enfrentarem a pena de morte sem nunca terem feito qualquer mal, num canil perto de si, leitor.
Esta autêntica mulher do Norte, respeitada por uns e temida por mais ainda, não suporta injustiças ou que cometam uma qualquer atrocidade contra os animais de quatro patas. Não admira, portanto, que os “pequenotes” como ela carinhosamente lhes chama, a adorem.
Margarida não tem papas na língua, diz o que pensa e é genuína.

Grande Entrevista:

Diário de Trás-os-Montes (DTM): Como é que surgiu esta paixão pelos animais, mais especificamente, pelos cães? Quando e como é que tudo começou?

Margarida Ferreira (MF): Isto começou vai fazer exatamente três anos em setembro. Um ano antes, eu tinha retirado o primeiro cão da rua, que foi o Tobias e estive um ano com ele sozinha. Mas foi talvez devido ao que tenho visto em relação ao abandono de animais e aos abates de cães nos canis intermunicipais. Então, pensei que seria útil, mais que não fosse, útil aos animais eu fazer isto.

DTM: Antes desse período, em que te começou a defender e a proteger os cães em risco, já gostavas de animais, certo?

MF: Sim, mas só tinha tido gatos. Quando morava com os meus pais era só gatos. Mas quando já crescida, depois do último que me desapareceu e do qual não sei nada até hoje. Nas aldeias, uma pessoa deixa andar os animais livremente e isso é um erro. Os gatos morriam uns atrás dos outros, desapareciam e apanhei um desgosto com um dos gatos, o último, e nunca mais tive animais.
Os cães surgiram devido ao Tobias.

DTM: Conte-nos essa situação do Tobias, um cão que ainda hoje mantém.

MF: O Tobias resultou de uma história complicada de abandono. Um dia eu e a minha mãe vínhamos da horta ali em S. Sebastião e vimos o Tobias no chão num estado lastimável, cheio de carraças, de pulgas, de novelos de porcaria, ele é um arraçado de caniche de porte pequeno e pelo comprido e estava no chão e qualquer coisa me disse para parar o carro e a minha mãe disse-me olha que o cão está morto. Voltei atrás e estava deitado junto de um lancil da estrada, numa passadeira e mal eu cheguei ao pé dele ele abraçou-me e não ficou lá, veio comigo. Estive um mês à espera para o registar em meu nome a ver se apareciam os donos, mas o Tobias já tinha uma história de abandono em Vale d` Álvaro, depois veio a aparecer ali e ficou até hoje. Fez quatro anos este mês que está comigo.

DTM: Foi o princípio de tudo?

MF: Sim! Um ano depois, comecei a ter mais sensibilidade relativamente aos animais abandonados e a fazer o que faço hoje. Vai fazer três anos em setembro.

DTM: Faz ideia do número de animais que já retirou da rua? Que já salvou?

MF: Neste momento, eu julgo que já passa dos 600 animais. Diria mesmo quase 700 que eu tenho tudo anotado. Para além de ter um dossier dos animais que eu retiro do canil, adotados por mim e depois readotados, eu tenho também uma ficha de adoção responsável para aqueles que não têm chip, que vêm da rua ou que vêm dos donos que os querem entregar no canil e antes de chegarem lá eu fico com eles. E outros que não chegam sequer ao canil.

DTM: Qual foi a história nestes últimos três anos que mais a impressionou?

MF: Tantas! Eu acho que cada uma é impressionante e complicada à sua maneira, mas vou contar a história do Leão. Um dia ia a casa de uma amiga minha e vejo o Leão na estrada, só pele e osso e coberto de moscas varejeiras. Parei, perguntei a uma pessoa se era o dono, ele respondeu que sim e disse-me que o cão estava doente. Disse-lhe que ia regressar, entretanto, fui a casa, refiz-me do choque, voltei e fiz-lhe um ultimato: ou me dava o cão a bem ou a mal. O Leão, que é um cão de gado transmontano, já tinha quase um ano e quando veio comigo pesava 20 quilos. Passados 15 dias, já pesava 40. Foi adotado e agora encontra-se a viver feliz e contente numa quinta na zona de Barcelos com o triplo da altura e da largura do que estava quando eu o apanhei. E, hoje, sei que está bem.

"As pessoas com estatuto querem é raças,..., para parecer bonito,... muita gente que ainda aí com roupas de marca, depois nem leva os animais ao veterinário."

DTM: Faz sempre esse acompanhamento aos animais que salva e retira da rua? Até, pelo menos, ter a certeza de que tudo corre como previsto?

MF: Durante algum tempo sim. Agora, não pode ser toda a vida, sempre a chatear as pessoas. Acho que depois do animal estar habituado à pessoa e a pessoa ao animal, isso já é um fator de afeição que me faz acreditar que esse animal não vai ser abandonado. Agora, eu costumo dizer que ninguém conhece bem ninguém, mas também não temos o direito de olhar para a pessoa de lado e dizer-lhe que é mau adotante e que não tem condições para ter animais. Porque eu já os dei a pessoas que eu pensava que eram as corretas e os animais voltaram. E outros foram parar ao canil, que os voltei de lá a tirar. E eram pessoas, entre aspas, de bem. Tenho outras situações, em que o aspeto e as condições deixavam-me em dúvida, mas, depois, os animais eram bem tratados. Ou seja, isto para dizer que não podemos julgar ninguém pelo aspeto. A maior parte dos pobres são quem melhor os trata. E as pessoas com estatuto, primeiro perguntam se o cão é de raça e aí fico possessa, até porque não sei como se atesta a pureza de um animal. Aliás, a pureza tem é de ser dos donos que os adotam.
As pessoas com estatuto querem é raças, se é um pastor alemão puro, se é caniche puro, para parecer bonito, porque pensam que os animais é como as calças de marca que usam. Eu continuo a dizer que muita gente que ainda aí com roupas de marca, depois nem leva os animais ao veterinário. E as pessoas mais modestas, que me ficam com os animais, acredito que a maior parte deles está bem.

DTM: Quantos animais tem, neste momento, aqui em sua casa?

MF: Tirando os meus três, tenho mais nove para adoção. Por acaso, agora está um bocadinho parado porque, também, são férias e eu, confesso, que, também, sou um bocadinho esquisita no que toca às adoções, às pessoas que adotam.

DTM: Exigente?

MF: Um bocado. Não posso exigir tudo, mas considero-me bastante rigorosa no que toca às adoções.    

DTM: Quais são os critérios que a norteiam na entrega de um animal a um potencial adotante?

MF: Primeiro, o meio em que o animal vai ficar, se é um apartamento ou uma vivenda. Isto para tentar saber se o sítio se adapta a um cão de porte pequeno, médio ou grande. Depois, verifico se não o vão pôr à corrente. E por último, mas não menos importante, se as pessoas têm possibilidades para levar o animal sempre que precise ao veterinário, nomeadamente, vacinas e em caso de doença.
Eu quando os retiro do canil de Vimioso pago 18 euros ou quando os vou buscar ao canil intermunicipal de Mirandela pago quase 24 euros. Ou seja, tenho despesa com eles e, depois, ainda tenho de os desparasitar interna e externamente e a única coisa que eu exijo às pessoas quando me levam os animais é precisamente essa importância para eu poder ir por outros animais.  
Ainda no outro dia, tirei do canil cinco e foram 100 euros que ficaram lá. Mais o desparasitante, 50 euros.

"Tudo, aceito tudo relacionado com cães, desde que seja de boa vontade."

DTM: Como é que, a nível financeiro, consegue suportar todas estas despesas, que não são poucas, inerentes aos animais que salvas, quer seja das ruas, quer seja do canil? E tem essa contabilização feita?

MF: Se os animais vêm com problemas eu, obviamente, não me vou desfazer deles. Só no primeiro ano, em que ainda não era conhecido este meu trabalho com os animais e ninguém me ajudava, e não contabilizando água, luz, nem desparasitações, gastei para cima de cinco mil euros só com a alimentação. No fim do segundo ano, eu tinha 10 mil euros e já vamos a caminho do terceiro. Só em gasóleo, antes um depósito dava-me para dois meses e, agora, dá-me para 15 dias. Por isso é que eu também acedi falar à comunicação social, para as pessoas conhecerem o meu trabalho e, se possível, ajudarem-me nem que seja só com um saco de ração e por isso é que, também, optei por dar conhecimento através do Facebook das despesas que ia tendo e comecei a ter pessoas a perguntarem-me se aceitava um saco de ração, pessoas a perguntarem-me qual era o tipo de desparasitante que eu usava, a dizerem-me para fazer rifas que elas próprias ajudavam-me a vendê-las e foi assim que tudo começou. Pelo menos, alguma ração vou trazendo. Mas é como eu digo, é sempre aquela meia dúzia de pessoas a ajudar. Ninguém é obrigado a ajudar e claro que é pouco, mas é bom porque é de coração. 

DTM: Por já ter tantos animais e não poder recolher mais nenhum, já teve que dizer não a alguém, por, simplesmente, não ter condições para o fazer?

MF: Sim, já. Ainda na semana passada recebi quatro ou cinco mensagens, mas com muita pena minha e peço desculpa, não pude aceitar. Depois, algumas não compreendem, ligam e são más.

"...quem me ajuda nunca me chateou para nada e quem me chateia nunca me ajudou,..."

DTM: Por acharem que tem a obrigação de aceitar todo e qualquer animal?

MF: É isso! No outro dia ligaram-me, ia eu a caminho de Lisboa, e disseram-me: “Margarida, anda aqui uma cadela parida no Bairro da Coxa com a sua ninhada”. Eu respondi à senhora que tinha a casa cheia de animais e que não podia, de momento, aceitar mais nenhum, quanto mais uma cadela com uma ninhada. Ela parece que ficou revoltada e eu disse-lhe que não tinha obrigação, ao que ela respondeu: “Então quem tem a obrigação? Eu?”. Até desliguei para nem me chatear. Quer dizer, eu faço isto de coração, ando sempre a pedir não para mim, mas para os animais que pretendo salvar e afirmo aqui que quem me ajuda nunca me chateou para nada e quem me chateia nunca me ajudou, nem com um grão de ração. A mim se me ajudarem, eu vou até às últimas consequências, agora, como podem as pessoas exigir sem nunca terem feito nada pelos animais que eu tanto tento proteger?
Eu se puder, obviamente que recolho. Agora, não podendo, não o vou fazer. Agora, a maior parte das pessoas nunca me ligaram para nada e depois quando ligam exigem de mim como se eu tivesse a obrigação de as ajudar quando elas próprias nunca fizeram nada por animal algum. 

DTM: Se as pessoas que lerem esta entrevista estiverem interessadas em a ajudar, como é que o podem fazer?

MF: Podem enviar mensagem privada através do facebook que eu dou o meu NIB. Depois de comprar o que preciso e me faz falta, tiro uma cópia ou uma fotografia do recibo e envio à pessoa em causa para ela ter a certeza de que o seu dinheiro foi bem gasto. Também podem dar-me ração, desparasitante ou, inclusive, pagar uma esterilização de um animal. Qualquer coisa serve para ajudar quem tem tanta despesa como eu. Eu só faço isto pelos animais, por isso qualquer ajuda é bem-vinda. No outro dia, trouxeram-me uma casota e claro que eu aceitei. Também ando sempre a pedir mantas e lençóis velhos, que não os atirem para o lixo, mas que mos deem antes a mim. Coleiras, trelas, caçarolas para eles comerem, também me têm dado. Tudo, aceito tudo relacionado com cães, desde que seja de boa vontade.

DTM: Para terminar e estando há quase três anos envolvida na luta, defesa e bem-estar do “melhor amigo do homem”, como é que analisa a criminalização dos maus-tratos a animais? Era algo que já estava à espera ou essa medida surpreendeu-a?

MF: Foi um passo em frente, mas não funciona. A maior parte reverte tudo em multas, que depois recorrem, recorrem e nada acontece. Apesar de ser um crime público, a única forma de inverter a situação atual de maus-tratos a animais seriam mesmo penas pesadas para os infratores. É isso que eu defendo! Estamos a falar de inocentes… Por exemplo, é proibido abandonar um animal, o problema é que se o abandono não for presenciado, é para esquecer. Se for presenciado, para provar que foi de facto um abandono não é fácil. Agora eu quero acreditar que esta medida seja o princípio de algo maior. Agora, quem é mau continuará a ser, seja para os animais, seja para as pessoas.

Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com

Festas de Bragança 2016

Número de visitantes aumentou 40,6 por cento no Museu da Terra de Miranda

A informação é veiculada pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN).O número de visitantes nos sete museus sob alçada desta instituição registou, durante o primeiro semestre de 2016,  uma subida de 8,5% em relação ao período homólogo, totalizando 260.185 entradas.
Um aumento que acompanha a tendência global do último ano em que a subida registada – apenas nos museus – foi de 12,5%, quando comparada com os dados de 2014.

Tendo reaberto ao público em meados de 2014, após uma intervenção de requalificação que englobou a conservação e reabilitação das coberturas e paramentos, bem como uma ampla reorganização do circuito museológico e revisão das redes e infraestruturas de serviço, o Museu da Terra de Miranda, em Miranda do Douro, foi o espaço museológico que mais viu crescer o número de visitantes durante o 2º semestre de 2016, aumentando 40,6% e confirmando a tendência já verificada desde a sua reabertura ao público (no ano passado, o crescimento do número de visitantes foi de 108%). 

O Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, continua a ser o espaço museológico que mais visitantes atrai, registando um total de 148.287 entradas, o que se traduz numa subida de 7,9%. 

Também o Museu dos Biscainhos, em Braga, tem vindo a registar um aumento exponencial de visitantes ao longo deste ano de 2016, tendo registado um aumento de 36,5% no 1º semestre, em relação ao período homólogo. 

O mesmo aconteceu com o Museu de Alberto Sampaio, em Guimarães, cresceu de forma sustentada, aumentando em 31,8% o número de visitantes.

in:noticiasdonordeste.pt

Festival Sete Sóis Sete Luas regressa em Setembro a Alfândega da Fé

Dois espetáculos, duas noites, 7 e 9 de setembro, trazem mais uma edição do Festival Internacional Sete Sóis Sete Luas a Alfândega da Fé. A iniciativa que decorre em 30 cidades de 11 países do mundo lusófono e mediterrânico e chega à sede do concelho com a companhia Les P´Tits Bras.
Trata-se de um espetáculo de circo acrobático, aéreo e humorístico oriundo de França. A 9 de setembro o Largo de S.Sebastião, palco privilegiado deste Festival em Alfândega da Fé, recebe os sons de Malta com os Tribali Music. 

Dois espetáculos que vão ao encontro da filosofia do Sete Sóis. O festival, que já conta com 24 edições, promove o intercâmbio cultural entre países e defende a mobilidade de artistas por esta rede de países, privilegiando as periferias em detrimento de grandes centros urbanos. Alfândega da Fé integra este movimento cultural há cinco anos. 

A edição deste ano dos Sete Sóis Sete Luas foi apresentada em Lisboa num ambiente que valorizou a promoção e divulgação das localidades aderentes e artistas participantes. Alfândega da Fé fez-se representar e aproveitou o momento para dar a conhecer um dos produtos que se tem vindo afirmar como a imagem de marca do concelho: as cerejas.
in:noticiasdonordeste.pt

Autarca de Mirandela pede à REFER e à CP que se decidam quanto à propriedade da antiga estação

O presidente do Município de Mirandela, António Branco, garante que a autarquia tem todo o interesse em adquirir o edifício da antiga estação e recuperá-lo.
O estado de degradação em que o imóvel se encontra actualmente motivou a colocação de uma faixa por populares onde se pode ler “não me deixem cair” e levou a deputada socialista eleita pelo distrito de Bragança, Júlia Rodrigues , a questionar o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas sobre a propriedade do edifício.
Já o autarca refere que o Município tem todo o interesse em reabilitar a antiga estação. Mas para isso é necessário que a CP e a REFER, que actualmente se uniram na Infraestruturas de Portugal, se decidam quanto à propriedade do edifício.
“A estação de Mirandela tem um imbróglio há longos anos que surgiu na altura em que o metro foi criado e quando houve entre a CP e a REFER. A propriedade do edifício nunca ficou clarificada. 
Entretanto, nos últimos anos, tenho vindo a negociar com as entidades da tutela, no sentido de encontrar uma solução porque a estação está a degradar-se. A solução era as duas entidades resolverem a questão que têm entre elas e nós assumíamos a aquisição do edifício para o salvaguardar”, referiu o autarca.

António Branco lamenta que ainda nada tenha sido feito para definir a propriedade do edifício e travar o estado de crescente degradação. 
O Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Mirandela até contempla a reabilitação da antiga estação, por isso, o autarca considera urgente encontrar uma solução, sob pena de perder esta oportunidade. 

Escrito por Brigantia

"L Burro I L Gueiteiro"

Arrancou ontem a 12.ª edição do festival “L Burro I L Gueiteiro”, com dois pontos essenciais na ordem de trabalhos: a promoção do burro de Miranda e o Tocador da gaita-de-foles, duas das figuras mais pitorescas do planalto mirandês.
Miguel Nóvoa, da AEPGA – Associação Para o Estudo e Protecção do Gado Asinino responsável pela organização, lança a edição deste ano. “Trata-se de um festival que conta com diversas actividades, contadores de histórias, teatros, concertos, oficinas temáticas, e que propõe o contacto com a cultura local, com os habitantes das aldeias e com a riqueza cultural existente”. 
Para além destas vertentes, o “L Burro I L Gueiteiro” procura chegar também às crianças: “vamos promover nas caminhadas com os burros, preferencialmente, um maior usufruto das crianças, para que elas possam experienciar esta proximidade com os animais”. Preservar as tradições e levá-la ao maior número de pessoas é então um dos objectivos da organização, que se destaca pelo seu carácter itinerante. 
O “L Burro I L Gueiteiro” arrancou ontem, 27, em Genísio, e termina no próximo domingo, dia 31.  

Hélder Pereira
Escrito por Brigantia

Despiste na A4 provoca um ferido

O despiste de um ligeiro na A4, sentido Bragança-Mirandela, provocou um ferido esta noite.
Um veículo de matrícula suíça capotou na A4, junto a Podence, no sentido Bragança-Macedo de Cavaleiros, ao início da noite da passada sexta-feira. Segundo fonte dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros, tratou-se de um despiste de uma carrinha que estaria a rebocar o automóvel. O veículo, que não tinha ocupantes, e o reboque em que seguia acabaram por capotar. Não houve vítimas a registar. 
O alerta às autoridades foi dado às 20h36m. No local estiveram 11 operacionais dos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros, apoiados por quatro viaturas. 

Sara Geraldes
in:jornalnordeste.com

CNN faz 'rasgados' elogios à gastronomia portuguesa

A CNN garante que a gastronomia é um dos "segredos mais bem guardados do mundo".
O 'colosso' canal de notícias elege os 20 motivos pelos quais os amantes de comida devem visitar Portugal.


31 de JULHO - DOMINGO - Volta a portugal em Bicicleta

Trial 4 x 4 - BRAGANÇA



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Degradação da estação ferroviária de Mirandela causa desconforto na cidade

A indefinição sobre quem é o proprietário do edifício da estação ferroviária de Mirandela deixou o espaço ao abandono há mais de 20 anos.
A autarquia chama a atenção para o estado de degradação do edifício da antiga linha do tua e diz que está disposta a pagar as obras de requalificação.



Petição pública exige projeção de cinema regular na cidade de Bragança

Uma petição pública está a correr na internet para exigir novamente a projeção de cinema regular na cidade de Bragança, uma capital de distrito com cerca de 30 mil habitantes e que está desprovida de cinema regular desde 2012, após o fecho das únicas três salas existentes no Bragança Shopping.
Os habitantes de Bragança querem cinema regular de volta. “Os residentes de todo o distrito, incluindo uma grande massa jovem, tal como os estudantes do IPB (Instituto Politécnico de Bragança), sentem-se indignados e esperam há muito tempo o regresso deste tipo de oferta cultural.  Pensamos nisto como algo a ter em consideração no desenvolvimento cultural da região, pois tornaria-a mais apetecível, tanto para moradores como para visitantes. Nós sentimos a falta que este tipo de espaço trouxe e não queremos continuar a sentir um complexo de inferioridade em relação a outros distritos.”, lê-se no texto AQUI e que já possui 692 assinaturas .

Moradores e estudantes da cidade são os que mais sentem a falta da existência de um local onde possam ser exibidos os filmes que estão a passar nos circuitos comerciais. De salientar o significativo número de jovens que constitui o universo universitário da cidade e que frequentam o Instituto Politécnico de Bragança. 

Atualmente, quem viver na cidade capital do nordeste transmontano e tenha como intenção ver um dos filmes da atualidade terá que percorrer uma distância aproximada de 118km, para a cidade de Vila Real, para poderem usufruir de cinema. 

Sendo o segundo maior núcleo urbano da região de Trás-os-Montes e Alto Douro, Bragança também não possui um grupo de teatro profissional residente na cidade.

in:jornalnordeste.pt

Operação “Verão Seguro 2016 – Chave Direta”

Se vai de férias nós Guardamos a sua casa- A Guarda Nacional Republicana tem ativo o programa Chave Direta, que pretende garantir a segurança das residências habituais dos cidadãos que se encontram de férias, através da realização de ações de patrulhamento junto das mesmas durante a ausência dos seus proprietários.
A adesão ao programa deve ser solicitada pelo menos 48 horas antes da ausência dos proprietários da residência, através da internet AQUI , ou de um requerimento entregue no posto da GNR da sua área de residência. O programa Chave direta está ativo até ao dia 15 de setembro de 2016.

A GNR alerta todos os cidadãos para algumas medidas preventivas que devem ser tomadas, sempre que se ausentem para férias:

•    Instale um alarme contra intrusão e informe as forças de segurança com jurisdição na sua área de residência;
•    Dê uma aparência de atividade à sua residência;
•    Peça a alguém que abra regularmente as persianas e cortinas, durante o dia, e que ligue a iluminação interior algumas noites;
•    Não divulgue a estranhos que vai de férias;
•    Verifique que fechou bem as portas e janelas;
•    Não deixe acumular a correspondência na sua caixa de correio: peça a alguém da sua confiança para a recolher;
•    Catalogue, se possível, os seus objetos de valor e anote os seus números de série;
•    Se possível, saia de casa para gozar as suas férias, as horas com menos movimento;
•    Informe o seu vizinho de confiança: ele é a sua segurança mais próxima. A solidariedade entre vizinhos inibe a ação dos marginais;
•    Guarde em lugar seguro joias, dinheiro, valores e objetos de arte.

Feira Terra Flor - VILA FLOR

A organização pretende que esta Feira constitua uma iniciativa de promoção dos produtos, produtores, marcas e potencialidades do Concelho de Vila Flor e da Região, destacando o Azeite como produto de eleição pelas suas qualidades, atributos e características inegáveis propiciadas pela generosidade da natureza.
Do certame fazem parte actividades culturais e concertos musicais de qualidade, convidativos a todo o público, bem como vários espaços de convívio. A gastronomia também marca presença, bem como espaços dedicados à Caça e Falcoaria. Não faltam as tradicionais iniciativas ligadas às provas e degustação de azeite, as jornadas técnicas e debates temáticos.

A Vila Flor acorreram, na última edição da Terraflor, mais de 20 mil visitantes para apreciar os cerca de 200 stands distribuídos pelo espaço circundante da Câmara Municipal e respeitantes aos produtos da terra, feira de artesanato e feira do livro, associações e instituições, comércio e serviços, maquinaria, desporto e lazer.

Tendo presente a beleza e generosidade da sua terra e das suas gentes, bem como a qualidade dos seus produtos, é missão da “TerraFlor” fazer com que Vila Flor constitua uma oferta apelativa para todos.

Festividades 2016 - CONCELHO DE VIMIOSO

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 PROGRAMA

Festival Aéreo | RedBurros 2016 - MOGADOURO - Entrada Livre