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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Podas severas de árvores em espaços urbanos pelas autarquias
Cada árvore é uma fábrica de oxigénio, criando um ambiente mais saudável ao homem nos aspectos físico e psíquico. Mirandela ensaiou uma política de boas podas no tempo do Presidente José Silvano e que nos enchia de orgulho. Depois de eu ter criticado as podas camarárias de então, alguns podadores camarários tiveram formação. Logo a seguir, as podas das árvores dos parques e ruas da cidade melhoraram muito. Pena é que com a sua saída da Presidência, os podadores municipais tivessem voltado às podas que me envergonham e não são um exemplo para ninguém. Muito me alegraria se a actual equipa camarária desse, ao responsável pelos espaços arbóreos, formação para melhor se cuidar das árvores em espaços urbanos e por sua vez essa competência fosse «passada» para os podadores municipais. Mirandela, como diz o dito, «ou escalda ou péla» e corta o coração, no tempo quente, vermos as árvores com podas severas, em vez de serem fonte de frescura e de um ar mais saudável.
O saudável tratamento das copas das nossas árvores dão uma melhor imagem de urbanidade da cidade. Se uma árvore, ao longo da sua vida, for bem tratada ela sabe como deve estender as suas raízes para estar em segurança, mesmo em dias de intempéries. São os cortes severos (para não dizer bárbaros) que tornam as árvores vulneráveis aos fungos que lhe vão corroendo o lenho e ao sofrerem cortes brutais elas deitam tufos de ramos que se tornam barreiras intransponíveis aos ventos e contribuindo para alguns estroncamentos e quedas.
Se quiserem ver árvores exemplarmente bem tratadas, mesmo as que estão junto às casas, vão a Guimarães e peçam apoio aos seus técnicos. Disse-me um dia o ex-Presidente do Município de Guimarães, Alfredo Magalhães, quando lhe dei os parabéns por as árvores dos espaços urbanos da sua cidade serem tão bem tratadas: - as árvores querem crescer em todo o seu esplendor. E são generosas para com os seres vivos, de um modo particular para com o homem.
Se querem ver como árvores de pequeno porte mal tratadas pelos podadores camarários vão, por exemplo, à rua Manuel Pires, junto à estação rodoviária! Digam-me se há algum motivo para aqueles cortes brutais? Ou vão ao largo da Igreja de Lamas de Orelhão, junto ao bom restaurante, Rei de Orelhão, e vejam o estado em que deixaram uma amoreira, que aqui reproduzo a foto! Dava tanto jeito a sua sombra nos dias de canícula que se avizinham!... Depois, se carregasse de amoras, evitaria que alguma fruta fosse comida pelas avezinhas, já que comeriam as suas amoras.
Jorge Lage
in:atelier.arteazul.net
O saudável tratamento das copas das nossas árvores dão uma melhor imagem de urbanidade da cidade. Se uma árvore, ao longo da sua vida, for bem tratada ela sabe como deve estender as suas raízes para estar em segurança, mesmo em dias de intempéries. São os cortes severos (para não dizer bárbaros) que tornam as árvores vulneráveis aos fungos que lhe vão corroendo o lenho e ao sofrerem cortes brutais elas deitam tufos de ramos que se tornam barreiras intransponíveis aos ventos e contribuindo para alguns estroncamentos e quedas.
Se quiserem ver árvores exemplarmente bem tratadas, mesmo as que estão junto às casas, vão a Guimarães e peçam apoio aos seus técnicos. Disse-me um dia o ex-Presidente do Município de Guimarães, Alfredo Magalhães, quando lhe dei os parabéns por as árvores dos espaços urbanos da sua cidade serem tão bem tratadas: - as árvores querem crescer em todo o seu esplendor. E são generosas para com os seres vivos, de um modo particular para com o homem.
Se querem ver como árvores de pequeno porte mal tratadas pelos podadores camarários vão, por exemplo, à rua Manuel Pires, junto à estação rodoviária! Digam-me se há algum motivo para aqueles cortes brutais? Ou vão ao largo da Igreja de Lamas de Orelhão, junto ao bom restaurante, Rei de Orelhão, e vejam o estado em que deixaram uma amoreira, que aqui reproduzo a foto! Dava tanto jeito a sua sombra nos dias de canícula que se avizinham!... Depois, se carregasse de amoras, evitaria que alguma fruta fosse comida pelas avezinhas, já que comeriam as suas amoras.
Jorge Lage
in:atelier.arteazul.net
Assembleia Municipal de Bragança envia propostas de investimento ao PNPOT
As propostas de ligação Bragança-Puebla de Sanabria, da passagem do aeródromo a aeroporto regional e a reivindicação da ferrovia vão ser enviadas às entidades que estão a acompanhar o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território.
As propostas que tinham sido apresentadas pelo presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, na última reunião executiva do Eixo Atlântico, foram ratificadas ontem em assembleia municipal.
“Tive oportunidade relativamente a este assunto na última reunião do Eixo Atlântico apresentar esta proposta de discussão e foi aprovada e acolhida. Hoje a Assembleia Municipal deliberou no sentido de enviar estas propostas para quem está a acompanhar o Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território para que estes investimentos possam ser incluídos aí”, disse Hernâni Dias.
Sobre o IP2, o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Benjamim Rodrigues, terá afirmado na assembleia municipal daquela cidade que o autarca brigantino estaria apenas a defender os interesses de Bragança, alegando que para o distrito seria mais proveitoso a ligação por Vinhais. Hernâni Dias afirma que as prioridades sobre esta ligação já estão definidas.
“Não teço comentários sobre o que o meu colega poderá ter dito sobre esta matéria. O Plano Nacional Rodoviário é claríssimo. O IP 2 passa em Bragança e vai directo a Puebla de Sanabria e é este o plano que existe e não existe outro. Qualquer alteração feita é proposta agora, nesta altura”, acrescentou o presidente da Câmara Municipal de Bragança.
O projecto da ligação do IP 2 entre Bragança e Puebla de Sanabria, já tem mais de duas décadas e chegou a fazer parte do Plano Rodoviário Nacional, mas foi deixado devido aos alegados obstáculos ambientais. Estas são as propostas de alteração ao PNPOT, o documento orientador das estratégias de desenvolvimento territorial até 2030, elaborado pela Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Norte.
Escrito por Brigantia
Carina Alves
As propostas que tinham sido apresentadas pelo presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, na última reunião executiva do Eixo Atlântico, foram ratificadas ontem em assembleia municipal.
“Tive oportunidade relativamente a este assunto na última reunião do Eixo Atlântico apresentar esta proposta de discussão e foi aprovada e acolhida. Hoje a Assembleia Municipal deliberou no sentido de enviar estas propostas para quem está a acompanhar o Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território para que estes investimentos possam ser incluídos aí”, disse Hernâni Dias.
Sobre o IP2, o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Benjamim Rodrigues, terá afirmado na assembleia municipal daquela cidade que o autarca brigantino estaria apenas a defender os interesses de Bragança, alegando que para o distrito seria mais proveitoso a ligação por Vinhais. Hernâni Dias afirma que as prioridades sobre esta ligação já estão definidas.
“Não teço comentários sobre o que o meu colega poderá ter dito sobre esta matéria. O Plano Nacional Rodoviário é claríssimo. O IP 2 passa em Bragança e vai directo a Puebla de Sanabria e é este o plano que existe e não existe outro. Qualquer alteração feita é proposta agora, nesta altura”, acrescentou o presidente da Câmara Municipal de Bragança.
O projecto da ligação do IP 2 entre Bragança e Puebla de Sanabria, já tem mais de duas décadas e chegou a fazer parte do Plano Rodoviário Nacional, mas foi deixado devido aos alegados obstáculos ambientais. Estas são as propostas de alteração ao PNPOT, o documento orientador das estratégias de desenvolvimento territorial até 2030, elaborado pela Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Norte.
Escrito por Brigantia
Carina Alves
Trovoada intensa provoca inundações e deslizamento, em Torre de Moncorvo
Torre de Moncorvo sofreu ontem várias inundações provocadas pela forte trovoada que se fez sentir na vila transmontana, no início da noite de ontem, pelas 20h00.
A Avenida Luís de Camões, a Praça Francisco Meireles e a Rua Vasco da Gama foram os pontos mais complicados, estando alguns pontos da vila com acesso cortado. Para além de inundações em habitações, também foram registados danos em carros, com registo de enxurradas.
No total, foram registadas 11 ocorrências, entre elas inundações, quedas de árvores, movimentos de terras e limpeza de vias. Não houve registo de vítimas, apenas danos materiais em veículos, em garagens, lojas e em pavimentos.
O trânsito na Estrada Nacional 220 também esteve condicionado e foi necessário fazer a limpeza da via com recursos a máquinas, tal era o volume de terras soltas devido ao forte impacto da água e da trovoada.
O comandante do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS), João Noel Afonso contou que estiveram envolvidos 32 operacionais, apoiados por 17 veículos.
Escrito por Brigantia
Fotos: Luís Lopes e Tiago Cavalheiro
Jornalista: Maria João Canadas
A Avenida Luís de Camões, a Praça Francisco Meireles e a Rua Vasco da Gama foram os pontos mais complicados, estando alguns pontos da vila com acesso cortado. Para além de inundações em habitações, também foram registados danos em carros, com registo de enxurradas.
No total, foram registadas 11 ocorrências, entre elas inundações, quedas de árvores, movimentos de terras e limpeza de vias. Não houve registo de vítimas, apenas danos materiais em veículos, em garagens, lojas e em pavimentos.
O trânsito na Estrada Nacional 220 também esteve condicionado e foi necessário fazer a limpeza da via com recursos a máquinas, tal era o volume de terras soltas devido ao forte impacto da água e da trovoada.
O comandante do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS), João Noel Afonso contou que estiveram envolvidos 32 operacionais, apoiados por 17 veículos.
Escrito por Brigantia
Fotos: Luís Lopes e Tiago Cavalheiro
Jornalista: Maria João Canadas
Saberes Culinários - Enguias de Escabeche e Enguias Fritas
ENGUIAS DE ESCABECHE
Enguias; Azeite; Alho; Sal; Colorau; Vinagre. Amanham‑se as enguias, lavam‑se bem lavadas para lhes retirar a goma. Fritam‑se em azeite com uns grãos de sal. À parte, numa sertã faz‑se um molho de azeite, alho, colorau e vinagre que se lhes rega por cima.
Receita cedida pela Sr.ª Dona Julieta Barros
ENGUIAS FRITAS
Enguias; Alho; Azeite; Vinagre; Sal.
Amanham‑se as enguias, lavam‑se e põem‑se de molho em água e sal durante uma hora.
Escorrem‑se e temperam‑se com alho, sal e vinagre. Depois de tomarem gosto, fritam‑se em azeite. Antigamente nas tabernas comiam‑se frias com pão e vinho. As enguias apanhadas na foz do rio Sabor, chegavam de comboio e eram vendidas porta a porta, em Bragança, pelas peixeiras de Moncorvo.
Receita cedida pelo Sr. Luís Augusto da Silva
Carta Gastronómica de Bragança
Autor: Armando Fernandes
Publicação da Câmara Municipal de Bragança
Na Pousada de Bragança, o castelo está sempre na mira
A reabilitação do edifício dos anos 50 do século XX, símbolo da discreta arquitetura moderna, devolveu-lhe o encanto de outros tempos.
Na descrição da obra, o arquiteto José Carlos Loureiro falava da ligação da Pousada de Bragança, “nos seus espaços mais importantes, à esplendorosa paisagem do castelo e sua envolvente”. Aproveitando a implantação do edifício no alto do monte de São Bartolomeu, na margem oposta do rio Fervença, valorizou a relação com o casco histórico e conseguiu que, não só nas áreas comuns, nos jardins e na piscina exterior, mas também em todas as varandas dos 28 quartos, se tenha uma vista privilegiada do mesmo. Contrariando os estereótipos da encomenda feita pelo Antigo Regime, nos anos 50 do século XX, o mestre da arquitetura moderna optou por linhas singelas e elegantes, e privilegiou materiais locais como a pedra e a madeira.
A traça do edifício, ampliado por José Carlos Loureiro em 1996, foi respeitada nas reabilitações concluídas recentemente. “Os materiais primários da construção eram muito bons”, conta António Gonçalves, da família a quem o Grupo Pestana entregou a gestão desta Pousada de Portugal, há cinco anos. Curiosamente, o patriarca, Adérito Gonçalves, começou aqui a vida profissional e guarda boas memórias do passado, durante o qual serviu, inclusive, figuras de Estado como Marcelo Caetano e Américo Tomás. “Esta foi a minha escola, jamais imaginei que, após me ter estabelecido por conta própria, iria regressar”, diz o proprietário do restaurante O Geadas, um clássico brigantino, aberto há 33 anos.
O painel de azulejos de Júlio Resende e a lareira de granito tipicamente transmontana, ladeada de bancos, marcam a sala de estar, com mobiliário renovado. Tal como acontece nos quartos, com áreas desafogadas e camas decoradas com colchas de burel mirandês. Na discreta sala de jantar do Restaurante G, brilham as criações de Óscar Gonçalves, a enaltecer os produtos da região, desde o pregado com cuscos de Vinhais ao Ferrero Rocher de alheira, castanha e amêndoa. “Somos uma das portas do País, não faz sentido dar caviar aos turistas”, defende o chefe de cozinha. Porque é também pela gastronomia que querem afirmar o destino Bragança.
Joana Loureiro
Visão7
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| O painel de azulejos de Júlio Resende é uma das obras em destaque na pousada Lucília Monteiro |
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| Com a reabilitação do edifício, renovou-se também
o mobiliário, quer da sala de estar quer dos quartos, com áreas desafogadas e camas decoradas com colchas de burel mirandês Lucília Monteiro |
A traça do edifício, ampliado por José Carlos Loureiro em 1996, foi respeitada nas reabilitações concluídas recentemente. “Os materiais primários da construção eram muito bons”, conta António Gonçalves, da família a quem o Grupo Pestana entregou a gestão desta Pousada de Portugal, há cinco anos. Curiosamente, o patriarca, Adérito Gonçalves, começou aqui a vida profissional e guarda boas memórias do passado, durante o qual serviu, inclusive, figuras de Estado como Marcelo Caetano e Américo Tomás. “Esta foi a minha escola, jamais imaginei que, após me ter estabelecido por conta própria, iria regressar”, diz o proprietário do restaurante O Geadas, um clássico brigantino, aberto há 33 anos.
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| A vieira com azedo de Vinhais (uma espécie de alheira, de travo mais vincado) é um dos pratos servidos no restaurante G, a enaltecer os produtos locais Lucília Monteiro |
O painel de azulejos de Júlio Resende e a lareira de granito tipicamente transmontana, ladeada de bancos, marcam a sala de estar, com mobiliário renovado. Tal como acontece nos quartos, com áreas desafogadas e camas decoradas com colchas de burel mirandês. Na discreta sala de jantar do Restaurante G, brilham as criações de Óscar Gonçalves, a enaltecer os produtos da região, desde o pregado com cuscos de Vinhais ao Ferrero Rocher de alheira, castanha e amêndoa. “Somos uma das portas do País, não faz sentido dar caviar aos turistas”, defende o chefe de cozinha. Porque é também pela gastronomia que querem afirmar o destino Bragança.
Joana Loureiro
Visão7
Catálogo Museu da Memória Rural
A primeira edição do catálogo do Museu da Memória Rural, um Território Musealizado é uma publicação da autoria de Isabel Justo Lopes e Luis Pereira e com fotografias de Leonel de Castro.
Este novo catálogo expõe de forma particularmente visual aspetos relacionados com alguns ofícios tradicionais e variadas temáticas da cultura rural do concelho de Carrazeda de Ansiães que são objeto de um tratamento expositivo no Museu da Memória Rural.
O Museu da Memória Rural tem vindo a constituir-se como um projeto de musealização territorial inovador dentro da região transmontana. Organizado a partir de uma unidade sede, o projeto integra já quatro núcleos territoriais diferentes que abordam temáticas do património rural e da cultura imaterial do concelho de Carrazeda de Ansiães.
Neste momento o museu constitui-se pelo edifício central, situado em Vilarinho da Castanheira e pelos núcleos territoriais do Lagar de Azeite da Lavandeira, o Moinho de Vento de Carrazeda de Ansiães, os Moinhos de Rodízio da Ribeira do Couto e agora também o núcleo Museológico da Telha, na aldeia de Luzelos.
Titulo: Catálogo Museu da Mmória Rural
Autores: Leonel de Castro; Isabel Lopes; Luis Pereira
Edição: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães
Comprar AQUI.
Este novo catálogo expõe de forma particularmente visual aspetos relacionados com alguns ofícios tradicionais e variadas temáticas da cultura rural do concelho de Carrazeda de Ansiães que são objeto de um tratamento expositivo no Museu da Memória Rural.
O Museu da Memória Rural tem vindo a constituir-se como um projeto de musealização territorial inovador dentro da região transmontana. Organizado a partir de uma unidade sede, o projeto integra já quatro núcleos territoriais diferentes que abordam temáticas do património rural e da cultura imaterial do concelho de Carrazeda de Ansiães.
Neste momento o museu constitui-se pelo edifício central, situado em Vilarinho da Castanheira e pelos núcleos territoriais do Lagar de Azeite da Lavandeira, o Moinho de Vento de Carrazeda de Ansiães, os Moinhos de Rodízio da Ribeira do Couto e agora também o núcleo Museológico da Telha, na aldeia de Luzelos.
Titulo: Catálogo Museu da Mmória Rural
Autores: Leonel de Castro; Isabel Lopes; Luis Pereira
Edição: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães
Comprar AQUI.
DOR DE ALMA…
Por: Maria da Conceição Marques
(colaboradora do "Memórias...e outras coisas..."
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
(colaboradora do "Memórias...e outras coisas..."
Doem-me os braços
Sempre que abraçam,´
Corpos e mentes vazias!
Doem-me os pés…
Nas pisadas incertas
nos duros paralelos,
nos buracos abertos,
das ruas e caminhos!
Dói-me o tempo que sobrou…
Do amor que não se fez…
Da cama que não se usou!
Doem-me as mãos amassadas,
de falsas caricias…
Farsas…
Histórias,
e… fáceis conquistas!
Ardem-me os olhos…
Choram-me incertezas no olhar
Pena…
Incerto e duvidoso caminhar!
A alma…
Errante e vadia…
Sem poiso nem moradia…
Sem guarida…
sem ter onde morar
Esvoaça no tempo…
Em jardins de máscaras,
Esbofeteadas pelo vento.
Semeadas ao luar
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
Participei nas colectâneas:
POEMA-ME
POETAS DE HOJE
SONS DE POETAS
A LAGOA E A POESIA
A LAGOA O MAR E EU
PALAVRAS DE VELUDO
APENAS SAUDADE
UM GRITO À POBREZA
CONTAS-ME UMA HISTÓRIA
RETRATO DE MIM.
ECLÉTICA I
ECLÉTICA II
5 SENTIDOS
REUNIR ESCRITAS É POSSÍVEL – Projecto da Academia de Letras Infanto-Juvenil de São Bento do Sul, Estado de Santa Catarina
Livros editados:
-O ROSEIRAL DOS SENTIDOS
-SUSPIROS LUNARES
-DELÍRIOS DE UMA PAIXÃO
-ENTRE CÉU E O MAR
-UMA ETERNA MARGARIDA
Trovoada e chuva provocam inundações e deslizamento de terras em Moncorvo
Uma chuva intensa, acompanhada de trovoada registou-se quinta-feira ao início da noite em Torre de Moncorvo, provocando inundações e deslizamento de terras, que mobilizam mais de duas dezenas de bombeiros apoiados por oito viaturas.
"Há registo de inundações em habitações, movimentos de terras, quedas de árvores, vias obstruídas que estão ser limpas. Não há registos de vítimas, apenas de danos materiais", disse à agência Lusa fonte Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).
Os alertas chegaram as centrais de bombeiros de Torre de Moncorvo e Mogadouro, no distrito de Bragança, por volta das 20:00 horas.
Segundo o CDOS, também no concelho vizinho de Mogadouro, a estrada municipal que liga a aldeia de Viduedo a Sampaio, encontra-se condicionada ao trânsito devido aos movimentos de terra provocados pela "forte precipitação".
No local estavam de madrugada seis operacionais a fazer trabalho de limpeza, apoiados por três viaturas.
A GNR está no terreno a acompanhar as operações de limpeza e manutenção das vias rodoviárias.
Agência Lusa
"Há registo de inundações em habitações, movimentos de terras, quedas de árvores, vias obstruídas que estão ser limpas. Não há registos de vítimas, apenas de danos materiais", disse à agência Lusa fonte Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).
Os alertas chegaram as centrais de bombeiros de Torre de Moncorvo e Mogadouro, no distrito de Bragança, por volta das 20:00 horas.
Segundo o CDOS, também no concelho vizinho de Mogadouro, a estrada municipal que liga a aldeia de Viduedo a Sampaio, encontra-se condicionada ao trânsito devido aos movimentos de terra provocados pela "forte precipitação".
No local estavam de madrugada seis operacionais a fazer trabalho de limpeza, apoiados por três viaturas.
A GNR está no terreno a acompanhar as operações de limpeza e manutenção das vias rodoviárias.
Agência Lusa
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Sede da FATA assaltada em Macedo de Cavaleiros
A sede da FATA – Federação da Agricultura de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Macedo de Cavaleiros, foi assaltada.
Os ladrões arrombaram a porta de outra casa que da ligação àquela por dentro, mas apenas levaram um cofre vazio.
Hugo Pereira, administrativo da FATA, diz que não tem a certeza de quando o assalto terá ocorrido:
“Vieram hoje avisar-me que dois funcionários do município viram a porta partida. Posto isto, participei à GNR.
Não me apercebi que tivessem levado alguma coisa pois não há lá nada de valor, apenas um cofre vazio.
Este assalto não deve ter ocorrido durante o dia. Mesmo que eu não tenha estado cá todos os dias, de certeza que este assalto aconteceu durante a noite.”
Mas esta não é a primeira vez que aquela federação é alvo deste tipo de ato criminoso em Macedo.
Há cerca de um ano, tentaram roubar uma viatura:
Vandalizaram um carro que temos na garagem mas que está inoperacional, não pega, e, como tal, não conseguiram fazer a ligação.
No entanto, a viatura ficou destruída.
No local esteve a GNR a tomar conta da ocorrência e, posteriormente, o Núcleo de Investigação Criminal (NIC) estes que, ao que apuramos, não terão encontrado pistas suficientes para determinar quem são os culpados.
A sede da FATA está instalada há cinco anos em uma das casas dos Magistrados de Macedo de Cavaleiros.
Escrito por ONDA LIVRE
Os ladrões arrombaram a porta de outra casa que da ligação àquela por dentro, mas apenas levaram um cofre vazio.
Hugo Pereira, administrativo da FATA, diz que não tem a certeza de quando o assalto terá ocorrido:
“Vieram hoje avisar-me que dois funcionários do município viram a porta partida. Posto isto, participei à GNR.
Não me apercebi que tivessem levado alguma coisa pois não há lá nada de valor, apenas um cofre vazio.
Este assalto não deve ter ocorrido durante o dia. Mesmo que eu não tenha estado cá todos os dias, de certeza que este assalto aconteceu durante a noite.”
Mas esta não é a primeira vez que aquela federação é alvo deste tipo de ato criminoso em Macedo.
Há cerca de um ano, tentaram roubar uma viatura:
Vandalizaram um carro que temos na garagem mas que está inoperacional, não pega, e, como tal, não conseguiram fazer a ligação.
No entanto, a viatura ficou destruída.
No local esteve a GNR a tomar conta da ocorrência e, posteriormente, o Núcleo de Investigação Criminal (NIC) estes que, ao que apuramos, não terão encontrado pistas suficientes para determinar quem são os culpados.
A sede da FATA está instalada há cinco anos em uma das casas dos Magistrados de Macedo de Cavaleiros.
Escrito por ONDA LIVRE
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