domingo, 25 de junho de 2017

Sarau reúne atletas, pais, treinadores e dirigentes do Clube Académico de Bragança

Foi com chave de ouro que o Clube Académico de Bragança encerrou, este sábado, a época desportiva 2016/2017.
O Sarau Desportivo mostrou as 14 modalidades praticadas no clube por cerca de 500 atletas. A mais recente novidade é o ténis que conta já com 30 praticantes na vertente de lazer.
Foi uma temporada “bastante positiva” na opinião de Paulo Gonçalves, presidente do CAB. Em competição faltou “uma pontinha de sorte” à formação sub-15 de hóquei em patins.
“Acho que foi um ano muito produtivo. Faltou uma pontinha de sorte. Com a equipa de hóquei não conseguimos ir ao nacional por muito pouco tal como agora não conseguimos vencer o torneio de encerramento. Mas estas situações fazem crescer os nossos atletas e também nos fazem crescer a nós como dirigentes”, disse Paulo Gonçalves.
Entretanto já está agendado, para Bragança, um torneio de hóquei em patins que vai reunir 12 equipas. Serão cerca de 180 atletas em competição nos dias 1 e 2 de Julho.
O voleibol também tem sido uma das modalidades bandeira do CAB. “Colocamos duas equipas nos nacionais e foi excelente. As nossas atletas já se estão a preparar para o grande torneio em Espinho, de 3 a 9 de Julho”.
Para a nova temporada o grande projecto do clube é a requalificação e ampliação do pavilhão desportivo de forma a melhor as condições de treino dos atletas das várias modalidades.
Paulo Gonçalves acredita que as obras vão, finalmente, arrancar até ao final deste ano.
“Dentro de 15 dias vai ser lançado o concurso público da obra, depois de resolvidos alguns problemas burocráticos. As obras deverão avançar até ao final deste ano e penso que em 2018 vão ficar concluídas”.
O Clube Académico de Bragança dinamiza 14 modalidades e mais de 500 atletas que só é possível “graças aos professores e funcionários do clube” como faz questão de destacar Paulo Gonçalves. O presidente do CAB diz mesmo que são “o pilar do Académico”.
Paulo Gonçalves mostra-se “feliz” por ajudar a dinamizar um clube que conta com atletas “dos 8 aos 80 anos”. “É um clube transversal a todas as idades. Por vezes o clube podia ser mais reconhecido, mas não trabalhámos para o reconhecimento mas sim para ver pessoas felizes a praticar desporto”, concluiu.

Susana Madureira
Escrito por Brigantia


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