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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 18 de março de 2014

Fundos ficam na Capital

200 milhões de euros foi o que recebeu Lisboa de fundos europeus, no final do ano passado, destinados às regiões mais pobres (Norte, Centro e Alentejo). 
Para o presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes os fundos só são bem aplicados na Capital, quando as estruturas beneficiam todo o País. “ O Spill Over é um instrumento que tem sido utilizado com alguns prejuízos para o país e particularmente para a região norte. Ele verdadeiramente só deve ser utilizado em Lisboa quando se trata de investimentos que se vão repercutir no país na sua totalidade e não podem ser feitos noutro sitio que não seja em Lisboa. 
O que é certo é que tem sido utilizado essa figura caminhando recursos e verbas que são próprios das regiões de convergência e que são aplicados noutras zonas do país, nomeadamente na capital em investimentos que o país nada beneficia”.
O valor desceu face a 2012, graças à operação limpeza, que eliminou investimentos parados, para alocar o dinheiro a novos projectos. Ainda assim, os 200 milhões que ficaram na Capital dariam, por exemplo, para pagar as obras do Túnel do Marão. Américo Pereira diz que neste caso as obrara pararam por falta de vontade política e não por falta de dinheiro.
A reacção do presidente da CIM de Trás-os-Montes à atribuição de 200 milhões de euros de fundos comunitários a Lisboa, que eram destinados às regiões de convergência.   

Escrito por Brigantia

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