A Associação dos Bombeiros Voluntários de Vila Flor reclama do Estado 17 mil euros que ainda estão em falta do projecto de beneficiação do quartel, concretizado há cerca de três anos.
O presidente da Associação Humanitária, Carlos Fernandes, não compreende o atraso no fecho das contas.
“Esta candidatura andava na ordem do meio milhão de euros.
Inicialmente o Programa Operacional Valorização do Território (POVT) comparticipava este tipo de investimentos nos 75 por cento, mas como houve uma alteração à atribuição destas percentagens neste tipo de projecto, porque estamos enquadrados numa região de carência, a candidatura subiu em cerca de 15 por cento e os 17 mil euros corresponde a esse diferencial”, esclarece.
Carlos Fernandes diz que já bateu a várias portas e em nenhuma conseguiu respostas para este atraso no pagamento. “Os organismos públicos são uma complicação, temos todo o direito de nos informarem quais os motivos. [A execução do projecto] foi auditada, a nível de inspecção do ministério está tudo a 100% e não há aqui qualquer tipo objecção em relação à candidatura”, frisou o presidente da associação. São 17 mil euros, ainda em falta, que dariam muito jeito aos bombeiros de Vila Flor para equilibrar a tesouraria.
Escrito por Rádio Ansiães (CIR)

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