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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Associação dos Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança (1865)

Em 14 de maio de 1865, um grupo de cidadãos artistas (no sentido de artesãos) da Cidade de Bragança, motivados pelos valores da solidariedade e do mutualismo, decidiram criar a Associação dos Artistas de Bragança, cujos estatutos foram aprovados por decreto de 11 de abril de 1870. O nome da associação alterou-se para Associação dos Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança, em assembleia-geral do dia 15 de janeiro de 1885, decisão ratificada em 14 de abril de 1886. Esta associação veio a desenvolver atividade cultural e beneficência mutualista, caráter que ainda hoje mantém.
Edifício da Associação dos Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança

O número dos seus associados subiu consideravelmente, a partir de 1913, quando os seus estatutos permitiram a admissão de todos aqueles que “vivam dos rendimentos de uma determinada profissão e residam no Concelho de Bragança” – chegou a ter 438 sócios, dos quais 254 artistas.
Ao longo dos seus 143 anos de existência, a Associação constituiu-se como uma instituição de referência no apoio económico, social, recreativo e cultural aos seus associados, em particular, e à população em geral, rivalizando com o Clube de Bragança.
O edifício em que está instalada, no centro histórico da Cidade, na Praça Camões, condiz com a sua história: trata-se de um edifício oitocentista, de “planta retangular e fachadas de dois pisos”, reconstruído no século XX.

Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa

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