Segundo o autarca, já foram realizadas 18 largadas do inseto auxiliar usado no combate à praga, nove apoiadas pelo Município de Bragança e outras nove adquiridas pela Junta de Freguesia, num investimento entre 1.200 e 2.400 euros.
Hélder Santos, que também é agricultor, afirma que os produtores têm vindo a notar uma redução cada vez maior na quantidade e qualidade da castanha. O presidente da junta refere mesmo que há castanheiros que este ano produziram “nem uma quinta parte” do habitual.
Apesar das largadas efetuadas, o autarca considera que o número é insuficiente para a dimensão da área de castanheiro existente na freguesia de Zóio. Hélder Santos admite ter dúvidas quanto à eficácia das medidas atuais, defendendo que seriam necessárias “mais 18 ou 19 largadas” para responder às necessidades do território.
O presidente da junta mostra-se ainda preocupado com o futuro dos soutos no concelho de Bragança e alerta que muitos castanheiros mais antigos já estão praticamente secos. Ainda assim, espera que o combate biológico possa ajudar a minimizar os efeitos da praga nos próximos anos.
Hélder Santos acrescenta que este ano a situação parece mais grave também noutras freguesias do concelho, admitindo que as condições climatéricas possam estar a influenciar o aumento da vespa da galha do castanheiro.

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