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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Ruas do centro histórico sem automóveis às sextas e sábados à noite

 A Câmara de Bragança vai manter várias ruas do centro histórico sem automóveis às sextas-feiras e sábados à noite, anunciou ontem a presidente Isabel Ferreira.


Este projeto-piloto de pedonalização temporária do centro histórico aos fins de semana, entre as 20h00 e as 24h00, restringindo várias ruas apenas à circulação de peões, tinha como objetivo os meses de julho e agosto, mas face ao sucesso alcançado, o município decidiu prologá-lo em setembro e outubro.

As zonas abrangidas incluem a Praça da Sé e artérias envolventes, designadamente a Rua Almirante Reis, a Rua da República, a Rua Abílio Beça (entre o cruzamento da Rua Marquês de Pombal e a Praça da Sé) e a Rua Combatentes da Grande Guerra (entre a Praça da Sé e o entroncamento com a Rua Oróbio de Castro), além da zona pedonal já existente naquela área da cidade.

“É um projeto para continuar e consolidar no próximo ano alargando-o à zona das muralhas por todas as condições, nomeadamente estéticas, ambientais e de conservação do património. Temos de proteger o centro histórico e não há necessidade de estacionar os carros em frente ao castelo e à Domus Municipalis”, adiantou Isabel Ferreira sublinhando que o acesso a moradores vai ser definido e será criado um estacionamento.

Glória Lopes

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