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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 27 de outubro de 2012

Seminário "Zona de Caça Nacional da Lombada - Que futuro?"


No dia 3 de novembro, no Pavilhão do Nerba. 
11.ª Norcaça, Norpesca e Norcastanha - 1 a 4 de novembro.

Stevie Wonder-Isn't She Lovely

Lionel Richie - Still

JOE DASSIN - L'ETE INDIEN

Simply Red - Holding Back The Years

Sounds Of Silence

Joe Cocker - With a little help from my friends

Otis Redding-Sitting on the dock of the bay

I can't believe you love me

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Carrazeda de Ansiães - Arnal quer expulsar terror da aldeia

A população de Arnal, em Carrazeda de Ansiães, anda aterrorizada. 
Um homem de cerca de 30 anos tem provocado constantes desacatos, faz ameaças de morte e há pouco mais de 15 dias mandou um idoso para o hospital de Bragança (onde permanece) com uma perna partida em dois sítios. O povo fartou-se e foi ao posto da GNR apresentar um abaixo-assinado com 54 subscritores exigindo a expulsão do “terror”. Na aldeia não vivem mais de 80 pessoas. A maior parte, idosos. 
O indivíduo foi lá parar há pouco mais de um ano, proveniente de Mem Martins (Sintra), onde, segundo o comandante do destacamento da GNR de Mirandela, capitão Luís Reis, “já tinha um extenso cadastro por crimes, nomeadamente contra o património”. Vive sozinho em casa que pertenceu ao avô, não trabalha, é alto e forte, e, segundo Luís Reis, “é extremamente violento e com uma atitude antissocial”, tendo já provocado “muitos desacatos nessa e noutras localidades do concelho”. 
No verão do ano passado até andou à pancada com militares da GNR após ser detido. “As pessoas já deixaram de ir para os seus terrenos agrícolas com medo dele”, assegura Bernardete Gonçalves, irmã de Jorge Gomes, de 64 anos, o homem que no dia 09 deste mês, ao fim da tarde, foi agredido a murro e pontapé. “Só parou de lhe bater porque as vizinhas começaram a gritar”, prossegue, recordando que ao ir embora o agressor terá dito: “Desta vez parti-te os dentes, da próxima corto-te a goela”. 
No dia seguinte foi detido pela GNR de Carrazeda e notificado para comparecer em tribunal para primeiro interrogatório. À noite, na aldeia, avançou de punhal em riste para agredir Simão Sá, vigilante em Lisboa que foi passar uns dias de férias à terra. “Ouvi uns barulhos na rua, fui ver o que se passava e vi-o. Ameaçou que me deixava já ali estendido e eu corri a pegar num pau para me defender. Ele recuou, pegou em pedras e atirou-as contra o meu carro e o do meu irmão, partindo alguns vidros”. “Nunca falei para semelhante pessoa, nem um bom dia, no entanto ameaçou matar-me”, prosseguiu. 
O abaixo-assinado seguiu para o Ministério Público, enquanto o povo de Arnal reza para que alguma coisa seja feita. “É que ele anda sempre a ameaçar que vai ter de matar alguém para o meterem na cadeia, onde terá sustento de graça”, nota Simão Sá. “Não podemos continuar a viver com um bandido destes. Se ninguém fizer nada teremos de ser nós a tomar medidas”, desabafou João Gonçalves.

Por: N.G.
in:mdb.pt

Torre de Moncorvo: Associação apresenta queixa- crime por alegados atos ilícitos contra vogal da direção


A direção da Douro Superior, Associação de Desenvolvimento (DSAD), apresentou uma queixa-crime no Ministério Público, por alegados "atos ilícitos", contra Ilídio Mesquita, vogal da direção e coordenador do PRODER naquela associação sediada em Torre de Moncorvo.
"Em causas estão várias transferências de dinheiros para a conta pessoal de Ilídio Mesquita, que rondam os 26 mil euros, havendo ainda outros procedimentos ilegais", avançou o presidente da DSAD, José Santos, sem no entanto avançar com mais pormenores sobre as alegadas irregularidades.
Já Ilídio Mesquita disse "desconhecer o que se está a passar", referindo ainda que se trata de um processo que ocorre "nas vésperas de eleições para direção da Associação".
No entanto, a situação levou mesmo o vogal da direção DSAD a demitir-se do cargo em junho, mantendo o cargo coordenador do PRODER.
Por seu lado, o presidente daquela estrutura também pediu por escrito à Assembleia da DSAD a demissão do cargo atendo " que não havia condições para continuar à frente da Associação".
Um novo ato eleitoral para a elisão da nova direção da DSAD está agendado para sexta feita, havendo duas listas a sufrágio.
A DSAD foi constituída a 22 de julho de 1994, por um conjunto de 19 entidades, públicas e privadas representativas das populações e dos produtores locais, de forma a promover o desenvolvimento da região do Douro Superior.
Da Associação fazem parte os concelhos de Mogadouro, Freixo Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa.
Do ponto de vista jurídico a DSAD, é uma Associação privada sem fins lucrativos, que tem como finalidade dinamizar e valorizar a zona de intervenção, contribuindo assim para aumentar as condições de bem-estar e progresso regional.

in:rba.pt

Alfândega da Fé promove Feira de Emprego

Ter emprego no final da formação é cada vez mais uma preocupação dos jovens na hora de escolher o curso profissional ou superior.
Em Alfândega da Fé, a Liga dos Amigos do Centro de Saúde, organiza a 2.ª Feira de Emprego, vocacionada para a qualificação de jovens e adultos. E são precisamente os jovens que mais se preocupam em ter emprego no final do curso.
É o caso de Clara Alves. A estudante do 11.º ano desistiu da área de preferência e vai apostar agora num curso que lhe garanta trabalho. “Estou na área de Humanidades, mas vou seguir Medicina Veterinária. Tinha pensado seguir tradução ou ensino, mas como não está muito bom, vou trocar para Medicina Veterinária.
Nestas feiras temos acesso a todo o tipo de cursos, àqueles que podemos seguir e a empregabilidade que têm. Por isso, acho que é muito bom”, confessa Clara Alves.
As instituições de ensino compreendem as preocupações dos jovens e procuram adequar a oferta formativa às necessidades do mercado de trabalho. “Sabem que o mercado de trabalho está complicado e querem fazer uma formação que lhes permita uma integração no mercado de trabalho automática ou pelo menos com maior sucesso e é isso que nós enquanto escola pretendemos oferecer”, afirma Patrícia Bernardo, da Escola Profissional de Agricultura de Carvalhais, em Mirandela.
Em Alfândega da Fé cerca de 10 por cento da população do concelho está desempregada. No entanto, Vítor Saro, da organização do evento, diz que não é fácil trazer empresas com ofertas de trabalho a esta feira. “As empresas não aderem muito a este tipo de eventos, como é uma zona pequena e hoje não há muitas ofertas de trabalho optámos por uma feira mais virada para a formação”, afirma Vítor Saro.
A Feira de Emprego começou ontem e termina hoje no Centro Cultural de Alfândega da Fé.
 

PRODER reabre candidaturas

Já há dinheiro para a agricultura.
As candidaturas no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) reabriram este mês.
O director regional de Agricultura do Norte realça que entre as áreas apoiadas está a inovação e investigação e a reestruturação da vinha. Manuel Cardoso lança um desafio aos agricultores do distrito de Bragança apara agarrarem esta oportunidade. “Os investimentos para a modernização e reestruturação do sector das empresas agro-industrial está neste momento aberto e dispõe de dinheiro em contínuo e está disponível para todas as pessoas que queiram investir.
Seria importante que a nossa região apanhasse essa oportunidade”, salienta o director regional de Agricultura. Manuel Cardoso garante que este ano os subsídios aos agricultores também estão a ser pagos mais cedo e até incluem bónus. “Os subsídios este ano estão a ser pagos mais cedo.
Os agricultores têm tido surpresas boas. Por exemplo, os que fizeram candidaturas à reconversão e reestruturação da vinha receberam agora um bónus. Por exemplo, os da zona do Douro receberam mais 2 mil euros por hectare em relação ao que estavam a contar, na nossa zona vão receber mais mil euros do que aquilo que estavam a contar”, salienta Manuel Cardoso.
Novos apoios para impulsionar o sector da agricultura.


Escrito por Brigantia

Câmara de Freixo recorre ao PAEL

A câmara de Freixo de Espada à Cinta vai recorrer ao Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) para pagar a dívida a curto prazo.
A dívida da autarquia ronda os 16 milhões de euros, dos quais 12 milhões estão cobertos por empréstimos bancários e que serão pagos nos próximos 20 anos. Mas o município vai agora recorrer a um programa criado pelo Governo, contratualizando quatro milhões e meio de euros. “Tínhamos direito a um empréstimo de 5,6 milhões de euros para cobrir as despesas de curto prazo mas como o município vem cumprindo com pagamentos de factura no dia-a-dia, o montante foi reduzido para 4,8 milhões de euros”, revela o presidente da câmara.
Os municípios que recorram ao PAEL ficam sujeitas a algumas obrigações como é o caso do aumento do IMI e das taxas de água, saneamento e resíduos.
Em Freixo de Espada à Cinta também vai haver aumentos, mas José Santos garante que não estão relacionados com a adesão ao programa. “O município de Freixo estava com o IMI no mínimo e em 2013 irá agravar um ponto percentual mas não tem a ver com a adesão ao programa porque já tinha sido deliberado em assembleia municipal”, afirma, acrescentando que “no futuro pode vir a haver aumentos da taxas da água e dos resíduos, não pela adesão ao PAEL mas porque elas são muito baixas e isso traduz-se num prejuízo para o município que não pode continuar a aguentar nesta situação financeira”.
Por outro lado, a autarquia está também a delinear um Plano de Reequilíbrio Financeiro. “O plano tem a ver com situações de cobertura bancária que estão a curto prazo e que foram contratualizados para assumir compromissos relacionados com obra que está em curso. Temos de garantir a cobertura financeira para estes projectos”, refere o autarca.
As negociações com a banca ainda decorrem, sendo que o valor a contratualizar ainda não está definido.

Escrito por Brigantia

IPB sem dinheiro para aquecimento

O orçamento do Instituto Politécnico de Bragança para o próximo ano não é exequível. É o próprio presidente quem o diz.
Em Junho o Governo tinha informado de que iria haver um corte de 3,5% nos orçamentos para as instituições de ensino politécnico. Mas agora o corte ronda os 8%. “Todo o ano lectivo está planeado em função desse corte que era o que nos disseram que ia acontecer. De repente e sem aviso prévio, aquando da entrega do orçamento de estado, consultámos no site da Direcção-geral do Orçamento vimos que ele tinha sido alterado”, explica Sobrinho Teixeira, acrescentando que “há aqui um agravamento real desse corte em cerca de 8%.
Isso é insustentável e o orçamento não é executável”.
O também presidente do Conselhos Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos do lembra que há encargos fixos que têm de ser assumidos e para os quais não há dinheiro. Por isso, considera que só será possível gerir as instituições se houver alterações, caso contrário vai ter de se infringir a lei. “O financiamento que nos é atribuído não cobre sequer esses custos fixos e o problema só pode ser resolvido fazendo uma abordagem diferente aos cortes que foram realizados ou vamos ter de cometer ilegalidades”, avisa. Por isso, “queremos ver com o ministério se há uma forma de resolver isso ou então que as autoridades nacionais nos digam que ilegalidades é que os presidentes estão autorizados a realizar”.
No caso do IPB há um corte de um milhão e meio de euros.
Sobrinho Teixeira revela que não há dinheiro para garantir o aquecimento. “Nós tínhamos previsto 240 mil euros para aquecimento, que já era uma redução substancial face a anos transactos e foram-nos retirados 200 mil euros dessa rubrica, restando apenas 40 mil que dá para o mês de Janeiro e pouco mais”, afirma.
No próximo ano, o orçamento do IPB será de 14 milhões de euros.


Escrito por Brigantia

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

As Três Jóias

Uma perspetiva diferente e, penso que única, captada pelo meu Amigo Daniel Vilar

Mirandela - Segurança Social cobra dívida de um cêntimo com sete anos

José Carlos Teixeira nem queria acreditar quando, na passada sexta-feira, abriu e leu a carta registada enviada pelo Instituto de Gestão Financeira (IGF) da Segurança Social a notificá-lo para liquidar uma dívida de um cêntimo, que se reporta a Agosto de 2005, e que, adicionando as custas referentes ao processo, já totaliza 75,55 euros. 
"Confesso que a minha primeira reação foi sorrir", conta o proprietário de uma loja de produtos regionais, em Mirandela, que não conhece outro negócio onde se possa ganhar tanto dinheiro. "Apetecia-me perguntar qual é o jardim onde se plantam os cêntimos, para eu poder daqui a sete anos e dois meses ir lá buscar 75 euros. Assim deixava de trabalhar e sentava-me ao sol", ironiza. 
Para além disso, entende que este caso é um sinal de muita desorganização na Administração Pública. "A mesma instituição que diz que lhe devo dinheiro é a mesma que já garantiu, por escrito, através de declarações de não dívida, que nada lhe devo", refere. 
A carta do IGF da Segurança Social explica apenas que a dívida de um cêntimo diz respeito a contribuições. "Só diz que não paguei, em 2005, uma dívida que, na altura, devia ser de um cêntimo, e agora acrescentaram mais 75,54 euros de custas, quando durante estes anos todos nunca fui informado que devia alguma coisa à segurança social", afirma. 
José Carlos Teixeira tem um prazo de dez dias para recorrer, por escrito, e garante que não paga esta quantia. "Quero pensar que se trate de um engano e nem me passa pela cabeça que tenham agido de má fé", conclui.
 O Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social apenas confirmou a existência da dívida de 75,55 euros, mas sem qualquer explicação para o facto de já ter passado declarações de não dívida ao mesmo beneficiário que foi notificado para saldar uma pretensa dívida. No entanto, fonte da Segurança Social do distrito de Bragança revelou ao Mensageiro que esta situação pode estar ligada a um erro do sistema informático e que não será caso único na região.

Por: Fernando Pires
in_mdb.pt

Centros de emprego passam para Chaves e Vila Real

Os centros de emprego de Torre de Moncorvo e de Mirandela vão passar para a área de influência do distrito vizinho, o primeiro para Vila Real e o segundo para Chaves. 
A portaria foi publicada em Diário da República no passado dia 12. Trata-se de uma decisão tomada no âmbito da organização interna do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). 
Esta medida provocou a indignação no município de Bragança, que deu conta de que o Centro de Emprego de Bragança é territorialmente desintegrada através de um processo de transferência de alguns concelhos do distrito para outras unidades orgânicas, respetivamente para o CEFP de Vila Real (os concelhos de Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz-Côa) e para o CEFP do Alto Trás-os-Montes (os concelhos de Carrazeda de Ansiães, Mirandela e Vila Flor). 
O assunto foi tema de análise na última reunião de câmara, realizada na segunda-feira, onde se concluiu que não se compreende um sentido de orientação lógica em termos territoriais, porque não se enquadra numa orientação global, seja no Plano Regional de Ordenamento do Território do Norte (PROT-N), no qual Bragança é considerado com o estatuto de Cidade de Equilíbrio Regional. 
Foi ainda considerado “inaceitável” que tenha sido tomada uma “decisão político-administrativa que agride um povo de um território, decisão tomada nas suas costas, sem discussão”. 
Aires Ferreira, autarca de Moncorvo, diz que com esta decisão “não há alteração substantiva” no funcionamento do centro de emprego local, que deixa de ter director, mas não nega que foi tomada sem consultar os municípios. O edil diz que lamenta que em 2011 o director regional do IEFP tenha estado em Moncorvo e tenha recusado um encontro com o presidente da Câmara “apesar de o centro de emprego funcionar num edifício cuja renda é paga pelo município”. 
António Branco, presidente da Câmara de Mirandela diz que se em causa estiver apenas uma reestruturação orgânica que não implique perdas para o centro de emprego local “não há problemas em ficar dependente de Chaves”. No entanto, o edil realça que está por esclarecer se as valências e competências do centro de emprego se mantém, bem como se não há mobilidade da parte dos funcionários. “Já estou a procurar esclarecimentos junto da tutela”, adiantou.

Por: G.L.
in:mdb.pt

PRÉMIO “MUNICÍPIO DE BRAGANÇA”

O Município de Bragança aprovou as Normas Reguladoras do Prémio «Município de Bragança», a atribuir no dia 20 de Fevereiro de cada ano, no âmbito da Comemoração do “Dia da Cidade”.
O Prémio “Município de Bragança”, destina-se a distinguir o mérito de Pessoas ou Entidades que tenham contribuído de modo significativo para Bragança e seu desenvolvimento e que prevalecem no tempo as suas referências.

É atribuído nas seguintes categorias:

a) Cultura, Arte e Património
b) Educação, Ciência e Novas Tecnologias
c) Desporto e Lazer
d) Saúde
e) Turismo e Ambiente
f) Cidadania, Solidariedade e Valores Humanos
g) Desenvolvimento económico
h) Embaixador de Bragança e Cooperação Transfronteiriça:
O Prémio «Município de Bragança» não tem carácter económico. O premiado receberá um Diploma de Reconhecimento e um Troféu distintivo criado especialmente para o Prémio «Município de Bragança».

Apresentação de Propostas de Atribuição
Poderão formular propostas de atribuição de Prémio, Pessoas e Personalidades de distintos âmbitos, Instituições públicas ou privadas, Fundações, Ordens Profissionais, Academias, etc.
Serão excluídas as propostas de atribuição de Prémio apresentadas por quem solicite o prémio para si mesmo ou para entidades de que sejam representantes.
As propostas de atribuição de Prémio, fundamentadas, poderão ir acompanhadas da mais ampla documentação (curriculum vitae, publicações, prémios, etc.), que contribua para a justificação dos méritos alegados.

Por cada proposta de candidatura deve ser preenchido um formulário, disponível no endereço http://www.cm-braganca.pt/files/1/documentos/20111012103410501460.pdf, devendo ser enviado para Câmara Municipal de Bragança, Forte S. João de Deus, 5301-263 Bragança.
O prazo limite de apresentação de propostas de candidaturas decorrerá até ao dia 30 de Novembro.

Para a concessão do Prémio «Município de Bragança», o Júri integrado por pessoas de reconhecido mérito nas áreas da Educação e Cultura, Economia, Saúde e âmbito Social, reunir-se-á no período compreendido entre 01 e 31 de Dezembro.
in:cm-braganca.pt

Máscaras diabólicas, feitas manualmente por Amável Antão, estão expostas até 31 de Outubro, no Museu Ibérico da Máscara e do Traje.