Como Brigantino e Transmontano, venho, por este meio, manifestar o mais profundo desagrado, repúdio e desilusão pelas lamentáveis declarações que recentemente proferiu, num canal de televisão, insultando e humilhando todos os Transmontanos, apelidando-os de “atrasados, incultos, feios, desdentados” e outras coisas mais.
Só por ignorância ou desconhecimento da realidade transmontana, poderá ter proferido tais palavras. Informo que os Transmontanos sempre deram o seu melhor a favor do país, aliás como reza a História, onde grandes personalidades se destacaram em todas as áreas, desde a cultura, à música, à política, ao desporto, entre outras, situação que ainda hoje se mantém.
Como sugeriu a construção de uma muralha da China, da nossa parte estamos dispostos a construí-la para impedir a sua vinda, para impedir que as suas palavras e a sua música perturbem as nossas tão nobres terras, com gente muito culta, muito bonita, muito amiga, muito hospitaleira, e sobretudo MUITO EDUCADA.
Ainda há pouco tempo veio a Bragança atuar nas Festas da Cidade e durante a atuação elogiou as pessoas desta cidade. Concluímos agora que tudo não passou de pura hipocrisia, o que mostra bem a sua personalidade.
Assim, não sendo possível, nunca, reparar a forma grosseira como maltratou e humilhou os Transmontanos, em nome de todos os Brigantinos, exijo que APRESENTE PUBLICAMENTE UM PEDIDO DE DESCULPAS.
Com os melhores cumprimentos,
Hernâni Dias
Presidente da Câmara Municipal de Bragança
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Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Portugal escapa ao desaparecimento global das abelhas
PSML / Susana Morais
Morreram quase metade das colmeias nos Estados Unidos ao longo do último ano e em boa parte da Europa a situação também é preocupante. Mas por cá há cada vez mais abelhas, apesar das múltiplas ameaças
RUI ANTUNES
“Se as abelhas desaparecem, o Homem sobreviverá apenas mais quatro anos”. Esta citação atribuída a Albert Einstein está cada vez mais presente na cabeça dos apicultores norte-americanos, que no último ano voltaram a sofrer uma perda massiva de colmeias, desta vez na ordem dos 44%, bem acima do valor considerado aceitável nos Estados Unidos (até 20%).
A preocupação com o desaparecimento das abelhas estende-se à Europa, com a França a registar em 2015 uma produção de mel de 17 mil toneladas, contra as 32 mil que era habitual conseguir antes de 1995. Além da França, também Bélgica, Inglaterra e os países da Escandinávia apresentam números elevados de mortes nas colónias de abelhas (todos na casa dos 20 ou 30%), mas Portugal surge em contraciclo. Segundo os dados mais recentes do programa EPILOBEE, da Comissão Europeia, entre o outono de 2013 e o verão de 2014 o nosso país registou uma taxa de mortalidade nas colmeias inferior a 10%, a sétima mais baixa entre os 16 países da União Europeia analisados.
“O efetivo nacional passou de 566 mil colónias de abelhas em 2013 para 619 mil em 2015”, adianta à VISÃO Manuel Gonçalves. O presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal destaca a importância dos mais de 50 milhões de euros investidos no setor através de apoios comunitários, o que impulsionou “a chegada à atividade de um grande número de jovens apicultores”.
Paulo Russo, do departamento de zootecnia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, reforça esta ideia. “Em Portugal a mortalidade global nunca foi comparável à dos Estados Unidos. Pelo contrário, o efetivo tem vindo a aumentar em parte devido à adesão de um número elevado de jovens com projetos apícolas”, sublinha à VISÃO o professor universitário.
Por norma, o número de abelhas diminui no inverno e é reposto até ao verão, quando o bom tempo traz mais alimento e a reprodução dispara. O drama nos Estados Unidos é que, no último ano, a taxa de mortalidade na estação mais quente foi idêntica à da estação mais fria.
“É normal haver mortes durante o inverno, mas o facto de os apicultores estarem a perder abelhas no verão é alarmante”, comentou o cientista Dennis van Engelsdorp, que liderou o último estudo nacional realizado na América, em colaboração com o ministério da Agricultura.
A utilização de pesticidas, a contaminação das abelhas pelo ácaro Varroa ou o clima são alguns dos múltiplos fatores que podem explicar o fenómeno, subsistindo muitas divergências na comunidade científica sobre o peso de cada um no colapso das colmeias.
AS MAIORES AMEAÇAS ÀS ABELHAS EM PORTUGAL
Por cá, Manuel Gonçalves nota “uma maior dificuldade para repor as baixas” ocorridas durante o inverno, mas garante que os dados da Comissão Europeia para Portugal (taxa de moralidade de 18,1% em 2012-13 e de 9% em 2013-14) “estão em linha com a perceção dos apicultores no terreno”. Ou seja: há anos mais problemáticos do que outros devido à complexidade que envolve a manutenção de uma colmeia.
Como salienta à VISÃO o professor António Murilhas, do departamento de zootecnia da Universidade de Évora, “o Varroa destructor continua a ser uma dor de cabeça praticamente a nível planetário”, uma vez que não existe um tratamento 100% eficaz contra este ácaro. Ao disseminar parasitas pelas colmeias, obriga o apicultor a manter um controlo apertado para não deixar o problema alastrar-se a ponto de provocar a morte de todas as abelhas.
Outro foco de ameaça é a Vespa velutina (ou asiática), que desde 2012 se instalou no norte litoral do país e ataca as abelhas. O combate a esta espécie predadora requer muitas vezes intervenção especializada (para aniquilar os seus ninhos), o que levou a Assembleia da República a aprovar, na semana passada, uma campanha de informação sobre o que fazer quando se detetar um ninho. “Se algum dia esta vespa estiver presente em todo o país, pode causar prejuízos de 5 milhões de euros no setor apícola”, alerta Manuel Gonçalves.
Já em relação aos pesticidas, “embora presentes”, como assinala Paulo Russo, as suas implicações na morte das abelhas “não estão quantificadas” em Portugal. E entretanto, acrescenta António Murilhas, “surgem novos atores em cena, como o fungo Nosema ceranae”, já identificado em várias colmeias dizimadas nos Estados Unidos e na Europa e que os cientistas suspeitam ter um efeito devastador quando interage com outro agente. Qual? Ninguém sabe ao certo.
Menos dúvidas oferecem as consequências de uma quebra acentuada da quantidade de abelhas no mundo. Sem a polinização pela qual são responsáveis, frutos como a cereja, o melão, a maçã ou o pêssego ficariam em causa, assim como muitos legumes, casos do nabo ou da abóbora. As plantas polinizadas pelas abelhas também poderiam desaparecer e, por conseguinte, os animais que delas se alimentam, interferindo assim em toda a cadeira alimentar. Daí a suposta declaração fatalista de Einstein sobre o futuro da Humanidade sem abelhas – suposta porque, na mesma medida em que não existem evidências irrefutáveis dos motivos que levam ao colapso das colmeias, também não há provas concretas de que o prémio Nobel da física em 1921 tenha algum dia realizado tal profecia.
Revista Visão
Morreram quase metade das colmeias nos Estados Unidos ao longo do último ano e em boa parte da Europa a situação também é preocupante. Mas por cá há cada vez mais abelhas, apesar das múltiplas ameaças
RUI ANTUNES
“Se as abelhas desaparecem, o Homem sobreviverá apenas mais quatro anos”. Esta citação atribuída a Albert Einstein está cada vez mais presente na cabeça dos apicultores norte-americanos, que no último ano voltaram a sofrer uma perda massiva de colmeias, desta vez na ordem dos 44%, bem acima do valor considerado aceitável nos Estados Unidos (até 20%).
A preocupação com o desaparecimento das abelhas estende-se à Europa, com a França a registar em 2015 uma produção de mel de 17 mil toneladas, contra as 32 mil que era habitual conseguir antes de 1995. Além da França, também Bélgica, Inglaterra e os países da Escandinávia apresentam números elevados de mortes nas colónias de abelhas (todos na casa dos 20 ou 30%), mas Portugal surge em contraciclo. Segundo os dados mais recentes do programa EPILOBEE, da Comissão Europeia, entre o outono de 2013 e o verão de 2014 o nosso país registou uma taxa de mortalidade nas colmeias inferior a 10%, a sétima mais baixa entre os 16 países da União Europeia analisados.
“O efetivo nacional passou de 566 mil colónias de abelhas em 2013 para 619 mil em 2015”, adianta à VISÃO Manuel Gonçalves. O presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal destaca a importância dos mais de 50 milhões de euros investidos no setor através de apoios comunitários, o que impulsionou “a chegada à atividade de um grande número de jovens apicultores”.
Paulo Russo, do departamento de zootecnia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, reforça esta ideia. “Em Portugal a mortalidade global nunca foi comparável à dos Estados Unidos. Pelo contrário, o efetivo tem vindo a aumentar em parte devido à adesão de um número elevado de jovens com projetos apícolas”, sublinha à VISÃO o professor universitário.
Por norma, o número de abelhas diminui no inverno e é reposto até ao verão, quando o bom tempo traz mais alimento e a reprodução dispara. O drama nos Estados Unidos é que, no último ano, a taxa de mortalidade na estação mais quente foi idêntica à da estação mais fria.
“É normal haver mortes durante o inverno, mas o facto de os apicultores estarem a perder abelhas no verão é alarmante”, comentou o cientista Dennis van Engelsdorp, que liderou o último estudo nacional realizado na América, em colaboração com o ministério da Agricultura.
A utilização de pesticidas, a contaminação das abelhas pelo ácaro Varroa ou o clima são alguns dos múltiplos fatores que podem explicar o fenómeno, subsistindo muitas divergências na comunidade científica sobre o peso de cada um no colapso das colmeias.
AS MAIORES AMEAÇAS ÀS ABELHAS EM PORTUGAL
Por cá, Manuel Gonçalves nota “uma maior dificuldade para repor as baixas” ocorridas durante o inverno, mas garante que os dados da Comissão Europeia para Portugal (taxa de moralidade de 18,1% em 2012-13 e de 9% em 2013-14) “estão em linha com a perceção dos apicultores no terreno”. Ou seja: há anos mais problemáticos do que outros devido à complexidade que envolve a manutenção de uma colmeia.
Como salienta à VISÃO o professor António Murilhas, do departamento de zootecnia da Universidade de Évora, “o Varroa destructor continua a ser uma dor de cabeça praticamente a nível planetário”, uma vez que não existe um tratamento 100% eficaz contra este ácaro. Ao disseminar parasitas pelas colmeias, obriga o apicultor a manter um controlo apertado para não deixar o problema alastrar-se a ponto de provocar a morte de todas as abelhas.
Outro foco de ameaça é a Vespa velutina (ou asiática), que desde 2012 se instalou no norte litoral do país e ataca as abelhas. O combate a esta espécie predadora requer muitas vezes intervenção especializada (para aniquilar os seus ninhos), o que levou a Assembleia da República a aprovar, na semana passada, uma campanha de informação sobre o que fazer quando se detetar um ninho. “Se algum dia esta vespa estiver presente em todo o país, pode causar prejuízos de 5 milhões de euros no setor apícola”, alerta Manuel Gonçalves.
Já em relação aos pesticidas, “embora presentes”, como assinala Paulo Russo, as suas implicações na morte das abelhas “não estão quantificadas” em Portugal. E entretanto, acrescenta António Murilhas, “surgem novos atores em cena, como o fungo Nosema ceranae”, já identificado em várias colmeias dizimadas nos Estados Unidos e na Europa e que os cientistas suspeitam ter um efeito devastador quando interage com outro agente. Qual? Ninguém sabe ao certo.
Menos dúvidas oferecem as consequências de uma quebra acentuada da quantidade de abelhas no mundo. Sem a polinização pela qual são responsáveis, frutos como a cereja, o melão, a maçã ou o pêssego ficariam em causa, assim como muitos legumes, casos do nabo ou da abóbora. As plantas polinizadas pelas abelhas também poderiam desaparecer e, por conseguinte, os animais que delas se alimentam, interferindo assim em toda a cadeira alimentar. Daí a suposta declaração fatalista de Einstein sobre o futuro da Humanidade sem abelhas – suposta porque, na mesma medida em que não existem evidências irrefutáveis dos motivos que levam ao colapso das colmeias, também não há provas concretas de que o prémio Nobel da física em 1921 tenha algum dia realizado tal profecia.
Revista Visão
Restauro do Cadeiral da Sé de Miranda do Douro nomeado para os Prémios APOM 2016
A intervenção de restauro do Cadeiral da Sé de Miranda do Douro está nomeada para os Prémios APOM 2016, na categoria Prémio de Intervenção de Conservação e Restauro. Os galardões vão ser entregues no próximo dia 3 de junho.
O restauro do Cadeiral da Sé de Miranda do Douro decorreu entre finais de 2014 e início de 2015, sendo uma intervenção incluída no projeto mais amplo de requalificação da Sé de Miranda do Douro.
Recorde-se que o restauro do Cadeiral implicou que o mesmo fosse integralmente desmontado e levado para tratamento em atelier, por parte da empresa Detalhe, com sede em Lisboa, sendo apenas alguns dos elementos tratados no próprio local.
Tal facto ficou a dever-se, por um lado, ao estado de degradação do mesmo, e por outro, à necessidade de acesso a meios de tratamento auxiliares, condições e equipamentos necessários para o tratamento de material desta natureza.
A intervenção, realizada no âmbito do projeto Rota das Catedrais no Norte de Portugal, foi coordenada pela Direção Regional de Cultura do Norte, contando com o apoio do Município de Miranda do Douro e da Diocese de Bragança-Miranda.
Sobre os Prémios APOM
A Associação Portuguesa de Museologia, também conhecida como APOM, tem por principal finalidade agrupar os profissionais de museologia ou instituições equiparadas a museus segundo os critérios estabelecidos pelo ICOM, no seu Estatuto.
Tem ainda como objetivos promover o conhecimento da Museologia e dos domínios científicos e técnicos que a informam, nomeadamente através de reuniões e visitas de estudo, conferências, exposições e publicações e realçar a importância do papel desempenhado pelos museus e pela profissão museológica em cada comunidade e entre povos e culturas.
Todos os anos a APOM atribui Prémios com o objetivo de incentivar e premiar a imaginação e a criatividade dos Museólogos portugueses e o seu contributo efetivo na melhoria da qualidade dos museus em Portugal, sendo também uma forma de dar visibilidade ao que de melhor se faz no âmbito da museologia.
in:noticiasdonordeste.pt
O restauro do Cadeiral da Sé de Miranda do Douro decorreu entre finais de 2014 e início de 2015, sendo uma intervenção incluída no projeto mais amplo de requalificação da Sé de Miranda do Douro.
Recorde-se que o restauro do Cadeiral implicou que o mesmo fosse integralmente desmontado e levado para tratamento em atelier, por parte da empresa Detalhe, com sede em Lisboa, sendo apenas alguns dos elementos tratados no próprio local.
Tal facto ficou a dever-se, por um lado, ao estado de degradação do mesmo, e por outro, à necessidade de acesso a meios de tratamento auxiliares, condições e equipamentos necessários para o tratamento de material desta natureza.
A intervenção, realizada no âmbito do projeto Rota das Catedrais no Norte de Portugal, foi coordenada pela Direção Regional de Cultura do Norte, contando com o apoio do Município de Miranda do Douro e da Diocese de Bragança-Miranda.
Sobre os Prémios APOM
A Associação Portuguesa de Museologia, também conhecida como APOM, tem por principal finalidade agrupar os profissionais de museologia ou instituições equiparadas a museus segundo os critérios estabelecidos pelo ICOM, no seu Estatuto.
Tem ainda como objetivos promover o conhecimento da Museologia e dos domínios científicos e técnicos que a informam, nomeadamente através de reuniões e visitas de estudo, conferências, exposições e publicações e realçar a importância do papel desempenhado pelos museus e pela profissão museológica em cada comunidade e entre povos e culturas.
Todos os anos a APOM atribui Prémios com o objetivo de incentivar e premiar a imaginação e a criatividade dos Museólogos portugueses e o seu contributo efetivo na melhoria da qualidade dos museus em Portugal, sendo também uma forma de dar visibilidade ao que de melhor se faz no âmbito da museologia.
in:noticiasdonordeste.pt
Palavras de José Cid provocam a ira dos transmontanos
O vídeo de uma entrevista a José Cid em que o cantor se refere aos transmontanos de forma interpretada como insultuosa está a incendiar as redes sociais nacionais.
No vídeo que está a circular no Facebook e que ganhou vitalidade este domingo entre os internautas, José Cid diz a Nuno Markl, no Canal Q, que se devia construir "uma muralha da China em Trás-os-Montes para não deixar passar".
A conversa sobre questões da música tradicional portuguesa continua, até que a certa altura Cid diz a frase que parece ter indignado mais os internautas.
"Vêm excursões de pessoas que nunca viram o mar para o Pavilhão Atlântico. Pessoas assim medonhas, desdentadas e efetivamente isso não é Portugal", afirma o cantor.
Nas Internet, há dezenas de comentários sobre o tema. O vídeo publicado este domingo já foi partilhado por quase seis mil pessoas e visto 250 mil vezes.
A página de fãs de José Cid foi inundada por comentários depreciativos, mas entretanto deixou de estar acessível.
A conversa sobre questões da música tradicional portuguesa continua, até que a certa altura Cid diz a frase que parece ter indignado mais os internautas.
"Vêm excursões de pessoas que nunca viram o mar para o Pavilhão Atlântico. Pessoas assim medonhas, desdentadas e efetivamente isso não é Portugal", afirma o cantor.
Nas Internet, há dezenas de comentários sobre o tema. O vídeo publicado este domingo já foi partilhado por quase seis mil pessoas e visto 250 mil vezes.
A página de fãs de José Cid foi inundada por comentários depreciativos, mas entretanto deixou de estar acessível.
domingo, 29 de maio de 2016
AECT – "ARTISTAS DO DOURO" Mogadouro e Miranda apuradas para a final
A segunda semifinal do VII Certame de Teatro Escolar Transfronteiriço “Artistas do Douro” contou com a participação de grupos da Santa Casa de Mogadouro, Almeida de Sayago e Miranda do Douro.
O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero-Douro (AECT Duero-Douro) celebrou na passada sexta-feira, dia 27 de maio, a segunda semifinal do VII Certame de Teatro Escolar Transfronteiriço “Artistas do Douro”.
Neste género de competição teatral, em que a vila mogadourense desempenhou o papel de anfitriã desta jornada, participaram grupos da Santa Casa de Mogadouro, Almeida de Sayago e Miranda do Douro.
O Auditório Municipal foi o local escolhido para acolher as várias representações teatrais, sendo que a primeira aconteceu por volta das 10h30 com a obra "L Sapo Concheiro”, interpretada pelos alunos da Escola Básica de Miranda do Douro.
A segunda atuação teatral teve lugar 30 minutos depois, pelas 11 horas, com o grupo de crianças do Jardim da Infância da Santa Casa de Mogadouro a representar “História da Carochinha”. Pelas 11h30, alunos da mesma escola interpretaram a peça “O Cuco Que Não Queria Comer Couves”.
A quarta e última peça, “Investigações Monstruosas”, foi a palco ao final da manhã, por volta do meio-dia, pelo único representante do país vizinho, o Colégio de Educação Infantil e Primária Matilde Ledesma de Almeida de Sayago, uma localidade da província de Zamora.
Depois de almoço, pelas 14 horas, teve início a cerimónia oficial de encerramento da competição com a respetiva entrega dos prémios de participação e onde foram comunicadas as peças finalistas. Assim, Mogadouro e Miranda viram os seus grupos teatrais apurados para a final deste Certame de Teatro Escolar que acontecerá a 7 de junho no Auditório Municipal de Miranda do Douro.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Duero-Douro (AECT Duero-Douro) celebrou na passada sexta-feira, dia 27 de maio, a segunda semifinal do VII Certame de Teatro Escolar Transfronteiriço “Artistas do Douro”.
Neste género de competição teatral, em que a vila mogadourense desempenhou o papel de anfitriã desta jornada, participaram grupos da Santa Casa de Mogadouro, Almeida de Sayago e Miranda do Douro.
O Auditório Municipal foi o local escolhido para acolher as várias representações teatrais, sendo que a primeira aconteceu por volta das 10h30 com a obra "L Sapo Concheiro”, interpretada pelos alunos da Escola Básica de Miranda do Douro.
A segunda atuação teatral teve lugar 30 minutos depois, pelas 11 horas, com o grupo de crianças do Jardim da Infância da Santa Casa de Mogadouro a representar “História da Carochinha”. Pelas 11h30, alunos da mesma escola interpretaram a peça “O Cuco Que Não Queria Comer Couves”.
A quarta e última peça, “Investigações Monstruosas”, foi a palco ao final da manhã, por volta do meio-dia, pelo único representante do país vizinho, o Colégio de Educação Infantil e Primária Matilde Ledesma de Almeida de Sayago, uma localidade da província de Zamora.
Depois de almoço, pelas 14 horas, teve início a cerimónia oficial de encerramento da competição com a respetiva entrega dos prémios de participação e onde foram comunicadas as peças finalistas. Assim, Mogadouro e Miranda viram os seus grupos teatrais apurados para a final deste Certame de Teatro Escolar que acontecerá a 7 de junho no Auditório Municipal de Miranda do Douro.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Duas mil trutas repovoam concelho de Vila Flor
Na sexta ação do género promovida pela Associação Florestal de Trás-os-Montes foram feitos dois repovoamentos com dois mil exemplares de truta fário nas albufeiras do Peneireiro e de Valtorno.
Mais um gesto de devolver ao rio, à natureza, a fauna que nele, normalmente, habita, no sentido de repovoar, quer a albufeira do Peneireiro, quer a albufeira de Valtorno, ambas no concelho de Vila Flor.
Numa diligência promovida pela Associação Florestal de Trás-os-Montes (AFTM), desta feita, com o Clube de Caça e Pesca de Vila Flor, foram lançadas à água mais de dois mil exemplares da truta fário.
Esta iniciativa, de caráter ambiental, surge no âmbito da campanha “Águas Vivas”, criada pela AFTM em janeiro deste ano. Uma campanha que visa, entre outras ações, reabilitar com espécies indígenas o potencial piscícola das águas interiores. E foi precisamente isso que sucedeu na passada sexta-feira, com o lançamento à água de dois mil exemplares desta espécie piscícola.
Depois de dois repovoamentos feitos no concelho de Penedono, um em Montesinho, no concelho de Bragança, e outros dois em Santa Marta de Penaguião, esta foi a sexta ação do género desde janeiro. Estas iniciativas contam, também, com o "precioso" contributo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas-Norte, que tem a exclusividade da produção e transporte desta espécie piscícola de elevado valor ambiental.
No programa da campanha “Águas Vivas” consta, ainda, a plantação de arvoredo ripícola e a recuperação de habitats ribeirinhos no sentido de consolidar a implementação de um modelo de exploração dos recursos naturais responsável e sustentado.
“Esta campanha tem como objetivos principais uma eficiente conservação da natureza e em simultâneo o equilíbrio entre esta e a inversão da tendência de desertificação humana nos territórios de baixa densidade demográfica como é o caso do interior norte do País”, fez questão de frisar o presidente da direção da AFTM. Para António Coelho, estes objetivos atingem-se “através da promoção do turismo de Natureza e demais atividades lúdicas, permitida pela excelência da respetiva biodiversidade observada nestes territórios”.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Mais um gesto de devolver ao rio, à natureza, a fauna que nele, normalmente, habita, no sentido de repovoar, quer a albufeira do Peneireiro, quer a albufeira de Valtorno, ambas no concelho de Vila Flor.
Numa diligência promovida pela Associação Florestal de Trás-os-Montes (AFTM), desta feita, com o Clube de Caça e Pesca de Vila Flor, foram lançadas à água mais de dois mil exemplares da truta fário.
Esta iniciativa, de caráter ambiental, surge no âmbito da campanha “Águas Vivas”, criada pela AFTM em janeiro deste ano. Uma campanha que visa, entre outras ações, reabilitar com espécies indígenas o potencial piscícola das águas interiores. E foi precisamente isso que sucedeu na passada sexta-feira, com o lançamento à água de dois mil exemplares desta espécie piscícola.
Depois de dois repovoamentos feitos no concelho de Penedono, um em Montesinho, no concelho de Bragança, e outros dois em Santa Marta de Penaguião, esta foi a sexta ação do género desde janeiro. Estas iniciativas contam, também, com o "precioso" contributo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas-Norte, que tem a exclusividade da produção e transporte desta espécie piscícola de elevado valor ambiental.
No programa da campanha “Águas Vivas” consta, ainda, a plantação de arvoredo ripícola e a recuperação de habitats ribeirinhos no sentido de consolidar a implementação de um modelo de exploração dos recursos naturais responsável e sustentado.
“Esta campanha tem como objetivos principais uma eficiente conservação da natureza e em simultâneo o equilíbrio entre esta e a inversão da tendência de desertificação humana nos territórios de baixa densidade demográfica como é o caso do interior norte do País”, fez questão de frisar o presidente da direção da AFTM. Para António Coelho, estes objetivos atingem-se “através da promoção do turismo de Natureza e demais atividades lúdicas, permitida pela excelência da respetiva biodiversidade observada nestes territórios”.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
sábado, 28 de maio de 2016
Fumo branco – está assinado o acordo que coloca, definitivamente, o heli do INEM em Macedo
Agora é “definitivo” e “irrevogável” – o helicóptero de Emergência Médica fica em Macedo de Cavaleiros. Hoje, no Heliporto Municipal de Macedo de Cavaleiros foi assinado o acordo que sela a incerteza levantada em 2012, pela possibilidade de reposicionar o meio aéreo em Vila Real. Os processos, que ainda corriam em tribunal, quer por parte dos 12 autarcas do distrito de Bragança, quer por parte do INEM, vão ser retirados.
É o ponto final desta questão, com um “ato de justiça” para com as populações do interior, considera o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, que veio ratificar o acordo com os autarcas da região.
“Claramente ficou dito que é um ponto final na litigância e na conflitualidade entre o poder central e a administração local, e, sobretudo, as populações.
Num país que, infelizmente, ainda tem poucos recurso, tem poucos meios para responder a necessidades, tem que ter prioridades. E não considerar que o interior e as regiões mais desfavorecidas, quer em termos de rendimento económico, quer da própria proximidade aos cuidados, no topo das prioridades, é uma injustiça. Por isso, ao contrário, este protocolo é um ato de justiça.
O importante não é estar perto do hospital, é estar perto dos sinistrados. O meio aéreo aqui tem melhores condições técnicas e atmosféricas, além de ter um grande número de ativações.”
O fim de uma luta que foi difícil, e que muito se ficou a dever ao querer das populações, ressalva o autarca local, Duarte Moreno.
“Foi uma longa luta, e difícil. Conversar com os governos não é fácil. Nós sabemos que em termos de matérias económicas não tem sido fácil a vida do país, e, quando se tratam de números que passam nas “caixinhas” de Excel, e que se vê que o número é grande para tão pouca população, mais difícil se torna.
Significa também que quando as populações trabalham em conjunto, conseguem trazer os meios para os seus territórios.”
A população, que por três vezes se juntou em manifestações contra a saída do meio aéreo para Vila Real, também marcou presença. Ilídio Mesquita, que integrou os movimentos populares, mostra-se naturalmente satisfeito com este desfecho.
“Este é um dia de alegria, de paz e de tranquilidade, porque chegamos ao fim de uma luta.
Mas estamos atentos e vigilantes, porque é uma causa comum, mantém o helicóptero onde ele é preciso, junto das populações. Não nos tirem o que temos de mais precioso, que é a saúde.”
Ao longo destes 4 anos, as justas em tribunal custaram, segundo o presidente macedense, 60 mil euros ao distrito. O helicóptero, que hoje firmou lugar em Macedo de Cavaleiros, é aquele que mais voos faz no país. Em média, levanta 1,2 vezes por dia, e serve também o distrito da Guarda e Viseu, e a região do Minho.
Duarte Moreno anunciou ainda, durante o seu discurso, que estão previstas obras de melhoramento no Heliporto Municipal, no âmbito do pacto assinado pela CIM (Comunidade Intermunicipal) Terras de Trás-os-Montes, em agosto do ano passado.
Escrito por ONDA LIVRE
É o ponto final desta questão, com um “ato de justiça” para com as populações do interior, considera o Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, que veio ratificar o acordo com os autarcas da região.
“Claramente ficou dito que é um ponto final na litigância e na conflitualidade entre o poder central e a administração local, e, sobretudo, as populações.
Num país que, infelizmente, ainda tem poucos recurso, tem poucos meios para responder a necessidades, tem que ter prioridades. E não considerar que o interior e as regiões mais desfavorecidas, quer em termos de rendimento económico, quer da própria proximidade aos cuidados, no topo das prioridades, é uma injustiça. Por isso, ao contrário, este protocolo é um ato de justiça.
O importante não é estar perto do hospital, é estar perto dos sinistrados. O meio aéreo aqui tem melhores condições técnicas e atmosféricas, além de ter um grande número de ativações.”
O fim de uma luta que foi difícil, e que muito se ficou a dever ao querer das populações, ressalva o autarca local, Duarte Moreno.
“Foi uma longa luta, e difícil. Conversar com os governos não é fácil. Nós sabemos que em termos de matérias económicas não tem sido fácil a vida do país, e, quando se tratam de números que passam nas “caixinhas” de Excel, e que se vê que o número é grande para tão pouca população, mais difícil se torna.
Significa também que quando as populações trabalham em conjunto, conseguem trazer os meios para os seus territórios.”
A população, que por três vezes se juntou em manifestações contra a saída do meio aéreo para Vila Real, também marcou presença. Ilídio Mesquita, que integrou os movimentos populares, mostra-se naturalmente satisfeito com este desfecho.
“Este é um dia de alegria, de paz e de tranquilidade, porque chegamos ao fim de uma luta.
Mas estamos atentos e vigilantes, porque é uma causa comum, mantém o helicóptero onde ele é preciso, junto das populações. Não nos tirem o que temos de mais precioso, que é a saúde.”
Ao longo destes 4 anos, as justas em tribunal custaram, segundo o presidente macedense, 60 mil euros ao distrito. O helicóptero, que hoje firmou lugar em Macedo de Cavaleiros, é aquele que mais voos faz no país. Em média, levanta 1,2 vezes por dia, e serve também o distrito da Guarda e Viseu, e a região do Minho.
Duarte Moreno anunciou ainda, durante o seu discurso, que estão previstas obras de melhoramento no Heliporto Municipal, no âmbito do pacto assinado pela CIM (Comunidade Intermunicipal) Terras de Trás-os-Montes, em agosto do ano passado.
Escrito por ONDA LIVRE
Mirandela: Semana da juventude e Desporto, Energia, Ambiente e Feira do Livro
Ao longo dos próximos dias Mirandela desdobra-se num sem número de iniciativas, desde a Semana da Juventude e Desporto à Semana da Energia e Ambiente, mas também a Feira do Livro e a Feira de Orientação Escolar e Profissional.
Até 7 de junho não faltam propostas no âmbito da V Semana da Juventude e Desporto, com percursos aventura, batismo de voo de parapente, estágios ténis de mesa, dias dedicados ao voleibol, basquetebol, hóquei, xadrez e futebol feminino, mas também hidroginástica sénior, hidro baile, ginástica geriátrica, natação para bebés e o incontornável jogo entre as seleções nacionais de futebol de Portugal e Eslováquia, em sub-15, no Estádio S. Sebastião.
As iniciativas Mirandela a Mexer, com ‘zumba step’ e ‘sport jam session & music’ são um convite à energia, pelo que fazem a ponte para a Semana da Energia e Ambiente que este ano contempla também passeios de bicicleta e observação da flora, limpeza da linha de água da Ribeira de Carvalhais, troca de embalagens de vidro por plantas aromáticas e medicinais, curso de compostagem doméstica, workshop de ‘Ambiente e Energia’, boas práticas de gestão de resíduos, palestras nas escolas e a iniciativa ‘Plantar para a sustentabilidade alcançar’ – espécies autóctones.
A Feira do Livro também marca a agenda de Mirandela. Até 3 de junho há apresentação de livros, conversas com escritores, hora do conto, mostra de música e culinária africana e o ciclo de cinema ‘Cinco Livros, cinco filmes’, bem como o encontro literário ‘Tuaescrita’ são motivos mais que suficientes para um salto até ao Parque do Império.
Pelo meio, a 1 de junho, evoca-se o Dia Mundial da Criança, que em Mirandela se estende ao Dia do Pré-escolar com insufláveis, canoas, jogos, pinta faces e a inesgotável felicidade das crianças.
Como de ‘pequenino se torce o pepino’, os mais crescidos têm para si uma Feira de Orientação Escolar e Profissional, com concurso de ideias, o Tua Talks – ideias que te movem, a VII Semana de Desenvolvimento e Empreendedorismo, o seminário ‘O que os patrões querem’ e sessões de ‘showcooking’ pela Escola de Hotelaria.
A animação musical é uma constante ao longo dos dias, com espetáculos pela Exproarte e as tunas ‘In Vinus Tuna’ e ‘Tuna Mira’, ambas do Esact-Instituto Politécnico de Bragança, e que fazem a ponte para o Mirandela Music Fest que, entretanto, também está aí à porta.
in:noticiasdonordeste.pt
Até 7 de junho não faltam propostas no âmbito da V Semana da Juventude e Desporto, com percursos aventura, batismo de voo de parapente, estágios ténis de mesa, dias dedicados ao voleibol, basquetebol, hóquei, xadrez e futebol feminino, mas também hidroginástica sénior, hidro baile, ginástica geriátrica, natação para bebés e o incontornável jogo entre as seleções nacionais de futebol de Portugal e Eslováquia, em sub-15, no Estádio S. Sebastião.
As iniciativas Mirandela a Mexer, com ‘zumba step’ e ‘sport jam session & music’ são um convite à energia, pelo que fazem a ponte para a Semana da Energia e Ambiente que este ano contempla também passeios de bicicleta e observação da flora, limpeza da linha de água da Ribeira de Carvalhais, troca de embalagens de vidro por plantas aromáticas e medicinais, curso de compostagem doméstica, workshop de ‘Ambiente e Energia’, boas práticas de gestão de resíduos, palestras nas escolas e a iniciativa ‘Plantar para a sustentabilidade alcançar’ – espécies autóctones.
A Feira do Livro também marca a agenda de Mirandela. Até 3 de junho há apresentação de livros, conversas com escritores, hora do conto, mostra de música e culinária africana e o ciclo de cinema ‘Cinco Livros, cinco filmes’, bem como o encontro literário ‘Tuaescrita’ são motivos mais que suficientes para um salto até ao Parque do Império.
Pelo meio, a 1 de junho, evoca-se o Dia Mundial da Criança, que em Mirandela se estende ao Dia do Pré-escolar com insufláveis, canoas, jogos, pinta faces e a inesgotável felicidade das crianças.
Como de ‘pequenino se torce o pepino’, os mais crescidos têm para si uma Feira de Orientação Escolar e Profissional, com concurso de ideias, o Tua Talks – ideias que te movem, a VII Semana de Desenvolvimento e Empreendedorismo, o seminário ‘O que os patrões querem’ e sessões de ‘showcooking’ pela Escola de Hotelaria.
A animação musical é uma constante ao longo dos dias, com espetáculos pela Exproarte e as tunas ‘In Vinus Tuna’ e ‘Tuna Mira’, ambas do Esact-Instituto Politécnico de Bragança, e que fazem a ponte para o Mirandela Music Fest que, entretanto, também está aí à porta.
in:noticiasdonordeste.pt
Acidentes com tractores já causaram 28 mortos este ano
Todos os meses, seis pessoas morrem em acidentes com tractores agrícolas.GNR pede aos condutores que adoptem comportamentos de segurança.
Em 18 meses, houve 256 acidentes com tractores de que resultaram 122 mortos
Seis acidentes mortais com tractores em apenas 10 dias
Acidentes de tractor fazem dois mortos numa semana no distrito de Bragança
GNR registou 115 mortes em 256 acidentes com tractores agrícolas em ano e meio
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou desde o início do ano 28 mortos e 12 feridos graves em Portugal continental devido a acidentes com tractores agrícolas, segundo dados facultados este sábado à agência Lusa. Coimbra foi o distrito com mais mortes nestes cinco meses (cinco), seguido de Braga (quatro), Leiria, Viseu e Castelo Branco (três mortos cada um), Beja, Bragança, Lisboa e Santarém (dois mortos cada um). Os distritos de Viana do Castelo e Vila Real registaram um morto neste período, perfazendo as 28 vítimas mortais, todas com idades acima dos 60 anos.
A GNR assume estar "muito preocupada" com este flagelo, que em média, desde Janeiro, provocou quase seis vítimas mortais por mês, e apela aos agricultores para que adoptem comportamentos de segurança. A maioria dos acidentes acontece por capotamento do tractor, tendo como consequência o esmagamento do condutor: "O 'arco de Santo António' poderia salvar muitos, se fosse usado na altura do acidente", alerta a GNR, referindo-se à barra de ferro em forma de U invertido que pode ser colocada no tractor, sobre a cabeça do condutor, mas não é obrigatória. Em caso de capotamento, esta estrutura pode impedir o esmagamento do condutor.
Esta força de segurança sublinha que tem levado a cabo diversas acções de sensibilização na sua área de actuação de norte a sul de Portugal continental e deixa outros conselhos aos agricultores. "Não esquecer a manutenção do veículo, o seu mau funcionamento ou falta de limpeza podem causar acidentes; utilizar os acessórios de iluminação e sinalização, de acordo com a lei; frequentar acções de formação teóricas e práticas; conhecer os riscos da condução de tractores agrícolas e circular com segurança", avisa.
A GNR apela a que os agricultores não conduzam sob o efeito do álcool, fadiga ou com excesso de velocidade, pede para que sejam respeitados os limites do tractor, não o sobrecarregando, e frisa que transportar passageiros 'à pendura' é "proibido e perigoso".
Segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), dois em cada três capotamentos de tractor são mortais — “O risco de morte dos condutores de tractores agrícolas é oito vezes superior ao dos que conduzem automóveis ligeiros ou pesados”, lê-se numa brochura da ANSR que informa os condutores dos cuidados que devem ter.
Entre Janeiro de 2013 e Julho de 2014, a GNR registou 256 acidentes com tractores agrícolas no continente, que provocaram 115 vítimas mortais e 83 feridos graves.
Agência Lusa
Em 18 meses, houve 256 acidentes com tractores de que resultaram 122 mortos
Seis acidentes mortais com tractores em apenas 10 dias
Acidentes de tractor fazem dois mortos numa semana no distrito de Bragança
GNR registou 115 mortes em 256 acidentes com tractores agrícolas em ano e meio
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou desde o início do ano 28 mortos e 12 feridos graves em Portugal continental devido a acidentes com tractores agrícolas, segundo dados facultados este sábado à agência Lusa. Coimbra foi o distrito com mais mortes nestes cinco meses (cinco), seguido de Braga (quatro), Leiria, Viseu e Castelo Branco (três mortos cada um), Beja, Bragança, Lisboa e Santarém (dois mortos cada um). Os distritos de Viana do Castelo e Vila Real registaram um morto neste período, perfazendo as 28 vítimas mortais, todas com idades acima dos 60 anos.
A GNR assume estar "muito preocupada" com este flagelo, que em média, desde Janeiro, provocou quase seis vítimas mortais por mês, e apela aos agricultores para que adoptem comportamentos de segurança. A maioria dos acidentes acontece por capotamento do tractor, tendo como consequência o esmagamento do condutor: "O 'arco de Santo António' poderia salvar muitos, se fosse usado na altura do acidente", alerta a GNR, referindo-se à barra de ferro em forma de U invertido que pode ser colocada no tractor, sobre a cabeça do condutor, mas não é obrigatória. Em caso de capotamento, esta estrutura pode impedir o esmagamento do condutor.
Esta força de segurança sublinha que tem levado a cabo diversas acções de sensibilização na sua área de actuação de norte a sul de Portugal continental e deixa outros conselhos aos agricultores. "Não esquecer a manutenção do veículo, o seu mau funcionamento ou falta de limpeza podem causar acidentes; utilizar os acessórios de iluminação e sinalização, de acordo com a lei; frequentar acções de formação teóricas e práticas; conhecer os riscos da condução de tractores agrícolas e circular com segurança", avisa.
A GNR apela a que os agricultores não conduzam sob o efeito do álcool, fadiga ou com excesso de velocidade, pede para que sejam respeitados os limites do tractor, não o sobrecarregando, e frisa que transportar passageiros 'à pendura' é "proibido e perigoso".
Segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), dois em cada três capotamentos de tractor são mortais — “O risco de morte dos condutores de tractores agrícolas é oito vezes superior ao dos que conduzem automóveis ligeiros ou pesados”, lê-se numa brochura da ANSR que informa os condutores dos cuidados que devem ter.
Entre Janeiro de 2013 e Julho de 2014, a GNR registou 256 acidentes com tractores agrícolas no continente, que provocaram 115 vítimas mortais e 83 feridos graves.
Agência Lusa
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Pedimos a Carta de Vinhos ou vai mesmo o da casa?
Um grupo de amigos vai jantar fora e na hora de escolher o vinho, alguns pedem a Carta de Vinhos e escolhem o vinho que entendem. Os restantes aceitam a proposta de vinho da casa, substancialmente mais em conta que o vinho de marca escolhido pelos primeiros. No final, na hora de pagar, os de gosto mais requintado, sugerem que se divida a conta em partes iguais.
Serve a situação corriqueira para introduzir o tema quente das últimas semanas: as alterações ao financiamento das escolas privadas com contratos de associação celebrados com o Ministério da Educação.
A questão é sensível e facilmente caímos na demagogia barata ou na doutrina ideológica e por isso hesitei bastante em escrever sobre o assunto. Na verdade, 23 anos de escola pública, praticamente metade dos quais no exercício de funções de gestão e administração escolar, acarretam um conjunto de certezas que podem prejudicar um olhar mais assertivo. Não obstante, a vida ensinou-me que a verdade e a razão, seja qual for a matéria, nunca estão somente num dos lados. Vejamos, quando um conjunto de pais, aparentemente extremoso, se manifesta publicamente, exigindo a liberdade de escolha para escola dos seus filhos, envergando slogans com frases feitas, não inocentes, tipo - “ eu acredito, eu confio, eu escolho, eu matriculo o meu filho na escola com contrato de associação” – desconfio que a questão maior não seja uma preocupação sincera com futuro das crianças. Não se coloca sequer a hipótese de matricular os filhos em escolas privadas sem contrato de associação. Estranho. Para estes pais, a escola só é boa porque é privada e porque é financiada pelo Estado – “com os nossos impostos” como gostam de dizer. Sim, mas também, com os dos outros contribuintes. Não parecem equacionar a qualidade das restantes escolas, públicas ou privadas, não estão interessados em conhecer outros projetos educativos e exigem, porque sim.
Não chega. Não chega porque parece haver uma atuação orquestrada na metodologia usada nas manifestações sincronizadas e metodicamente organizadas, naquilo que, lamentavelmente, se designou por quartas-feiras amarelas. Para ajudar à desconfiança, olha-se de soslaio para a isenção dos órgãos de comunicação social, nomeadamente das televisões, no tratamento dado a questão, havendo mesmo quem verificasse que os pivôs dos jornais televisivos, ultimamente, vestissem muito de amarelo. Na mesma lógica, ex detentores de cargos públicos, vieram em defesa da importância da manutenção dos contratos de associação. Parece aqui haver uma lógica que vai muito além da preocupação daqueles pais que pretendem o melhor para os seus filhos.
Neste espaço, não cabem reflexões aprofundadas sobre as diferenças entre Escola Pública e Escola Privada, pretendo levantar um pouco o véu, ventilar algumas ideias e deixar as certezas para os decisores políticos, sempre tão certos e seguros das suas opções. Como ponto de partida, assumir que em qualquer civilização desenvolvida, plural e democrática, há espaço para as duas esferas: público e privado. A Educação, como trave mestra de qualquer sociedade, pode e deve fazer-se na perspetiva do Estado mas também com lógicas empresariais e liberais. A diversidade de abordagens, só pode enriquecer as sociedades. Falamos de complementaridade e não de exclusividade de nenhum dos setores. Esta visão globalizante da questão não faz de nós inocentes e obriga-nos a ter “ um olho no burro e outro no cigano”.
Nem muitos dos colégios que agora viram o seu financiamento reduzido, podem clamar por mais justiça, nem os decisores políticos dos últimos 30 anos, - hoje em dia acolitados pelos diretores das unidades organizacionais, comprometidos, pendurados, subjugados e manietados por lógicas político-partidárias nacionais e locais – podem vitimizar-se, carpindo lágrimas de ataques externos, não fazendo a auto critica necessária. Especificando: os contratos de associação foram criados para dar resposta à massificação do acesso à escolarização que ocorreu a partir da década de 70.
Durante décadas, o Estado foi incapaz de dar resposta à procura de escola na área da sua conveniência, a milhares de crianças e jovens. Socorreu-se do investimento privado, partilhando uma responsabilidade que, ao contrário do que se diz por aí, não é um exclusivo do Estado. Foi uma solução benéfica para todos os intervenientes, nomeadamente em zonas de grande densidade populacional mas também em territórios distantes da centralidade onde o Estado, ainda hoje, tarda em chegar. Nestas situações, analisando com objectividade caso a caso, o Estado deve manter-se como “pessoa” de bem e prolongar os contratos de associação. O mesmo já não deve acontecer nas situações de puro oportunismo que proliferaram a partir dos anos 80, com o beneplácito de alguns municípios e dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação.
Seria importante que alguém averiguasse como foi possível autorizar a criação de novas turmas, financiadas pelo Estado, em colégios recém-criados, enquanto se colocavam entraves às escolas públicas com disponibilidade de instalações e recursos humanos. (Estes caminhos ímpios, foram bem explorados pelo jornalismo de investigação protagonizado pela jornalista Sandra Felgueiras no programa Sexta às 9, RTP 1, do passado dia 20 de maio, um jornalismo incolor e pouco dado a doutrinas.)
Nestas situações, o Estado tem total legitimidade para cessar o financiamento a novas turmas. A questão é séria pois falamos de muitos postos de trabalho e da instabilidade gerada nas famílias, mas não há espaço para retrocessos. Nos últimos anos pediu-se aos cidadãos mais racionalidade no dispêndio de recursos públicos, como tal não pode o Governo intimidar-se com lógicas de poder, venham elas de onde vierem. Falamos de grupos financeiros, lógicas locais, corporativismo de classe e, não esquecer, a própria Igreja Católica.
Aos pais que exigem liberdade de escolha na escola dos seus filhos, dizer que os seus impostos não são suficientes para manter um esquema de financiamento aos contratos de associação e acrescentar que só alguns, poucos, têm acesso a tais condições.
Terminando: só alguns provam do tal vinho de marca, o que pode não ser um problema já que há muito vinho da casa de grande qualidade, muitas vezes superior ao outro mais cheiroso e bem rotulado. Pobre do vinho da casa, com o qual ninguém parece verdadeiramente preocupar-se. Já passaram muitas quartas-feiras, de várias cores vestidas mas mantém-se que só uma cor é que é boa. E assim não vamos lá.
Rui Machado
Serve a situação corriqueira para introduzir o tema quente das últimas semanas: as alterações ao financiamento das escolas privadas com contratos de associação celebrados com o Ministério da Educação.
A questão é sensível e facilmente caímos na demagogia barata ou na doutrina ideológica e por isso hesitei bastante em escrever sobre o assunto. Na verdade, 23 anos de escola pública, praticamente metade dos quais no exercício de funções de gestão e administração escolar, acarretam um conjunto de certezas que podem prejudicar um olhar mais assertivo. Não obstante, a vida ensinou-me que a verdade e a razão, seja qual for a matéria, nunca estão somente num dos lados. Vejamos, quando um conjunto de pais, aparentemente extremoso, se manifesta publicamente, exigindo a liberdade de escolha para escola dos seus filhos, envergando slogans com frases feitas, não inocentes, tipo - “ eu acredito, eu confio, eu escolho, eu matriculo o meu filho na escola com contrato de associação” – desconfio que a questão maior não seja uma preocupação sincera com futuro das crianças. Não se coloca sequer a hipótese de matricular os filhos em escolas privadas sem contrato de associação. Estranho. Para estes pais, a escola só é boa porque é privada e porque é financiada pelo Estado – “com os nossos impostos” como gostam de dizer. Sim, mas também, com os dos outros contribuintes. Não parecem equacionar a qualidade das restantes escolas, públicas ou privadas, não estão interessados em conhecer outros projetos educativos e exigem, porque sim.
Não chega. Não chega porque parece haver uma atuação orquestrada na metodologia usada nas manifestações sincronizadas e metodicamente organizadas, naquilo que, lamentavelmente, se designou por quartas-feiras amarelas. Para ajudar à desconfiança, olha-se de soslaio para a isenção dos órgãos de comunicação social, nomeadamente das televisões, no tratamento dado a questão, havendo mesmo quem verificasse que os pivôs dos jornais televisivos, ultimamente, vestissem muito de amarelo. Na mesma lógica, ex detentores de cargos públicos, vieram em defesa da importância da manutenção dos contratos de associação. Parece aqui haver uma lógica que vai muito além da preocupação daqueles pais que pretendem o melhor para os seus filhos.
Neste espaço, não cabem reflexões aprofundadas sobre as diferenças entre Escola Pública e Escola Privada, pretendo levantar um pouco o véu, ventilar algumas ideias e deixar as certezas para os decisores políticos, sempre tão certos e seguros das suas opções. Como ponto de partida, assumir que em qualquer civilização desenvolvida, plural e democrática, há espaço para as duas esferas: público e privado. A Educação, como trave mestra de qualquer sociedade, pode e deve fazer-se na perspetiva do Estado mas também com lógicas empresariais e liberais. A diversidade de abordagens, só pode enriquecer as sociedades. Falamos de complementaridade e não de exclusividade de nenhum dos setores. Esta visão globalizante da questão não faz de nós inocentes e obriga-nos a ter “ um olho no burro e outro no cigano”.
Nem muitos dos colégios que agora viram o seu financiamento reduzido, podem clamar por mais justiça, nem os decisores políticos dos últimos 30 anos, - hoje em dia acolitados pelos diretores das unidades organizacionais, comprometidos, pendurados, subjugados e manietados por lógicas político-partidárias nacionais e locais – podem vitimizar-se, carpindo lágrimas de ataques externos, não fazendo a auto critica necessária. Especificando: os contratos de associação foram criados para dar resposta à massificação do acesso à escolarização que ocorreu a partir da década de 70.
Durante décadas, o Estado foi incapaz de dar resposta à procura de escola na área da sua conveniência, a milhares de crianças e jovens. Socorreu-se do investimento privado, partilhando uma responsabilidade que, ao contrário do que se diz por aí, não é um exclusivo do Estado. Foi uma solução benéfica para todos os intervenientes, nomeadamente em zonas de grande densidade populacional mas também em territórios distantes da centralidade onde o Estado, ainda hoje, tarda em chegar. Nestas situações, analisando com objectividade caso a caso, o Estado deve manter-se como “pessoa” de bem e prolongar os contratos de associação. O mesmo já não deve acontecer nas situações de puro oportunismo que proliferaram a partir dos anos 80, com o beneplácito de alguns municípios e dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação.
Seria importante que alguém averiguasse como foi possível autorizar a criação de novas turmas, financiadas pelo Estado, em colégios recém-criados, enquanto se colocavam entraves às escolas públicas com disponibilidade de instalações e recursos humanos. (Estes caminhos ímpios, foram bem explorados pelo jornalismo de investigação protagonizado pela jornalista Sandra Felgueiras no programa Sexta às 9, RTP 1, do passado dia 20 de maio, um jornalismo incolor e pouco dado a doutrinas.)
Nestas situações, o Estado tem total legitimidade para cessar o financiamento a novas turmas. A questão é séria pois falamos de muitos postos de trabalho e da instabilidade gerada nas famílias, mas não há espaço para retrocessos. Nos últimos anos pediu-se aos cidadãos mais racionalidade no dispêndio de recursos públicos, como tal não pode o Governo intimidar-se com lógicas de poder, venham elas de onde vierem. Falamos de grupos financeiros, lógicas locais, corporativismo de classe e, não esquecer, a própria Igreja Católica.
Aos pais que exigem liberdade de escolha na escola dos seus filhos, dizer que os seus impostos não são suficientes para manter um esquema de financiamento aos contratos de associação e acrescentar que só alguns, poucos, têm acesso a tais condições.
Terminando: só alguns provam do tal vinho de marca, o que pode não ser um problema já que há muito vinho da casa de grande qualidade, muitas vezes superior ao outro mais cheiroso e bem rotulado. Pobre do vinho da casa, com o qual ninguém parece verdadeiramente preocupar-se. Já passaram muitas quartas-feiras, de várias cores vestidas mas mantém-se que só uma cor é que é boa. E assim não vamos lá.
Rui Machado
Dia Internacional dos Arquivos
O Município de Miranda do Douro, através do Arquivo Municipal, assinala no próximo dia 9 de junho, o Dia Internacional dos Arquivos, com um “Die de Puortas Abiertas”, com várias atividades a desenvolver.
Falamos de visitas guiadas ao arquivo, Jogos Tradicionais, Ateliers de construção de brinquedos e ainda, uma exposição dos trabalhos dos alunos da Universidade Sénior de Miranda do Douro.
Recordamos que o Dia Internacional dos Arquivos, foi constituído pelo Conselho Internacional de Arquivos (CIA), em novembro de 2007, data em que a UNESCO, em 9 de junho de 1948 criou o Conselho Internacional de Arquivos.
Falamos de visitas guiadas ao arquivo, Jogos Tradicionais, Ateliers de construção de brinquedos e ainda, uma exposição dos trabalhos dos alunos da Universidade Sénior de Miranda do Douro.
Recordamos que o Dia Internacional dos Arquivos, foi constituído pelo Conselho Internacional de Arquivos (CIA), em novembro de 2007, data em que a UNESCO, em 9 de junho de 1948 criou o Conselho Internacional de Arquivos.
Zona Industrial de Mirandela vai ser ampliada
O Município de Mirandela vai investir cerca de três milhões de euros no alargamento da zona industrial. Depois de um longo processo negocial, a autarquia chegou, finalmente, a acordo com os proprietários dos terrenos limítrofes da zona industrial que irá permitir o alargamento daquele espaço, para mais 67 lotes.
O presidente do Município, António Branco, sublinha a importância desta medida, tendo em conta, “as constantes solicitações de empresas para se instalarem no local”. Trata-se de um investimento elevado, mas que o autarca classifica de “estratégico” para o desenvolvimento da economia local.
Ainda não está estabelecida uma calendarização para o início dos trabalhos, no entanto, tudo vai ser feito de uma forma gradual, ressalva o autarca. Actualmente, na zona industrial de Mirandela estão instaladas 172 empresas numa área de cerca de 40 hectares.
Em breve, será alargada em 13 hectares.
Escrito por Terra Quente (CIR)
O presidente do Município, António Branco, sublinha a importância desta medida, tendo em conta, “as constantes solicitações de empresas para se instalarem no local”. Trata-se de um investimento elevado, mas que o autarca classifica de “estratégico” para o desenvolvimento da economia local.
Ainda não está estabelecida uma calendarização para o início dos trabalhos, no entanto, tudo vai ser feito de uma forma gradual, ressalva o autarca. Actualmente, na zona industrial de Mirandela estão instaladas 172 empresas numa área de cerca de 40 hectares.
Em breve, será alargada em 13 hectares.
Escrito por Terra Quente (CIR)
Red Light Comedy, amanhã, na Praça das Eiras em Macedo de Cavaleiros
São 8 jovens que integram este projeto, o Red Light Comedy, que há 3 meses anda a percorrer o país.
De cada vez, juntam-se 4 elementos, de forma aleatória.
É mais fácil fazer humor no país neste momento, considera Dário Guerreiro, que esteve à conversa com a Onda Livre, até porque “cada vez há mais comediantes” e “já não há a ideia pré-formatada de que stand-up comedy é alguém a contar anedotas”.
O espectáculo é amanhã, mas desvendamos já parte daquilo que vai acontecer, a partir das 21.45h, na Praça das Eiras, em Macedo de Cavaleiros.
Ainda há criadores de gado no concelho macedense
Apesar de as raças autóctones terem, actualmente, vitalidade no mercado, a falta de apoios do Estado pode estar a retrair o aumento das produções.
É o caso de Luís Reis, jovem de 29 anos, que há 7 se dedica à criação de raça mirandesa. Tem 60 cabeças de gado adultas, em Talhas, no concelho de Macedo de Cavaleiros.
“A agricultura é cada vez mais difícil. Para nós, nem tanto, porque estamos numa raça em que não temos problemas, por exemplo, no escoamento dos vitelos. Se tivéssemos 500 vitelos por ano, estava certo que os venderíamos. Mas, está difícil para todos. O Ministério da Agricultura cada vez nos dá menos apoios, mas temos gosto por isso.
Aumentaria a produção, se fosse rentável. Durante o ano, acabamos por fazer pouco mais do que o dinheiro certo para pagar as despesas.”
Luís Reis, jovem macedense que continuou o negócio pecuário dos pais, e que participa em vários concursos de bovinos da raça mirandesa. Nunca pensou em desistir, mas admite que sobreviver no setor é cada vez mais difícil.
Escrito por ONDA LIVRE
É o caso de Luís Reis, jovem de 29 anos, que há 7 se dedica à criação de raça mirandesa. Tem 60 cabeças de gado adultas, em Talhas, no concelho de Macedo de Cavaleiros.
“A agricultura é cada vez mais difícil. Para nós, nem tanto, porque estamos numa raça em que não temos problemas, por exemplo, no escoamento dos vitelos. Se tivéssemos 500 vitelos por ano, estava certo que os venderíamos. Mas, está difícil para todos. O Ministério da Agricultura cada vez nos dá menos apoios, mas temos gosto por isso.
Aumentaria a produção, se fosse rentável. Durante o ano, acabamos por fazer pouco mais do que o dinheiro certo para pagar as despesas.”
Luís Reis, jovem macedense que continuou o negócio pecuário dos pais, e que participa em vários concursos de bovinos da raça mirandesa. Nunca pensou em desistir, mas admite que sobreviver no setor é cada vez mais difícil.
Escrito por ONDA LIVRE
Uma guitarra enigmática, uma bateria eletrizante e um saxofone tenor
A Dedos Bionicos traz a Trás-os-Montes a guitarra enigmática de Filipe Felizardo acompanhada pela bateria eletrizante de Gabriel Ferrandini e o saxofone tenor de Pedro Sousa.
São três dos mais conceituados intérpretes da atualidade nos seus instrumentos nos meandros da música exploratória e a oportunidade de os ver tocar juntos é rara.
Mas essa possibilidade está em aberto para quem viver ou estiver de passagem pela região, já que os interpretes e compositores vão passar sábado às 22h30 em Bragança no Museu do Abade de Baçal, e Domingo, numa matiné às 17h00, no Club de Vila Real.
“Filipe Felizardo
Quando, em 2012, lançou Guitar Soli for the Moa and the Frog, pela Shhpuma, já se intuía que Filipe Felizardo caminhava para uma voz única num panorama internacional repleto de guitarristas mais ou menos atreitos à revisitação das raízes e fundações dos blues e do que se convencionou chamar "american primitivism". Quatro anos depois, interpretamos já esse disco como 1.º volume de uma série de lançamentos (que culminou no passado novembro, com a edição de Volume IV – The Invading past and other dissolutions, segunda pela franco-suiça Three:Four Records) que instituíram, definitivamente e sem margem para quaisquer dúvidas, a música deste lisboeta como profundamente idiossincrática, inconfundível, e, sobretudo, bela – como só a conjunção de um lirismo intensamente pessoal, a fusão de uma guitarra e seu tocador, e o papel de um amplificador cujo som parece só existir nas mãos de Felizardo, pode ser”.
Gabriel Ferrandini
Nasceu em Monterey, na Califórnia, filho de pai português natural de Moçambique levado em criança para o Brasil e de mãe brasileira com ascendência italiana que se mudou para os Estados Unidos em plena adolescência. Começou a tocar bateria aos 13 anos. Primeiro frequentou a Crescendo, em S. João do Estoril, depois foi para a escola do Hot Clube e finalmente transitou para a Academia dos Amadores de Música, onde teve Alexandre Frazão como professor. Interessou-se inicialmente pelo punk e pelo ska. Depois interessou-se pelo drum‘n’bass, pelo jungle e pelo hip-hop, ao mesmo tempo em que ia descobrindo o jazz. Com um estilo pessoal que se situa entre Paul Lovens e Paal Nilssen-Love, tem os bateristas Elvin Jones, Tony Williams, Billy Higgins, Roy Haynes e Max Roach como os seus heróis. É membro do Red Trio, do Rodrigo Amado Motion Trio e dos Nobuyasu Furuya Trio e Quintet, além de manter duos com Pedro Sousa, Pedro Gomes e David Maranha. Tocou com músicos como John Butcher, Nate Wooley, Jason Stein, Alberto Pinton, Rob Mazurek e Carlos “Zíngaro”, entre outros.
Pedro Sousa
Interessado desde a adolescência pelas práticas musicais das franjas, e com formação como autodidata, começou por integrar o grupo de música eletrónica OTO, no qual utilizava samplers e guitarra elétrica. Com os saxofones tenor e barítono tem-se multiplicado por uma série de projetos, como Falaise (com Hernâni Faustino), Pão (com Tiago Sousa e Travassos), Acre (com Filipe Felizardo e Gabriel Ferrandini), Eitr (com Pedro Lopes), Canzana (com Bruno Silva) e duo com Luís Lopes. Afirmou ele: «À luz de todos os acontecimentos que nos têm afetado de uma ou de outra maneira, o mero ruído de fundo, que parecia ser já um trauma inato da sociedade moderna, tornou-se tão gritante que nos rebentou com os tímpanos e o equilíbrio. Vivemos em torpor social, parasitados e afetados. Este pseudo-pacifismo apático afasta-nos de toda uma verdade e o caminho para esta passa por uma questionação interna diária. Chegada é a altura de decidir se carregamos o testemunho até ao fim ou se desistimos.»” .
in:noticiasdonordeste.pt
São três dos mais conceituados intérpretes da atualidade nos seus instrumentos nos meandros da música exploratória e a oportunidade de os ver tocar juntos é rara.
Mas essa possibilidade está em aberto para quem viver ou estiver de passagem pela região, já que os interpretes e compositores vão passar sábado às 22h30 em Bragança no Museu do Abade de Baçal, e Domingo, numa matiné às 17h00, no Club de Vila Real.
“Filipe Felizardo
Quando, em 2012, lançou Guitar Soli for the Moa and the Frog, pela Shhpuma, já se intuía que Filipe Felizardo caminhava para uma voz única num panorama internacional repleto de guitarristas mais ou menos atreitos à revisitação das raízes e fundações dos blues e do que se convencionou chamar "american primitivism". Quatro anos depois, interpretamos já esse disco como 1.º volume de uma série de lançamentos (que culminou no passado novembro, com a edição de Volume IV – The Invading past and other dissolutions, segunda pela franco-suiça Three:Four Records) que instituíram, definitivamente e sem margem para quaisquer dúvidas, a música deste lisboeta como profundamente idiossincrática, inconfundível, e, sobretudo, bela – como só a conjunção de um lirismo intensamente pessoal, a fusão de uma guitarra e seu tocador, e o papel de um amplificador cujo som parece só existir nas mãos de Felizardo, pode ser”.
Gabriel Ferrandini
Nasceu em Monterey, na Califórnia, filho de pai português natural de Moçambique levado em criança para o Brasil e de mãe brasileira com ascendência italiana que se mudou para os Estados Unidos em plena adolescência. Começou a tocar bateria aos 13 anos. Primeiro frequentou a Crescendo, em S. João do Estoril, depois foi para a escola do Hot Clube e finalmente transitou para a Academia dos Amadores de Música, onde teve Alexandre Frazão como professor. Interessou-se inicialmente pelo punk e pelo ska. Depois interessou-se pelo drum‘n’bass, pelo jungle e pelo hip-hop, ao mesmo tempo em que ia descobrindo o jazz. Com um estilo pessoal que se situa entre Paul Lovens e Paal Nilssen-Love, tem os bateristas Elvin Jones, Tony Williams, Billy Higgins, Roy Haynes e Max Roach como os seus heróis. É membro do Red Trio, do Rodrigo Amado Motion Trio e dos Nobuyasu Furuya Trio e Quintet, além de manter duos com Pedro Sousa, Pedro Gomes e David Maranha. Tocou com músicos como John Butcher, Nate Wooley, Jason Stein, Alberto Pinton, Rob Mazurek e Carlos “Zíngaro”, entre outros.
Pedro Sousa
Interessado desde a adolescência pelas práticas musicais das franjas, e com formação como autodidata, começou por integrar o grupo de música eletrónica OTO, no qual utilizava samplers e guitarra elétrica. Com os saxofones tenor e barítono tem-se multiplicado por uma série de projetos, como Falaise (com Hernâni Faustino), Pão (com Tiago Sousa e Travassos), Acre (com Filipe Felizardo e Gabriel Ferrandini), Eitr (com Pedro Lopes), Canzana (com Bruno Silva) e duo com Luís Lopes. Afirmou ele: «À luz de todos os acontecimentos que nos têm afetado de uma ou de outra maneira, o mero ruído de fundo, que parecia ser já um trauma inato da sociedade moderna, tornou-se tão gritante que nos rebentou com os tímpanos e o equilíbrio. Vivemos em torpor social, parasitados e afetados. Este pseudo-pacifismo apático afasta-nos de toda uma verdade e o caminho para esta passa por uma questionação interna diária. Chegada é a altura de decidir se carregamos o testemunho até ao fim ou se desistimos.»” .
in:noticiasdonordeste.pt
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