A Câmara Municipal de Miranda do Douro registou uma subida de 250 posições no Índice de Transparência Municipal (ITM) de 2015, posicionando-se, agora, no 56 º lugar do ranking, entre os 308 concelhos do país.
A responsabilidade da iniciativa de avaliação dos sites municipais é da Transparência e Integridade, Associação Cívica e coloca, no ano de 2015, o município de Miranda do Douro com um desempenho de 60.44 por cento, numa escala de 0-100, melhorando o seu 306.º lugar de 2014.
A terceira edição do ITM avaliou a transparência da informação contida nas páginas de Internet das 308 câmaras municipais, utilizando uma matriz de 76 indicadores agrupados em sete dimensões: 1) Informação sobre a Organização, Composição Social e Funcionamento do Município; 2) Planos e Relatórios; 3) Impostos, Taxas, Tarifas, Preços e Regulamentos; 4) Relação com a Sociedade; 5) Contratação Pública; 6) Transparência Económico-Financeira; 7)
Foi uma melhoria significativa, facto que releva o empenhamento e o trabalho do Executivo no cumprimento das regras definidas pela Associação que avalia a informação constante na página de Internet do município”, sustenta a autarquia mirandesa.
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Bragança acolheu primeiro Laboratório de Participação Pública, promovido pelo Ministério da Ciência
Depois de inaugurar a ESACT, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior promoveu o primeiro Laboratório de Participação Pública intitulado «Nordeste Transmontano: uma região com conhecimento, ontem à noite no Teatro Municipal de Bragança.
Estes laboratórios vão percorrer todo o país, de forma a promover o debate entre investigadores e empresários e potenciar a apresentação de ideias inovadoras. Manuel Heitor frisou que é necessário valorizar o conhecimento para aproveitar as potencialidades da região, tendo para isso o Instituto Politécnico de Bragança um papel fundamental. “A ideia forte é pensar o nordeste transmontano com mais conhecimento, dando uma centralidade, certamente, ao Instituto Politécnico, à atividade de investigação e desenvolvimento que aqui se faz e que o desenvolvimento deia uma nova identidade ao conhecimento. A nossa aposta no conhecimento é único.
Mais do que discutir a periferia ou o interior, temos que discutir as regiões com mais promoção. Hoje, ficou bem claro, que a confiança que as pessoas têm no conhecimento do Instituto Politécnico , no Centro Ciência Viva e a disponibilidade das pessoas de pensar em nordeste com mais conhecimento”, salientou.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior fez um balanço positivo da iniciativa, acrescentando que agora o caminho é continuar este debate e potenciar algumas das ideias que forma apresentadas.“ Vamos prosseguir a este esforço com reuniões especificas em várias áreas.
Foram identificados um conjunto de projectos e de ideias mobilizadoras. Eu penso que foi um grande sucesso, não só pelas pessoas que aqui vieram, como autarcas, investigadores, empresários, pessoas da administração pública e cidadãos que vieram aqui expor as suas ideias e discutir. Agora, temos que prosseguir passo a passo, com paciência e com muita insistência ”, acrescentou.
Já o presidente do Município de Bragança, Hernâni Dias, considera essencial ouvir os cidadãos para promover o desenvolvimento da região e acredita que as conclusões deste debate podem vir a dar frutos futuramente.“Foram aqui identificadas algumas áreas que poderão ser consideradas prioritárias, ou áreas âncora que deverão ser trabalhadas num futuro próximo, de forma a que as politicas do futuro possam vir a apoiar projectos nestas áreas. Estou convencido que o conjunto de pessoas que aqui esteve, a forma como as pessoas aderiram a esta iniciativa, e também a vontade que se sente das próprias pessoas conseguirem transmitir aquilo que pensam que é melhor para o processo de envolvimento. Estou certo que poderá dar bons resultados, e que deverão ser aproveitados. Ninguém melhor do que aqueles que habitam os territórios, para perceber exactamente aquilo que é melhor para o seu desenvolvimento”, considera o autarca de Bragança.
Bragança foi a cidade escolhida pelo Ministro da Ciência, tecnologia e Ensino Superior para iniciar os “Laboratórios de Participação Pública” que vão agora percorrer o país.
Escrito por Brigantia
Estes laboratórios vão percorrer todo o país, de forma a promover o debate entre investigadores e empresários e potenciar a apresentação de ideias inovadoras. Manuel Heitor frisou que é necessário valorizar o conhecimento para aproveitar as potencialidades da região, tendo para isso o Instituto Politécnico de Bragança um papel fundamental. “A ideia forte é pensar o nordeste transmontano com mais conhecimento, dando uma centralidade, certamente, ao Instituto Politécnico, à atividade de investigação e desenvolvimento que aqui se faz e que o desenvolvimento deia uma nova identidade ao conhecimento. A nossa aposta no conhecimento é único.
Mais do que discutir a periferia ou o interior, temos que discutir as regiões com mais promoção. Hoje, ficou bem claro, que a confiança que as pessoas têm no conhecimento do Instituto Politécnico , no Centro Ciência Viva e a disponibilidade das pessoas de pensar em nordeste com mais conhecimento”, salientou.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior fez um balanço positivo da iniciativa, acrescentando que agora o caminho é continuar este debate e potenciar algumas das ideias que forma apresentadas.“ Vamos prosseguir a este esforço com reuniões especificas em várias áreas.
Foram identificados um conjunto de projectos e de ideias mobilizadoras. Eu penso que foi um grande sucesso, não só pelas pessoas que aqui vieram, como autarcas, investigadores, empresários, pessoas da administração pública e cidadãos que vieram aqui expor as suas ideias e discutir. Agora, temos que prosseguir passo a passo, com paciência e com muita insistência ”, acrescentou.
Já o presidente do Município de Bragança, Hernâni Dias, considera essencial ouvir os cidadãos para promover o desenvolvimento da região e acredita que as conclusões deste debate podem vir a dar frutos futuramente.“Foram aqui identificadas algumas áreas que poderão ser consideradas prioritárias, ou áreas âncora que deverão ser trabalhadas num futuro próximo, de forma a que as politicas do futuro possam vir a apoiar projectos nestas áreas. Estou convencido que o conjunto de pessoas que aqui esteve, a forma como as pessoas aderiram a esta iniciativa, e também a vontade que se sente das próprias pessoas conseguirem transmitir aquilo que pensam que é melhor para o processo de envolvimento. Estou certo que poderá dar bons resultados, e que deverão ser aproveitados. Ninguém melhor do que aqueles que habitam os territórios, para perceber exactamente aquilo que é melhor para o seu desenvolvimento”, considera o autarca de Bragança.
Bragança foi a cidade escolhida pelo Ministro da Ciência, tecnologia e Ensino Superior para iniciar os “Laboratórios de Participação Pública” que vão agora percorrer o país.
Escrito por Brigantia
Alheira de Mirandela promovida no Porto este fim-de-semana
A alheira de Mirandela é promovida este fim-de-semana na Alfândega do Porto. O objectivo é divulgar o enchido e reforçar a confiança dos consumidores neste produto.“É a quarta vez que vamos fazer esta feira.
É uma feira que nós acreditamos ser mais de promoção, do que de venda. O objectivo é irmos a mercados de grande densidade promover um produto que é ícone da nossa região. Acreditamos que é possível, desta forma, divulgarmos a alheira, principalmente este ano que é IGP, uma vez que já tem a Indicação Geográfica Protegida aprovada.
Queremos celebrar isso com uma feira, e ao mesmo tempo, também vender, como é evidente”, explica o autarca de Mirandela António Branco. A Feira da alheira de Mirandela abre esta tarde na Alfândega do Porto.
Do programa fazem parte showcookings, não só de fumeiro mas também de queijo da Cooperativa de Produtores de Leite de Cabra Serrana, além de degustações de produtos regionais confeccionados pela Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela.
Até Domingo, a Alfândega do porto enche-se também de animação musical protagonizada por grupos do concelho.
Escrito por Brigantia
É uma feira que nós acreditamos ser mais de promoção, do que de venda. O objectivo é irmos a mercados de grande densidade promover um produto que é ícone da nossa região. Acreditamos que é possível, desta forma, divulgarmos a alheira, principalmente este ano que é IGP, uma vez que já tem a Indicação Geográfica Protegida aprovada.
Queremos celebrar isso com uma feira, e ao mesmo tempo, também vender, como é evidente”, explica o autarca de Mirandela António Branco. A Feira da alheira de Mirandela abre esta tarde na Alfândega do Porto.
Do programa fazem parte showcookings, não só de fumeiro mas também de queijo da Cooperativa de Produtores de Leite de Cabra Serrana, além de degustações de produtos regionais confeccionados pela Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela.
Até Domingo, a Alfândega do porto enche-se também de animação musical protagonizada por grupos do concelho.
Escrito por Brigantia
Festas e Rituais do Ciclo de Inverno em Terra de Trás-os-Montes vão estar em debate no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
A Direcção Regional de Cultura do Norte promove a realização de um encontro em que se vai debater as propostas de inventariação dos Rituais de Inverno com Máscara em Macedo de Cavaleiros, no próximo Sábado Gordo, dia 6 de fevereiro. A iniciativa tem como objectivos centrais o inventário destes rituais de inverno para classificação nacional de património imaterial e numa segunda fase a candidatura à Unesco como Património Imaterial da Humanidade.
A Direcção Regional de Cultura do Norte promove um encontro de entidades e pessoas envolvidas no estudo, promoção e vivência das Festas de Inverno com Máscaras no território sob sua gestão.
Os "caretos”, "entrudos”, "mascarados”, "marafonas” e "matrafonas” (entre outros) não são manifestações meramente coloridas e esteticamente interessantes nas comunidades que as praticam, promovem, desenvolvem e transformam. São práticas de grupos humanos que servem um propósito social, comunitário, de expiação de tensões, de compromissos e pacificações, de encontros. Aliadas à memória da expulsão dos espíritos de inverno, da dureza e recato dos dias frios, é expiação de males e sagração de anúncio da primavera.
Tendo presente essa realidade, a Direção Regional de Cultura do Norte promove a realização de um encontro em que se debatem propostas de inventariação dos Rituais de Inverno com Máscara, em Macedo de Cavaleiros, no próximo Sábado Gordo, dia 6 de fevereiro. São parceiros desta iniciativa o Município de Macedo de Cavaleiros, a Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes e o agrupamento de cooperação transfronteira ZASNET.
O encontro terá lugar no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, com início pelas 9h30, do dia 6 de fevereiro.
Serão oradores Paulo Ferreira da Costa, Director do Museu Nacional de Etnologia, Teresa Soeiro, Professora Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Maria José Santos, Diretora do Museu Municipal de Penafiel, João Ribeiro da Silva, Responsável Técnico do Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real, Paulo Lima, Diretor da Casa do Cante - Serpa, Paula Amendoeira, Directora Regional de Cultura do Alentejo, Alexandra Gonçalves, Directora Regional de Cultura do Algarve, António Tiza, Investigador, Patrícia Cordeiro, Edições Imaginarium Paulo Raposo, Investigador ISCTE.
O encontro concluir-se-á com um painel institucional onde estarão presentes a DRCN e os seus Parceiros, bem assim como o Diretor-geral do Património de Castilla León.
in:noticiasdonordeste.pt
A Direcção Regional de Cultura do Norte promove um encontro de entidades e pessoas envolvidas no estudo, promoção e vivência das Festas de Inverno com Máscaras no território sob sua gestão.
Os "caretos”, "entrudos”, "mascarados”, "marafonas” e "matrafonas” (entre outros) não são manifestações meramente coloridas e esteticamente interessantes nas comunidades que as praticam, promovem, desenvolvem e transformam. São práticas de grupos humanos que servem um propósito social, comunitário, de expiação de tensões, de compromissos e pacificações, de encontros. Aliadas à memória da expulsão dos espíritos de inverno, da dureza e recato dos dias frios, é expiação de males e sagração de anúncio da primavera.
Tendo presente essa realidade, a Direção Regional de Cultura do Norte promove a realização de um encontro em que se debatem propostas de inventariação dos Rituais de Inverno com Máscara, em Macedo de Cavaleiros, no próximo Sábado Gordo, dia 6 de fevereiro. São parceiros desta iniciativa o Município de Macedo de Cavaleiros, a Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes e o agrupamento de cooperação transfronteira ZASNET.
O encontro terá lugar no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, com início pelas 9h30, do dia 6 de fevereiro.
Serão oradores Paulo Ferreira da Costa, Director do Museu Nacional de Etnologia, Teresa Soeiro, Professora Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Maria José Santos, Diretora do Museu Municipal de Penafiel, João Ribeiro da Silva, Responsável Técnico do Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real, Paulo Lima, Diretor da Casa do Cante - Serpa, Paula Amendoeira, Directora Regional de Cultura do Alentejo, Alexandra Gonçalves, Directora Regional de Cultura do Algarve, António Tiza, Investigador, Patrícia Cordeiro, Edições Imaginarium Paulo Raposo, Investigador ISCTE.
O encontro concluir-se-á com um painel institucional onde estarão presentes a DRCN e os seus Parceiros, bem assim como o Diretor-geral do Património de Castilla León.
in:noticiasdonordeste.pt
Yann Martel centra acção do seu mais recente romance na aldeia de Tuizelo
Conhece Yann Martel? E Tuizelo? À primeira vista a relação entre um dos mais famosos escritores do mundo e uma pequena aldeia do concelho de Vinhais, situada no Parque Natural de Montezinho, não parece muito lógica, mas é a relação mais objectiva possível entre um escritor e o lugar onde esse escritor centra a acção dos seu mais recente romance.
Yann Martel, o autor do Best-seller internacional “A Vida de Pi”, interessou-se por essa pequena mas bela aldeia transmontana de Tuizelo e daí até a escolher como o espaço central da acção do seu mais recente livro foi um pequeno passo.
Intitulado "The High Mountains of Portugal" (As Altas Montanhas de Portugal), o novo romance de Yann Martel surpreende por ter o nome do nosso país na capa, mas surpreende ainda mais por trazer para a capa e para o livro, e porque não dizer para o mapa da literatura, a pequena aldeia de Tuizelo.
O novo trabalho de Martel divide-se em três partes: Sem casa, Para casa e Casa. O livro reúne um trio de histórias que se colam umas às outras devido à localização nacional, mas sempre com personagens e acontecimentos novos, que infestam o livro numa improvável e inolvidável narrativa.
Estamos no ano 1904. Tudo começa quando um jovem chamado Tomás descobre um jornal velho e de imediato estabelece uma relação com um artefato extraordinário que se for encontrado pode redefinir a história. Viajando num dos primeiros automóveis da Europa, ele sai em busca deste estranho tesouro. Oitenta e cinco anos depois , um senador refugia-se na sua aldeia natal situada nas altas montanhas de Portugal. Mas ele chega com um companheiro incomum, um chimpanzé, e quando se enreda e se perde na trama de uma estória com cerca de um século, chegará a uma conclusão inesperada.
in:noticiasdonordeste.pt
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| Tuizelo |
Intitulado "The High Mountains of Portugal" (As Altas Montanhas de Portugal), o novo romance de Yann Martel surpreende por ter o nome do nosso país na capa, mas surpreende ainda mais por trazer para a capa e para o livro, e porque não dizer para o mapa da literatura, a pequena aldeia de Tuizelo.
O novo trabalho de Martel divide-se em três partes: Sem casa, Para casa e Casa. O livro reúne um trio de histórias que se colam umas às outras devido à localização nacional, mas sempre com personagens e acontecimentos novos, que infestam o livro numa improvável e inolvidável narrativa.
Estamos no ano 1904. Tudo começa quando um jovem chamado Tomás descobre um jornal velho e de imediato estabelece uma relação com um artefato extraordinário que se for encontrado pode redefinir a história. Viajando num dos primeiros automóveis da Europa, ele sai em busca deste estranho tesouro. Oitenta e cinco anos depois , um senador refugia-se na sua aldeia natal situada nas altas montanhas de Portugal. Mas ele chega com um companheiro incomum, um chimpanzé, e quando se enreda e se perde na trama de uma estória com cerca de um século, chegará a uma conclusão inesperada.
in:noticiasdonordeste.pt
Bragança lembra que não havia pagamentos à GNR na anterior carreira área
O presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, insurgiu-se hoje contra os pagamentos à GNR pela segurança na nova carreira área e lembrou que na anterior concessão nunca se colocou a cobrança do serviço.
A GNR está a enviar faturas aos municípios da ligação Bragança/Vila Reódromos municipais.
O autarca de Bragança revelou hoje à Lusa, em Mirandela, à margem das comemorações do dia do politécnico, que a fatura anual do município transmontano rondaria os 108 mil euros, um custo contesta e que defende "não deve ser imputado aos municípios porque trata-se de uma carreia de serviço público" e deve ser "o Governo a assumir essa responsabilidade".
"Os municípios já têm tido uma preocupação enorme e uma disponibilidade financeira para assumir despesas que não deveriam ter, nomeadamente em tudo aquilo que tem a ver com a garantia ao nível da operacionalidade desta carreira, quer naquilo que toca ao recursos humanos quer à segurança", afirmou.
Hernâni Dias defende que "tem de haver uma outra entidade que faça esta vigilância, o rastreio de forma absolutamente gratuita, tendo em conta que na carreira anterior isso também era feito dessa forma".
O autarca referia-se à carreira que vigorou até há três anos entre Bragança, Vila Real e Lisboa, frisando que "a GNR prestava essa apoio de forma gratuita", pelo que não compreende que agora a GNR obrigue a fazer esse rastreio em regime de gratificados "com uma despesa absolutamente impressionante para os cofres de qualquer município".
"É um número verdadeiramente impressionante e que os municípios não deverão suportar em virtude de se tratar de uma carreira de serviço público que foi promovida pelo Governo e deverá ser o Governo a assumir essa responsabilidade", insistiu, lembrando que não "há nada que diga que deve ser dessa forma" no contrato de concessão.
O autarca de Bragança admitiu que teve "alguma informação" do anterior Governo, que negociou os termos da nova carreira agora, de que iria haver alteração nesta matéria, afirmando que "terá sido a orientação ao nível da GNR de não dispensar os seus homens a fazer este trabalho de serviço publico como faz relativamente a outras matérias".
Hernâni Dias escusou-se a traçar cenários futuros sobre a posição do município, mas lembrou que "ninguém (autarquias) está disposto a assumir este custo que seria muito oneroso para qualquer município".
O autarca apontou que a Câmara de Bragança tem um custo anual de cerca de 300 mil euros com a carreira área, apenas na manutenção do aeródromo municipal.
Os presidentes das Câmaras de Viseu, Vila Real e Portimão disseram na quarta-feira que se recusam a pagar a conta apresentada pela GNR pelo serviço de segurança prestado nos aeródromos municipais desde o início da ligação aérea Bragança-Portimão.
A linha Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais-Portimão arrancou a 23 de dezembro, tendo a autarquia de Viseu recebido recentemente duas faturas (uma relativa a dezembro e outra a janeiro), a cobrar 200 euros por cada dia útil. O presidente do município, Almeida Henriques (PSD), disse na quarta-feira aos jornalistas que mandou devolver as faturas, por entender que não devem ser as autarquias a assumir o custo.
Contactados pela Lusa, a presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes (PS), afirmou que o município não vai pagar a segurança por estar em causa "um serviço público" e apontou que a GNR quer cobrar 40 mil euros anuais à autarquia, enquanto o autarca de Vila Real, Rui Santos (PS), referiu que o município recebeu um ofício da GNR indicando que teria que pagar um valor mensal (que não soube precisar), mas devolveu o documento.
HFI (AMF/PLI/JGS/JPC/MYDM) // MSP
Lusa/fim
A GNR está a enviar faturas aos municípios da ligação Bragança/Vila Reódromos municipais.
O autarca de Bragança revelou hoje à Lusa, em Mirandela, à margem das comemorações do dia do politécnico, que a fatura anual do município transmontano rondaria os 108 mil euros, um custo contesta e que defende "não deve ser imputado aos municípios porque trata-se de uma carreia de serviço público" e deve ser "o Governo a assumir essa responsabilidade".
"Os municípios já têm tido uma preocupação enorme e uma disponibilidade financeira para assumir despesas que não deveriam ter, nomeadamente em tudo aquilo que tem a ver com a garantia ao nível da operacionalidade desta carreira, quer naquilo que toca ao recursos humanos quer à segurança", afirmou.
Hernâni Dias defende que "tem de haver uma outra entidade que faça esta vigilância, o rastreio de forma absolutamente gratuita, tendo em conta que na carreira anterior isso também era feito dessa forma".
O autarca referia-se à carreira que vigorou até há três anos entre Bragança, Vila Real e Lisboa, frisando que "a GNR prestava essa apoio de forma gratuita", pelo que não compreende que agora a GNR obrigue a fazer esse rastreio em regime de gratificados "com uma despesa absolutamente impressionante para os cofres de qualquer município".
"É um número verdadeiramente impressionante e que os municípios não deverão suportar em virtude de se tratar de uma carreira de serviço público que foi promovida pelo Governo e deverá ser o Governo a assumir essa responsabilidade", insistiu, lembrando que não "há nada que diga que deve ser dessa forma" no contrato de concessão.
O autarca de Bragança admitiu que teve "alguma informação" do anterior Governo, que negociou os termos da nova carreira agora, de que iria haver alteração nesta matéria, afirmando que "terá sido a orientação ao nível da GNR de não dispensar os seus homens a fazer este trabalho de serviço publico como faz relativamente a outras matérias".
Hernâni Dias escusou-se a traçar cenários futuros sobre a posição do município, mas lembrou que "ninguém (autarquias) está disposto a assumir este custo que seria muito oneroso para qualquer município".
O autarca apontou que a Câmara de Bragança tem um custo anual de cerca de 300 mil euros com a carreira área, apenas na manutenção do aeródromo municipal.
Os presidentes das Câmaras de Viseu, Vila Real e Portimão disseram na quarta-feira que se recusam a pagar a conta apresentada pela GNR pelo serviço de segurança prestado nos aeródromos municipais desde o início da ligação aérea Bragança-Portimão.
A linha Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais-Portimão arrancou a 23 de dezembro, tendo a autarquia de Viseu recebido recentemente duas faturas (uma relativa a dezembro e outra a janeiro), a cobrar 200 euros por cada dia útil. O presidente do município, Almeida Henriques (PSD), disse na quarta-feira aos jornalistas que mandou devolver as faturas, por entender que não devem ser as autarquias a assumir o custo.
Contactados pela Lusa, a presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes (PS), afirmou que o município não vai pagar a segurança por estar em causa "um serviço público" e apontou que a GNR quer cobrar 40 mil euros anuais à autarquia, enquanto o autarca de Vila Real, Rui Santos (PS), referiu que o município recebeu um ofício da GNR indicando que teria que pagar um valor mensal (que não soube precisar), mas devolveu o documento.
HFI (AMF/PLI/JGS/JPC/MYDM) // MSP
Lusa/fim
No Centro de Arte Contemporânea Graça Morais. Amanhã. Às 17:00 horas.
Mais duas exposições inesquecíveis.
Mais um artista reconhecido em todo o Mundo.
Mais obras da inigualável Graça Morais.
No Centro de Arte Contemporânea Graça Morais.
Amanhã. Às 17:00 horas.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Rede Social de Torre de Moncorvo lança projeto “Colorindo as Tradições”
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo promove no âmbito da Rede Social de Torre de Moncorvo o projeto “Colorindo as Tradições” que pretende, durante todo ano de 2016, levar os Idosos das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) a participar de uma forma mais ativa em algumas atividades, proporcionando-lhe dias diferentes e evitando assim o seu isolamento e solidão.
Assim, no próximo dia 29 de janeiro, os idosos vão ser os protagonistas de uma atividade denominada “Era uma vez”, em que são chamados a subir ao palco do Cine-teatro de Torre de Moncorvo para apresentarem as tradições das suas aldeias, num encontro intergeracional onde irão participar também cerca de 150 alunos do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo.
No decorrer do ano estão previstas outras atividades como a participação no Corso de Carnaval, no Dia Mundial da Árvore, na Feira Medieval, no Mês de Constantino, Rei dos Floristas, no Encontro de Idosos, no dia dos Avós, nas vindimas, numa visita à Cruz Vermelha de Gaia, no S. Martinho, em Maçores, e na tradicional Festa de Natal dos idosos.
Esta iniciativa surge no seguimento do programa “Viagens pela Minha Terra”, que no ano de 2015 levou os idosos a visitarem e conhecerem melhor as restantes IPSS’s do concelho.
NI-Luciana Raimundo
Assim, no próximo dia 29 de janeiro, os idosos vão ser os protagonistas de uma atividade denominada “Era uma vez”, em que são chamados a subir ao palco do Cine-teatro de Torre de Moncorvo para apresentarem as tradições das suas aldeias, num encontro intergeracional onde irão participar também cerca de 150 alunos do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo.
No decorrer do ano estão previstas outras atividades como a participação no Corso de Carnaval, no Dia Mundial da Árvore, na Feira Medieval, no Mês de Constantino, Rei dos Floristas, no Encontro de Idosos, no dia dos Avós, nas vindimas, numa visita à Cruz Vermelha de Gaia, no S. Martinho, em Maçores, e na tradicional Festa de Natal dos idosos.
Esta iniciativa surge no seguimento do programa “Viagens pela Minha Terra”, que no ano de 2015 levou os idosos a visitarem e conhecerem melhor as restantes IPSS’s do concelho.
NI-Luciana Raimundo
Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência visita Alfândega da Fé
A Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana sofia Antunes, visita amanhã, dia 29 de janeiro, Alfândega da Fé. A visita insere-se na iniciativa “Percursos pela Inclusão” e inicia-se com a apresentação pública do projecto EKUI, da Associação Leque, Associação de Pais e Amigos da Pessoas com Necessidades Especiais.
O EKUI (Equidade, Knowledge, Universalidade e Inclusão), foi idealizado e operacionalizado por Celmira Macedo e constitui o primeiro produto da Marca sendo constituído por 26 cartas do alfabeto que incluem elementos como o Grafema da Letra e a Letra Manuscrita, a Letra em Braille Táctil e Braille Visual, e Letra em Dactilologia (Alfabeto da Língua Gestual Portuguesa) e Alfabeto Fonético.
Segundo a criadora, o EKUI “é o primeiro produto português com uma estratégia de alfabetização inclusiva, onde todas as pessoas podem comunicar de forma universal”.
Para além de ser um produto inovador, o EKUI terá uma linha de montagem que será operacionalizada na Oficina de Inclusão na Comunidade da Associação LEQUE, sendo a assemblagem do produto realizada pelos utentes do Centro de Atendimento. O valor de poupança gerado por esta estratégia, servirá para criar um fundo de maneio para aquisição de produtos e matérias terapêuticos.
Segundo Celmira Macedo, “a componente solidária não fica somente nesta vertente, pois percentagem das receitas de venda reverterão para outras Instituições de Acção Social a nível nacional”.
O projecto EKUI resultado do apoio da Fundação EDP, Fundação Montepio, Missão Sorriso e dos Municípios de Alfândega da Fé e Mogadouro. Já este ano, o EKUI recebeu, por parte do Instituto de Empreendedorismo Social, o Selo Es+, que o distingue como uma iniciativa de Elevado Potencial de Empreendedorismo Social.
Celmira Macedo, resume o projecto na seguinte afirmação “ com o EKUI, traçaremos o caminho da inclusão”.
in:noticiaddonordeste.pt
O EKUI (Equidade, Knowledge, Universalidade e Inclusão), foi idealizado e operacionalizado por Celmira Macedo e constitui o primeiro produto da Marca sendo constituído por 26 cartas do alfabeto que incluem elementos como o Grafema da Letra e a Letra Manuscrita, a Letra em Braille Táctil e Braille Visual, e Letra em Dactilologia (Alfabeto da Língua Gestual Portuguesa) e Alfabeto Fonético.
Segundo a criadora, o EKUI “é o primeiro produto português com uma estratégia de alfabetização inclusiva, onde todas as pessoas podem comunicar de forma universal”.
Para além de ser um produto inovador, o EKUI terá uma linha de montagem que será operacionalizada na Oficina de Inclusão na Comunidade da Associação LEQUE, sendo a assemblagem do produto realizada pelos utentes do Centro de Atendimento. O valor de poupança gerado por esta estratégia, servirá para criar um fundo de maneio para aquisição de produtos e matérias terapêuticos.
Segundo Celmira Macedo, “a componente solidária não fica somente nesta vertente, pois percentagem das receitas de venda reverterão para outras Instituições de Acção Social a nível nacional”.
O projecto EKUI resultado do apoio da Fundação EDP, Fundação Montepio, Missão Sorriso e dos Municípios de Alfândega da Fé e Mogadouro. Já este ano, o EKUI recebeu, por parte do Instituto de Empreendedorismo Social, o Selo Es+, que o distingue como uma iniciativa de Elevado Potencial de Empreendedorismo Social.
Celmira Macedo, resume o projecto na seguinte afirmação “ com o EKUI, traçaremos o caminho da inclusão”.
in:noticiaddonordeste.pt
Vinhais // Mil Diabos à solta vão chicotear população para a purificar
Quarta-feira de Cinzas, este ano assinalada a 10 de fevereiro, é dia de renovar uma antiga tradição de Vinhais marcada pela saída da morte e do diabo à rua, neste caso materializada por uma invasão com mil diabos vestidos de vermelho, munidos de chicotes para açoitar quem encontram, especialmente as mulheres jovens.
A imposição de cinzas realiza-se após a missa, dando início à Quaresma. Depois da celebração cristã a festa é pagã com uma espécie de "exército demoníaco" a invadir ruas e praças, onde todos são convidados a vestir a pele do diabo.
Os costume foi recuperado há 7 anos, numa altura em estava em risco de se perder "e só restavam alguns fatos amarelecidos pelo tempo por estarem guardados", deu conta Roberto Afonso, vereador da Cultura no município de Vinhais, durante a apresentação da iniciativa na passada quarta-feira.
in:mdb.pt
A imposição de cinzas realiza-se após a missa, dando início à Quaresma. Depois da celebração cristã a festa é pagã com uma espécie de "exército demoníaco" a invadir ruas e praças, onde todos são convidados a vestir a pele do diabo.
Os costume foi recuperado há 7 anos, numa altura em estava em risco de se perder "e só restavam alguns fatos amarelecidos pelo tempo por estarem guardados", deu conta Roberto Afonso, vereador da Cultura no município de Vinhais, durante a apresentação da iniciativa na passada quarta-feira.
in:mdb.pt
Vinhais // Feira do Fumeiro espera 50 mil visitantes e venda de 40 toneladas de enchidos
Para reforçar a mensagem de que os enchidos de Vinhais têm uma importância crescente na economia do concelho, será realizada este ano, pela primeira vez a Bísaro Pig Parade durante os três dias da Feira do Fumeiro, entre 4 e 7 de fevereiro.
Trata-se de uma exposição com 20 porcos de dimensão real, em fibra de vidro, com 50 a 70 kg, pintados e decorados por artistas da região, como Balbina Mendes, Luís Canotilho ou Paulo Moura e que "diz muito como a fileira tem sido bem tratada", explicou Carla Alves, da organização do certame, na apresentação do cartaz 2016, que teve lugar na passada segunda-feira. Esta dimensão artística que agora chega ao certame teve boa adesão por parte dos pintores e escultores "que se quiseram associar a um projeto de preservação da raça", realçou a responsável.
Esta importância será também demonstrada pela inauguração do Centro Interpretativo do Porco Bísaro, no dia 6, instalado num solar, no Largo do Arrabalde, que já serviu de instalações à antiga cooperativa dos agricultores.
in:mdb.pt
Trata-se de uma exposição com 20 porcos de dimensão real, em fibra de vidro, com 50 a 70 kg, pintados e decorados por artistas da região, como Balbina Mendes, Luís Canotilho ou Paulo Moura e que "diz muito como a fileira tem sido bem tratada", explicou Carla Alves, da organização do certame, na apresentação do cartaz 2016, que teve lugar na passada segunda-feira. Esta dimensão artística que agora chega ao certame teve boa adesão por parte dos pintores e escultores "que se quiseram associar a um projeto de preservação da raça", realçou a responsável.
Esta importância será também demonstrada pela inauguração do Centro Interpretativo do Porco Bísaro, no dia 6, instalado num solar, no Largo do Arrabalde, que já serviu de instalações à antiga cooperativa dos agricultores.
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Entrudo Chocalheiro, Concurso de Fotografia
"O concurso de Fotografia é organizado pela Associação Grupo de Caretos de Podence, com a colaboração da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros.
Objetivos:
1. Divulgar a cultura ancestral das Festas Carnavalescas ligados com os Rituais da
Tradição dos Caretos de Podence;
2. Desenvolver a criatividade e a expressividade.
Normas Regulamentares:
1. O presente concurso é aberto a todos os interessados, nacionais e estrangeiros.
2. Só são aceites trabalhos individuais.
3. Tema único: Caretos de Podence – Entrudo Chocalheiro.
4. Dimensões admitidas: 30cm x 45cm.
5. Cada autor nacional ou estrangeiro pode participar até um máximo de três obras originais.
6. Envio e seleção dos trabalhos.
a) Os trabalhos devem ser remetidos para:
Concurso de Fotografia - Entrudo Chocalheiro 2016
Casa do Careto - Podence 5340 - 392 Macedo de Cavaleiros.
b) Os trabalhos concorrentes têm de ser enviados sob pseudónimo.
Na parte de trás do trabalho é colocado um envelope fechado, lacrado e com a identificação do pseudónimo do autor. No interior do envelope deve constar a ficha de inscrição devidamente preenchida com a identificação
completa do autor (em letra de imprensa).
Casa do Careto – Podence 5340 - 392 Macedo de Cavaleiros careto.podence@gmail.com www.caretosdepodence.no.sapo.pt
Objetivos:
1. Divulgar a cultura ancestral das Festas Carnavalescas ligados com os Rituais da
Tradição dos Caretos de Podence;
2. Desenvolver a criatividade e a expressividade.
Normas Regulamentares:
1. O presente concurso é aberto a todos os interessados, nacionais e estrangeiros.
2. Só são aceites trabalhos individuais.
3. Tema único: Caretos de Podence – Entrudo Chocalheiro.
4. Dimensões admitidas: 30cm x 45cm.
5. Cada autor nacional ou estrangeiro pode participar até um máximo de três obras originais.
6. Envio e seleção dos trabalhos.
a) Os trabalhos devem ser remetidos para:
Concurso de Fotografia - Entrudo Chocalheiro 2016
Casa do Careto - Podence 5340 - 392 Macedo de Cavaleiros.
b) Os trabalhos concorrentes têm de ser enviados sob pseudónimo.
Na parte de trás do trabalho é colocado um envelope fechado, lacrado e com a identificação do pseudónimo do autor. No interior do envelope deve constar a ficha de inscrição devidamente preenchida com a identificação
completa do autor (em letra de imprensa).
Casa do Careto – Podence 5340 - 392 Macedo de Cavaleiros careto.podence@gmail.com www.caretosdepodence.no.sapo.pt
Ministro do Ensino Superior visita hoje o IPB e inaugura ESACT de Mirandela
O Ministro da Ciência, Tecnologia e ensino Superior vista hoje o Instituto Politécnico de Bragança. Um dos pontos altos da visita é a inauguração da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo, em Mirandela, marcada para as 18 horas.
Antes disso, Manuel Heitor vai almoçar com estudantes sírios em Bragança, na cantina do Instituto Politécnico. E à noite o teatro da capital de distrito é o local escolhido para o inicio dos “Laboratórios de Participação Pública”, uma iniciativa que vai percorrer o país, com o objectivo de “estimular o envolvimento público na construção de agendas de investigação e inovação e no debate de políticas públicas para a ciência e tecnologia e a difusão do conhecimento”, informou o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, numa nota enviada à comunicação social.
O primeiro Laboratório de Participação Pública intitula-se «Nordeste Transmontano: uma região com conhecimento» e realiza-se em estreita colaboração com o Instituto Politécnico de Bragança, a Câmara Municipal de Bragança e a Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes.
Escrito por Brigantia
Antes disso, Manuel Heitor vai almoçar com estudantes sírios em Bragança, na cantina do Instituto Politécnico. E à noite o teatro da capital de distrito é o local escolhido para o inicio dos “Laboratórios de Participação Pública”, uma iniciativa que vai percorrer o país, com o objectivo de “estimular o envolvimento público na construção de agendas de investigação e inovação e no debate de políticas públicas para a ciência e tecnologia e a difusão do conhecimento”, informou o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, numa nota enviada à comunicação social.
O primeiro Laboratório de Participação Pública intitula-se «Nordeste Transmontano: uma região com conhecimento» e realiza-se em estreita colaboração com o Instituto Politécnico de Bragança, a Câmara Municipal de Bragança e a Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes.
Escrito por Brigantia
Caixas de luz em exposição na galeria História e Arte
Está patente até ao final de Março a exposição “Family Portrait” na galeria História e Arte, em Bragança.
Trata-se de um conjunto de fotografias expostas em caixas de luz, que traduzem memórias de antepassados, sendo que uma das peças foi inspirada na região. A mesa caixa de luz retrata um pequeno-almoço transmontano e chama-se “Só”.
Catarina Loura, a autora, de Lisboa, refere que era, por isso, importante que a exposição chegasse a Bragança.
“Esta exposição que tem dois trabalhos, um deles já foi inaugurado em Lisboa, e outro é exclusivo para Bragança, porque é uma cidade que me inspira”, explica a fotógrafa.
A autora afirma que escolheu utilizar esta técnica de caixas porque acredita as fotografias ganham outra dimensão. “Trabalho muito com a electricidade, as coisas iluminadas, e transponho isso para o meu trabalho.
São fotografias, mas impressas num material específico para depois terem uma luz atrás e serem vistas num meio ambiente às escuras, a pessoa quase que é transportada para as imagens”, refere.
Esta é a primeira exposição de Catarina Loura em Bragança. O conjunto de fotografias em caixas de luz pode ser visito até ao final de Março no espaço História e Arte.
Escrito por Brigantia
Trata-se de um conjunto de fotografias expostas em caixas de luz, que traduzem memórias de antepassados, sendo que uma das peças foi inspirada na região. A mesa caixa de luz retrata um pequeno-almoço transmontano e chama-se “Só”.
Catarina Loura, a autora, de Lisboa, refere que era, por isso, importante que a exposição chegasse a Bragança.
“Esta exposição que tem dois trabalhos, um deles já foi inaugurado em Lisboa, e outro é exclusivo para Bragança, porque é uma cidade que me inspira”, explica a fotógrafa.
A autora afirma que escolheu utilizar esta técnica de caixas porque acredita as fotografias ganham outra dimensão. “Trabalho muito com a electricidade, as coisas iluminadas, e transponho isso para o meu trabalho.
São fotografias, mas impressas num material específico para depois terem uma luz atrás e serem vistas num meio ambiente às escuras, a pessoa quase que é transportada para as imagens”, refere.
Esta é a primeira exposição de Catarina Loura em Bragança. O conjunto de fotografias em caixas de luz pode ser visito até ao final de Março no espaço História e Arte.
Escrito por Brigantia
Empresas querem licenciamentos melhorados e integrados no Simplex
Os empresários de Bragança queixam-se que os licenciamentos industriais continuam muito demorados e pressupõem a intervenção de várias entidades, o que cria atrasos ao processo.
Reclamam a concentração do licenciamento numa única entidade, por exemplo nos municípios. "É um verdadeiro calvário para as empresas que querem investir e abrir as suas unidades", deu conta Eduardo Malhão, presidente do Nerba-Associação Empresarial de Bragança durante a apresentação da Rota Simplex, na passada terça-feira.
A Rota Simplex passou por Bragança para ouvir cidadãos e empresários sobre os principais problemas e bloqueios que enfrentam na sua relação com o Estado. "O seu objetivo é identificar problemas prioritários para que depois, na construção de medidas de simplificação do Simplex 2016, tenham medidas que venham responder aos problemas identificados nos vários distritos", explicou Graça Fonseca, Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa.
in:mdb.pt
Reclamam a concentração do licenciamento numa única entidade, por exemplo nos municípios. "É um verdadeiro calvário para as empresas que querem investir e abrir as suas unidades", deu conta Eduardo Malhão, presidente do Nerba-Associação Empresarial de Bragança durante a apresentação da Rota Simplex, na passada terça-feira.
A Rota Simplex passou por Bragança para ouvir cidadãos e empresários sobre os principais problemas e bloqueios que enfrentam na sua relação com o Estado. "O seu objetivo é identificar problemas prioritários para que depois, na construção de medidas de simplificação do Simplex 2016, tenham medidas que venham responder aos problemas identificados nos vários distritos", explicou Graça Fonseca, Secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa.
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Torre de Moncorvo // Promotora do parque eólico mantém projeto e admite recurso à justiça
A empresa Island assegurou hoje que não vai desistir do projeto do parque eólico de Moncorvo, apesar do parecer "negativo" do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), admitindo mesmo o recurso à Justiça.
"Já entregámos no Ministério do Ambiente uma reclamação administrativa, referente ao parecer negativo emitido ao Estudo de Impacte Ambiental (DIA) por parte do ICNF e não está colocado de lado o recurso aos tribunais", disse o diretor executivo da Island, Paulo Amante.
O ICNF justificou o parecer negativo sobre o Parque Eólico de Moncorvo, no distrito de Bragança, porque a Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) identificou "impactes negativos muito significativos" e "não minimizáveis" numa área sensível.
Em resposta escrita a questões colocadas pela Lusa, o ICNF assinalava que os impactes na paisagem contribuíram em termos da ponderação global para suporte a uma tomada de decisão "desfavorável".
in:mdb.pt
"Já entregámos no Ministério do Ambiente uma reclamação administrativa, referente ao parecer negativo emitido ao Estudo de Impacte Ambiental (DIA) por parte do ICNF e não está colocado de lado o recurso aos tribunais", disse o diretor executivo da Island, Paulo Amante.
O ICNF justificou o parecer negativo sobre o Parque Eólico de Moncorvo, no distrito de Bragança, porque a Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) identificou "impactes negativos muito significativos" e "não minimizáveis" numa área sensível.
Em resposta escrita a questões colocadas pela Lusa, o ICNF assinalava que os impactes na paisagem contribuíram em termos da ponderação global para suporte a uma tomada de decisão "desfavorável".
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Mirandela // Proprietários das casas danificadas pelo desabamento lamentam morosidade na resolução do problema
Continua o braço de ferro entre a câmara de Mirandela e cinco famílias que, em Janeiro de 2014, tiveram de abandonar as suas casas, por razões de segurança, após um deslizamento de terras que arrastou os logradouros.
As famílias alegam que a intervenção efetuada pela autarquia, por decisão judicial, é insuficiente para garantir a segurança das casas afetadas, enquanto o Município diz ter feito o que foi pedido pelo tribunal.
Passados dois anos, as posições continuam extremadas enquanto se aguarda pela decisão do tribunal administrativo sobre o pedido de execução da sentença, já formalizado, em Abril do ano passado, pelas famílias, para obrigar a autarquia a realizar as obras necessárias para garantir a segurança das casas. Até agora sem decisão.
O presidente do Município de Mirandela garante que está a cumprir as deliberações impostas pelo tribunal. “A câmara foi condenada a fazer uma intervenção temporária, no que diz respeito à monitorização e garantia de condições de estabilidade dos edifícios. É o que temos feito e já gastamos ali muito dinheiro”, sustenta António Branco.
in:mdb.pt
As famílias alegam que a intervenção efetuada pela autarquia, por decisão judicial, é insuficiente para garantir a segurança das casas afetadas, enquanto o Município diz ter feito o que foi pedido pelo tribunal.
Passados dois anos, as posições continuam extremadas enquanto se aguarda pela decisão do tribunal administrativo sobre o pedido de execução da sentença, já formalizado, em Abril do ano passado, pelas famílias, para obrigar a autarquia a realizar as obras necessárias para garantir a segurança das casas. Até agora sem decisão.
O presidente do Município de Mirandela garante que está a cumprir as deliberações impostas pelo tribunal. “A câmara foi condenada a fazer uma intervenção temporária, no que diz respeito à monitorização e garantia de condições de estabilidade dos edifícios. É o que temos feito e já gastamos ali muito dinheiro”, sustenta António Branco.
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Pistácio: uma oportunidade para a agricultura transmontana
Na próxima 6ª feira, o CEO da Espaço Visual, José Martino, vai ser orador no Seminário "Oportunidades para a fileira dos frutos secos", que irá decorrer em Chaves, no Auditório Engº Luís Coutinho do Centro Nacional de Competências dos Frutos Secos, sito à Avenida dos Aliados.
José Martino fará uma intervenção, a partir das 11.30 horas, intitulada: "O pistácio: aspetos técnicos da cultura". Esta cultura tem vindo a transformar-se num negócio em grande expansão em Espanha.
Em Portugal, o negócio do pistácio está a dar os primeiros passos, através da criação da empresa Fruystach, que se irá transformar numa Organização de Produtores, e da ação da consultora agrícola, líder de mercado, Espaço Visual.
A Espaço Visual tem vindo a organizar sessões de divulgação desta cultura e deste negócio por todo o país ideia é privilegiar as zonas do interior de Portugal, mais deprimidas e onde o clima é mais adequado à cultura do pistácio (frio no Inverno e muito quente no Verão), para produzir e exportar este fruto, contribuindo para gerar mais riqueza na região.
A Espaço Visual é uma empresa que já potenciou outros negócios no país na área agrícola dos pequenos frutos – mirtilo, morango, framboesa, amora e kiwi -, e que aposta agora em toda faixa interior de Portugal, desde Bragança a Beja, para promover a produção em larga escala de pistácio. José Martino, CEO da Espaço Visual, quer arrancar já com as primeiras plantações , com a perspectiva de chegar em dois anos a mais de 3.000 hectares de uma cultura praticamente inexistentes em Portugal.
Trata-se de um negócio altamente rentável, que implica um baixo investimento e baixos custos de produção. Para o efeito foi constituída a primeira organização de produtores de pistácio, em Portugal, que, além da comercialização e distribuição, dará assistência técnica aos associados.
José Martino garante que o escoamento da produção está assegurado para a União Europeia, onde a procura supera em muito a oferta. Na perspetiva do CEO da Espaço Visual, para suprir as necessidades dos mercados da União Europeia será necessário plantar mais 120 mil hectares.
Os frutos secos estão na moda, pelos benefícios para a saúde, pelo que José Martino defende que o pistácio é uma oportunidade única para dar dinâmica económica a regiões deprimidas.
Nas contas deste especialista, o pistácio pode gerar, em plena produção, um rendimento superior a 10 mil euros por hectare. Para José Martino, não há muitas actividades na agricultura que se aproximem desta cultura em regadio.
in:noticiasdonordeste.pt
José Martino fará uma intervenção, a partir das 11.30 horas, intitulada: "O pistácio: aspetos técnicos da cultura". Esta cultura tem vindo a transformar-se num negócio em grande expansão em Espanha.
Em Portugal, o negócio do pistácio está a dar os primeiros passos, através da criação da empresa Fruystach, que se irá transformar numa Organização de Produtores, e da ação da consultora agrícola, líder de mercado, Espaço Visual.
A Espaço Visual tem vindo a organizar sessões de divulgação desta cultura e deste negócio por todo o país ideia é privilegiar as zonas do interior de Portugal, mais deprimidas e onde o clima é mais adequado à cultura do pistácio (frio no Inverno e muito quente no Verão), para produzir e exportar este fruto, contribuindo para gerar mais riqueza na região.
A Espaço Visual é uma empresa que já potenciou outros negócios no país na área agrícola dos pequenos frutos – mirtilo, morango, framboesa, amora e kiwi -, e que aposta agora em toda faixa interior de Portugal, desde Bragança a Beja, para promover a produção em larga escala de pistácio. José Martino, CEO da Espaço Visual, quer arrancar já com as primeiras plantações , com a perspectiva de chegar em dois anos a mais de 3.000 hectares de uma cultura praticamente inexistentes em Portugal.
Trata-se de um negócio altamente rentável, que implica um baixo investimento e baixos custos de produção. Para o efeito foi constituída a primeira organização de produtores de pistácio, em Portugal, que, além da comercialização e distribuição, dará assistência técnica aos associados.
José Martino garante que o escoamento da produção está assegurado para a União Europeia, onde a procura supera em muito a oferta. Na perspetiva do CEO da Espaço Visual, para suprir as necessidades dos mercados da União Europeia será necessário plantar mais 120 mil hectares.
Os frutos secos estão na moda, pelos benefícios para a saúde, pelo que José Martino defende que o pistácio é uma oportunidade única para dar dinâmica económica a regiões deprimidas.
Nas contas deste especialista, o pistácio pode gerar, em plena produção, um rendimento superior a 10 mil euros por hectare. Para José Martino, não há muitas actividades na agricultura que se aproximem desta cultura em regadio.
in:noticiasdonordeste.pt
Bragança na Startup Europe Week
No próximo dia 3 de fevereiro, às 21h, tem lugar nas instalações do Brigantia-EcoPark o evento “Startup Europe Week - Bragança”, focado na promoção das dinâmicas de empreendedorismo no município.
A participação na Startup Europe Week coloca Bragança no mapa das cidades europeias que mais importância dão à temática do Empreendedorismo.
A Startup Europe Week (SEW) é uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia e pela Startup Europe que visa o fomento do empreendedorismo através de ações que estabeleçam a aproximação entre os organismos de governo local e empreendedores das regiões.
Em 2016, entre 1 e 5 de fevereiro, serão debatidas as realidades locais de empreendedorismo em várias regiões da Europa, num conjunto de mais de 350 ações que decorrerão em paralelo, onde se inclui a “Startup Europe Week - Bragança”.
Com a participação na Startup Europe Week, a Câmara Municipal de Bragança vem reafirmar a prioridade do concelho em se assumir enquanto território competitivo e inovador, favorável à criação e crescimento de novas empresas, e capaz de apoiar os empreendedores ao longo do percurso de desenvolvimento do próprio negócio.
Neste sentido, a Câmara Municipal de Bragança e o Brigantia-EcoPark, em parceria com a SPI – Sociedade Portuguesa de Inovação, organizam a participação brigantina na Startup Europe Week, numa sessão onde se pretende estimular uma discussão alargada sobre o ecossistema de empreendedorismo de Bragança, bem como divulgar as oportunidades oferecidas pelo território para empresas novas e em crescimento.
O evento terá lugar nas instalações do Brigantia-EcoPark, às 21h, no dia 3 de fevereiro de 2016. O programa detalhado poderá ser consultado aqui .
A sessão é de participação gratuita, mas de inscrição obrigatória, através do e-mail braganca@startupeuropeweek.eu, com indicação do nome do participante, contacto telefónico, contacto de e-mail e nome da organização representada, se aplicável. Poderá ainda fazer a inscrição através desta plataforma.
in:noticiasdonordeste.pt
A participação na Startup Europe Week coloca Bragança no mapa das cidades europeias que mais importância dão à temática do Empreendedorismo.
A Startup Europe Week (SEW) é uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia e pela Startup Europe que visa o fomento do empreendedorismo através de ações que estabeleçam a aproximação entre os organismos de governo local e empreendedores das regiões.
Em 2016, entre 1 e 5 de fevereiro, serão debatidas as realidades locais de empreendedorismo em várias regiões da Europa, num conjunto de mais de 350 ações que decorrerão em paralelo, onde se inclui a “Startup Europe Week - Bragança”.
Com a participação na Startup Europe Week, a Câmara Municipal de Bragança vem reafirmar a prioridade do concelho em se assumir enquanto território competitivo e inovador, favorável à criação e crescimento de novas empresas, e capaz de apoiar os empreendedores ao longo do percurso de desenvolvimento do próprio negócio.
Neste sentido, a Câmara Municipal de Bragança e o Brigantia-EcoPark, em parceria com a SPI – Sociedade Portuguesa de Inovação, organizam a participação brigantina na Startup Europe Week, numa sessão onde se pretende estimular uma discussão alargada sobre o ecossistema de empreendedorismo de Bragança, bem como divulgar as oportunidades oferecidas pelo território para empresas novas e em crescimento.
O evento terá lugar nas instalações do Brigantia-EcoPark, às 21h, no dia 3 de fevereiro de 2016. O programa detalhado poderá ser consultado aqui .
A sessão é de participação gratuita, mas de inscrição obrigatória, através do e-mail braganca@startupeuropeweek.eu, com indicação do nome do participante, contacto telefónico, contacto de e-mail e nome da organização representada, se aplicável. Poderá ainda fazer a inscrição através desta plataforma.
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