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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Quartel dos Bombeiros de Vinhais vai sofrer obras


O quartel dos Bombeiros Voluntários de Vinhais vai ser alvo de obras de remodelação.Para o presidente da direcção, o quartel não tem as condições ideais. 
Por isso, é com agrado que Humberto Martins vê agora o início das obras há muitos anos desejadas.
“Trata-se de uma ampliação, que nós já desejámos há muito tempo para que os bombeiros tenham melhores condições para descansarem no quartel para poderem servir bem a população. 
Este quartel não tinha as condições adequadas para o serviço que presta. Só havia uma camarata que ficou para as mulheres e os homens passaram a dormir numa casa de banho adaptada. 
O quartel não tem efectivamente condições”, descreve o responsável.
Os Bombeiros de Vinhais já tinham submetido várias vezes a candidatura para o melhoramento das instalações a programas comunitários, mas o projecto só teve luz verde há dois anos. “Nós estivemos sempre atentos aos programas e por várias vezes tentamos, mas por falta de projecto da primeira vez, e depois porque haveria outros bombeiros que precisariam mais e só neste ultimo programa conseguimos que a candidatura fosse aprovada. E já foi aprovada há dois anos. 
Desde então o projecto sofreu várias alterações”, justifica o presidente da direcção.Humberto Martins garante que a capacidade operacional dos Bombeiros não será afectada pelas obras.“A obra tem que estar concluída até Março. 
O problema que eu sinto mais é o da central, para recebermos as comunicações. Mas o pároco local disponibilizou-se a casa paroquial para instalarmos as comunicações. Os carros também vão sofrer, porque vão ficar na rua. 
E os bombeiros vão ter que permanecer em suas casas, mas como temos um bom sistema de comunicações, o socorro não vai ficar de maneira nenhuma afectado”, realça Humberto Martins. 
As obras vão custar 340 mil euros, comparticipados em 70 por cento por fundos comunitários. A instituição vai ainda contar, ainda, com o apoio financeiro da Câmara de Vinhais.
Os trabalhos vão arranjar no início de Setembro.

Escrito por Rádio Vinhais

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Grande Tortura RTP

Minutos Mágicos em Bragança

Bragança - Festa da História atrai milhares


A VI Festa da História, que decorreu no Castelo de Bragança, de 15 a 19 de agosto, superou todas expetativas, quer ao nível do número de visitantes, quer pela qualidade das atividades que integravam o programa.
Após o verão na Praça, que teve lugar de 27 de julho a 14 de agosto, na Praça Camões, a festa continuou no Centro Histórico de Bragança, mas desta vez no Castelo, onde mais de 20 mil pessoas, oriundas de todo o País e, sobretudo, da vizinha Espanha, bem como emigrantes se divertiram numa viagem pela Idade Média. 
Uma festa onde não faltaram os assaltos ao castelo, as danças de ventre, o torneio medieval, concertos, teatros de rua, barraquinhas e tendinhas com produtos de todo o tipo, entre muitas outras iniciativas.
O primeiro dia da VI Festa da História começou com uma Eucaristia com Canto Gregoriano, seguida de Procissão Solene pelas ruas da Cidadela, em honra de Santa Maria do Sardão.
Fonte:cm-braganca.pt

A Praça das Eiras em Macedo de Cavaleiros aplaudiu a orquestra do Norte para mais um concerto com música de verão.

Cidália Moreira trouxe fado até Vila Flor. Um concerto emocionante que encerrou as festas de São Bartolomeu.

Cebolas ajudam a reconstruir Casa Paroquial de S. Pedro


Em S. Pedro dos Sarracenos, no concelho de Bragança, a tradicional Feira das Cebolas é uma oportunidade para as instituições locais angariarem dinheiro para concretizar projectos.
O certame nasceu com o objectivo de reunir verbas para um lar de idosos e agora é a vez da Fábrica da Igreja amealhar dinheiro para avançar com a restauração da Casa Paroquial, já em Setembro.
Alfredo Fernandes, da Fábrica da Igreja, diz que é uma obra importante, que vai custar cerca de 200 mil euros.“Temos uma obra em projecto que vai custar o dinheiro amealhado aqui e muito mais. 
É a restauração da Casa Paroquial. Terá que se manter a residência do padre e vamos acrescentar um baixo, onde se vão fazer os eventos da aldeia, como os Reis, a Mesa do S. Estêvão, as Novenas do Divino Espírito Santo”, realça o membro da Fábrica da Igreja.
Para além da vertente social, o presidente da Junta realça o contributo da Feira para a agricultura local. 
António Sá sublinha que em tempo de crise é um complemento importante para as famílias.“Motivar as pessoas para que vão produzindo. Para que se dediquem à agricultura para ocuparem o seu tempo e o excesso de produção vão vende-lo aqui. É uma forma simples de poderem realizar algum dinheiro”, realça o autarca.E a crise parece passar ao lado dos produtos da terra. 
Os produtores começaram o dia logo a fazer negócio.Pedro Sá, diz que “as pessoas para estes artigos sempre vão despendendo mais algum das suas economias. “Até agora têm saído os morangos e o mel”, acrescenta Pedro Sá.“Tenho bastantes cebolas. Tenho este carro e ainda outro. Cerca de 1500 quilos. Normalmente vendo sempre tudo”, salienta Manuel Malhão.
Já Maria de Fátima Fernandes, salienta que aproveita para vender os excedentes na feira das cebolas.  E em Bragança a agricultura também vai ganhar um novo espaço. 
A autarquia da capital de distrito vai abrir as imediações do Mercado Municipal aos produtores do concelho. 
O presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, diz que o objectivo é ajudar os agricultores a venderem os produtos de qualidade.“Deixar um espaço na área designada para os Produtos da Terra para que os produtores livremente, ao longo do ano, em dias determinados, passam vender os seus produtos, incentivando a produção agrícola e a compra directa por parte dos consumidores. Podem comprar qualidade e valorizar a actividade económica concelhia”, realça Jorge Nunes. 
O município ainda está a estudar a melhor data para a abertura do mercado de produtos da terra, mas o dia mais provável será ao sábado, para não colidir com as feiras que já se realizam na cidade.

Escrito por Brigantia

Quebra nas vendas de carne mirandesa


A crise está a afectar a venda de carne mirandesa. Este ano, a Cooperativa Agro-pecuária Mirandesa registou uma quebra de cerca de 10 por cento no mercado nacional.
O responsável da Cooperativa, Nuno Paulo, diz que o aumento das exportações está a equilibrar o negócio.“O ano passado foi o melhor, quer em termos de quantidade, quer de volume de negócio. Neste momento a quebra é de 1,5 por cento. 
Tivemos algumas oportunidades de negócio para Inglaterra e França. São mercados em crescimentos. No mercado nacional tivemos uma quebra a rondar os 10 por cento”, afirma o responsável.
Nuno Paulo diz que os portugueses estão a substituir a carne mirandesa por variedades mais baratas.“Fizemos um estudo de mercado que nos permite ver que a classe média alta eram os nossos consumidores a nível nacional. Como a classe média é a que se está a ressentir mais com a crise. 
Pelos números é obvio que deixaram de comer carne mirandesa e começaram a comer outros produtos de substituição”, constata Nuno Paulo.Mesmo assim. 
A Cooperativa Agro-Pecuária mirandesa vai avançar com a comercialização dos pré-cozinhados já no próximo ano.“A única valência com que ainda não estamos no mercado e estamos neste momento em fase de apuramento é os pré-cozinhados. São o nosso grande projecto para implementar. 
Queremos no próximo ano já ter estes produtos no mercados, para podermos evoluir nessa área”, garante Nuno Paulo.
As vendas de carne mirandesa a baixarem no mercado nacional, devido à crise.

Escrito por Brigantia

Barragem da Burga já não tem água


É dramática a situação no Vale da Vilariça. A barragem da Burga já não tem água e muitos agricultores começam a ver as culturas a definhar. 
Em Vilares da Vilariça, no concelho de Alfândega da Fé, a produção de azeitona de conserva já está perdida. 
Os produtores começam agora a fazer contas à vida.“Tenho dois ou três hectares de azeitona de conserva que está seca. Não foi regada”, lamenta Júlio Caldeira.
Também Manuel Jacinto já não tem água para regar o pomar de 150 laranjeiras, que teme que não aguentem a seca.
A barragem da Burga serve cerca de 200 agricultores. Luís Mónico é um deles. Com 32 hectares de árvores de fruto diz que os prejuízos são enormes.“Se o S. Pedro não abrir as portas não temos outra hipótese. É deixar secar tudo. Especialmente a fruticultura. Tenho 22 mil pés de morangos que estão a secar todos. Tenho pêssego, damasco, os figos estão a cair. 
É um prejuízo enorme”, garante Luís Mónico.O presidente da Associação de Beneficiários do Vale da Vilariça sublinha que a situação é complicada e teme que a seca deste ano tenha reflexos nas produções do próximo ano. 
Fernando Brás diz que não há alternativa e reclama o reforço do sistema de regadio.“Não há outra alternativa. Infelizmente o projecto Proder que foi aprovado há dois anos ainda não foi executado e previa a construção de um dique para reforço do caudal da barragem da Burga. Se tivesse sido feita atempadamente hoje não estaríamos aqui a discutir isto. 
Espero que avance rapidamente para reforçar o caudal da barragem da Burga neste Inverno para que no próximo ano já haja alguma estabilidade. E que seja colocado o concurso rapidamente para a colocação de contadores. Até porque isso de comparticipação do orçamento geral do Estado não é significativo, andará à volta dos 500 mil euros”, salienta o responsável.
Fernando Brás diz que para já as barragens de Santa Justa e de Ribeira Grande e Arco estão a cerca de 30 por cento da sua capacidade e não se prevêem problemas de falta de água durante o Verão.

Escrito por Brigantia

domingo, 26 de agosto de 2012

A 24 de agosto Vila Flor celebrou o dia de São Bartolomeu.

Projecto ibérico reabilita 18 espaços naturais do Nordeste Transmontano


Mais de 64 mil euros vão ser investidos em concelhos fronteiriços do Nordeste Transmontano no âmbito de um projecto ibérico que pretende recuperar, até ao final do ano, uma centena de espaços verdes de localidades portuguesas e espanholas.
O promotor da iniciativa, o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Douro, anunciou hoje a abertura do concurso público para recuperação de 18 espaços naturais degradados nos concelhos de Mogadouro, Miranda do Douro, Torre de Moncorvo, Vimioso, Freixo de Espada à Cinta e Vila Nova de Foz Côa.
As intervenções correspondem à reabilitação de zonas verdes e jardins, limpeza e adaptação de ribeiras e praias fluviais e criação de caminhos turísticos nos espaços naturais.
O investimento será feito no âmbito do projecto Fronteira Natural, promovido pelo AECT Duero-Douro, com o objectivo de conservar e revitalizar o património natural da zona fronteiriça entre Portugal e Espanha.
O projecto está, segundo o promotor, a realizar uma centena de actuações de conservação ambiental com um investimento total de 800.000 euros, cofinanciado em 600.000 euros pela União Europeia, através do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP).
Desta centena de acções, 80 serão realizadas mediante adjudicação do contrato de obras por concurso público e as restantes através de acções de voluntariado ambiental.

Lusa/ SOL

As queixas de quem tem como vizinhança uma vacaria


Um casal de idosos passa o tórrido verão transmontano "abafado" em casa sem poder abrir uma janela para evitar os cheiros, moscas e as investidas dos animais de uma vacaria numa aldeia de Mogadouro.
Os poucos habitantes de Valcerto, superados em largas centenas pelo número de cabeças de gado, estão habituados a coabitar com os animais numa zona em que a pecuária é um tradicional meio de subsistência e com peso na economia regional.
Na aldeia circulam rebanhos de cabras e ovelhas e há várias vacarias, mas a que se encontra instalada junto ao largo, na saída para Mogadouro, é motivo de queixa de vários vizinhos.
O casal Rosa Verde e José Ramos, com oitenta anos, vive há "para cima de 20 anos" paredes meias com a vacaria, separado apenas por uma estreita rua da exploração com 20 animais.
José disse à Lusa que ao longo destes anos já se queixou "à Câmara, à GNR", foi "duas vezes ao delegado de saúde".
"Davam-me razão e nada", contou.
"Nós não podemos abrir uma janela. Estamos aqui abafados", queixa-se Rosa, na cozinha da casa com portas e janelas fechadas num quente final de tarde de verão.
O desconforto de não poder arejar a casa é ainda assim melhor do que a alternativa de ser invadida pelo cheiro e moscas.
Já não podem sequer correr as persianas que se encontram "presas com um baraço" depois de terem sido destruídas pelos embates dos animais ao passarem na rua, segundo relataram.
"Às vezes chegamos de um terreno [de cultivo] e vamos para comer, mas temos de sair daqui por causa do cheiro e das moscas", contou José.
De inverno é o lodo, além da sujidade que os animais espalham pela rua.
Mais acima, no largo da aldeia, as vizinhas Clemência Gonçalves e Ermelinda Teixeira descrevem a situação como "uma miséria".
"Quando estão a tirar o estrume das vacas não se para em casa", afirmou Clemência.
Os vizinhos queixam-se também de os animais irem beber "três vezes ao dia ao tanque público".
O proprietário da vacaria, Compertino Casimiro, compreende as queixas da vizinhança, mas garante que os seus animais "não são exceção".
"Todos passam pelo povo, mesmo cabras, ovelhas, passa o gado todo povo acima, povo abaixo. Não são só as minhas que passam", afirmou.
Compertino não compreende a reação das pessoas já que, segundo disse, "às vezes, mesmo as próprias que reclamam chegam a despejar tudo no ribeiro, o que é bem pior".
A família deste agricultor toda vida teve gado e a vacaria foi herdada do pai há mais de 20 anos.
O agricultor garantiu que "a Câmara licenciou" o espaço aos antigos donos para utilização de estábulo" e que ele próprio está agora a tratar do processo de licenciamento de acordo com as novas regras para estas explorações, em vigor desde 2009.
Mas a situação do setor está tão má que não sabe se valerá a pena e o mais certo será "fechar".
"Não dá. Estou a vender gado porque estou a ter prejuízo. Posso ficar com uns vitelecos, mas não se justifica continuar", afirmou.

HFI
Lusa/fim

Vai abrir o primeiro centro de férias para crianças especiais


Vai abrir este domingo o primeiro Centro de Férias e Lazer para Crianças com Necessidades Especiais. 
O projecto é da Associação Leque, que transformou o antigo Centro de Saúde de Alfândega da Fé num espaço para dar apoio a pessoas com necessidades especiais. A presidente da Associação Leque, Celmira Macedo, sublinha que este é um projecto inédito no País.“É uma iniciativa completamente inovadora a nível nacional, porque nós temos dinamizado colónias de férias, mas só com frequência durante o dia. 
Este centro permite aos frequentadores ficarem cá durante a noite também. Temos famílias do Porto e de Lisboa que vão deixar cá as crianças e vão embora para casa”, realça a responsável. 
Esta iniciativa é importante para os participantes, mas Celmira Macedo salienta que graças a este centro os pais destas crianças vão poder gozar férias.“Para além dos jovens terem oportunidade de terem umas férias que se calhar nunca tiveram, mas estamos a pensar mais nas famílias. 
Muitas delas quase nunca têm férias”, salienta Celmira Macedo.Durante a semana no centro de férias, as crianças vão fazer terapias, mas também se vão divertir em diversas actividades lúdicas.“Vão ter terapia de relaxamento, do riso, reabilitação motora, musicoterapia, BTT, piscinas, entre outras actividades. 
Vamos ter uma semana muito composta”, garante a presidente da Leque.Para já estão inscritas sete crianças com necessidades especiais no primeiro campo de férias, que decorre até dia 2 de Setembro.
Celmira Macedo realça que o objectivo deste centro é organizar mais semanas de férias ao longo de todo o ano.

Escrito por Brigantia

Vão ser instaladas mais 15 mil colmeias no distrito de Bragança


O sector do mel está em crescimento no distrito de Bragança.
Quem o diz é o Grão-Mestre da Primeira Confraria do Mel de Trás-os-Montes, apresentada hoje, em Macedo de Cavaleiros.
Francisco Rogão sublinha que foram aprovados vários projectos no âmbito do Proder e garante que a Confraria vai ajudar a promover este sector.“Só em projectos Proder há mais de 15 mil colmeias aprovadas para o distrito de Bragança. Isso demonstra que há interesse na apicultura. Vamos divulgar o mel e a apicultura no seu todo”, realça o responsável.
A Confraria é constituída por 11 confrades, oriundos de todo o País.“Temos cá pessoas de Lisboa, do Porto, de Bragança, Mogadouro e na próxima entronização vamos ter pessoas do Algarve e das Ilhas. Surgiu de uma reunião entre vários grupos de amigos e como Macedo está na linha da frente no que diz respeito ao sector apícola decidimos fazer aqui a Confraria”, explica Francisco Rogão. 
Para o presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal, Manuel Gonçalves, a constituição da Confraria é um passo fundamental para a profissionalização do sector do mel. “Eu vejo isto como um evoluir e uma afirmação da fileira, que está nesta fase em crescimento. 
Eu não estranho que vão aparecer mais confrarias, mas eu gostaria que não aparecem muitas e que a existisse se empenhasse na promoção do mel, mas também da abelha como polinizadora e do território no seu todo”, enaltece o responsável.
Criada para dar apoio aos apicultores da região, a Confraria do Mel quer agora ganhar escala a nível internacional e promover a fileira apícola além fronteiras.

Escrito por Onda Livre

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Lições...


Passou agora aqui um rebanho de Ovelhas. A minha Sogra gritou para o pastor: - Éh lá espere aí...tenho que lhe pagar.
Não sei nem desconfio de que estavam a falar.
Diga-me quanto lhe devo, gritou a minha Sogra.
NAAADDDAAAA! Deixe lá isso...paga para a próxima.
Que lições de humanidade, solidariedade, amizade, respeito e desprendimento, teriam os falsos e mentirosos dos políticos e governantes, se soubessem onde fica o Portugal profundo...sem ser em vésperas de eleições.
...não sei, não desconfio e nem quero saber,  de que estavam a falar...!
...seria, certamente, alguma torna jeira...

HM

A Má Educação, gera bons Telespetadores, Péssimos Eleitores e Muitos Candidatos

Histórias de Vida dos Gaiteiros do Planalto Mirandês

Mário Corrreia
SIM, É VERDADE, ACABOU DE SAIR O MEU LIVRO SOBRE OS GAITEIROS MIRANDESES: ENCONTRA-SE NUMA BOA LIVRARIA PERTO DE SI OU DIRECTAMENTE ATRAVÉS DA ÂNCORA EDITORA! O MEU MUITO OBRIGADO A TODOS QUANTOS SE POSSAM INTERESSAR PELA VIDA DOS ILUSTRES GAITEIROS MIRANDESES!

Bragança - Pietà de José Rodrigues “enfatiza os traços de uma mulher transmontana”


Obra inaugurada durante a homilia em honra de N. Sra. das Graças, presidida pelo Cardeal Saraiva Martins
O dia 22 de Agosto de 2012 ficará como data de inauguração da escultura Pietà, de José Rodrigues, que passou a embelezar a Catedral de Bragança. 
Na solene eucaristia das festividades em honra de Nossa senhora das Graças, padroeira da cidade, o Cardeal D. José Saraiva Martins, referiu, no início da homília, que a peça de arte então inaugurada, tem um significado peculiar neste dia e neste lugar, por estar na Catedral, Domus Ecclesiae, dedicada também ela à Mãe de todos os que peregrinam nesta Igreja particular. 
Da autoria do escultor alfandeguense José Rodrigues, a Pietá é “fruto de uma aproximação ao Mistério por parte de um filho deste torrão transmontano”, afirmou D. José Saraiva Martins, acrescentando que a obra recolhe uma expressão da intensidade na relação com a Mãe de Deus e com o seu Filho Jesus”, no Qual se reconhecem “todos os que labutam e sofrem, os que investem a vida numa entrega de amor e encontram um colo aconchegado de carinho. Naquela Mãe, que enfatiza os traços de uma mulher transmontana, reconhecem-se todos os que são capazes de contemplar e aceitar a “vida em abundância” que continua a manar do altar da Cruz”, disse. 
Contudo, a cena, “que começa por falar da morte, transfigura-se na vida ressuscitada que pulsa nas veias dos que aceitam viver segundo o Evangelho”. 
O Cardeal havia começado por dizer que a diocese de Bragança-Miranda testemunha uma notável piedade mariana, pelo número de santuários marianos espalhados um pouco por toda a sua geografia, pela riqueza de tradições de cariz mariano que marcam a mais genuína piedade popular.

in:mdb.pt

Parque Biológico de Vinhais regista recorde no número de visitas


Mais de 3 mil pessoas já visitaram o Parque Biológico de Vinhais durante o mês de Agosto. 
O número de visitas está a superar as expectativas da direcção.
A responsável do Parque, Carla Alves, sublinha que todos os dias recebem centenas de visitantes.
“Foi um Verão que começou sem grande agitação, mas o mês de Agosto superou as nossas expectativas. 
São mais de 3 mil entradas, o que perfaz cerca de 150 entradas diárias”, realça a responsável.
O Centro de Interpretação das Raças Autóctones Portuguesas (CIRAP) e o Centro Hípico foram inaugurados há cerca de três meses e, segundo Carla Alves, também têm muita procura.
Em construção está agora uma piscina Biológica e um Centro Micológico, que deverão ser inaugurados no próximo ano.
O Parque Biológico de Vinhais a apostar na construção de novos equipamentos para atrair ainda mais visitantes.

Escrito por Rádio Vinhais

Vimioso espera por mini-hídrica há 10 anos


Há 10 anos que a Câmara de Vimioso espera e desespera por uma autorização do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas - ICNF para construir uma mini-hídrica no rio Angueira. 
O projecto já recebeu vários pareceres negativos, mas o presidente da Câmara de Vimioso insiste que os benefícios da construção desta infra-estrutura são superiores aos impactos negativos. José Rodrigues sublinha que a mini-hídrica iria servir os concelhos de Vimioso e de Mogadouro.
Segundo o autarca, a mini-hídrica “é uma obra que iria trazer ao concelho algum desenvolvimento e algumas receitas que é aquilo que a autarquia precisa”. 
José Rodrigues sublinha, ainda, a importância da albufeira para ajudar a combater incêndios naquela zona.
Apesar de vários pareceres negativos, José Rodrigues, garante que esta é uma obra essencial, e por isso vai continuar a lutar pela construção da barragem. “Já recebi alguns pareceres negativos mas entendo que é uma obra essencial para o nosso município e não irei desistir”, revela. 
O autarca diz ainda que vai “fazer tudo por tudo para fazer ver às pessoas que uma autarquia com tão poucas receitas tem que ter algo para a sustentar”.
A construção da mini-hídrica está orçada em cerca de 6 milhões de euros e o local escolhido é o rio Angueira, abrangendo as freguesias de Algoso, no concelho de Vimioso, e São Martinho do Peso, em Mogadouro.
O ICNF ainda não emitiu um novo parecer acerca do assunto. A Brigantia contactou este organismo, mas ainda não obtivemos qualquer resposta.
A autarquia aguarda agora uma resposta favorável para poder avançar com a construção da mini-hídrica.

Escrito por Brigantia