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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Fronteiras: Constantim/Moveros (Nossa Senhora da Luz)

Fronteira Portuguesa vista do lado Espanhol
É bem sabido que a ligação entre Miranda (do Douro) e Bragança pela EN218 nem sempre resulta a melhor opção para chegar à capital do distrito. Por isso, muitos habitantes da região costumam aproveitar o bom estado da estrada espanhola N-122 que teoricamente deverá ser substituída pela auto-estrada A-11 num futuro que vai depender da duração da crise económica, mas que em parte permite hoje evitar o trânsito pela cidade de Zamora depois de ter aberto a variante norte à cidade que leva a auto-estrada a 5 km. à jusante. 

A saída natural para os habitantes do concelho de Miranda é a fronteira entre Constantim e Moveros, onde fica a capela de Nossa Senhora da Luz, situada mesmo no limite fronteiriço. Isto porque até há pouco tempo a fronteira entre Ifanes e Brandilanes, mais próxima, estava num estado lamentável, sendo que neste ano, antes do Verão, as obras da estrada da fronteira eram objecto de uma beneficiação que pedia a gritos. 

 A fronteira da Luz é uma fronteira muito permeável porque está situada num alto mas de não difícil passagem. Se Moveros e Constantim estão situados a umas altitudes que oscilam entre os 800-810 m., o limite fronteiriço fica a pouco mais de 880 m, sendo mais «íngreme» a subida (ou descida) para Moveros do que para Constantim. Ao lado fica a capela de Nossa Senhora da Luz que atinge os 899 m. o que a converte num miradouro privilegiado do Planalto Mirandês e da região de Aliste, com quem partilha bastantes afinidades. Não devemos esquecer, como já foi dito nalguma ocasião, que esta região pertenceu a Portugal e foi um arcediagado da arquidiocese de Braga que recuperou a região em 1103 pela bula do papa Pascoal II que obrigava à diocese de Astorga a restituir as terras de Ledra, Vergantia e Aliste, que tinham sido objecto de uma usurpação em 969 aproveitando o facto de a diocese bracarense não ter sido restaurada após a invasão muçulmana, tendo ficado em mãos da diocese de Lugo, que não queria largar o privilégio de ser sede metropolitana de Lugo-Braga e que só tardiamente, com o Bispo D. Pedro, finalmente foi restaurada em 1071 por iniciativa do rei da Galiza, Garcia II (se bem alguns historiadores consideram que foi o rei Sancho III de Castela, que pretendia restaurar o reino de seu pai Fernando I o Magno, reconquistador de Lamego e Viseu em 1055 e 1056 e de Coimbra em 1064), rei que acabou cegado pelo seu irmão Sancho e morreu no ano de 1091 completamente cego no castelo de Luna, no norte da actual província de Leão, no caminho para as Astúrias.

Depois destes apontamentos históricos, importa salientar o facto de a Luz ter sido um ponto de encontro entre transmontanos e alistanos sendo que a capela costuma ser objecto de peregrinação o último domingo do mês de Abril, se bem este ano a causa de umas festas da Páscoa tardias foi no segundo domingo de Maio. Após a missa, os visitantes desfrutam de um convívio onde as fronteiras são ultrapassadas pela cordialidade das relações e até a amizade entre os habitantes de um e do outro lado da fronteira. São tempos de alegria em que a Primavera já vai avançando e mostra-se propícia para os clássicos pique-niques ao ar livre.

O alto da Luz constitui um óptimo miradouro entre ambas as duas terras, tendo a sua continuação por serras que, orientadas à Oeste, costumam constituir o limite fronteiriço mas nem sempre, sem que essas elevações possam definir-se como um verdadeiro entrave às comunicações como acontece noutras partes da Raia. Essa relativamente elevada altitude faz que a vegetação, que na região de Aliste está formada por matagais de urze, giestas, tojos e estevas situados entre penedos rochosos de granito e zonas de predomínio de algumas espécies mediterrânicas como a azinheira, o que fez o território ter-se especializado na pecuária de vitela de raça alistana e a ovelha para a produção de queijo, seja substituída aos poucos por uma flora de transição onde não falta o carvalho negral e soutos de castanheiros e fetos, que indiciam um clima mais húmido em que se misturam espécies atlânticas, mediterrânicas e de transição. Como contraste, o Planalto Mirandês caracteriza-se por uns solos mais férteis que permitem a cultura do cereal, os lameiros e a pecuária da vitela de raça mirandesa, onde o destaque vai para a sua famosa posta, o ex-libris da região.

A permeabilidade da fronteira fez com que do lado português, a montante da capela da Luz, fossem situadas uma espécie de guaritas a modo de sentinelas para a vigilância de uma fronteira onde o contrabando era moeda de troca corrente de um e do outro lado. Hoje, abandonadas, são testemunhas mudas de tempos passados e miradouros privilegiados de uma paisagem que se estende até perder-se no horizonte. É, sem dúvida, uma fronteira de passagem obrigatória para quem aprecia a Raia no seu todo.

in:historiasdaraia.blogspot.pt

Aumenta número de mulheres com cargos de chefia em Freixo

Em Freixo de Espada à Cinta há cada vez mais mulheres a assumir cargos de chefia. 
O caso mais recente é o comando do Posto da GNR, que foi assumido há cerca de um mês e meio por uma militar.
A presidência da Câmara Municipal, a direcção do Centro de Saúde e do Agrupamento de Escolas e a provedora da Santa Casa da Misericórdia são exemplos de outros cargos assumidos hoje por mulheres naquele que é o concelho mais pequeno do distrito e onde até há bem pouco tempo a liderança da maioria das instituições pertencia ao ex-presidente da Câmara José Santos.
A sargento Cátia Costa é a primeira mulher a assumir o comando do Posto da GNR de Freixo de Espada à Cinta. Está na vila transmontana há cerca de um mês e meio e é mais uma mulher a assumir um cargo de chefia numa das instituições do concelho.
Apesar de ser a única mulher a comandar um posto no distrito, a militar encara com naturalidade o facto de ser um elemento do sexo feminino a liderar o posto da GNR. “Para a guarda e para todo o dispositivo é natural que os militares do sexo feminino ou masculino comandem postos. 
Para mim é a primeira experiência a comandar um posto e até agora está tudo a decorrer dentro da normalidade”, assegura Cátia Costa. Quando a sargento Cátia Costa chegou a Freixo era a única mulher no posto. Hoje conta já com mais um elemento feminino na equipa composta por 19 elementos.
A comandante do posto da GNR confessa que notou alguma surpresa por parte da população. As pessoas são muito afáveis na rua, os senhores com mais idade, tiram o chapéu, são muito educados, e eu gosto muito de cá estar”, confessa a comandante do Posto da GNR de Freixo.
O concelho de Freixo também é liderado por uma mulher. Maria do Céu Quintas assumiu a presidência do Município nas eleições autárquicas de 2013. A autarca não tem uma explicação para o aumento do número de cargos de chefia na vila e assegura que como presidente da Câmara nunca sentiu dificuldades acrescidas pelo facto de ser mulher.“Muito pelo contrário acho que é muito bem aceite. E tanto foi que as pessoas votaram em mim, senão não o tinham feito. O relacionamento com as pessoas é óptimo, sentem-se à vontade comigo. 
Não há nada que eu possa dizer em relação a entraves pelo facto de ser mulher. Não me posso queixar de nada”, assegura a autarca.
Na direcção do Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta encontramos também uma mulher. Albertina Parra ocupa o lugar de directora e anteriormente de presidente do conselho executivo há cerca de 12 anos. 
Garante que nunca sentiu dificuldades acrescidas por ser mulher, mas não tem dúvidas que as mulheres têm que provar mais a sua competência. “Temos que provar que somos mais competentes, para conseguir determinados cargos. E por isso mesmo é que se vê que há muito poucas mulheres com carreiras. Isto também tem muito a ver com o facto de as mulheres terem paralelamente uma vida familiar, serem mães, serem esposas, portanto têm outras funções que normalmente os homens não têm, porque estão mais libertos dessas tarefas. Mas eu acho que as mulheres são muito competentes. Eu noto nas escolas que têm mulheres na liderança que há ali um traço feminino que marca a diferença”, confessa a professora.
Esta é uma reportagem alargada que pode ler na edição desta semana do Jornal Nordeste.

Escrito por Brigantia

Município de Freixo reduz 1,7 milhões da dívida

Autarquia mais pequena do distrito ainda tem uma dívida de cerca de 17 milhões, quando o máximo deveria ser cerca de 6 milhões de euros
A presidente da Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta já reduziu a dívida em cerca de 1,7 milhões de euros. Quando chegou ao município, há cerca de um ano, Maria do Céu Quintas lembra que encontrou uma dívida de 19 milhões de euros, que condicionava logo à partida o trabalho à frente da autarquia.
“Eu tenho que agradecer muito aos funcionários da Câmara, porque foi com eles que eu disse na campanha que teria que contar para trabalhar, porque não podemos pagar, e eles têm sido excepcionais e têm trabalhado”, confessa a autarca.
Apesar desta redução, Maria do Céu Quintas sublinha que o município continua endividado, o que dificulta a gestão da Câmara Municipal. “A dívida é muito grande e não é de um dia para o outro que se vai resolver, até porque o município não tem recursos para o poder fazer de repente. As nossas receitas correntes não chegam para as despesas correntes, mas no entanto não podemos estar parados e temos feito alguma coisa e temos ajudado a economia local”, salienta a edil.
A redução da dívida só foi possível com recurso a subsídios e muita poupança. “Com subsídios que foram entrando fomos pagando e vamos poupando. Em tudo o que podemos poupar poupamos e vamos canalizando o que podemos para pagar dívida e é o que vamos continuar a fazer”, realça Maria do Céu Quintas.

in:jornalnordeste.com

Mirandela // Sílvio Santos reeleito presidente da Confraria que organiza festas da cidade

A câmara municipal de Mirandela e a confraria de Nossa Senhora do Amparo vão avançar, em breve, com o processo de discussão pública para o projeto de requalificação do santuário da cidade.
A ideia é “chamar a sociedade civil a emitir uma opinião sobre uma matéria tão relevante para a cidade”, explica o autarca, António Branco.
O anúncio foi feito pelo presidente do Município, António Branco, durante a tomada de posse da direção da confraria, no passado sábado, onde prometeu manter a atribuição de um subsídio de 75 mil euros anuais para a realização das festas da cidade.
Sílvio Santos mantém-se como presidente da confraria, confessando que foi “decisiva” a promessa do presidente do Município de Mirandela de avançar com um projecto estruturante para requalificar o santuário e melhorar as condições dos espaços utilizados durante as festas da cidade.

in:mdb.pt

Vila Flor // Festival Jovem Diocesano da Canção Mensagem encheu centro cultural

O grupo da Unidade Pastoral Monte Mel, de Macedo de Cavaleiros, arrebatou o primeiro lugar no Festival Jovem Diocesano da Canção Mensagem, que se realizou no passado sábado, em Vila Flor, e contou com a presença na assistência do bispo da Diocese de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro.
O evento contou com a participação de oito grupos e envolveu cerca de 400 jovens de várias paróquias do distrito. A diocese fez passar a mensagem que confia nos jovens. “O festival tem este dinamismo ativo de nos concentrar, reunir e projetar através de rumos de esperança”, referiu o Pe. Eduardo Novo, da organização.
O responsável deu conta que se trata de uma iniciativa que tem por objectivo “incentivar a criação poética-musical, para que possam caminhar em grupo e juntos apresentar este fruto de reflexão”.

in:mdb.pt

É “incompressível” e “injustificável” o encerramento da Unidade de Convalescença, considera o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Municipal

A Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Macedo de Cavaleiros pronunciou-se sobre o possível encerramento da Unidade de Convalescença, que deve acontecer até ao final do ano.

O presidente, José Madalena, considera “incompreensível” e “injustificável” o encerramento desse serviço.

Quanto à possibilidade de aumentar a capacidade da Unidade de Cuidados Paliativos, a funcionar também na mesma Unidade de Cuidados Continuados Integrados, José Madalena diz poder ser um presente envenenado.

Maria José Peredo esteve internada nesta unidade duas vezes. Destaca a qualidade do serviço, e acrescenta que o cuidado a tempo inteiro do que obter estes cuidados em casa.

Entretanto, a ULSNE, em comunicado, fez saber que, na prática, não vai haver retirada ou diminuição dos cuidados de convalescença. A partir de janeiro de 2015, mudam os moldes em que eles são prestados, numa “articulação entre o internamento hospitalar e os cuidados de saúde primário.

Assim, caso a situação assim o justifique, o doente pode ver o tempo de internamento prolongado no hospital, ou pode continuar a receber cuidados em casa, através de uma das 10 ECCI’s – Equipa de Cuidados Continuados Integrados.

No mesmo comunicado, a ULSNE confirma que vai haver uma reconversão do espaço da Unidade de Convalescença, para aumentar o número de camas da Unidade de Cuidados Paliativos. De 8, vai passar a contar com 15 camas. A ULSNE explica ainda que não serão reconvertidas as 18 camas do serviço, devido à natureza dos cuidados paliativos.

Quanto aos postos de trabalho, “ULS Nordeste garante igualmente a salvaguarda de todos os postos de trabalho afetos à atual Unidade de Convalescença, já que estes colaboradores irão continuar a desempenhar funções assistenciais na prestação de cuidados paliativos.”

Escrito por ONDA LIVRE

Contos à Lareira‏

A Biblioteca Municipal de Macedo de Cavaleiros vai recriar, na próxima sexta-feira, às 20:00H, um serão de “Contos à Lareira”. Uma alusão a tempos passados, sem televisão, em que os serões eram vividos no seio do convívio familiar, preenchidos pelas lendas populares, provérbios, lengalengas e muito mais.

A proposta é a de reviver e de transmitir aos mais novos estes saberes baseados nas tradições orais e nos usos e costumes, intimamente ligados aos transmontanos. 

À presença de todos os que se reunirão à lareira, vão juntar-se exímios contadores de histórias.

Tutela diz que não há perda com fecho de convalescença em Macedo de Cavaleiros

A Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE) informou hoje que o encerramento da Unidade de Convalescença de Macedo de Cavaleiros não implicará a perda de cuidados prestados à população do distrito de Bragança.

O esclarecimento divulgado através do Gabinete de Comunicação e Imagem surge depois da contestação dos últimos dias ao fecho da única unidade do género que serve os distritos de Bragança e Vila Real e que deixará de funcionar a 31 de dezembro. 

No referido esclarecimento, a ULSNE indica que "não irá verificar-se, na prática, e objetivamente, a retirada ou diminuição dos cuidados de convalescença prestados pela ULS Nordeste à população". 

De acordo com a tutela, estes cuidados prestados até agora pela unidade a doentes que tinham alta hospitalar, mas ainda necessitavam de acompanhamento, "continuarão a ser prestados, a partir de janeiro de 2015, quer através de apoio hospitalar/internamento, quer do apoio de proximidade, no domicílio, pelos cuidados de saúde primários, nomeadamente através da ECCI -- Equipa de Cuidados Continuados Integrados". 

Para tal, a ULSNE dispõe de 10 destas equipas multidisciplinares, que garante estarem "preparadas e disponíveis para acompanhar os utentes que necessitem dos referidos cuidados, no conforto do lar e junto dos seus familiares". 

"O que irá verificar-se é a prestação de cuidados integrados, através da articulação entre o internamento hospitalar e os cuidados de saúde primários, em conformidade com a missão de uma Unidade Local de Saúde, como a do Nordeste", realça. 

A desativação da Unidade de Convalescença vai permitir, segundo ainda a responsável, "um reforço significativo da prestação de cuidados paliativos". 

Nesta unidade já funcionavam oito camas e, a partir de janeiro, serão quase o dobro destinadas a este fim, de apoio a doentes em fase terminal. 

No esclarecimento é ainda vincado que esta alteração se insere no alargamento da rede de cuidados paliativos, "de acordo com as necessidades da população, a qual se carateriza por um elevado grau de envelhecimento e alguma dependência". 

A ULSNE garante ainda "a salvaguarda de todos os postos de trabalho afetos à atual Unidade de Convalescença, já que estes colaboradores irão continuar a desempenhar funções assistenciais na prestação de cuidados paliativos". 

A Unidade de Convalescença foi criada em 2009, no hospital de Macedo de Cavaleiros, com um investimento de dois milhões de euros para 18 camas afetas a doentes a necessitarem de cuidados até 30 dias e oito camas destinadas à Unidade de Cuidados Paliativos, sem custos para os utentes. 

O serviço está integrado na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e o seu encerramento foi denunciado, na sexta-feira, pelo Partido Socialista que teme "faça parte de uma estratégia que leve ao encerramento do hospital de Macedo de Cavaleiros". 

A medida mereceu também a contestação da Comissão de Saúde da Assembleia Municipal de Macedo de Cavaleiros que a classifica de "incompreensível, desajustada da realidade" e "um retrocesso grave face às necessidades de cuidados de saúde da população transmontana e às metas fixadas pela Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados".

HFI // MSP
Lusa/fim

Crianças e jovens têm contacto com a Ciência e Tecnologia

O Instituto Politécnico e o Centro de Ciência Viva de Bragança dedicam esta semana à Ciência e Tecnologia.
As duas instituições oferecem um leque variado de actividades orientadas por investigadores com o objectivo de incentivar o gosto pela ciência e tecnologia junto dos mais novos. No Centro de Ciência Viva, deverão passar até sábado mais de 350 crianças desde o ensino pré-escolar até ao primeiro ciclo. 
A coordenadora do Centro de Ciência Viva, Ivone Fachada, destaca a importância de começar desde cedo a contactar com a Ciência e a Tecnologia. “Vários estudos comprovam que as crianças, desde bebés começam a apreender. O ideal é a partir dos 3 anos começarem a ser expostos a temas de ciência para começarem a absorver e a despertar para a curiosidade, porque ao longo da vida essa curiosidade vai-se desvanecendo e é agora que tem que ser estimulada”, salienta a responsável.  
Ontem dezenas de crianças de infantários de Bragança participaram na actividade “ A electricidade na ponta do lápis”. O investigador do departamento de electrotecnia do IPB, João Coelho, mostrou às crianças um pouco daquilo que é o fenómeno da electricidade. “Esta actividade é destinada a crianças muito pequenas e tem a ver com facto de eles perceberem os fenómenos simples da electricidade, neste caso construindo um brinquedo que é uma espécie de um pirilampo. 
O objectivo é que eles consigam perceber que a pilha que têm na mão serve para gerar energia e essa energia faz acontecer qualquer coisa”, explica o investigador. 
Além do Centro de Ciência Viva, o Instituto Politécnico proporciona durante esta semana actividades científicas  em diversas áreas, destinadas aos estudantes de ensino secundário.

Escrito por Brigantia

Ainda falta um professor no Agrupamento de Escolas de Freixo

Praticamente no final do primeiro período, o Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta ainda está à espera que seja colocado um professor de Francês.
Aqui os docentes chegaram a conta gotas, diz a directora do Agrupamento, muitos deles só foram colocados um mês depois de começarem as aulas.
Albertina Parra assegura que só há cerca de 15 dias é que a escola começou a funcionar em pleno e tem dúvidas se vai conseguir remediar o prejuízo para os alunos do atraso na colocação de professores. “Eu hoje ainda tenho um professor que não consegui colocar. Eu não sei se vamos conseguir reparar este problema, que foi um problema causado pelo Ministério da Educação, eu não sei se vamos conseguir, nós vamos tentar numa primeira fase internamente com outros recursos de professores que têm outras horas atribuídas a outras funções e que já estão a ser canalizadas para reforçar o tempo curricular das disciplinas em atraso e numa segunda fase solicitámos autorização para poder atribuir uma hora extraordinária a um professor de Matemática e poder fazer um reforço no crédito horário”, realça a directora.
Freixo é uma das escola denominadas TEIP- Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, que em termos de resultados estão sob o olhar atento da Direcção Geral da Educação. 
Albertina Parra lamenta que estes estabelecimentos de ensino tenham sido os mais prejudicados na colocação de professores. “São escolas que estão sob o olhar atento da Direcção Geral de Educação (DGE), porque não é um problema só da escola mas também tem a ver com as características sociais do meio onde a escola está inserida. Estas escolas são prioritárias e deviam ser efectivamente prioritárias e fomos as escolas no País todo mais desprezadas na colocação de professores. Eu passado um mês das aulas começarem ainda me faltavam nove professores, e estou a falar de disciplinas como Matemática, História, Inglês”, salienta Albertina Parra.
Os cortes no orçamento são outra das dificuldades com que se depara a directora do Agrupamento de Escolas de Freixo. Albertina Parra diz mesmo que se não fosse o financiamento europeu, o Agrupamento nem dinheiro tinha para fotocópias. “nós perdemos oito mil euros, é muito dinheiro. E se não fosse o facto de nós sermos TEIP intervencionados e apoiados por fundos comunitários pelo POPH, nós não tínhamos conseguido fazer muitas coisas que fizemos”, sublinha a directora do Agrupamento de Freixo.
A diminuição do número de alunos, a oferta educativa e a diferença de oportunidades dos alunos que frequentam o Agrupamento mais distante da capital de distrito são temas abordados por Albertina Parra no Cinco Perguntas desta semana, que pode ouvir hoje aqui na Brigantia depois das notícias das cinco da tarde.

Escrito por Brigantia

PSD defende que Unidade de Paliativos em Macedo é benéfica para a região

O presidente da Distrital do PSD de Bragança acredita que a transformação da Unidade de Convalescença de Macedo de Cavaleiros numa Unidade de Cuidados Paliativos poderá ser benéfica para a região.
José Silvano lamenta, no entanto, a forma como o presidente da Distrital do PS, Mota Andrade, denunciou o encerramento deste serviço, que garante que não corresponde à verdade.  “Não admito que o actual líder do Partido do Socialista traga uma notícia que não corresponde à verdade. 
O que é verdade é que a Unidade de Convalescença de Macedo de Cavaleiros se vai transformar numa Unidade de Cuidados Paliativos e, não é dizer que vai acabar a Unidade de Convalescença e que não vai lá ficar mais nada e que vamos perder. Não vamos perder nada. Pelo contrário, vamos ganhar”, considera José Silvano. 
O líder distrital do PSD sublinha que foi aprovada em Assembleia da República uma legislação sobre a rede de Cuidados Paliativos, transformando a Unidade de Convalescença numa Unidade de Cuidados Paliativos, que será única em Trás-os-Montes. 
José Silvano acredita que este reforço dos cuidados paliativos é essencial e sublinha que os cuidados de convalescença, que são prestados aos doentes até 30 dias depois de terem sido, por exemplo, submetidos a uma intervenção cirurgica, vão continuar a ser prestados em contexto hospitalar. “Faz diferença às pessoas que precisam de determinados tratamentos. 
Os cuidados de convalescença sempre foram nos hospitais. Os Cuidados Continuados só ficaram com eles, ultimamente, porque os hospitais estavam cheios. O que o Ministério tentou adaptar é o facto de a convalescência poder continuar a ser feita nos hospitais, que vão ser pagos por isso, e transformar os outros cuidados continuados, reforçando o distrito de Bragança”, sublinha o representante distrital do PSD.  
José Silvano não tem dúvidas de que, não só a cidade de Macedo de Cavaleiros, mas também a própria Unidade Local de Saúde do Nordeste vão beneficiar com a nova Unidade de Cuidados Paliativos. “Estes doentes têm muito mais visitas e atraem muito mais pessoas a Macedo de Cavaleiros porque estão lá mais de um mês. A ULS também ganha porque o orçamento passa a ser dado à ULS de acordo com a criação desta Unidade de Cuidados Paliativos”, acrescenta.  
José Silvano sublinha ainda que não só os 20 funcionários que prestavam serviços na Unidade de Convalescença vão manter os seus postos de trabalho, integrando a Unidade de Cuidados Paliativos, mas podem ainda vir a ser contratados mais devido às exigências da nova unidade. 
Entretanto, a Unidade Local de Saúde do Nordeste confirmou, em comunicado, a manutenção destes postos de trabalho e o “reforço dos cuidados paliativos”. A ULS garantiu ainda que os cuidados de convalescença vão continuar  “a ser prestados a partir de Janeiro de 2015 quer através do apoio hospitalar e internamento quer do apoio de proximidade, no domicílio, pelos cuidados de saúde primários”.  

Escrito por Brigantia

VINHAIS - 1911

Homem ferido com gravidade nas obras da Barragem do Baixo Sabor

Um trabalhador ficou hoje ferido com "gravidade" nas obras de construção de Barragem do Baixo Sabor, no concelho de Moncorvo, distrito de Bragança, disse à lusa fonte dos bombeiros locais.

"O acidente resultou do capotamento de uma autogrua, tendo ficado o operador da máquina com as duas pernas debaixo da cabine do veículo", precisou o comandante dos bombeiros de Torre de Moncorvo, Manuel Almeida.

O sinistrado foi transportado para a Unidade Hospitalar de Bragança pelo helicóptero do INEM, estacionado em Macedo de Cavaleiros.

Estes..., são dos "de verdade"


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Bragança - Terra Natal e de Sonhos


Apresentação do livro Retrato de Rapaz, de Mário Cláudio

Apresentação do livro Retrato de Rapaz, de Mário Cláudio.


No Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança. 


Dia 29 de novembro, às 16:00 horas

O Jantar de Sexta

Nesta sexta feira, 21 novembro de 2014, 
o jantar de colegas de trabalho, com muito esforço,...foi assim...

Um contentor de roupas, brinquedos e material escolar vai chegar a São Tomé e Príncipe antes do natal

Sociedade das Nações em Bragança

Chegam da China, do Peru, da Síria ou do Senegal. O Instituto Politécnico de Bragança apostou forte na captação de alunos estrangeiros - este ano receberá 1200, de 25 países diferentes

- "Ó rapaz, tu não tens frio?"
- "Pô, cara, quando saí di casa tava sóu!" 
Descontraído, de andar gingão, Hebert Camilo responde com um sorriso à admiração de Olga Padrão, secretária da direção do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), por andar de chinelos de enfiar o dedo num dia chuvoso e frio. Além do acentuado  sotaque de Minas Gerais, o jovem de 21 anos, chegado em setembro ao nordeste transmontano, veio equipado com roupa leve, pouco apropriada para o rigoroso inverno que se aproxima. "Tem problema, não", garante.
Apesar das dificuldades com o termóstato, o jovem estudante do 3.º ano de Engenharia Agronómica está a adorar a experiência portuguesa. De tal forma que, dois meses após a chegada a Bragança, já começou a tratar das burocracias para prolongar a estadia inicialmente prevista para um semestre, mas que ele agora quer estender a dois. "A cidade é pequena mas recebe bem a 'gente' e estou gostando muito da experiência. O Instituto está bem equipado e as aulas são muito interessantes", adianta, em jeito de justificação. Hebert chegou a Bragança ao abrigo de um protocolo com o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais. No seu caso, o programa de intercâmbio prevê que o IPB se responsabilize pelo alojamento e refeições, enquanto a sua universidade de origem lhe assegurou as passagens aéreas e uma bolsa de três mil euros por semestre.
O jovem mineiro é apenas um dos 650 alunos estrangeiros - num universo de cerca de seis mil estudantes - que  atualmente frequentam o IPB. Números que pecam ainda por defeito uma vez que há muitos inscritos ainda à espera de visto para fixar residência em Trás-os-Montes - os casos mais complicados têm sido os de alunos provenientes de países africanos que foram afetados pela epidemia de ébola, como a Libéria e a Serra Leoa, o que fez complicar as burocracias. Além disso, tal como sucedeu em anos anteriores, e a avaliar  pelas inscrições já efetuadas e os processos em fase de aceitação, é de esperar que no segundo semestre o número de alunos chegue aos 1 200 (mais 300 que no ano passado). Números impressionantes, numa cidade com pouco mais de 23 mil habitantes e onde, segundo um estudo recente encomendado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, o peso desta instituição na economia local é superior a 11 por cento do Produto Interno Bruto - o valor mais elevado do País. O IPB está atualmente no ranking das dez melhores instituições de ensino superior a nível nacional - o primeiro entre os politécnicos - e, em boa medida, isso também contribui para facilitar a captação de alunos através de convénios com instituições espalhadas pelo mundo fora. Além dos que chegam ao abrigo do programa Erasmus, provenientes da União Europeia, o maior contingente vem de paragens tão diversas como o Turquemenistão, China, Timor-Leste, Paquistão, Síria, México ou Peru, só para referir alguns dos mais distantes dos 25 países ali representados. Para o sucesso dessas "formas pró-ativas ou menos ortodoxas", na expressão do vice-presidente Luís Pais, contribuem ainda as propinas mais baixas (755 euros, para estudantes de licenciatura nacionais, e 1 100, para os internacionais) e o facto de haver já vários cursos lecionados exclusivamente em inglês.
Hospitalidade transmontana
Exemplo sólido de uma integração feliz é o de Auro dos Santos. O cabo-verdiano, de 24 anos, chegou a Bragança em 2009 e diz que se sente em casa, "tal como todos os alunos africanos", os maiores contribuintes da larga comunidade estrangeira do IPB. A Associação de Estudantes Africanos representa perto de 400 alunos, a maioria deles de Cabo Verde, mas também muitos são-tomenses e angolanos. Sentindo-se em casa, já criaram uma equipa de futebol que alinha nos distritais de Bragança, uma equipa de futsal feminina, um grupo de dança, um conjunto musical (AfroBanda) e, para breve, prometem um grupo de teatro. Além disso, explica Auro, que preside à associação, "ajudamos muitos alunos a tratar de toda a burocracia para aqui chegar". A terminar o mestrado em Tecnologia Biomédica, depois de ter completado a licenciatura, vê aproximar-se a passos largos a hora de regressar a Cabo Verde e já começa a sentir saudades. "A minha adaptação foi cinco estrelas, nunca tive problemas e, se é verdade que quero ajudar ao desenvolvimento do meu país, também é certo que Bragança vai ficar sempre no meu coração."
Tal como Auro dos Santos, também os habitantes da cidade se afeiçoaram e habituaram já à presença dos alunos estrangeiros. ?A chegada de sangue-novo estava a fazer falta, para dinamizar o comércio da cidade. Aos 75 anos, Vitalino Miranda e a mulher, Maria de Lurdes, mantêm a pequena mercearia, com quase meio século, de portas abertas, apenas porque funciona no rés-do-chão da sua casa e não pagam renda. "O centro histórico hoje está quase deserto. Levaram daqui os serviços e as pessoas começaram também a sair porque as casas estão velhas... e as que foram arranjadas têm rendas muito caras", considera Vitalino. Hoje, são os jovens da renovada residência universitária os poucos clientes que têm. "Nós queremos é vê-los cá, e que levem umas comprinhas. Mas a gente sabe que eles também não trazem dinheiro à larga e são muito regrados. Perguntam sempre pelo preço antes de levar alguma coisa... não é verdade?", atira para Alexandre Ximenes, um jovem timorense de 19 anos, mais fluente em inglês do que em português, que consente com um sorriso envergonhado. Acabou de chegar a Bragança, para iniciar a licenciatura em Engenharia Informática, com uma bolsa de estudo concedida pelo Institut of Business de Díli, com quem o IPB tem uma parceria, e também ele está fascinado com a cidade. "As pessoas são muito simpáticas", arrisca, num português razoável, ao lado de Peltier Aguiar, um angolano de 26 anos, estudante de Agro-Ecologia e que vive com ele na residencial Domus. É o africano que hoje faz de cicerone, acompanhando o timorense às compras. "Quando precisamos de alguma coisa vimos aqui à mercearia ou então vamos à loja do senhor Valdemar. Mesmo que tenha a porta fechada, basta tocar à campainha que ele atende-nos a qualquer hora", explica.
Gil Gonçalves, um dos atarefados elementos do Gabinete de Relações Internacionais, encarregue dos processos burocráticos dos alunos estrangeiros, não se mostra surpreendido com a boa reação dos habitantes. "Somos transmontanos, é a nossa forma de ser. Aqui, primeiro mandamos entrar; só depois perguntamos quem é."

Mário David Campos (texto) e Lucília Monteiro (fotos) - Reportagem publicada na VISÃO 1133

Fronteiras: Freixo de Espada à Cinta/Saucelle

Douro Internacional visto do lado de Portugal
Olá amigos! Depois de umas merecidas férias e compromissos profissionais inadiáveis, começo de novo com novos posts neste blogue. De certeza que alguns terão dito: "Epa, este gajo esqueceu-se de nós! Não actualiza o blogue nem nada..." Mas não..., não estou cansado do blogue nem vou deixá-lo. De facto, no Verão tive oportunidade de visitar novos lugares que serão de muito interesse com os que pretendo deliciar os leitores para além de relembrar os bons momentos que passei. Aproveito a ocasião para dar as boas-vindas aos novos amigos e para dizer que àqueles que fizeram comentários, terão a minha resposta em breve na mensagem onde os fizeram. Para os que me ofereceram fotografias de novos lugares que não aparecem ainda no blogue, tenho a dizer que já tenho, mas não tenho nenhum inconveniente em aceitá-las indicando, obviamente, a sua procedência assim que publicar uma nova mensagem sobre a região. Para estes e outros leitores que queiram fazer sugestões, perguntas, tirar dúvidas, etc., deixo o mail que acompanha este blogue:

historiasdaraia (at) gmail.com

E agora passamos à parte mais interessante. Hoje vou falar da região do Douro Internacional, mais concretamente da barragem de Saucelle (ou Saucelhe), que liga a localidade de Freixo de Espada à Cinta com Lumbrales, na província de Salamanca. Esta região está «povoada» por várias barragens que começam com a barragem de Castro de Alcañices, onde o Douro começa o seu curso internacional e se segue com as barragens de Miranda, Picote, Bemposta, Aldeadávila e Saucelle antes de ser inteiramente português a partir de Barca d'Alva.

Apesar de parecer uma região íngreme devido aos fortes desníveis que devem ser salvados, realmente é só no vale do Douro que isto se verifica. A Leste, na província de Salamanca, estende-se uma peneplanície apenas rota pelas arribas dos afluentes do Douro. A Oeste, na região transmontana, o Planalto Mirandês domina uma vasta região que chega até Mogadouro e que só começa a caracterizar-se por suaves lombas a partir desta localidade até Freixo, sendo que do Freixo até Barca d'Alva a região é mesmo muito montanhosa.

A saída do Freixo faz-se pela EN221 por uma estrada que serpenteia as lombas vizinhas até chegarmos a uma zona realmente íngreme onde é possível ver o Douro na sua extensão, entre montanhas, com vinhas em socalcos, amendoeiras e oliveiras. A descida para a barragem é relativamente rápida, já que em menos de dois km. já lá estamos. Ao contrário de outras fronteiras, nada indica que estamos a mudar de país a não ser um «P» e um «E» pintados na barragem com o número correspondente do marco fronteiriço. O mais engraçado é que mesmo à frente, do outro lado da estrada existe uma cabine que não sabemos se também estará partida em dois pela fronteira...

A região vale mesmo a viagem. Pretextos há e muitos: a sua gastronomia (não é possível deixar de esquecer a posta de vitela mirandesa, os enchidos, os vinhos e o excelente azeite da região), a natureza, o património, a observação de aves, rotas a pé ou pelas vias-férreas como as que ligam La Fregeneda com Barca d'Alva ou simplesmente querer ficar longe da civilização. Não é por acaso que esta região do Douro Internacional é uma das mais esquecidas de Portugal e do lado de Salamanca, a pesar de umas melhores comunicações facilitadas pelo relevo, podemos dizer a mesma coisa.

in:historiasdaraia.blogspot.pt