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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Plano de Desenvolvimento Rural 2020 com atrasos na aprovação de projectos no sector florestal

Associações e empresas florestais queixam-se da atribuição dos fundos comunitários no âmbito do Plano de Desenvolvimento Rural 2020 nesta área.
Os representantes de produtores florestais falam em atrasos na aprovação de projectos e põe em causa os critérios para o financiamento.
O presidente da Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente – a ANEFA, Pedro Ramos frisa que o tempo de demora para ver projectos aprovados faz com que muitos desistam de investir na floresta.
“O investimento florestal é sempre um problema porque estamos a falar de investimento a longo prazo com risco associado considerado relativamente alto. Normalmente o produtor florestal ou tem dinheiro e investe ou se existe a possibilidade de recorrer a ajudas comunitárias prefere esperar. Se chegamos a um quadro que supostamente seria entre 2014 e 2020, estamos em 2017 e 16,5% do montante que é destinado ao sector florestal aprovado, nem sequer está contratado ou executado. Atingimos metade do quadro comunitário e nem 25% de projectos aprovados nós temos”, explica. 
Pedro Ramos que é também técnico da empresa Forestefin, Florestas e Afins de Vila Flor, acusa os governantes de “não darem importância só se lembrarem da floresta quando arde.”
Abel Pereira presidente da Arborea a associação Agroflorestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana explica que nem todos os projectos considerados viáveis são financiados.
Mesmo numa altura em que muito se discute a necessidade de uma reforma florestal, os produtores desta área queixam-se de não ter “um acesso fácil e rápido” para poderem melhorar a gestão das suas florestas. 

Escrito por Brigantia

1 comentário:

  1. A "Reforma Florestal" é igual à Golden-Share da PT, etc, etc, etc -» depois é tudo para ser vendido a multinacionais!
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    mais: SÓ O SEPARATISMO É QUE VAI PERMITIR SALVAR, QUER A PROPRIEDADE PÚBLICA, QUER A PROPRIEDADE PRIVADA TRADICIONAL
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    Existem dois tipos de bandos de mercenários camuflados:
    --- 1--- os bandos de mercenários camuflados de LONGO PRAZO: estes mercenários camuflados [bom, no início até que existiriam dirigentes, naïfs, bem intencionados] já há muitos anos que sabem qual é o 'trabalhinho' que andam a fazer:
    i) não gostam de, em nome da igualdade, premiar o mérito - acham que quem não gosta de trabalhar deve ter acesso ao passatempo de andar a ridicularizar aqueles que se esforçam/trabalham;
    ii) mais, não gostam de austeridade, querem mais deficit (leia-se, quem vier a seguir que pague);
    iii) Resultado: a longo prazo é implementado o caos... e depois, as riquezas do país são vendidas ao desbarato à alta finança (exemplos: ex-URSS, ex- RDA, etc).
    --- 2 --- os bandos de mercenários camuflados de CURTO PRAZO (exemplo: os mais variados países da União Europeia):
    i) vão vendendo tudo aquilo que puderem a multinacionais;
    ii) vão desviando dinheiro dos contribuintes para a alta finança... para tapar buracos cavados pela alta finança (exemplo: veja-se o dinheiro enterrado pelos contribuintes nos buracos da banca);
    iii) criam uma variada panóplia de leis que visam complicar a vida às micro, pequenas e médias empresas;
    iv) ameaçam os pequenos e médios proprietários com uma variada panóplia de multas (e ameaças de expropriações) impelindo-os a venderem os seus bens, ao desbarato, às multinacionais;
    v) Resultado (na União Europeia, e não só): analisando a evolução estatística, vê-se o óbvio -» a propriedade pública e a propriedade privada tradicional estão a desaparecer, em oposição, a propriedade das multinacionais (capital sem rosto) está a crescer avassaladoramente.
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    Só o separatismo é que vai permitir salvar, quer a propriedade pública, quer a propriedade privada tradicional!
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    Leia-se:
    - Democracia sim, todavia, há que mobilizar aquela minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade... para dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros.
    -» ver BLOG http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
    { nota: nazi não é ser alto e louro, blá, blá, blá... mas sim, a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros }
    .
    Leia-se:
    - TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS... ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
    [nota: Inclusive as de rendimento demográfico mais baixo... Inclusive as economicamente menos rentáveis... Inclusive as que procuram sobreviver pacatamente e prosperar ao seu ritmo]
    Dito de outra maneira: os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
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    P.S.
    Quando se fala em separatismo... os mercenários ficam a «espumar»: quanto menos territórios estiverem na sua posse, menos bens eles vão poder vender às multinacionais.



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