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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Trovoada de sábado provou muitos prejuízos

Durante uma hora, chuva torrencial e grazino de três trovoadas em simultâneo provocaram inúmeros prejuízos e estragos avultados na agricultura em Souto da Velha, Torre de Moncorvo.
A estrada esteve cortada entre Souto da Velha e o Felgar, só com a intervenção dos bombeiros foi possível restabelecer a circulação.

As pessoas da aldeia queixam-se que ninguém lhes diz nada nem ninguém se preocupa com eles, “só esteve aqui o sr. Presidente da União de Freguesias, ninguém da proteção civil nem da câmara de Torre de Moncorvo, isto aqui foi um diluvio”, “parecia o inferno concentrado em chuva e pedra que destruiu tudo” diz o antigo tesoureiro da Junta sr. José Seixas.

José Seixas mais o amigo Luís Lopes, tiraram fotos para ajudar as pessoas a documentar esta “tragédia que se abateu, alguns ficaram sem nada, sem batatas, cebolas, melão, melancia, vinha toda destruída e até muros”   

A D. Fernanda Topete estava desolada, fala em prejuízos enormes nas hortas, caminhos em algumas habitações, com portas estragas e telhados levantados em algumas garagens, “prejuízos vários por toda aldeia e ninguém quer saber”.  “A campanha da azeitona ficou para metade” lamenta, nós vivemos disto, toda aldeia foi afetada, uns vizinhos mais que outros”.

A filha, Cláudia Topete registou em fotografia o “grande susto que apanhou, com a água a atingir 1.6 metros de altura em pouco tempo, nunca tinha isto nada assim”, uma hora a chover e pedra com uma trovoada assustadora aqui em cima da aldeia.


Fotos de Luis Lopes e Cláudia Topete
António Pereira
in.diariodetrasosmontes.com

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