Por: Maria da Conceição Marques
(colaboradora do "Memórias...e outras coisas...")
Sou apenas um ponto no infinito, mas sinto-me uma escada que sobe até á claridade para sorver a paz que se esconde nas despedidas alcantiladas do desejo.
Extasiada, fico muda e num silêncio tão agudo que me bombardeia o cérebro e me estilhaça a alma.
Na pele ondulam-me girassóis em perpétuas cisões e sinto no corpo dedilharem-me ânsias de fera.
Fecho a porta da guerra, sinto uma mão sobre a minha mão, adormeço enquanto cinjo pétalas e lágrimas em furor insano até que a paz se inclina e se afunda em abraços dados e apertados, colados, coração com coração.
A noite cai em profundas e labirínticas tensões.
Extasiada, fico muda e num silêncio tão agudo que me bombardeia o cérebro e me estilhaça a alma.
Na pele ondulam-me girassóis em perpétuas cisões e sinto no corpo dedilharem-me ânsias de fera.
Fecho a porta da guerra, sinto uma mão sobre a minha mão, adormeço enquanto cinjo pétalas e lágrimas em furor insano até que a paz se inclina e se afunda em abraços dados e apertados, colados, coração com coração.
A noite cai em profundas e labirínticas tensões.
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