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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Curros e Junqueiro: pontes literárias entre Galiza e Portugal

 O volume Curros e Junqueiro: a liberdade e o espírito, de Henrique Manuel Pereira e Lourdes Maceiras, propõe uma leitura renovada das relações literárias entre dois nomes fundamentais da cultura peninsular do século XIX: Manuel Curros Enríquez (1851-1908) e Guerra Junqueiro (1850-1923). A obra, publicada pela Deputación de Ourense, parte de um objeto aparentemente circunscrito (a tradução que Curros fez de alguns poemas de Junqueiro) para explorar um campo mais amplo de afinidades intelectuais e culturais entre a Galiza e Portugal.


Com prefácio assinado por Antonio Piñeiro Feijóo, da Fundação Curros Enríquez, o livro estrutura-se em três planos complementares. Num primeiro momento, os autores apresentam um estudo contextual que examina o diálogo literário entre ambos os poetas, inserindo-o no ambiente cultural do final do século XIX. A análise evidencia o interesse de Curros pela literatura portuguesa contemporânea e a admiração que manifestava por figuras da chamada Geração de 70, entre as quais se destaca Junqueiro. A correspondência e os testemunhos críticos da época revelam um contacto intelectual significativo, ainda que nem sempre documentado por encontros pessoais.

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