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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Produtores florestais alertam que o preço dos combustíveis pode comprometer a limpeza de terrenos

 Os produtores florestais alertaram que a subida dos preços dos combustíveis poderá com-prometer a limpeza dos terrenos e zonas arborizadas, ou perímetros de segurança das habitações e outras estruturas, necessária para evitar a propagação das chamas em caso de incêndio.


O presidente da Associação de Produtores Agrícolas Tradicionais e Ambientais (APATA), Armando Pacheco, disse que o aumento dos preços dos combustíveis vai refletir-se nas operações de limpeza de matas e perímetros urbanos devido aos custos dos fatores de produção.

“Poderá haver situações em que a limpeza das matas e outros perímetros florestais possam não ser executados devido aos elevados custos do aluguer e maquinaria e fatores de produção, devido à subida do preço dos combustíveis”, vincou o dirigente.

A APATA, com sede em Mogadouro, tem cerca de seis mil associados com uma área de ação abrangente como o Norte e Centro de Portugal com uma gestão de 120 mil hectares de terrenos agrícolas e florestais.

Francisco Pinto

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