Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

“Arquiteturas da Vida e da Morte” é tema escolhido para os Encontro de Primavera em Picote

 Os Encontros de Primavera estão de regresso a Picote, em Miranda do Douro, entre 03 e 07 de junho, sob o mote “Arquiteturas da Vida e da Morte”, para reflexão sobre vestígios humanos inscritos na paisagem


Em comunicado, a Associação Frauga, entidade organizadora desta iniciativa, refere que a “Arquiteturas da Vida e da Morte” cruza exposições, performances, cinema, caminhadas, intervenções artísticas, música e momentos de partilha comunitária, envolvendo artistas, investigadores e criadores de diferentes áreas.

“Esta edição propõe, igualmente, uma reflexão artística, antropológica e sensorial sobre os vestígios, as memórias e as marcas humanas inscritas na paisagem do Planalto Mirandês e das Arribas do Douro,” indicou a organização na mesma nota.

Os Encontros da Primavera pretendem afirmar-se como “um dos mais relevantes momentos de criação contemporânea e pensamento cultural no Nordeste Transmontano, promovendo o diálogo entre arte, património, território e comunidade”, vincou a Frauga.

Francisco Pinto

Sem comentários:

Enviar um comentário