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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

VI BIENAL JORGE LIMA BARRETO EM VINHAIS CELEBRA ARTE, MEMÓRIA E CRIAÇÃO CONTEMPORÂNEA

 Vinhais volta a afirmar-se como palco da criação artística contemporânea com a realização da VI Bienal Jorge Lima Barreto, que terá lugar nos dias 26 e 27 de junho, no Centro Cultural local.


O evento presta homenagem ao músico, ensaísta e pensador Jorge Lima Barreto, destacando o seu legado na cultura portuguesa e reunindo, ao longo de dois dias, um programa multidisciplinar que cruza música, performance, poesia, conferências e exposições.

A abertura está agendada para 26 de junho, às 15h00, seguindo-se a conferência “Arquivos de Som e Sorriso”, conduzida por Vítor Rua, figura central da música experimental em Portugal e antigo colaborador de Jorge Lima Barreto no projeto Telectu. O primeiro dia inclui ainda várias exposições, entre elas uma dedicada ao arquivo do artista e outras mostras de arte contemporânea e desenho.

A programação musical inclui o concerto/ópera “A Canção das Criaturas Silenciadas” e atuações que cruzam jazz, música tradicional e experimentação sonora, encerrando o dia com propostas de artistas emergentes da região.

No segundo dia, 27 de junho, a Bienal destaca a vertente comunitária com a apresentação de uma criação coletiva desenvolvida com instituições locais, bem como momentos de música, teatro e oficinas criativas dinamizadas por escolas e associações do concelho. O encerramento ficará a cargo do projeto Expresso Transatlântico, numa atuação que reforça o diálogo entre tradição e inovação musical.

A edição de 2026 assenta em três eixos principais: preservação da memória cultural de Jorge Lima Barreto, incentivo à criação artística contemporânea e envolvimento ativo da comunidade local, com a participação de escolas, IPSS e projetos culturais do território.

Com esta iniciativa, Vinhais reforça a sua aposta na cultura como motor de desenvolvimento, promovendo a aproximação entre artistas, instituições e público, e consolidando a Bienal como uma referência nacional no cruzamento entre arte, pensamento e experimentação contemporânea.

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