Miranda do Douro acolhe nos dias 11 e 12 de junho o Congresso Internacional Arqueologia, com o propósito divulgar a investigação arqueológica de Portugal e Espanha, com incidência na rede de fortificações castrejas.
Segundo o município de Miranda do Douro, no Planalto Mirandês, “os sítios arqueológicos, sobretudo os castros, podem gerar várias dinâmicas turísticas e de qualidade, conjugando-se não só o património arqueológico, muitas vezes esquecido, com o património cultural e natural”.
“Estes sítios arqueológicos podem ser motores de desenvolvimento local, regional, nacional e, por consequência, também internacional. Um dos objetivos passa por estabelecer paralelos científicos e parcerias entre os vários investigadores de forma a fortalecer e dinamizar o processo científico, mas também o turismo sustentável e de qualidade neste território raiana”, avançou a arqueóloga Mónica Salgado
De acordo com a arqueóloga, a rede de castros já existiu, mas precisa de uma nova roupagem identitária, pelo que, é necessário, um diálogo e um debate de conhecimentos de forma a estabelecer novas abordagens que permitam conhecer e interpretar os sítios do passado para os preservar no presente e no futuro.
Francisco Pinto


Sem comentários:
Enviar um comentário