Os resíduos do incêndio que deflagrou há pouco mais de um ano no Complexo Agro-Industrial do Cachão, em Mirandela constituem um perigo para a saúde pública.
A constatação é do eurodeputado do PCP, João Ferreira, que visitou o distrito de Bragança nos últimos dois dias.
O eurodeputado diz ter questionado a autarquia de Mirandela, que afirmou não ter verbas para a remoção dos resíduos, que significaria um investimento de cerca de 240 mil euros. João Ferreira considera urgente encontrar uma solução para o problema.“É sabida a situação perigosa que ali está.
Continua a haver periodicamente alguns reacendimentos, está ali um problema grave de saúde pública que deve ser resolvido pelas autoridades de saúde e pelas autoridades ambientais. Deve haver uma acção no sentido de proceder à remoção coerciva daqueles resíduos, imputando aos proprietários o custo dessa remoção”, salienta o eurodeputado.
O Complexo Agro-Industrial do Cachão está a ser gerido pelas autarquias de Mirandela e Vila Flor que, recentemente, aprovaram o regulamento para o concurso público para colocar o matadouro à venda, por um preço base de três milhões de euros.
João Ferreira afirma que não pode haver privatizações no complexo, devendo existir, sim, investimentos públicos que o tornem num motor de desenvolvimento do sector agro-industrial da região. "Nós vemos o complexo como um valor estratégico para a região que não está a ser aproveitado, pelo contrário, está a ser alienado através da opção pela privatização e pela venda progressiva, em partes, do complexo. É uma infra-estrutura que tem todas as condições para dar um grande impulso à produção regional, em vários sectores, para funcionar como um entreposto de recolha de produtos regionais, de valorização desses produtos, de transformação e de ajuda à comercialização”, considera João Ferreira.
Escrito por Brigantia
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Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Moncorvo reclama intervenção nos frescos da Igreja
Câmara Municipal pede, ainda, à Diocese de Bragança-Miranda o regresso do espólio do Abade Tavares
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo alerta a Direcção Regional de Cultura do Norte para o estado dos frescos na Igreja Matriz, que necessitam de uma intervenção. A mensagem foi deixada pelo presidente do Município, Nuno Gonçalves, no passado dia 18, durante as comemorações do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja, subordinadas ao tema “Comunicar Património”.
No início da sessão, Nuno Gonçalves disse que “comunicar património é o que o município tem vindo a fazer e que se pretende continuar este trabalho com a criação do Centro de Interpretação de Arte Barroca e Centro de Estudos Judaicos”.
O autarca aproveitou, ainda, a ocasião para lançar um apelo ao bispo da Diocese Bragança- Miranda, D. José Cordeiro, para que o espólio do Abade Tavares regresse a Torre de Moncorvo.
A intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais foi sobre o tema “De portas abertas: comunicar e fruir o património da Igreja”. D. Pio Alves alertou para a importância das igrejas estarem de portas abertas para receberem os fiéis, pois são um meio de evangelização.
in:jornalnordeste.com
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo alerta a Direcção Regional de Cultura do Norte para o estado dos frescos na Igreja Matriz, que necessitam de uma intervenção. A mensagem foi deixada pelo presidente do Município, Nuno Gonçalves, no passado dia 18, durante as comemorações do Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja, subordinadas ao tema “Comunicar Património”.
No início da sessão, Nuno Gonçalves disse que “comunicar património é o que o município tem vindo a fazer e que se pretende continuar este trabalho com a criação do Centro de Interpretação de Arte Barroca e Centro de Estudos Judaicos”.
O autarca aproveitou, ainda, a ocasião para lançar um apelo ao bispo da Diocese Bragança- Miranda, D. José Cordeiro, para que o espólio do Abade Tavares regresse a Torre de Moncorvo.
A intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais foi sobre o tema “De portas abertas: comunicar e fruir o património da Igreja”. D. Pio Alves alertou para a importância das igrejas estarem de portas abertas para receberem os fiéis, pois são um meio de evangelização.
in:jornalnordeste.com
“Intervenções Políticas, Profissionais e Cívicas”
Machado Rodrigues lança livro em nome da Cidadania
“Intervenções Políticas, Profissionais e Cívicas” é o título do primeiro livro de Luís Machado Rodrigues. Aos 75 anos, o ex-presidente da Assembleia Municipal de Bragança reuniu em livro as intervenções que mais marcaram o seu percurso neste órgão municipal e na Assembleia da República, ao longo de mais de 20 anos.
O autor diz que este é um livro sem qualquer tipo de pretensão política e que surgiu da necessidade de arquivar os textos que foi produzindo, ficando desta forma imortalizados. “Apercebi-me dos metros lineares de prateleiras de papéis desordenados que tinha e pensei em juntar tudo numa espécie de arquivo em forma de livro, com alguma informação adicional, e por à disposição dos meus amigos”, conta o ex-presidente da Assembleia Municipal.
Luís Machado Rodrigues decidiu abandonar a Assembleia da República, em 2003, por considerar que as políticas que estavam a ser levadas a cabo pelo governo prejudicavam o interior do país. Afirma que se fosse preciso, voltava a agir da mesma forma e lamenta que, passados 11 anos, ainda haja motivos para o mesmo tipo de descontentamento, por “não haver uma política de desenvolvimento do interior como devia haver”. A obra foi apresentada pelo ex-presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, no passado dia 17, no Centro Cultural Adriano Moreira.
in:jornalnordeste.com
“Intervenções Políticas, Profissionais e Cívicas” é o título do primeiro livro de Luís Machado Rodrigues. Aos 75 anos, o ex-presidente da Assembleia Municipal de Bragança reuniu em livro as intervenções que mais marcaram o seu percurso neste órgão municipal e na Assembleia da República, ao longo de mais de 20 anos.
O autor diz que este é um livro sem qualquer tipo de pretensão política e que surgiu da necessidade de arquivar os textos que foi produzindo, ficando desta forma imortalizados. “Apercebi-me dos metros lineares de prateleiras de papéis desordenados que tinha e pensei em juntar tudo numa espécie de arquivo em forma de livro, com alguma informação adicional, e por à disposição dos meus amigos”, conta o ex-presidente da Assembleia Municipal.
Luís Machado Rodrigues decidiu abandonar a Assembleia da República, em 2003, por considerar que as políticas que estavam a ser levadas a cabo pelo governo prejudicavam o interior do país. Afirma que se fosse preciso, voltava a agir da mesma forma e lamenta que, passados 11 anos, ainda haja motivos para o mesmo tipo de descontentamento, por “não haver uma política de desenvolvimento do interior como devia haver”. A obra foi apresentada pelo ex-presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, no passado dia 17, no Centro Cultural Adriano Moreira.
in:jornalnordeste.com
Em Bragança, jantar angaria fundos para a luta contra o cancro
À semelhança de anos anteriores, o Lions Clube de Bragança promoveu um jantar de solidariedade, que se destina à angariação de fundos para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O evento, realizado em Gimonde, contou com cerca de 200 pessoas e possibilitou a angariação de cerca de 4 mil euros para esta causa. Arménio Baptista, representante do Lions de Bragança, mostrou-se agradado “com o resultado”. “Sentimo-nos satisfeitos, porque quando apelamos aos brigantinos eles estão presentes, mais uma vez estão aqui em peso, para dar o seu contributo”, esclarece o membro do clube.
António Machado, coordenador da delegação de Bragança da Liga Portuguesa contra o Cancro, vê com bons olhos esta iniciativa, que já é promovida há cerca de 20 anos. Desde que foi criada a delegação, em Fevereiro do ano passado, o dinheiro angariado tem sido aplicado nas valências da delegação. Graças a este tipo de jantares em 2014 “já foram feitos quatro rastreios, em quatro concelhos abrangendo mais de 600 pessoas, no próximo ano vão ser realizados mais cinco no distrito”, enumera António Machado.
O dinheiro obtido neste evento solidário vai ser aplicado em rastreios de cancro da pele, em apoio social, palestras, cursos de formação e congressos.
in:jornalnordeste.com
O evento, realizado em Gimonde, contou com cerca de 200 pessoas e possibilitou a angariação de cerca de 4 mil euros para esta causa. Arménio Baptista, representante do Lions de Bragança, mostrou-se agradado “com o resultado”. “Sentimo-nos satisfeitos, porque quando apelamos aos brigantinos eles estão presentes, mais uma vez estão aqui em peso, para dar o seu contributo”, esclarece o membro do clube.
António Machado, coordenador da delegação de Bragança da Liga Portuguesa contra o Cancro, vê com bons olhos esta iniciativa, que já é promovida há cerca de 20 anos. Desde que foi criada a delegação, em Fevereiro do ano passado, o dinheiro angariado tem sido aplicado nas valências da delegação. Graças a este tipo de jantares em 2014 “já foram feitos quatro rastreios, em quatro concelhos abrangendo mais de 600 pessoas, no próximo ano vão ser realizados mais cinco no distrito”, enumera António Machado.
O dinheiro obtido neste evento solidário vai ser aplicado em rastreios de cancro da pele, em apoio social, palestras, cursos de formação e congressos.
in:jornalnordeste.com
População brindada com ecopontos domésticos
Missão reciclar passou pela primeira vez pelo Nordeste transmontano
A campanha da Sociedade Ponto Verde, que percorre o País, contemplou também este ano os municípios abrangidos pela Resíduos do Nordeste. Durante a semana passada, a “Missão Reciclar” percorreu os 12 concelhos do distrito de Bragança e Vila Nova de Foz Côa e bateu à porta de mais de 25 mil habitantes para lhe explicar como se deve reciclar e oferecer ecopontos domésticos. O objectivo é convencer quem ainda não recicla a passar a fazê-lo e quem já o faz a adoptar melhores práticas.
António Pereira de 89 anos recebeu a missão reciclar à porta de casa, em Mirandela. Já separa “o vidro, as latas, que vão para o lado do metal, e o papel põe-se no papelão”. Madalena Gabriel admite que quando está em Mirandela não recicla. “Quando estou em Braga, separo tudo, aqui não, mas uma vez que me dizem que há um ecoponto ali atrás, vou começar a separar”, afirma a moradora. Residente em Mirandela, José Augusto está habituado a reciclar. “Há vários anos que faço isso, há os ecopontos e a gente tem de cumprir as determinações”, afirma o reformado de 82 anos.
A iniciativa é fruto da colaboração da Resíduos do Nordeste com a Sociedade Ponto Verde. “A entidade nacional desenvolveu uma missão de sensibilização para a separação de embalagens de outros resíduos e decidiu abranger a nossa área geográfica”, explica Paulo Praça, director-geral da Resíduos do Nordeste.
A equipa fez um contacto directo, “indo a casa das pessoas, bate à porta, interpela directamente as pessoas, dá conselhos e incentiva com a oferta de ecopontos domésticos, procurando que os cidadãos melhorem a sua colaboração na reciclagem”, esclarece o responsável.
Nos 13 concelhos abrangidos pela Resíduos do Nordeste existem 600 ecopontos (um por 233 habitantes) e 14 ecocentros, que receberam o ano passado 2700 toneladas de material reciclável.
in:jornalnordeste.com
A campanha da Sociedade Ponto Verde, que percorre o País, contemplou também este ano os municípios abrangidos pela Resíduos do Nordeste. Durante a semana passada, a “Missão Reciclar” percorreu os 12 concelhos do distrito de Bragança e Vila Nova de Foz Côa e bateu à porta de mais de 25 mil habitantes para lhe explicar como se deve reciclar e oferecer ecopontos domésticos. O objectivo é convencer quem ainda não recicla a passar a fazê-lo e quem já o faz a adoptar melhores práticas.
António Pereira de 89 anos recebeu a missão reciclar à porta de casa, em Mirandela. Já separa “o vidro, as latas, que vão para o lado do metal, e o papel põe-se no papelão”. Madalena Gabriel admite que quando está em Mirandela não recicla. “Quando estou em Braga, separo tudo, aqui não, mas uma vez que me dizem que há um ecoponto ali atrás, vou começar a separar”, afirma a moradora. Residente em Mirandela, José Augusto está habituado a reciclar. “Há vários anos que faço isso, há os ecopontos e a gente tem de cumprir as determinações”, afirma o reformado de 82 anos.
A iniciativa é fruto da colaboração da Resíduos do Nordeste com a Sociedade Ponto Verde. “A entidade nacional desenvolveu uma missão de sensibilização para a separação de embalagens de outros resíduos e decidiu abranger a nossa área geográfica”, explica Paulo Praça, director-geral da Resíduos do Nordeste.
A equipa fez um contacto directo, “indo a casa das pessoas, bate à porta, interpela directamente as pessoas, dá conselhos e incentiva com a oferta de ecopontos domésticos, procurando que os cidadãos melhorem a sua colaboração na reciclagem”, esclarece o responsável.
Nos 13 concelhos abrangidos pela Resíduos do Nordeste existem 600 ecopontos (um por 233 habitantes) e 14 ecocentros, que receberam o ano passado 2700 toneladas de material reciclável.
in:jornalnordeste.com
MIRANDA DO DOURO: PROGRAMA MENTORES PARA IMIGRANTES CHEGA AO CONCELHO
O Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e a câmara de Miranda do Douro vão implementar pela primeira vez na região trasmontana o programa Mentor para Imigrantes, que visa a entreajuda e apoio entre cidadãos residentes e imigrantes.
O programa permite através do voluntariado, o conhecimento mútuo, em que as diferenças se "esbatem na resolução das mesmas dificuldades, preocupações e desafios do dia-a-dia".
Segundo o presidente da autarquia de Miranda do Douro, Artur Nunes o seu município é o "único" em Trás-os-Montes em que vai ser implantado o programa.
A iniciativa, segundo o sítio da Internet do ACM é desenvolvida, por todo o país, por um conjunto de parceiros locais, que através de um sistema de voluntariado, promove experiências de troca, entreajuda e apoio entre cidadãos portugueses e imigrantes.
Para o autarca, esta poderá ser uma " janela de oportunidades" para o acolhimento de imigrantes, os quais poderão desenvolver projeto de empreendedorismo, tratar de documentação específica relacionada com os seus países de origem e ao mesmo tempo promover a integração no concelho onde passarão a residir.
"Uma das ideias passa, igualmente, por uma integração social da juventude no contexto social do concelho e para o fomento do empreendedorismo nas regiões do interior", acrescentou.
Segundo a leitura efetuada por Artur Nunes, o propósito do ACM ter " apostado" no concelho de Miranda do Douro para a celebração de um protocolo desta natureza, "denota apoio institucional" para poder acolher, empregar e principalmente integrar imigrantes jovens na sociedade local.
O protocolo entre o ACM e autarquia de Miranda do Douro foi assinado hoje na Assembleia da República.
in:rba.pt
O programa permite através do voluntariado, o conhecimento mútuo, em que as diferenças se "esbatem na resolução das mesmas dificuldades, preocupações e desafios do dia-a-dia".
Segundo o presidente da autarquia de Miranda do Douro, Artur Nunes o seu município é o "único" em Trás-os-Montes em que vai ser implantado o programa.
A iniciativa, segundo o sítio da Internet do ACM é desenvolvida, por todo o país, por um conjunto de parceiros locais, que através de um sistema de voluntariado, promove experiências de troca, entreajuda e apoio entre cidadãos portugueses e imigrantes.
Para o autarca, esta poderá ser uma " janela de oportunidades" para o acolhimento de imigrantes, os quais poderão desenvolver projeto de empreendedorismo, tratar de documentação específica relacionada com os seus países de origem e ao mesmo tempo promover a integração no concelho onde passarão a residir.
"Uma das ideias passa, igualmente, por uma integração social da juventude no contexto social do concelho e para o fomento do empreendedorismo nas regiões do interior", acrescentou.
Segundo a leitura efetuada por Artur Nunes, o propósito do ACM ter " apostado" no concelho de Miranda do Douro para a celebração de um protocolo desta natureza, "denota apoio institucional" para poder acolher, empregar e principalmente integrar imigrantes jovens na sociedade local.
O protocolo entre o ACM e autarquia de Miranda do Douro foi assinado hoje na Assembleia da República.
in:rba.pt
Novo balneário termal das Caldas de S. Lourenço vai custar 2,5 milhões de euros
A câmara de Carrazeda de Ansiães quer construir um novo balneário termal nas Caldas de S. Lourenço.
O projeto, orçamentado em 2,5 milhões de euros, está em fase de obtenção de pareceres com vista à sua aprovação, adiantou José Luís Correia, autarca do concelho, na conferência ‘Termas Criativas. Um desafio para a inovação’, que se realizou o passado sábado, em Carrazeda de Ansiães. Este será o maior investimento a realizar no concelho em termos financeiros nos anos mais próximos. “O projeto foi enviado para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte para que sejam emitidos os respectivos pareceres, de seguida terá a câmara de o aprovar. Quando estiverem reunidas as condições será posto a concurso”, explicou o edil, que não quis avançar datas para o início das obras. “É uma obra que já devia estar feita há muitos anos”, referiu.
A ideia de recuperar as termas não é nova. O estudo hidrológico já foi concluído, mas o recurso “está subaproveitado”, admitiu José Luís Correia. Todavia a esperança de que venha a ser um pólo de desenvolvimento mantém-se. “S. Lourenço foi motivo de ilusão e de desilusão, mas no qual acreditamos, pois é um pretexto de oportunidades”, afirmou.
As termas funcionam em instalações provisórias, com um balneário que foi utilizado para a realização do estudo médico-hidrológico, mas que funciona, pois está licenciado e autorizado para banhos e tratamentos. Para o projeto avançar é preciso abastecer o complexo de água potável e avançar com as infraestruturas de saneamento.
A estratégia para o turismo em Carrazeda de Ansiães passa pelas termas associadas ao aproveitamento das potencialidades do Parque do Vale do Tua, património histórico rico, como o castelo de Ansiães, o Museu da Memória Rural de Vilarinho, a Brunheda, o Douro e a Senhora da Ribeira. “Acredito no futuro do concelho e nas oportunidades que temos. O S. Lourenço e a loja interactiva dão o último contributo, é a cereja em cima do bolo”, afirmou o autarca.
in:mdb.pt
O projeto, orçamentado em 2,5 milhões de euros, está em fase de obtenção de pareceres com vista à sua aprovação, adiantou José Luís Correia, autarca do concelho, na conferência ‘Termas Criativas. Um desafio para a inovação’, que se realizou o passado sábado, em Carrazeda de Ansiães. Este será o maior investimento a realizar no concelho em termos financeiros nos anos mais próximos. “O projeto foi enviado para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte para que sejam emitidos os respectivos pareceres, de seguida terá a câmara de o aprovar. Quando estiverem reunidas as condições será posto a concurso”, explicou o edil, que não quis avançar datas para o início das obras. “É uma obra que já devia estar feita há muitos anos”, referiu.
A ideia de recuperar as termas não é nova. O estudo hidrológico já foi concluído, mas o recurso “está subaproveitado”, admitiu José Luís Correia. Todavia a esperança de que venha a ser um pólo de desenvolvimento mantém-se. “S. Lourenço foi motivo de ilusão e de desilusão, mas no qual acreditamos, pois é um pretexto de oportunidades”, afirmou.
As termas funcionam em instalações provisórias, com um balneário que foi utilizado para a realização do estudo médico-hidrológico, mas que funciona, pois está licenciado e autorizado para banhos e tratamentos. Para o projeto avançar é preciso abastecer o complexo de água potável e avançar com as infraestruturas de saneamento.
A estratégia para o turismo em Carrazeda de Ansiães passa pelas termas associadas ao aproveitamento das potencialidades do Parque do Vale do Tua, património histórico rico, como o castelo de Ansiães, o Museu da Memória Rural de Vilarinho, a Brunheda, o Douro e a Senhora da Ribeira. “Acredito no futuro do concelho e nas oportunidades que temos. O S. Lourenço e a loja interactiva dão o último contributo, é a cereja em cima do bolo”, afirmou o autarca.
in:mdb.pt
AVC diminui em Bragança, uma das regiões mais afetadas
O distrito de Bragança, uma das regiões portuguesas com maior incidência de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC), registou na última década uma redução do número de casos e de mortalidade, foi hoje divulgado numa sessão sobre a doença.
Médicos e outros profissionais ligados à doença reuniram-se hoje, em Bragança, numa sessão sob o mote "Parceria Anti AVC", iniciativa da Sociedade Portuguesa de AVC, na véspera do dia mundial do Acidente Vascular Cerebral, que se assinala a 29 de outubro.
O distrito de Bragança registou uma redução de cerca de 100 casos por ano, segundo dados revelados por Jorge Poço, responsável pela Unidade de AVC da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste.
De acordo com o responsável, "há uma década eram registados 500 casos na região e agora são registados 410 a 420 por ano".
"Parece que está a haver alguma redução em termos de taxa de incidência e de mortalidade no AVC", observou.
O médico afirmou que ainda é ´"um pouco difícil" avaliar os fatores que contribuem para este decréscimo, mas considerou que "pode ser motivado por uma atitude mais agressiva por parte dos cuidados de saúde primários em termos do controlo dos fatores de risco e também a Unidade de AVC já ter vários anos de atividade, o que leva a que seja feito um maior controlo destes doentes.
A redução da população nesta região, que perdeu 12 mil habitantes numa década, é também um indicador considerado, porém Jorge Poço ressalva que "se calhar a população que diminui não é muito a idosa, será mais a jovem que emigrou" e a incidência da doença é maior com a idade.
A distância, sobretudo da população do sul do distrito, do principal hospital da região, o de Bragança, que fica a 100 quilómetros de alguns concelhos, continua a ser apontada entre as dificuldades no acesso à saúde em geral e particularmente no AVC, em que é o tempo é determinante.
A Via Verde do AVC e a fibrinólise, o medicamento que pode reverter os danos causados, só estão disponíveis no hospital de Bragança.
A região dispõe de uma Unidade de AVC em Macedo de Cavaleiros com nove camas por onde passam menos de metade dos doentes.
"O ideal seria que todos passassem pela unidade, mas nem cá, nem a nível internacional é fácil que isso aconteça", afirmou o médico.
O presidente da Sociedade portuguesa de AVC, Castro Lopes, participou no encontro, em Bragança, onde confirmou a tendência regional e também nacional da redução da taxa de incidência do AVC.
Castro Lopes lembrou que, este ano, o Dia Mundial do AVC dá especial atenção à mulher, porque se trata de "uma doença ligada ao envelhecimento e ela vive mais tempo, e com mais mulheres idosas, o AVC tem tendência a ser mais frequente".
A Sociedade Portuguesa de AVC lançou também um prémio de jornalismo sobre a doença para estimular a divulgação das medidas preventivas e de alerta para o sintomas: perda de força, problemas na fala e paralisia da face.
Lusa
Médicos e outros profissionais ligados à doença reuniram-se hoje, em Bragança, numa sessão sob o mote "Parceria Anti AVC", iniciativa da Sociedade Portuguesa de AVC, na véspera do dia mundial do Acidente Vascular Cerebral, que se assinala a 29 de outubro.
O distrito de Bragança registou uma redução de cerca de 100 casos por ano, segundo dados revelados por Jorge Poço, responsável pela Unidade de AVC da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste.
De acordo com o responsável, "há uma década eram registados 500 casos na região e agora são registados 410 a 420 por ano".
"Parece que está a haver alguma redução em termos de taxa de incidência e de mortalidade no AVC", observou.
O médico afirmou que ainda é ´"um pouco difícil" avaliar os fatores que contribuem para este decréscimo, mas considerou que "pode ser motivado por uma atitude mais agressiva por parte dos cuidados de saúde primários em termos do controlo dos fatores de risco e também a Unidade de AVC já ter vários anos de atividade, o que leva a que seja feito um maior controlo destes doentes.
A redução da população nesta região, que perdeu 12 mil habitantes numa década, é também um indicador considerado, porém Jorge Poço ressalva que "se calhar a população que diminui não é muito a idosa, será mais a jovem que emigrou" e a incidência da doença é maior com a idade.
A distância, sobretudo da população do sul do distrito, do principal hospital da região, o de Bragança, que fica a 100 quilómetros de alguns concelhos, continua a ser apontada entre as dificuldades no acesso à saúde em geral e particularmente no AVC, em que é o tempo é determinante.
A Via Verde do AVC e a fibrinólise, o medicamento que pode reverter os danos causados, só estão disponíveis no hospital de Bragança.
A região dispõe de uma Unidade de AVC em Macedo de Cavaleiros com nove camas por onde passam menos de metade dos doentes.
"O ideal seria que todos passassem pela unidade, mas nem cá, nem a nível internacional é fácil que isso aconteça", afirmou o médico.
O presidente da Sociedade portuguesa de AVC, Castro Lopes, participou no encontro, em Bragança, onde confirmou a tendência regional e também nacional da redução da taxa de incidência do AVC.
Castro Lopes lembrou que, este ano, o Dia Mundial do AVC dá especial atenção à mulher, porque se trata de "uma doença ligada ao envelhecimento e ela vive mais tempo, e com mais mulheres idosas, o AVC tem tendência a ser mais frequente".
A Sociedade Portuguesa de AVC lançou também um prémio de jornalismo sobre a doença para estimular a divulgação das medidas preventivas e de alerta para o sintomas: perda de força, problemas na fala e paralisia da face.
Lusa
CASA REGIONAL DOS TRANSMONTANOS E ALTO DURIENSES DO PORTO 30º ANIVERSÁRIO
A Festa do 30º Aniversário da Casa Regional dos Transmontanos e Alto Durienses do Porto realiza-se no dia 8 de novembro de 2014.
A animação será tanto maior quanto maior for a participação, pelo que, a Direção convida à participação todos os seus associados, familiares e amigos para as comemorações.
Confirmamos a participação de um grupo significativo de Sócios Fundadores entre os quais o associado nº 4, Eduardo Taveira da Mota, elemento fundamental e decisivo na criação da Casa Regional dos Transmontanos e Durienses do Porto, em 30 de outubro de 1984.
PROGRAMA
10:30 horas - Hastear da Bandeira na CASA (rua de Costa Cabral,1037, Porto)
11:30 horas - Missa na Igreja da Areosa
13:00 horas - Almoço na Quinta do Galo (Castelo da Maia)
15:00 horas - Tarde de convívio e animação (bolo de aniversário e champanhe)
18:00 horas - Magusto e caldo verde
in:diario.netbila.net
A animação será tanto maior quanto maior for a participação, pelo que, a Direção convida à participação todos os seus associados, familiares e amigos para as comemorações.
Confirmamos a participação de um grupo significativo de Sócios Fundadores entre os quais o associado nº 4, Eduardo Taveira da Mota, elemento fundamental e decisivo na criação da Casa Regional dos Transmontanos e Durienses do Porto, em 30 de outubro de 1984.
PROGRAMA
10:30 horas - Hastear da Bandeira na CASA (rua de Costa Cabral,1037, Porto)
11:30 horas - Missa na Igreja da Areosa
13:00 horas - Almoço na Quinta do Galo (Castelo da Maia)
15:00 horas - Tarde de convívio e animação (bolo de aniversário e champanhe)
18:00 horas - Magusto e caldo verde
in:diario.netbila.net
José Manuel Fernandes promove concurso “A escola na Europa”
O eurodeputado José Manuel Fernandes esteve ontem no agrupamento de escolas de Macedo de Cavaleiros para apresentar o concurso por ele implementado, “A escola na Europa”.
Este concurso tem como objetivo fomentar o interesse, conhecimento e debate sobre a União Europeia e sobre as instituições a ela ligadas. Os temas abordados devem voltados para a região em questão, neste caso, o distrito de Bragança.
José Manuel Fernandes explica que quer que os alunos entendam a importância que a UE pode ter na região.
O eurodeputado diz que as “especificidades” da região transmontana devem ser motivo de orgulho e esperança para sobressair no espaço europeu.
Este prémio divide-se em três escalões: um para os alunos do 1º ciclo; um para os alunos de 2º e 3º ciclo; e um outro para os alunos do secundário e de cursos profissionais.
Os prémios vão de 250€ em dinheiro até uma viagem ao Parlamento Europeu, em Bruxelas. É o próprio eurodeputado quem vai assumir os custos financeiros dos prémios monetários.
O papel dos professores também não foi esquecido.
José Manuel Fernandes esteve também em reunião com associações de desenvolvimento local e autarquias.
O eurodeputado, e coordenador da Comissão dos Orçamentos do Partido Popular Europeu, acrescenta ainda que nesta visita à região quer ser “útil ao território” ao dar “informações e sugestões” que possam ser importantes para a região aproveitar os fundos do Quadro Comunitário 14-20.
Quanto a este concurso, “A escola na Europa”, vai prolongar-se, pelo menos, quatro anos, duração do mandato do eurodeputado.
Escrito por ONDA LIVRE
Este concurso tem como objetivo fomentar o interesse, conhecimento e debate sobre a União Europeia e sobre as instituições a ela ligadas. Os temas abordados devem voltados para a região em questão, neste caso, o distrito de Bragança.
José Manuel Fernandes explica que quer que os alunos entendam a importância que a UE pode ter na região.
O eurodeputado diz que as “especificidades” da região transmontana devem ser motivo de orgulho e esperança para sobressair no espaço europeu.
Este prémio divide-se em três escalões: um para os alunos do 1º ciclo; um para os alunos de 2º e 3º ciclo; e um outro para os alunos do secundário e de cursos profissionais.
Os prémios vão de 250€ em dinheiro até uma viagem ao Parlamento Europeu, em Bruxelas. É o próprio eurodeputado quem vai assumir os custos financeiros dos prémios monetários.
O papel dos professores também não foi esquecido.
José Manuel Fernandes esteve também em reunião com associações de desenvolvimento local e autarquias.
Quanto a este concurso, “A escola na Europa”, vai prolongar-se, pelo menos, quatro anos, duração do mandato do eurodeputado.
Escrito por ONDA LIVRE
Menina encontrada junto aos CTT de Macedo de Cavaleiros
Hoje de manhã, uma criança com cerca de 5 anos foi encontrada junto à porta do posto dos correios de Macedo de Cavaleiros.
Cerca das 10h da manhã, a menina, que terá cerca de 5 anos, apenas na posse de um saco de plástico cujo conteúdo se desconhece, estaria à porta dos CTT, no centro da cidade. O facto de estar sozinha e a chorar terá chamado a atenção de alguns transeuntes e lojistas, que alertaram a GNR, que terá acabado por levar a criança.
Ainda não foi possível obter informações oficiais, por isso, até ao momento, desconhecem-se as circunstâncias deste caso.
(Notícia em atualização)
Escrito por ONDA LIVRE
Cerca das 10h da manhã, a menina, que terá cerca de 5 anos, apenas na posse de um saco de plástico cujo conteúdo se desconhece, estaria à porta dos CTT, no centro da cidade. O facto de estar sozinha e a chorar terá chamado a atenção de alguns transeuntes e lojistas, que alertaram a GNR, que terá acabado por levar a criança.
Ainda não foi possível obter informações oficiais, por isso, até ao momento, desconhecem-se as circunstâncias deste caso.
(Notícia em atualização)
Escrito por ONDA LIVRE
Média de demora a pagar a fornecedores agravada pela dívida à Águas de Trás-os-Montes
O vereador do Desenvolvimento Económico e do Património Financeiro do município macedense garante que, se não fosse a dívida à Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro, o número de dias que Macedo de Cavaleiros demora, em média, a pagar aos fornecedores seria inferior.
Segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, expresso no site da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, em 2013 o município macedense demorava, em média, 379 dias a saldar contas.
Rui Costa afirma que se não houvesse dívida para com a Água de Trás-os-Montes e Alto Douro, essa média estaria em menos de 60 dias.
Macedo de Cavaleiros ocupa o número 22, num total de 35, da lista das câmaras que mais demoram a pagar.
Rui Costa, vereador do Desenvolvimento Económico e do Património Financeiro, admite que o que inflaciona esta estimativa é a dívida de cerca de 6 milhões de euros à Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro. Dívida essa que está a ser negociada, com a cedência de imóveis pertencentes ao município à entidade que gere a águas e os resíduos transmontanos, em troca de abatimento financeiro no passivo.
Escrito por ONDA LIVRE
Segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, expresso no site da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, em 2013 o município macedense demorava, em média, 379 dias a saldar contas.
Rui Costa afirma que se não houvesse dívida para com a Água de Trás-os-Montes e Alto Douro, essa média estaria em menos de 60 dias.
Macedo de Cavaleiros ocupa o número 22, num total de 35, da lista das câmaras que mais demoram a pagar.
Rui Costa, vereador do Desenvolvimento Económico e do Património Financeiro, admite que o que inflaciona esta estimativa é a dívida de cerca de 6 milhões de euros à Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro. Dívida essa que está a ser negociada, com a cedência de imóveis pertencentes ao município à entidade que gere a águas e os resíduos transmontanos, em troca de abatimento financeiro no passivo.
Escrito por ONDA LIVRE
Memórias do Visconde de Vila Maior foram apresentadas em livro
A Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo recebeu no dia 25 de Outubro a apresentação do livro “Memórias do Visconde de Vila Maior - Júlio Máximo de Oliveira Pimentel”.
O Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, deu início à cerimónia referindo que “ talvez este seja um dos livros mais marcantes que aqui apresentamos.” Salientou ainda que “é uma honra para o Município de Torre de Moncorvo acolher um livro daquele que foi uma das figuras mais distintas do nosso concelho.”
Seguiu-se a intervenção de Jorge Fragoso, da Palimage editora, e a apresentação da obra por parte do Professor Adriano Vasco Rodrigues, começando a sua intervenção por dizer que “ é como muita satisfação e orgulho intelectual que apresento este meritório e laborioso trabalho da Dra. Adília 2 Fernandes”. Destacou ainda o interesse deste livro, “não só pelas ocorrências em Portugal mas também no estrangeiro, onde o autor viveu e conviveu.”
Falou também ao público presente Adília Fernandes, que efetuou as transcrições do diário, explicando que contém a vida do Visconde na primeira pessoa. Salientou que Moncorvo está muito presente nestas memórias e que na sua opinião “ resgatar estes diários é resgatar a memória deste ilustre moncorvense e prestar-lhe assim um valioso tributo.”
Por fim Manuel Pimentel Quartin Bastos, trineto do Visconde Vila Maior, partilhou com os presentes algumas impressões com que ficou do seu trisavô, após a leitura destas memórias.
in:noticiasdonordeste.pt
O Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, deu início à cerimónia referindo que “ talvez este seja um dos livros mais marcantes que aqui apresentamos.” Salientou ainda que “é uma honra para o Município de Torre de Moncorvo acolher um livro daquele que foi uma das figuras mais distintas do nosso concelho.”
Seguiu-se a intervenção de Jorge Fragoso, da Palimage editora, e a apresentação da obra por parte do Professor Adriano Vasco Rodrigues, começando a sua intervenção por dizer que “ é como muita satisfação e orgulho intelectual que apresento este meritório e laborioso trabalho da Dra. Adília 2 Fernandes”. Destacou ainda o interesse deste livro, “não só pelas ocorrências em Portugal mas também no estrangeiro, onde o autor viveu e conviveu.”
Falou também ao público presente Adília Fernandes, que efetuou as transcrições do diário, explicando que contém a vida do Visconde na primeira pessoa. Salientou que Moncorvo está muito presente nestas memórias e que na sua opinião “ resgatar estes diários é resgatar a memória deste ilustre moncorvense e prestar-lhe assim um valioso tributo.”
Por fim Manuel Pimentel Quartin Bastos, trineto do Visconde Vila Maior, partilhou com os presentes algumas impressões com que ficou do seu trisavô, após a leitura destas memórias.
in:noticiasdonordeste.pt
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Paradela - o primeiro local do País onde nasce o sol
O Douro rompe por entre rochedos imponentes cobertos de vegetação. A beleza da paisagem natural deslumbra quem se desloca ao miradouro da Penha das Torres, na freguesia de Paradela, concelho de Miranda do Douro. Este local é o cartão de visita desta localidade fronteiriça, onde as histórias do contrabando ou das simples relações comerciais entre Portugal e Espanha fazem parte da memória das pessoas mais antigas.
"O miradouro é um local muito atractivo. Vêm pessoas da região e de diversos pontos do País. Chegam a vir autocarros cheios de gente do litoral e, aquando da concentração motard, até vêm pessoas do Algarve", salienta o presidente da Junta de Freguesia de Paradela, Emílio Sebastião.
Para tornar esta zona ainda mais aprazível, o autarca afirma que a Junta vai melhorar o acesso e colocar placas com informação alusiva à história da freguesia. Através destes painéis em lousa, os visitantes poderão ficar a saber que Paradela fica situada no extremo nordeste do território, no ponto mais oriental de Portugal. A sua localização dá-lhe o privilégio de ser a primeira localidade do País onde nasce o sol.
Segundo Emílio Sebastião, que confessa que não costuma ter muita atenção às horas, no Verão, os primeiros raios aparecem ainda antes das 6 da manhã. No Inverno, o sol deverá nascer pouco depois das 7 horas.
Trata-se de um dado curioso que se associa a outras efemérides que enriquecem a história desta freguesia. A caminho do miradouro é possível contemplar um castanheiro centenário que ganhou o primeiro prémio no concurso "Em busca da maior árvore do Parque Natural do Douro Internacional", realizado em 1999. As dimensões dão-lhe o estatuto do maior castanheiro das redondezas, com 16,90 metros de altura, 4,90 metros de perímetro e um diâmetro médio da copa de 23,90 metros.
Jovens de Paradela rumam a Espanha para trabalhar e regressam diariamente à sua terra natal
As origens do nome da freguesia também deverão ser incluídas nas placas informativas. Dizem os antigos que Paradela surgiu pelo facto de ser um local de passagem e de paragem das pessoas que se deslocavam entre Miranda e Zamora. "Vinham a cavalo e paravam junto à ribeira que separa os dois países a descansar, daí o nome Paradela", reforça Emílio Esteves.
A proximidade com Espanha (a 2 quilómetros do Castro de Alcanices, 25 de Alcanices e 45 de Zamora) contribui para a freguesia manter a população jovem. "Alguns trabalham em Miranda, mas há muitos que se deslocam diariamente para Espanha, onde laboram na construção civil", realça o presidente da Junta.
As trocas comerciais com Espanha foram-se esvanecendo, mas na história ficaram as aventuras dos contrabandistas, bem como as taxas que se pagavam no mercado transfronteiriço. "À saída para o Castro há um cruzeiro, que fica no meio duma eira, onde se realizava uma feira. Ali eram depositadas as contribuições sobre os produtos que eram comercializados entre os dois países", explica Emílio Sebastião.
As minas de estanho também representam um passado próspero. "Quando era garota a minha mãe mandava-me à procura de chinicas (pedrinhas) de estanho, para ir vender à feira de Miranda. Uma vez encontrei uma pedra que tinha para aí um quilo, na altura valia muito dinheiro", conta Maria Luísa Vicente, de 81 anos.
in:expresso.sapo.pt
30 junho 2009
"O miradouro é um local muito atractivo. Vêm pessoas da região e de diversos pontos do País. Chegam a vir autocarros cheios de gente do litoral e, aquando da concentração motard, até vêm pessoas do Algarve", salienta o presidente da Junta de Freguesia de Paradela, Emílio Sebastião.
Para tornar esta zona ainda mais aprazível, o autarca afirma que a Junta vai melhorar o acesso e colocar placas com informação alusiva à história da freguesia. Através destes painéis em lousa, os visitantes poderão ficar a saber que Paradela fica situada no extremo nordeste do território, no ponto mais oriental de Portugal. A sua localização dá-lhe o privilégio de ser a primeira localidade do País onde nasce o sol.
Segundo Emílio Sebastião, que confessa que não costuma ter muita atenção às horas, no Verão, os primeiros raios aparecem ainda antes das 6 da manhã. No Inverno, o sol deverá nascer pouco depois das 7 horas.
Trata-se de um dado curioso que se associa a outras efemérides que enriquecem a história desta freguesia. A caminho do miradouro é possível contemplar um castanheiro centenário que ganhou o primeiro prémio no concurso "Em busca da maior árvore do Parque Natural do Douro Internacional", realizado em 1999. As dimensões dão-lhe o estatuto do maior castanheiro das redondezas, com 16,90 metros de altura, 4,90 metros de perímetro e um diâmetro médio da copa de 23,90 metros.
Jovens de Paradela rumam a Espanha para trabalhar e regressam diariamente à sua terra natal
As origens do nome da freguesia também deverão ser incluídas nas placas informativas. Dizem os antigos que Paradela surgiu pelo facto de ser um local de passagem e de paragem das pessoas que se deslocavam entre Miranda e Zamora. "Vinham a cavalo e paravam junto à ribeira que separa os dois países a descansar, daí o nome Paradela", reforça Emílio Esteves.
A proximidade com Espanha (a 2 quilómetros do Castro de Alcanices, 25 de Alcanices e 45 de Zamora) contribui para a freguesia manter a população jovem. "Alguns trabalham em Miranda, mas há muitos que se deslocam diariamente para Espanha, onde laboram na construção civil", realça o presidente da Junta.
As trocas comerciais com Espanha foram-se esvanecendo, mas na história ficaram as aventuras dos contrabandistas, bem como as taxas que se pagavam no mercado transfronteiriço. "À saída para o Castro há um cruzeiro, que fica no meio duma eira, onde se realizava uma feira. Ali eram depositadas as contribuições sobre os produtos que eram comercializados entre os dois países", explica Emílio Sebastião.
As minas de estanho também representam um passado próspero. "Quando era garota a minha mãe mandava-me à procura de chinicas (pedrinhas) de estanho, para ir vender à feira de Miranda. Uma vez encontrei uma pedra que tinha para aí um quilo, na altura valia muito dinheiro", conta Maria Luísa Vicente, de 81 anos.
in:expresso.sapo.pt
30 junho 2009
Examinador do megaprocesso de currupção, de Mirandela, suspeito de branqueamento de capitais
Um dos examinadores do centro de exames de Mirandela, que está em prisão preventiva, acusado de estar envolvido no megaprocesso de corrupção passiva agravada na atribuição de cartas de condução, está agora indiciado em outro processo, por branqueamento de capitais.
De acordo com a Procuradoria-Geral Distrital do Porto, há indícios de que, com parte dos lucros obtidos com as práticas, alegadamente, corruptivas, o examinador terá adquirido, em Julho de 2009, uma mota, por mais de 21 mil euros. Em Setembro de 2010, foi comprada uma mota de água, por 14 mil e 500 euros. Em Outubro de 2010, foram pagos 28 mil euros por um automóvel e em Maio de 2012, foram gastos 44 mil euros para adquirir outra viatura.
O pai e a mãe do examinador do centro de exames de Mirandela também são acusados do mesmo crime de branqueamento de capitais, pelo Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto, por terem ajudado a dissimular os proveitos, ao longo dos anos, já que terão aceitado registar aqueles bens nos seus nomes.
Recordo que este examinador é um dos cinco arguidos que estão em prisão preventiva, desde Julho de 2013, altura em que foram detidos pela PJ, por suspeita da prática de corrupção passiva agravada num esquema que durava desde 2004, que envolvia os centros de exames de Mirandela e Bragança, onde, segundo a acusação, ser analfabeto ou chumbar não era obstáculo para ter carta. Bastava pagar entre 2500 a 4 mil euros. Ainda segundo, a acusação, houve quem entregasse ovelhas e uma mulher aceitou fazer sexo, em vez de pagar em dinheiro.
O Ministério Público acusou 116 arguidos, incluindo algumas escolas de condução num megaprocesso que já tem despacho de acusação, mas que ainda não começou a ser julgado.
Informação CIR (Rádio Terra Quente)
De acordo com a Procuradoria-Geral Distrital do Porto, há indícios de que, com parte dos lucros obtidos com as práticas, alegadamente, corruptivas, o examinador terá adquirido, em Julho de 2009, uma mota, por mais de 21 mil euros. Em Setembro de 2010, foi comprada uma mota de água, por 14 mil e 500 euros. Em Outubro de 2010, foram pagos 28 mil euros por um automóvel e em Maio de 2012, foram gastos 44 mil euros para adquirir outra viatura.
O pai e a mãe do examinador do centro de exames de Mirandela também são acusados do mesmo crime de branqueamento de capitais, pelo Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto, por terem ajudado a dissimular os proveitos, ao longo dos anos, já que terão aceitado registar aqueles bens nos seus nomes.
Recordo que este examinador é um dos cinco arguidos que estão em prisão preventiva, desde Julho de 2013, altura em que foram detidos pela PJ, por suspeita da prática de corrupção passiva agravada num esquema que durava desde 2004, que envolvia os centros de exames de Mirandela e Bragança, onde, segundo a acusação, ser analfabeto ou chumbar não era obstáculo para ter carta. Bastava pagar entre 2500 a 4 mil euros. Ainda segundo, a acusação, houve quem entregasse ovelhas e uma mulher aceitou fazer sexo, em vez de pagar em dinheiro.
O Ministério Público acusou 116 arguidos, incluindo algumas escolas de condução num megaprocesso que já tem despacho de acusação, mas que ainda não começou a ser julgado.
Informação CIR (Rádio Terra Quente)
Exposição no Centro de Fotografia Georges Dussaud
500 Anos da atribuição do Foral à Vila de Outeiro e a Proclamação da Basílica do Santo Cristo
A Junta de Freguesia de Outeiro, tem a honra de convidar todos os estimados conterrâneos espalhados pela diáspora, a virem participar nas Celebrações de duas Datas Históricas para esta Freguesia.
Os 500 Anos da atribuição do Foral à Vila de Outeiro e a Proclamação da Basílica do Santo Cristo.
As comemorações terão lugar em Outeiro nos próximos dias 7, 8 e 9 de novembro.
Saudações Cordiais.
Viva OUTEIRO
Os 500 Anos da atribuição do Foral à Vila de Outeiro e a Proclamação da Basílica do Santo Cristo.
As comemorações terão lugar em Outeiro nos próximos dias 7, 8 e 9 de novembro.
Saudações Cordiais.
Viva OUTEIRO
Mogadouro vai instalar laboratório para estudar cogumelos silvestres
A Câmara de Mogadouro e instituições de ensino superior iniciaram conversações para a criação de um laboratório destinado a analisar os cogumelos silvestres que aparecem na região, de forma evitar intoxicações provocadas pela ingestão de alguns destes fungos.
Em declarações prestadas hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Mogadouro, Francisco Guimarães, disse que já foram estabelecidas os primeiros contactos com a Universidade de Trás-os-Montes e com Instituto Politécnico de Bragança para dar início ao projeto.
Variadas espécies deste tipo de fungos encontram-se nas matas e soutos de Mogadouro, "a Capital de Cogumelo".
"Precisamos de uma laboratório onde os cogumelos possam vir a ser estudados [por especialistas] e se possam desenvolver novas espécies. Para este efeito, está pensada a criação de espaço de investigação que ficará alojado no futuro Centro Interpretativo do Mundo Rural, em fase de construção", acrescentou o responsável.
Está ainda pensada a criação de um campo experimental, no espaço contígua exterior, para ajudar a identificar espécies, que será aberto aos micólogos amadores, tudo porque os cogumelos são considerados " comida de risco".
"Outra das ideias alocadas ao projeto [laboratório] é a de incentivar as pessoas a produzirem cogumelos silvestres, devido ao seu potencial gastronómico e económico", disse o autarca.
O autarca anuncia estes projetos numa altura em que se prepara em Mogadouro o XVI Encontro Micológico Trasmontano. O evento está programado para os dias de sexta-feira a domingo.
O encontro micológico será igualmente o ponto partida para uma semana gastronómica dedicada ao cogumelo e que estará patente em Mogadouro de 01 a 09 de novembro e com a adesão de cerca de uma dezena de restaurantes locais.
A iniciativa é da responsabilidade do município de Mogadouro e da Associação Micológica " A Pantorra", entidades que este ano escolheram a fotografia como mote para o encontro micológico.
Segundo os especialistas, este ano há muitos cogumelos na região trasmontana, mas com pouca qualidade devido ao calor que se faz sentir.
Lusa
Em declarações prestadas hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Mogadouro, Francisco Guimarães, disse que já foram estabelecidas os primeiros contactos com a Universidade de Trás-os-Montes e com Instituto Politécnico de Bragança para dar início ao projeto.
Variadas espécies deste tipo de fungos encontram-se nas matas e soutos de Mogadouro, "a Capital de Cogumelo".
"Precisamos de uma laboratório onde os cogumelos possam vir a ser estudados [por especialistas] e se possam desenvolver novas espécies. Para este efeito, está pensada a criação de espaço de investigação que ficará alojado no futuro Centro Interpretativo do Mundo Rural, em fase de construção", acrescentou o responsável.
Está ainda pensada a criação de um campo experimental, no espaço contígua exterior, para ajudar a identificar espécies, que será aberto aos micólogos amadores, tudo porque os cogumelos são considerados " comida de risco".
"Outra das ideias alocadas ao projeto [laboratório] é a de incentivar as pessoas a produzirem cogumelos silvestres, devido ao seu potencial gastronómico e económico", disse o autarca.
O autarca anuncia estes projetos numa altura em que se prepara em Mogadouro o XVI Encontro Micológico Trasmontano. O evento está programado para os dias de sexta-feira a domingo.
O encontro micológico será igualmente o ponto partida para uma semana gastronómica dedicada ao cogumelo e que estará patente em Mogadouro de 01 a 09 de novembro e com a adesão de cerca de uma dezena de restaurantes locais.
A iniciativa é da responsabilidade do município de Mogadouro e da Associação Micológica " A Pantorra", entidades que este ano escolheram a fotografia como mote para o encontro micológico.
Segundo os especialistas, este ano há muitos cogumelos na região trasmontana, mas com pouca qualidade devido ao calor que se faz sentir.
Lusa
Torre de Moncorvo - Companhia local leva teatro aos lugares mais recônditos
Os lugares mais recônditos do Interior do país, no Norte e Centro, fazem nos últimos seis anos o roteiro do teatro amador «Alma de Ferro», uma pequena companhia com sede em Torre de Moncorvo.
Após duas acções de formação, a pequena companhia depressa se «emancipou» criando a partir do núcleo inicial um grupo que tanto representa peças de autor integradas no Plano Nacional de Leitura como produções próprias ou figurações em diversas iniciativas na sua região de influência.
«Estes últimos anos têm ditado muita aprendizagem, mas continuamos a frequentar todos fóruns de teatro, por norma duas vezes por ano, os que nos tem permitido abraçar projectos teatrais mais globais e complexos», explicou Américo Monteiro, director da companhia de teatro.
Nascida num antigo celeiro, situado na antiga estação de caminho-de-ferro local, a companhia começou depois a pisar o palco do Teatro Municipal de Torre de Moncorvo, um casa com mais de meia década historia, agora recuperada pela autarquia.
“Falar Verdade a Mentir”, de Almeida Garrett, ou o “Morgado de Fafe Amoroso”, de Camilo Castelo Branco, «têm sido trabalhos levados às escolas e que nos têm permitido percorrer outros caminhos com algumas inovações, quer ao nível da encenação ou direcção de actores», acrescentou Américo Monteiro.
A Associação GAFT - Alma de Ferro, nasceu de uma ideia de criar uma grupo teatral dinâmico que soubesse levar a arte teatral um pouco para todo o Interior e mostra as artes cénicas a um público que está privado de produções teatrais mais elaboradas.
O nome da companhia tem a ver com hematite (oxido de ferro) que é extraída na serra do Reboredo, sobranceira à vila de Torre de Moncorvo, e que serviu de inspiração para demonstrar a vontade dos 13 elementos do grupo em fazer teatro amador.
A companhia, dizem os seus responsáveis, «sabe bem o lugar que ocupa» numa num distrito como o de Bragança, onde os grupos de teatro não abundam, estando inscrita na Federação Portuguesa de Teatro Amador, para assim ter outra «visibilidade».
Para além da representação, os elementos da companhia têm ainda a seu cargo a criação e construção de cenários de «fio a pavio», a costura e confecção do guarda-roupa, a iluminação do palco e a sonorização, enfim, todo o trabalho das suas produções e representação, o que faz com que os membros da companhia sejam uma espécie de homens e mulheres de sete ofícios.
Do elenco do grupo fazem parte membros de diversas profissões, com idades entre os 16 e os 57 anos.
«Esta a aprendizagem e gosto pelo teatro tem vindo a evoluir ao longo dos anos, onde fui aprendendo diversas técnicas», disse Esperança Moreno, um dos elementos mais antigos do grupo.
Também a actriz Daniela Serra declarou que há uma «descoberta constante e permanente» de detalhes da arte teatral.
«A minha veia teatral já estava a latejar e explodiu desde que entrei para o grupo. Vim um pouco à descoberta e já há três anos que estou com o Alma de Ferro», acrescentou a actriz.
João Almeida, hoje com 16 anos é o elemento mais novo do grupo, afirmando que começou há cinco com figurante e, sublinha orgulhoso, hoje já integra o naipe de actores nas peças mais elaboradas.
Café Portugal/Lusa; Fotos - Alma de Ferro
Após duas acções de formação, a pequena companhia depressa se «emancipou» criando a partir do núcleo inicial um grupo que tanto representa peças de autor integradas no Plano Nacional de Leitura como produções próprias ou figurações em diversas iniciativas na sua região de influência.
«Estes últimos anos têm ditado muita aprendizagem, mas continuamos a frequentar todos fóruns de teatro, por norma duas vezes por ano, os que nos tem permitido abraçar projectos teatrais mais globais e complexos», explicou Américo Monteiro, director da companhia de teatro.
Nascida num antigo celeiro, situado na antiga estação de caminho-de-ferro local, a companhia começou depois a pisar o palco do Teatro Municipal de Torre de Moncorvo, um casa com mais de meia década historia, agora recuperada pela autarquia.
“Falar Verdade a Mentir”, de Almeida Garrett, ou o “Morgado de Fafe Amoroso”, de Camilo Castelo Branco, «têm sido trabalhos levados às escolas e que nos têm permitido percorrer outros caminhos com algumas inovações, quer ao nível da encenação ou direcção de actores», acrescentou Américo Monteiro.
A Associação GAFT - Alma de Ferro, nasceu de uma ideia de criar uma grupo teatral dinâmico que soubesse levar a arte teatral um pouco para todo o Interior e mostra as artes cénicas a um público que está privado de produções teatrais mais elaboradas.
O nome da companhia tem a ver com hematite (oxido de ferro) que é extraída na serra do Reboredo, sobranceira à vila de Torre de Moncorvo, e que serviu de inspiração para demonstrar a vontade dos 13 elementos do grupo em fazer teatro amador.
A companhia, dizem os seus responsáveis, «sabe bem o lugar que ocupa» numa num distrito como o de Bragança, onde os grupos de teatro não abundam, estando inscrita na Federação Portuguesa de Teatro Amador, para assim ter outra «visibilidade».
Para além da representação, os elementos da companhia têm ainda a seu cargo a criação e construção de cenários de «fio a pavio», a costura e confecção do guarda-roupa, a iluminação do palco e a sonorização, enfim, todo o trabalho das suas produções e representação, o que faz com que os membros da companhia sejam uma espécie de homens e mulheres de sete ofícios.
Do elenco do grupo fazem parte membros de diversas profissões, com idades entre os 16 e os 57 anos.
«Esta a aprendizagem e gosto pelo teatro tem vindo a evoluir ao longo dos anos, onde fui aprendendo diversas técnicas», disse Esperança Moreno, um dos elementos mais antigos do grupo.
Também a actriz Daniela Serra declarou que há uma «descoberta constante e permanente» de detalhes da arte teatral.
«A minha veia teatral já estava a latejar e explodiu desde que entrei para o grupo. Vim um pouco à descoberta e já há três anos que estou com o Alma de Ferro», acrescentou a actriz.
João Almeida, hoje com 16 anos é o elemento mais novo do grupo, afirmando que começou há cinco com figurante e, sublinha orgulhoso, hoje já integra o naipe de actores nas peças mais elaboradas.
Café Portugal/Lusa; Fotos - Alma de Ferro
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