O dia começa bem cedo no Carmelo da Sagrada Família de Torre de Moncorvo. Seja Verão ou Inverno, dia de sol ou de tempestade, pontualmente, pelas 6h00, as 17 irmãs e as duas irmãs terceiras, que ali vivem em reclusão, dão início a mais uma jornada.
A regra da congregação manda meditar dia e noite na lei do Senhor. Ainda que sejam monjas contemplativas e que a maior parte do dia seja dedicada à oração, são elas que cuidam do jardim e da horta.
Para facilitar as tarefas agrícolas dispõem de um trator, que uma das irmãs conduz com destreza. Mantém ainda um intenso trabalho de primorosos lavores, bordando a ouro paramentos, mantos, estandartes e outros artigos religiosos, dando vazão a encomendas de todo o país.
As monjas vivem do seu trabalho. "Temos muito o que fazer e várias encomendas. Estamos sempre muito ocupadas, por vezes temos de fazer serão para terminar os trabalhos que nos são solicitados", explicou a madre superior, a irmã Maria da Imaculada Conceição, natural de Vila Nova de Foz Côa.
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Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Bispo apela à fraternidade dos padres da diocese na Missa Crismal
Na homilia da Missa Crismal desta quinta-feira, D. José Cordeiro apelou à fraternidade dos sacerdotes da diocese.
“O Padre está para dar a vida entre o povo das nossas paróquias e Unidades Pastorais, educar na fé as crianças e os jovens, acompanhar as famílias, visitar os doentes em casa e no hospital, na Cáritas, nos centros sociais paroquiais, nas santas casas da Misericórdia, nas Fundações canónicas e noutros lugares, servir a todos, especialmente os mais pobres”, disse D. José Cordeiro, recordando o Papa Francisco: “que os Presbíteros sejam «ministros “livres das coisas e de si mesmos”, que lembram a todos que o despojar-se sem nada ter é o caminho para aquela medida alta que o Evangelho chama caridade; e que a alegria mais verdadeira se saboreia na fraternidade vivida». Na verdade, o primeiro dom a que somos chamados a oferecer à Igreja e ao mundo não seja o activismo, mas o testemunho da fraternidade.
A fraternidade nutre-se da partilha da experiência da fé, num diálogo que diz disponibilidade para pôr em comum a própria vida com o outro e ajuda os pastores e as pessoas consagradas a redescobrir a alegria de uma vida doada”, frisou o prelado.
in:mdb.pt
“O Padre está para dar a vida entre o povo das nossas paróquias e Unidades Pastorais, educar na fé as crianças e os jovens, acompanhar as famílias, visitar os doentes em casa e no hospital, na Cáritas, nos centros sociais paroquiais, nas santas casas da Misericórdia, nas Fundações canónicas e noutros lugares, servir a todos, especialmente os mais pobres”, disse D. José Cordeiro, recordando o Papa Francisco: “que os Presbíteros sejam «ministros “livres das coisas e de si mesmos”, que lembram a todos que o despojar-se sem nada ter é o caminho para aquela medida alta que o Evangelho chama caridade; e que a alegria mais verdadeira se saboreia na fraternidade vivida». Na verdade, o primeiro dom a que somos chamados a oferecer à Igreja e ao mundo não seja o activismo, mas o testemunho da fraternidade.
A fraternidade nutre-se da partilha da experiência da fé, num diálogo que diz disponibilidade para pôr em comum a própria vida com o outro e ajuda os pastores e as pessoas consagradas a redescobrir a alegria de uma vida doada”, frisou o prelado.
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Miranda do Douro vê registos inéditos sobre internacionalização dos Pauliteiros
A Casa da Cultura de Miranda do Douro exibe pela primeira vez registos da internacionalização dos Pauliteiros de Miranda, através de fotos, cartas, filmes e outros suportes, numa mostra patente até 31 de maio.
Em declarações à agência Lusa, o diretor do Centro de Música Tradicional "Sons da Terras", Mário Correia, disse que a exposição permite ver "imagens inéditas" que maioritariamente pertenciam ao espólio de um dos maiores investigadores da cultura trasmontana, o padre António Maria Mourinho.
Esta "viagem no tempo" começa em 1898, quando os Pauliteiros de Constantim, concelho de Miranda do Douro, distrito de Bragança, foram convidados para os atos comemorativos do 4.º centenário da descoberta do caminho marítimo para Índia, que decorreram naquele ano em Lisboa.
Em 1936 há registo outra "viagem histórica" a Londres, desta vez efetuada pelos Pauliteiros de Cércio (Miranda do Douro), que atuaram para 10 mil pessoas, incluindo figuras da Casa Real inglesa.
Já em 1946, os Pauliteiros deslocam-se Madrid (Espanha). Dois anos mais tarde, há um registo de uma deslocação a Angola, onde atuaram e varias cidades daquele país africano.
A primeira deslocação à cidade do Porto aconteceu em 1947 e foi efetuada pelo grupo de Duas Igrejas e Cércio.
Outro dos "pontos altos" do percurso dos Pauliteiros de Miranda, que é espelhado na exposição, acontece em 1976 com uma deslocação aos Estados Unidos da América. E em 1983 os Pauliteiros dançaram em Macau, junto à gruta de Luís de Camões. Mais recentemente, foram ao Dubai e à Venezuela.
Os materiais relativos a estas deslocações, observou o investigador Mário Correia, "são documentos importantes para ser perceber como se processou a internacionalização dos Pauliteiros Miranda".
Na exposição poderão ser vistos registos em filme de oito milímetros dos arquivos da BBC (imagens captadas em 1934) ou das televisões americanas (1976), podendo ainda ser apreciadas fotografias "únicas e raras", bem como recortes de jornais de diversas épocas. Na mostra há também diversos registos em áudio.
Os materiais recolhidos são património do Centro de Estudos Padre António Maria Mourinho, do Centro de Música Tradicional "Sons da Terras" e da Associação de Língua e Cultura m Mirandesa.
Este trabalho de descoberta permitiu obter fotografias inéditas tiradas em Inglaterra a um dos maiores gaiteiros de sempre das Terras de Miranda, o Francisco Martins, de Cércio.
"Não havia em Portugal qualquer registo deste músico", sublinhou Mário Correia.
Agência Lusa
Em declarações à agência Lusa, o diretor do Centro de Música Tradicional "Sons da Terras", Mário Correia, disse que a exposição permite ver "imagens inéditas" que maioritariamente pertenciam ao espólio de um dos maiores investigadores da cultura trasmontana, o padre António Maria Mourinho.
Esta "viagem no tempo" começa em 1898, quando os Pauliteiros de Constantim, concelho de Miranda do Douro, distrito de Bragança, foram convidados para os atos comemorativos do 4.º centenário da descoberta do caminho marítimo para Índia, que decorreram naquele ano em Lisboa.
Em 1936 há registo outra "viagem histórica" a Londres, desta vez efetuada pelos Pauliteiros de Cércio (Miranda do Douro), que atuaram para 10 mil pessoas, incluindo figuras da Casa Real inglesa.
Já em 1946, os Pauliteiros deslocam-se Madrid (Espanha). Dois anos mais tarde, há um registo de uma deslocação a Angola, onde atuaram e varias cidades daquele país africano.
A primeira deslocação à cidade do Porto aconteceu em 1947 e foi efetuada pelo grupo de Duas Igrejas e Cércio.
Outro dos "pontos altos" do percurso dos Pauliteiros de Miranda, que é espelhado na exposição, acontece em 1976 com uma deslocação aos Estados Unidos da América. E em 1983 os Pauliteiros dançaram em Macau, junto à gruta de Luís de Camões. Mais recentemente, foram ao Dubai e à Venezuela.
Os materiais relativos a estas deslocações, observou o investigador Mário Correia, "são documentos importantes para ser perceber como se processou a internacionalização dos Pauliteiros Miranda".
Na exposição poderão ser vistos registos em filme de oito milímetros dos arquivos da BBC (imagens captadas em 1934) ou das televisões americanas (1976), podendo ainda ser apreciadas fotografias "únicas e raras", bem como recortes de jornais de diversas épocas. Na mostra há também diversos registos em áudio.
Os materiais recolhidos são património do Centro de Estudos Padre António Maria Mourinho, do Centro de Música Tradicional "Sons da Terras" e da Associação de Língua e Cultura m Mirandesa.
Este trabalho de descoberta permitiu obter fotografias inéditas tiradas em Inglaterra a um dos maiores gaiteiros de sempre das Terras de Miranda, o Francisco Martins, de Cércio.
"Não havia em Portugal qualquer registo deste músico", sublinhou Mário Correia.
Agência Lusa
IPB no top10 das melhores instituições de ensino superior do país
O Instituto Politécnico de Bragança está entre as 10 melhores instituições de ensino superior do país, segundo um novo ranking global, divulgado esta semana.
O U-Multirank , um estudo financiado pela União Europeia, avaliou em cinco categorias mais de 1200 instituições de ensino superior mundiais. O IPB faz parte das 24 instituições portuguesas avaliadas, situando-se na posição nº 7, do top 10 nacional.
“Este é um ranking expressivo, porque avalia várias áreas”, afirma Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, que considera esta posição como a “capacidade de consolidação das posições que o Politécnico ocupa a nível nacional e mundial”.
Com a posição obtida neste ranking, o IPB mantém o título de melhor instituto politécnico do país e melhor instituição de ensino superior do interior de Portugal, alcançados no anterior ranking global.
O Instituto Politécnico de Bragança distinguiu-se pelos resultados obtidos nos parâmetros de Investigação, Internacionalização e Envolvimento Regional. Sobrinho Teixeira destaca ainda a boa classificação no envolvimento regional, sendo uma área que espera melhorar nos próximos anos.
Além do IPB, o único instituto politécnico do país a integrar do top 10 é o de Viana do Castelo, ocupando o último lugar na tabela.
Informação CIR (Rádio Brigantia)
O U-Multirank , um estudo financiado pela União Europeia, avaliou em cinco categorias mais de 1200 instituições de ensino superior mundiais. O IPB faz parte das 24 instituições portuguesas avaliadas, situando-se na posição nº 7, do top 10 nacional.
“Este é um ranking expressivo, porque avalia várias áreas”, afirma Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, que considera esta posição como a “capacidade de consolidação das posições que o Politécnico ocupa a nível nacional e mundial”.
Com a posição obtida neste ranking, o IPB mantém o título de melhor instituto politécnico do país e melhor instituição de ensino superior do interior de Portugal, alcançados no anterior ranking global.
O Instituto Politécnico de Bragança distinguiu-se pelos resultados obtidos nos parâmetros de Investigação, Internacionalização e Envolvimento Regional. Sobrinho Teixeira destaca ainda a boa classificação no envolvimento regional, sendo uma área que espera melhorar nos próximos anos.
Além do IPB, o único instituto politécnico do país a integrar do top 10 é o de Viana do Castelo, ocupando o último lugar na tabela.
Informação CIR (Rádio Brigantia)
ULS deteta negligência médica no caso que levou à morte uma mulher por mau diagnóstico
A Unidade Local de Saúde do Nordeste concluiu que houve negligência na assistência médica a uma mulher de 69 anos, na urgência do hospital de Mirandela, que viria a falecer uma semana depois.
O inquérito interno da Unidade Local de Saúde do Nordeste apurou que a conduta do médico “comporta grau de censurabilidade revelador de falta de cuidado e diligência”, pode ler-se nas conclusões.
O caso remonta a 7 de Janeiro, quando Maria Elisa entrou no serviço de urgência do hospital de Mirandela com dores no peito e nas costas, mas o médico de serviço viria a dar-lhe alta, após receitar um anti-inflamatório e um paracetamol para as dores.
Algumas horas depois, voltou a sentir dores no peito e com vontade de vomitar, tendo sido transportada ao hospital privado de Mirandela, onde lhe diagnosticaram uma veia coronária entupida que necessitava de intervenção urgente, sendo encaminhada para o hospital de referência nestes casos, a unidade de Vila Real, onde lhe detetaram graves sequelas resultantes do episódio de enfarte não diagnosticado anteriormente. A mulher viria a falecer uma semana depois naquela unidade hospitalar.
Os dez filhos de Elisa avançaram com uma queixa na ULS do Nordeste que agora deu a conhecer as conclusões. No entanto, “dado a inexistência de vínculo laboral entre a ULS do Nordeste e o visado é de todo inexequível deduzir acusação contra o mesmo”, adianta o relatório.
Atendendo à conduta daquele profissional foi já comunicado à Ordem dos Médicos para efeitos de instauração de processo disciplinar e à empresa onde o mesmo médico presta serviço.
A família já recebeu as conclusões, mas entende que está longe de ser feita justiça.
Em comunicado, a ULS do Nordeste confirma que o médico encontra-se a desempenhar funções assistenciais, “por manifesta escassez de recursos humanos na área médica e inerente dificuldade na elaboração da escala do serviço de Urgência”, adianta a nota da administração.
No entanto, atendendo, ao apurado, a ULS do Nordeste pondera “a viabilidade da substituição do referido profissional, aguardando-se para tal as conclusões que venham a ser proferidas, em sede de processo disciplinar, pela Ordem dos Médicos”, conclui o comunicado.
Depois da ULS do Nordeste concluir que houve uma conduta censurável na assistência médica a uma mulher de 69 anos que viria a falecer, a família espera que a Ordem dos Médicos suspenda definitivamente o profissional de saúde. Caso contrário avançam para a justiça.
Informação CIR (Rádio Terra Quente)
O inquérito interno da Unidade Local de Saúde do Nordeste apurou que a conduta do médico “comporta grau de censurabilidade revelador de falta de cuidado e diligência”, pode ler-se nas conclusões.
O caso remonta a 7 de Janeiro, quando Maria Elisa entrou no serviço de urgência do hospital de Mirandela com dores no peito e nas costas, mas o médico de serviço viria a dar-lhe alta, após receitar um anti-inflamatório e um paracetamol para as dores.
Algumas horas depois, voltou a sentir dores no peito e com vontade de vomitar, tendo sido transportada ao hospital privado de Mirandela, onde lhe diagnosticaram uma veia coronária entupida que necessitava de intervenção urgente, sendo encaminhada para o hospital de referência nestes casos, a unidade de Vila Real, onde lhe detetaram graves sequelas resultantes do episódio de enfarte não diagnosticado anteriormente. A mulher viria a falecer uma semana depois naquela unidade hospitalar.
Os dez filhos de Elisa avançaram com uma queixa na ULS do Nordeste que agora deu a conhecer as conclusões. No entanto, “dado a inexistência de vínculo laboral entre a ULS do Nordeste e o visado é de todo inexequível deduzir acusação contra o mesmo”, adianta o relatório.
Atendendo à conduta daquele profissional foi já comunicado à Ordem dos Médicos para efeitos de instauração de processo disciplinar e à empresa onde o mesmo médico presta serviço.
A família já recebeu as conclusões, mas entende que está longe de ser feita justiça.
Em comunicado, a ULS do Nordeste confirma que o médico encontra-se a desempenhar funções assistenciais, “por manifesta escassez de recursos humanos na área médica e inerente dificuldade na elaboração da escala do serviço de Urgência”, adianta a nota da administração.
No entanto, atendendo, ao apurado, a ULS do Nordeste pondera “a viabilidade da substituição do referido profissional, aguardando-se para tal as conclusões que venham a ser proferidas, em sede de processo disciplinar, pela Ordem dos Médicos”, conclui o comunicado.
Depois da ULS do Nordeste concluir que houve uma conduta censurável na assistência médica a uma mulher de 69 anos que viria a falecer, a família espera que a Ordem dos Médicos suspenda definitivamente o profissional de saúde. Caso contrário avançam para a justiça.
Informação CIR (Rádio Terra Quente)
Instituto Português do Sangue reconhece Liga dos Combatentes de Mirandela como exemplo nacional
O Núcleo de Mirandela da Liga dos Combatentes foi reconhecido pelo Instituto Português do Sangue como exemplo nacional na dádiva de sangue pelas campanhas de recolha realizadas nos últimos anos.
Numa altura, em que o stock de sangue em Portugal está cada vez mais deficitário, a Liga dos Combatentes tem dado um contributo importante com três campanhas anuais.
O Núcleo de Mirandela da Liga dos Combatentes reconhecido como um exemplo nacional nas dádivas de sangue. Este núcleo foi fundado em 1925 por combatentes da 1ª Guerra Mundial, mas com o falecimento desses combatentes, veio a extinguir-se.
Foi reativado, em Setembro de 2010 e tem um vasto leque de atividades e valências em diversas áreas, bem como parcerias protocoladas com mais de meia centena de empresas da região com muitos benefícios para os seus associados. Nos últimos anos, tem sido distinguido como o núcleo que angaria o maior número de sócios em Portugal.
Informação CIR (Rádio Terra Quente)
Numa altura, em que o stock de sangue em Portugal está cada vez mais deficitário, a Liga dos Combatentes tem dado um contributo importante com três campanhas anuais.
O Núcleo de Mirandela da Liga dos Combatentes reconhecido como um exemplo nacional nas dádivas de sangue. Este núcleo foi fundado em 1925 por combatentes da 1ª Guerra Mundial, mas com o falecimento desses combatentes, veio a extinguir-se.
Foi reativado, em Setembro de 2010 e tem um vasto leque de atividades e valências em diversas áreas, bem como parcerias protocoladas com mais de meia centena de empresas da região com muitos benefícios para os seus associados. Nos últimos anos, tem sido distinguido como o núcleo que angaria o maior número de sócios em Portugal.
Informação CIR (Rádio Terra Quente)
Celebrações da Semana Santa tiveram início com Via Sacra ao Vivo
As atividades religiosas da Semana Santa em Torre de Moncorvo tiveram início dia 29 de Março com a Bênção dos Ramos, na Praça Francisco Meireles e a representação da Via Sacra ao vivo, pelo Grupo Alma de Ferro Teatro.
A Via Sacra decorreu durante a procissão do Encontro que partiu da Igreja da Misericórdia, onde se assinalou a primeira estação da vida de Jesus: “Jesus é condenado à Morte e Toma a Sua Cruz”.
Durante todo o percurso foram representadas 8 estações, como o encontro de Jesus com sua Mãe, as três vezes que Jesus cai por terra, Verónica limpa o rosto de Jesus, e Jesus Consola as mulheres de Jerusalém.
O momento alto da via-sacra decorreu na Praça Francisco Meireles, junto ao castelo, quando Jesus é despojado das suas roupas, é pregado na cruz e morre na Cruz.
A população saiu à rua para assistir às representações da via-sacra mas participou também através da colocação de candeeiros e tochas nas janelas e varandas.
No próximo fim-de-semana decorrem ainda outras atividades no âmbito da Semana Santa, destacando-se a Procissão dos Passos, a Procissão do Enterro do Senhor e a Procissão da Aleluia.
Nota de Imprensa da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo (Luciana Raimundo)
A Via Sacra decorreu durante a procissão do Encontro que partiu da Igreja da Misericórdia, onde se assinalou a primeira estação da vida de Jesus: “Jesus é condenado à Morte e Toma a Sua Cruz”.
Durante todo o percurso foram representadas 8 estações, como o encontro de Jesus com sua Mãe, as três vezes que Jesus cai por terra, Verónica limpa o rosto de Jesus, e Jesus Consola as mulheres de Jerusalém.
O momento alto da via-sacra decorreu na Praça Francisco Meireles, junto ao castelo, quando Jesus é despojado das suas roupas, é pregado na cruz e morre na Cruz.
A população saiu à rua para assistir às representações da via-sacra mas participou também através da colocação de candeeiros e tochas nas janelas e varandas.
No próximo fim-de-semana decorrem ainda outras atividades no âmbito da Semana Santa, destacando-se a Procissão dos Passos, a Procissão do Enterro do Senhor e a Procissão da Aleluia.
Nota de Imprensa da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo (Luciana Raimundo)
Morreu Manoel de Oliveira
O cineasta português Manoel de Oliveira morreu hoje aos 106 anos, feitos a 11 de dezembro do ano passado.
Segundo o jornal Público, Manoel de Oliveira faleceu em casa no Porto, a sua cidade natal, onde nasceu em 1908 no seio de uma família da burguesia industrial. Era casado, desde 1940, com Maria Isabel Brandão Carvalhais, de quem teve quatro filhos.
O mais antigo cineasta do mundo tinha mais de 50 filmes realizados e era o único realizador em atividade que assistiu à passagem do cinema mudo ao sonoro e do preto e branco à cor.
A sua longa carreira começou ainda no cinema mudo com 'Douro, Faina Fluvial' (1931), e despediu-se com a curta-metragem 'O velho do Restelo', "uma reflexão sobre a Humanidade", estreada por ocasião do seu 106º aniversário.
Manoel de Oliveira acreditava que a longevidade "era um capricho e o cinema uma paixão"
Fosse da genética ou dessa paixão pelo cinema, certo é que Manoel de Oliveira viveu mais de um século e essa vivência ficará não só ligada à história do país como à do próprio cinema. Era o mais velho realizador do mundo e um dos mais ativos, "porque tudo na vida se move até ao último momento".
Em 2013, em entrevista à revista francesa Cahiers du Cinema, Manoel de Oliveira deixava um lamento: "Eu penso que no país há uma grande indiferença pelo que já realizei. Tanto faz que o meu cinema exista ou não exista".
Rodou o último filme, 'O velho do Restelo', já no jardim próximo de casa, no Porto, com quatro atores de eleição: Luís Miguel Cintra, Ricardo Trepa, Diogo Dória e Mário Barroso.
À mesma revista, Manoel de Oliveira revelou que tinha concluído o argumento para um outro filme centrado nas mulheres que fazem as vindimas e a adaptação de "A missa do Diabo", do autor brasileiro Machado de Assis.
Nas últimas décadas teve sucessivos projetos cinematográficos, uns mais amados que outros, uns mais premiados que outros, mas sempre fiéis a uma estética cinematográfica individual.
O primeiro contacto com o cinema foi como ator, quando aos 19 anos fez figuração no filme "Fátima Milagrosa", de Rino Lupo, e com algumas experiências com cinema de animação.
A paixão pelo cinema rivalizava com o gosto pelo atletismo (foi campeão de salto à vara) e pelo automobilismo, modalidade em que conquistou alguns prémios.
'Douro, Faina Fluvial', uma curta-metragem documental sobre a vida nas margens do rio Douro, foi o primeiro filme que Manoel de Oliveira rodou, então com 23 anos, com uma câmara oferecida pelo pai. A estreia aconteceu a 19 de setembro de 1931, no mesmo dia em que morreu Aurélio da Paz dos Reis, considerado o pai do cinema português.
Hoje o filme é largamente elogiado, mas na altura foi mal recebido pelo público, tal como 'Aniki-Bobó', o seu primeiro filme de ficção, estreado em 1942. Com uma longa-metragem e uma mão cheia de pequenos filmes, Manoel de Oliveira quase abandonou o cinema, por falta de apoios financeiros.
O silêncio, durante o qual se dedicou à lavoura e à reflexão sobre o cinema, como o próprio disse em entrevistas, durou até 1956, quando estreou a curta-metragem 'O Pintor e a Cidade', o seu primeiro filme a cores.
A primeira grande conquista junto do público ocorreu na década de 1960 depois de 'O Acto da Primavera', em 1962, ano em que foi detido pela PIDE, precisamente numa sessão pública de apresentação do filme, no Porto.
Foi também com 'O Acto da Primavera' que Oliveira recebeu o Grande Prémio do Festival de Cinema de Siena, em Itália, em 1964. Um ano depois a Cinemateca Francesa rendeu-lhe uma homenagem com uma retrospetiva.
Nos anos 1970 realizou a "tetralogia dos amores frustrados", com 'O Passado e o Presente' (1971), 'Benilde ou a Virgem Mãe' (1975), 'Amor de Perdição' (1978) e 'Francisca' (1981).
Em 1985, com 77 anos, recebeu o "Leão de Ouro" do Festival de Veneza, em Itália, e em 1989 foi condecorado pelo então Presidente da República, Mário Soares, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
'Non, ou a Vã Glória de Mandar', uma visão sobre a identidade portuguesa a partir da revolução de 25 de Abril de 1974, abriu uma nova etapa na filmografia de Oliveira, que a partir de então realizou e estreiou, em média, um filme por ano.
Entre eles estão o autobiográfico 'Viagem ao Princípio do Mundo' (1997), com Marcelo Mastroianni, 'Palavra e Utopia' (2000), sobre o Padre António Manuel Vieira, 'Um Filme Falado' (2003), uma viagem pelo Mediterrâneo e pela civilização ocidental, e 'Cristóvão Colombo - O Inigma' (2007).
Quase toda a obra de Oliveira faz também uma aproximação ao teatro, que o próprio reconheceu e sublinhou.
Fora do enquadramento da câmara, Manoel de Oliveira também experimentou a encenação de teatro, admitindo que a prática teatral estava muito ligada ao seu cinema.
Em 2008 festejou cem anos de vida rodeado de técnicos e atores, enquanto filmava em Lisboa 'Singularidades de uma rapariga loura', e recebeu a Palma de Ouro de Carreira em Cannes, um prémio que se junta ao Leão de Ouro de carreira que Veneza lhe entregou em 2004.
O público português reconheceu-o como figura incontornável da cultura, mas o elogio nem sempre se traduziu em sucesso nas bilheteiras de cinema.
Houve quem lhe criticasse a ausência de direção de atores e a repetição de fórmulas, mas são mais os elogios, pelo toque de genialidade, pela interpretação da História de Portugal, pela visão muito particular e sensível do cinema e do mundo, pela representação do cinema português no estrangeiro.
Em dezembro, Manoel de Oliveira foi distinguido com a Legião de Honra francesa, por uma carreira que o embaixador francês em Portugal, Jean-François Blarel, descreveu como "fora do comum".
Agência Lusa
Segundo o jornal Público, Manoel de Oliveira faleceu em casa no Porto, a sua cidade natal, onde nasceu em 1908 no seio de uma família da burguesia industrial. Era casado, desde 1940, com Maria Isabel Brandão Carvalhais, de quem teve quatro filhos.
O mais antigo cineasta do mundo tinha mais de 50 filmes realizados e era o único realizador em atividade que assistiu à passagem do cinema mudo ao sonoro e do preto e branco à cor.
A sua longa carreira começou ainda no cinema mudo com 'Douro, Faina Fluvial' (1931), e despediu-se com a curta-metragem 'O velho do Restelo', "uma reflexão sobre a Humanidade", estreada por ocasião do seu 106º aniversário.
Manoel de Oliveira acreditava que a longevidade "era um capricho e o cinema uma paixão"
Fosse da genética ou dessa paixão pelo cinema, certo é que Manoel de Oliveira viveu mais de um século e essa vivência ficará não só ligada à história do país como à do próprio cinema. Era o mais velho realizador do mundo e um dos mais ativos, "porque tudo na vida se move até ao último momento".
Em 2013, em entrevista à revista francesa Cahiers du Cinema, Manoel de Oliveira deixava um lamento: "Eu penso que no país há uma grande indiferença pelo que já realizei. Tanto faz que o meu cinema exista ou não exista".
Rodou o último filme, 'O velho do Restelo', já no jardim próximo de casa, no Porto, com quatro atores de eleição: Luís Miguel Cintra, Ricardo Trepa, Diogo Dória e Mário Barroso.
À mesma revista, Manoel de Oliveira revelou que tinha concluído o argumento para um outro filme centrado nas mulheres que fazem as vindimas e a adaptação de "A missa do Diabo", do autor brasileiro Machado de Assis.
Nas últimas décadas teve sucessivos projetos cinematográficos, uns mais amados que outros, uns mais premiados que outros, mas sempre fiéis a uma estética cinematográfica individual.
O primeiro contacto com o cinema foi como ator, quando aos 19 anos fez figuração no filme "Fátima Milagrosa", de Rino Lupo, e com algumas experiências com cinema de animação.
A paixão pelo cinema rivalizava com o gosto pelo atletismo (foi campeão de salto à vara) e pelo automobilismo, modalidade em que conquistou alguns prémios.
'Douro, Faina Fluvial', uma curta-metragem documental sobre a vida nas margens do rio Douro, foi o primeiro filme que Manoel de Oliveira rodou, então com 23 anos, com uma câmara oferecida pelo pai. A estreia aconteceu a 19 de setembro de 1931, no mesmo dia em que morreu Aurélio da Paz dos Reis, considerado o pai do cinema português.
Hoje o filme é largamente elogiado, mas na altura foi mal recebido pelo público, tal como 'Aniki-Bobó', o seu primeiro filme de ficção, estreado em 1942. Com uma longa-metragem e uma mão cheia de pequenos filmes, Manoel de Oliveira quase abandonou o cinema, por falta de apoios financeiros.
O silêncio, durante o qual se dedicou à lavoura e à reflexão sobre o cinema, como o próprio disse em entrevistas, durou até 1956, quando estreou a curta-metragem 'O Pintor e a Cidade', o seu primeiro filme a cores.
A primeira grande conquista junto do público ocorreu na década de 1960 depois de 'O Acto da Primavera', em 1962, ano em que foi detido pela PIDE, precisamente numa sessão pública de apresentação do filme, no Porto.
Foi também com 'O Acto da Primavera' que Oliveira recebeu o Grande Prémio do Festival de Cinema de Siena, em Itália, em 1964. Um ano depois a Cinemateca Francesa rendeu-lhe uma homenagem com uma retrospetiva.
Nos anos 1970 realizou a "tetralogia dos amores frustrados", com 'O Passado e o Presente' (1971), 'Benilde ou a Virgem Mãe' (1975), 'Amor de Perdição' (1978) e 'Francisca' (1981).
Em 1985, com 77 anos, recebeu o "Leão de Ouro" do Festival de Veneza, em Itália, e em 1989 foi condecorado pelo então Presidente da República, Mário Soares, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
'Non, ou a Vã Glória de Mandar', uma visão sobre a identidade portuguesa a partir da revolução de 25 de Abril de 1974, abriu uma nova etapa na filmografia de Oliveira, que a partir de então realizou e estreiou, em média, um filme por ano.
Entre eles estão o autobiográfico 'Viagem ao Princípio do Mundo' (1997), com Marcelo Mastroianni, 'Palavra e Utopia' (2000), sobre o Padre António Manuel Vieira, 'Um Filme Falado' (2003), uma viagem pelo Mediterrâneo e pela civilização ocidental, e 'Cristóvão Colombo - O Inigma' (2007).
Quase toda a obra de Oliveira faz também uma aproximação ao teatro, que o próprio reconheceu e sublinhou.
Fora do enquadramento da câmara, Manoel de Oliveira também experimentou a encenação de teatro, admitindo que a prática teatral estava muito ligada ao seu cinema.
Em 2008 festejou cem anos de vida rodeado de técnicos e atores, enquanto filmava em Lisboa 'Singularidades de uma rapariga loura', e recebeu a Palma de Ouro de Carreira em Cannes, um prémio que se junta ao Leão de Ouro de carreira que Veneza lhe entregou em 2004.
O público português reconheceu-o como figura incontornável da cultura, mas o elogio nem sempre se traduziu em sucesso nas bilheteiras de cinema.
Houve quem lhe criticasse a ausência de direção de atores e a repetição de fórmulas, mas são mais os elogios, pelo toque de genialidade, pela interpretação da História de Portugal, pela visão muito particular e sensível do cinema e do mundo, pela representação do cinema português no estrangeiro.
Em dezembro, Manoel de Oliveira foi distinguido com a Legião de Honra francesa, por uma carreira que o embaixador francês em Portugal, Jean-François Blarel, descreveu como "fora do comum".
Agência Lusa
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Bragança vai ter um Centro de Apoio à Família
Vai ser criado um Centro de Apoio à Família em Bragança. O anúncio é feito pelo director do Centro Distrital da Segurança Social.
Martinho Nascimento adianta que o objectivo é criar mais uma resposta social para prevenir situações de maus-tratos a crianças e casos de violência doméstica. “Estamos a pensar na formalização de um acordo para a criação de um Centro de Apoio à Família e Aconselhamento Parental no distrito de Bragança, para prevenir situações de maus-tratos e violência doméstica”, assegura Martinho Nascimento.
Em relação aos acordos com instituições particulares de solidariedade social do distrito de Bragança.
Apesar de haver IPSS`s a reclamar mais cooperação com a Segurança Social, Martinho Nascimento considera que nunca foram feitos tantos acordos como nos últimos tempos. “Nós temos cerca de 100 instituições no distrito e praticamente todas têm acordos de cooperação com a Segurança Social.
No ano passado nós fizemos acordos de cooperação de 850 mil euros e já este ano, em Fevereiro, já tivemos a celebração de acordos de cooperação de cerca de um milhão de euros. Prevê-se ainda que durante o mês de Abril se efectue a celebração de acordos de cooperação para mais respostas sociais em cerca de meio milhão de euros”, realça o director da Segurança Social de Bragança.
Estes são alguns dos assuntos abordados por Martinho Nascimento no Cinco Perguntas desta semana.
A entrevista ao director do Centro Distrital de Bragança da Segurança Social para ouvir hoje na Brigantia, depois das notícias das 17 horas, e ler na edição desta semana do Jornal Nordeste.
Martinho Nascimento adianta que o objectivo é criar mais uma resposta social para prevenir situações de maus-tratos a crianças e casos de violência doméstica. “Estamos a pensar na formalização de um acordo para a criação de um Centro de Apoio à Família e Aconselhamento Parental no distrito de Bragança, para prevenir situações de maus-tratos e violência doméstica”, assegura Martinho Nascimento.
Em relação aos acordos com instituições particulares de solidariedade social do distrito de Bragança.
Apesar de haver IPSS`s a reclamar mais cooperação com a Segurança Social, Martinho Nascimento considera que nunca foram feitos tantos acordos como nos últimos tempos. “Nós temos cerca de 100 instituições no distrito e praticamente todas têm acordos de cooperação com a Segurança Social.
No ano passado nós fizemos acordos de cooperação de 850 mil euros e já este ano, em Fevereiro, já tivemos a celebração de acordos de cooperação de cerca de um milhão de euros. Prevê-se ainda que durante o mês de Abril se efectue a celebração de acordos de cooperação para mais respostas sociais em cerca de meio milhão de euros”, realça o director da Segurança Social de Bragança.
Estes são alguns dos assuntos abordados por Martinho Nascimento no Cinco Perguntas desta semana.
A entrevista ao director do Centro Distrital de Bragança da Segurança Social para ouvir hoje na Brigantia, depois das notícias das 17 horas, e ler na edição desta semana do Jornal Nordeste.
Alfândega da Fé - GIPS ajudam a evitar incêndios
Parceria já permitiu identificar cerca de 200 terrenos que não estavam devidamente limpos
Prevenir incêndios florestais é o principal objectivo do protocolo estabelecido entre o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR e a Protecção Civil Municipal de Alfândega da Fé. O projecto-piloto implementado neste concelho já permitiu identificar cerca de 200 proprietários de terrenos que não os estavam a limpar devidamente, dos quais 185 procederam à limpeza após a passagem dos GIPS pelo local.
O comandante dos Bombeiros de Alfândega da Fé, João Martins, não tem dúvidas que os resultados do projecto vão contribuir para evitar incêndios florestais. “Foram identificadas todas as situações que estavam em incumprimento e mais de 90 por cento dos proprietários regularizou a situação. Muitas vezes os proprietários não procedem à limpeza dos terrenos por falta de informação, e é isso que tentamos transmitir com este projecto. Este sucesso facilita o trabalho dos bombeiros e das próprias populações, uma vez que contribuiu para evitar incêndios”, frisa o comandante.
O projecto de prevenção de incêndios através da sensibilização dos proprietários dos terrenos para as normas de limpeza que devem cumprir, está já a ser alargado aos restantes concelhos do distrito de Bragança.
in:jornalnordeste.com
Prevenir incêndios florestais é o principal objectivo do protocolo estabelecido entre o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR e a Protecção Civil Municipal de Alfândega da Fé. O projecto-piloto implementado neste concelho já permitiu identificar cerca de 200 proprietários de terrenos que não os estavam a limpar devidamente, dos quais 185 procederam à limpeza após a passagem dos GIPS pelo local.
O comandante dos Bombeiros de Alfândega da Fé, João Martins, não tem dúvidas que os resultados do projecto vão contribuir para evitar incêndios florestais. “Foram identificadas todas as situações que estavam em incumprimento e mais de 90 por cento dos proprietários regularizou a situação. Muitas vezes os proprietários não procedem à limpeza dos terrenos por falta de informação, e é isso que tentamos transmitir com este projecto. Este sucesso facilita o trabalho dos bombeiros e das próprias populações, uma vez que contribuiu para evitar incêndios”, frisa o comandante.
O projecto de prevenção de incêndios através da sensibilização dos proprietários dos terrenos para as normas de limpeza que devem cumprir, está já a ser alargado aos restantes concelhos do distrito de Bragança.
in:jornalnordeste.com
Municipalização do matadouro de Vinhais gera polémica
PSD e CDS-PP defendem internalização do matadouro. Câmara, do PS, diz que já iniciou o processo
As Comissões Políticas do PSD e do CDS-PP de Vinhais defendem a municipalização do matadouro. As forças políticas da oposição ao executivo municipal, do PS, denunciam que existem dívidas aos fornecedores e aos próprios colaboradores do Matadouro de Vinhais, alguns deles têm já quatro meses de salários em atraso.
O presidente da Concelhia do PSD de Vinhais, Carlos Almendra, acredita que só com a internalização é possível salvar esta infra-estrutura.
“Estamos a falar de vencimentos em atraso, dívidas a entidades públicas e a fornecedores, que colocam na prática esta empresa praticamente na falência técnica. A solução para nós passará por uma internalização dos serviços por parte do município”, realça o social-democrata.
Carlos Almendra diz ainda que “em Fevereiro de 2012 foi dito publicamente pelo actual presidente de Câmara que a empresa era um sucesso e que apesar da crise estava sem qualquer tipo de dificuldades financeiras. Para agora no final do ano passado em Assembleia-geral o mesmo presidente relativamente à mesma empresa vir dizer que estava numa situação muito preocupante em que as dívidas desde a sua origem tinham sido sempre superiores às receitas”.
Contactado pelo jornal NORDESTE, o presidente da Câmara Municipal de Vinhais assegura que o município já iniciou há muito o processo tendo em vista a municipalização do matadouro. “Foi a Câmara Municipal que levou esse assunto à reunião de Câmara e que está a tratá-lo devidamente. Provavelmente, por motivos politiqueiros, agora as Comissões Políticas em causa queiram fazer um aproveitamento político da questão. Naturalmente este assunto está a ser tratado pela Câmara há muito tempo com seriedade, com rigor, e portanto vai conduzir as coisas da melhor maneira”, remata Américo Pereira.
in:jornalnordeste.com
As Comissões Políticas do PSD e do CDS-PP de Vinhais defendem a municipalização do matadouro. As forças políticas da oposição ao executivo municipal, do PS, denunciam que existem dívidas aos fornecedores e aos próprios colaboradores do Matadouro de Vinhais, alguns deles têm já quatro meses de salários em atraso.
O presidente da Concelhia do PSD de Vinhais, Carlos Almendra, acredita que só com a internalização é possível salvar esta infra-estrutura.
“Estamos a falar de vencimentos em atraso, dívidas a entidades públicas e a fornecedores, que colocam na prática esta empresa praticamente na falência técnica. A solução para nós passará por uma internalização dos serviços por parte do município”, realça o social-democrata.
Carlos Almendra diz ainda que “em Fevereiro de 2012 foi dito publicamente pelo actual presidente de Câmara que a empresa era um sucesso e que apesar da crise estava sem qualquer tipo de dificuldades financeiras. Para agora no final do ano passado em Assembleia-geral o mesmo presidente relativamente à mesma empresa vir dizer que estava numa situação muito preocupante em que as dívidas desde a sua origem tinham sido sempre superiores às receitas”.
Contactado pelo jornal NORDESTE, o presidente da Câmara Municipal de Vinhais assegura que o município já iniciou há muito o processo tendo em vista a municipalização do matadouro. “Foi a Câmara Municipal que levou esse assunto à reunião de Câmara e que está a tratá-lo devidamente. Provavelmente, por motivos politiqueiros, agora as Comissões Políticas em causa queiram fazer um aproveitamento político da questão. Naturalmente este assunto está a ser tratado pela Câmara há muito tempo com seriedade, com rigor, e portanto vai conduzir as coisas da melhor maneira”, remata Américo Pereira.
in:jornalnordeste.com
CAGEST suspenso por um ano pela CAP
O CAGEST, Centro Agrícola de Gestão de Carrazeda de Ansiães, contesta a suspensão de que foi alvo por parte da CAP, a Confederação dos Agricultores de Portugal em que está filiada desde 2005.
O presidente do CAGEST, António Augusto Nascimento, diz que ficou surpreendido quando recebeu uma carta da CAP a informar sobre a suspensão pelo período de um ano.
Em causa está a celebração um protocolo com a Confagri, no âmbito do serviço de apoio à elaboração de candidaturas às ajudas da Política Agrícola Comum.
A CAP reclama que, como seu filiado, o CAGEST devia ter feito esse protocolo com ela, mas António Augusto Nascimento nota que as condições da Confagri são mais vantajosas.
O presidente do CAGEST não compreende tanta intransigência por parte da CAP, denunciando que há nesta confederação quem também tenha prevaricado e nada lhe tenha acontecido.
António Augusto Nascimento não tem dúvidas de que a suspensão levantada ao CAGEST é uma retaliação contra si próprio, pelo facto de há uns anos ter integrado uma lista concorrente à atual liderança da CAP.
No relatório final do processo disciplinar movido pela CAP, lê-se que o CAGEST foi notificado atempadamente de que ao celebrar um protocolo com a Confagri estava a violar os deveres da livre associação, colaborando com uma entidade concorrente e beneficiando-a em prejuízo da CAP.
Como o procedimento se manteve, a direção da Confederação dos Agricultores de Portugal decidiu, com base nos estatutos, suspender por um ano o Centro Agrícola de Gestão de Carrazeda de Ansiães.
Informação CIR (Rádio Ansiães)
O presidente do CAGEST, António Augusto Nascimento, diz que ficou surpreendido quando recebeu uma carta da CAP a informar sobre a suspensão pelo período de um ano.
Em causa está a celebração um protocolo com a Confagri, no âmbito do serviço de apoio à elaboração de candidaturas às ajudas da Política Agrícola Comum.
A CAP reclama que, como seu filiado, o CAGEST devia ter feito esse protocolo com ela, mas António Augusto Nascimento nota que as condições da Confagri são mais vantajosas.
O presidente do CAGEST não compreende tanta intransigência por parte da CAP, denunciando que há nesta confederação quem também tenha prevaricado e nada lhe tenha acontecido.
António Augusto Nascimento não tem dúvidas de que a suspensão levantada ao CAGEST é uma retaliação contra si próprio, pelo facto de há uns anos ter integrado uma lista concorrente à atual liderança da CAP.
No relatório final do processo disciplinar movido pela CAP, lê-se que o CAGEST foi notificado atempadamente de que ao celebrar um protocolo com a Confagri estava a violar os deveres da livre associação, colaborando com uma entidade concorrente e beneficiando-a em prejuízo da CAP.
Como o procedimento se manteve, a direção da Confederação dos Agricultores de Portugal decidiu, com base nos estatutos, suspender por um ano o Centro Agrícola de Gestão de Carrazeda de Ansiães.
Informação CIR (Rádio Ansiães)
Só em 2015 já se registaram 15 incêndios em Montesinho
Este ano, já se registaram 19 incêndios na área do Parque Natural de Montesinho nos concelhos de Bragança e Vinhais. Os dados são avançados pelo Comando Distrital de Operações de Socorro de Bragança.
A maioria das ocorrências foi registada neste mês. No concelho de Bragança, a zona mais fustigada é o Zeive, na freguesia do Parâmio, onde já se registaram quatro incêndios.
Segundo o presidente da Junta já arderam 150 hectares de floresta. Nuno Diz aponta o dedo ao Instituto de Conservação de Natureza e Florestas, que gere o Parque Natural de Montesinho, por não apostar na prevenção de incêndios florestais. Nuno Diz afirma que não se lembra “de nenhuma ação de sensibilização, de abertura de um corta-fogo ou da limpeza de um caminho”. O presidente acrescenta ainda que “a limpeza fica mais barata do que o combate aos incêndios”.
Nuno Diz defende que devia haver mais meios de combate a incêndios durante todo o ano, principalmente para acudir a ocorrências dentro das áreas protegidas. O autarca diz ainda que é o próprio ICNF a colocar entraves às actividades desenvolvidas pela população, entre elas a prevenção de incêndios florestais.
A Comissão de Baldios do Zeive contabiliza milhares de euros de prejuízo com os incêndios registados este ano. O presidente da Comissão, João Rodrigues, não tem dúvidas que a falta de limpeza da floresta está na origem deste rasto de destruição. João Rodrigues diz que plantações de pinheiro e castanheiros se teriam salvo se estivessem devidamente limpos, e fala de falta de apoios e de um “abandono” nestas questões de “há uns anos para cá”.
Contactado o ICNF para esclarecer estas questões não obtivemos qualquer resposta até ao momento.
Informação CIR (Rádio Brigantia)
A maioria das ocorrências foi registada neste mês. No concelho de Bragança, a zona mais fustigada é o Zeive, na freguesia do Parâmio, onde já se registaram quatro incêndios.
Segundo o presidente da Junta já arderam 150 hectares de floresta. Nuno Diz aponta o dedo ao Instituto de Conservação de Natureza e Florestas, que gere o Parque Natural de Montesinho, por não apostar na prevenção de incêndios florestais. Nuno Diz afirma que não se lembra “de nenhuma ação de sensibilização, de abertura de um corta-fogo ou da limpeza de um caminho”. O presidente acrescenta ainda que “a limpeza fica mais barata do que o combate aos incêndios”.
Nuno Diz defende que devia haver mais meios de combate a incêndios durante todo o ano, principalmente para acudir a ocorrências dentro das áreas protegidas. O autarca diz ainda que é o próprio ICNF a colocar entraves às actividades desenvolvidas pela população, entre elas a prevenção de incêndios florestais.
A Comissão de Baldios do Zeive contabiliza milhares de euros de prejuízo com os incêndios registados este ano. O presidente da Comissão, João Rodrigues, não tem dúvidas que a falta de limpeza da floresta está na origem deste rasto de destruição. João Rodrigues diz que plantações de pinheiro e castanheiros se teriam salvo se estivessem devidamente limpos, e fala de falta de apoios e de um “abandono” nestas questões de “há uns anos para cá”.
Contactado o ICNF para esclarecer estas questões não obtivemos qualquer resposta até ao momento.
Informação CIR (Rádio Brigantia)
Alfândega da Fé promoveu Semana da Proteção Civil
Realizou-se a VI Semana da Proteção Civil de Alfândega da Fé. A iniciativa decorreu entre 16 e 20 de março e teve como principal objetivo informar a população sobre as competências deste serviço municipal, ao mesmo tempo que se promoveram ações de sensibilização e formação para áreas como a segurança, autoproteção, comportamentos a adotar em situações de risco e prevenção de incêndios florestais. Atividades que envolveram a população local, com especial incidência na escolar.
Uma ação de formação sobre socorrismo, outra sobre ondas de calor, um simulacro de incêndio na Escola E.B.1 e na Escola EB2/S de Alfândega da Fé, uma palestra sobre sismo e autoproteção foram algumas das ações desenvolvidas durante estes dias.
A sensibilização sobre incêndios Florestais, formas de agir e prevenir foi outra das temáticas abordadas. Uma equipa deslocou-se a diferentes freguesias do concelho e contactou diretamente com a população, principalmente com pastores, como forma de os sensibilizar para esta problemática. Já não é a primeira ação deste género que a proteção civil efetua no concelho.
Este ano a iniciativa abrangeu as localidades de Sendim da Serra e Vilarelhos. A ideia passa também por fazer de cada pastor um aliado na prevenção dos incêndios florestais, esclarecendo sobre comportamentos e atitudes a adotar. A demonstração de meios dos vários agentes da Proteção Civil, que decorreu no novo Santuário de Santo Antão da Barca, a apresentação do Plano de Fiscalização Preventiva e do Manual de Boas Práticas Ambientais completaram o programa desta VI Semana da Proteção Civil de Alfândega da Fé.
Com a realização desta semana comemorativa a Câmara Municipal pretende dar a conhecer o trabalho desenvolvido nesta área em parceria com todos os agentes da proteção civil que atuam no concelho. Além disso, é também uma boa forma de contribuir para a sedimentação de uma cultura de segurança e responsabilidade cívica.
in:noticiasdonordeste.pt
Uma ação de formação sobre socorrismo, outra sobre ondas de calor, um simulacro de incêndio na Escola E.B.1 e na Escola EB2/S de Alfândega da Fé, uma palestra sobre sismo e autoproteção foram algumas das ações desenvolvidas durante estes dias.
A sensibilização sobre incêndios Florestais, formas de agir e prevenir foi outra das temáticas abordadas. Uma equipa deslocou-se a diferentes freguesias do concelho e contactou diretamente com a população, principalmente com pastores, como forma de os sensibilizar para esta problemática. Já não é a primeira ação deste género que a proteção civil efetua no concelho.
Este ano a iniciativa abrangeu as localidades de Sendim da Serra e Vilarelhos. A ideia passa também por fazer de cada pastor um aliado na prevenção dos incêndios florestais, esclarecendo sobre comportamentos e atitudes a adotar. A demonstração de meios dos vários agentes da Proteção Civil, que decorreu no novo Santuário de Santo Antão da Barca, a apresentação do Plano de Fiscalização Preventiva e do Manual de Boas Práticas Ambientais completaram o programa desta VI Semana da Proteção Civil de Alfândega da Fé.
Com a realização desta semana comemorativa a Câmara Municipal pretende dar a conhecer o trabalho desenvolvido nesta área em parceria com todos os agentes da proteção civil que atuam no concelho. Além disso, é também uma boa forma de contribuir para a sedimentação de uma cultura de segurança e responsabilidade cívica.
in:noticiasdonordeste.pt
Bragança e Vila Real com mais criminalidade violenta em 2014
A criminalidade violenta e grave subiu nos distritos de Bragança e Vila Real no ano de 2014, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue na Assembleia da República.
Bragança teve mais cinco participações de violência grave elevando os casos registados de 78 para 83 no ano de 2014, o que significou uma subida residual da violência grave com 6,4% de participações.
O mesmo se verificou com os casos participados no distrito de Vila Real, onde se registou também uma subida residual.
De acordo com o relatório citado, que apresenta os principais resultados da criminalidade e atividade das forças e serviços de segurança, no ano passado registaram-se 19.061 casos de criminalidade violenta e grave em todo o país, menos 1.086 do que em 2013.
De acordo com os dados apresentados, dos tipos de crime que mais desceram contam-se o furto em residência (menos 13 por cento), a condução em estado de embriaguez e sem habilitação e ainda o furto de metais não preciosos.
Ainda em relação à criminalidade violenta e grave, a responsável destacou, pelo maior número de participações, o roubo na via pública, o roubo por esticão e a resistência e coacção sobre funcionários (ao todo representam 76 por cento das participações e concentram-se em Lisboa, Porto e Setúbal).
Diminuíram os roubos a correios, ourivesarias, bancos, farmácias, o roubo de viaturas e também o homicídio teve um decréscimo de 13,8 por cento, com 100 participações.
Braga foi o distrito onde a subida foi maior (+5,7%), passando de 838 participações, em 2013, para 868 casos, no ano passado.
in:noticiasdonordeste.pt
Bragança teve mais cinco participações de violência grave elevando os casos registados de 78 para 83 no ano de 2014, o que significou uma subida residual da violência grave com 6,4% de participações.
O mesmo se verificou com os casos participados no distrito de Vila Real, onde se registou também uma subida residual.
De acordo com o relatório citado, que apresenta os principais resultados da criminalidade e atividade das forças e serviços de segurança, no ano passado registaram-se 19.061 casos de criminalidade violenta e grave em todo o país, menos 1.086 do que em 2013.
De acordo com os dados apresentados, dos tipos de crime que mais desceram contam-se o furto em residência (menos 13 por cento), a condução em estado de embriaguez e sem habilitação e ainda o furto de metais não preciosos.
Ainda em relação à criminalidade violenta e grave, a responsável destacou, pelo maior número de participações, o roubo na via pública, o roubo por esticão e a resistência e coacção sobre funcionários (ao todo representam 76 por cento das participações e concentram-se em Lisboa, Porto e Setúbal).
Diminuíram os roubos a correios, ourivesarias, bancos, farmácias, o roubo de viaturas e também o homicídio teve um decréscimo de 13,8 por cento, com 100 participações.
Braga foi o distrito onde a subida foi maior (+5,7%), passando de 838 participações, em 2013, para 868 casos, no ano passado.
in:noticiasdonordeste.pt
Fim das quotas leiteiras poderá ser desastroso para os produtores transmontanos
O fim das quotas leiteiras poderá ter consequências desastrosas para os produtores transmontanos vendo-se, alguns deles, obrigados a encerrar as pequenas explorações e a abandonar a actividade.
As propostas legislativas para o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) foram apresentadas esta quarta-feira por Arlindo Cunha, que negociou uma reforma da PAC em 1992 no Governo de Cavaco Silva, alertou para alguns riscos . "Acho que o fim das quotas leiteiras vai ter consequências desastrosas", afirmou à Lusa Arlindo Cunha.
Os produtores transmontanos também já se encontram muito apreensivos e sobretudo cépticos com o futuro das suas explorações que agora terão que competir com níveis de exploração do tipo industrial, já implantadas nos países do norte. Com o fim do sistema de quotas prevê-se que não haja casos de sucesso entre os agricultores que , por exemplo, sejam proprietários de 50, 200 ou mesmo de 500 vacas.
Com o previsível desaparecimento dos pequenos agricultores sobreviverão apenas as explorações de tipo industrial, que juntem mil, duas mil ou cinco mil vacas, com mais capacidade de competir nos mercados europeus de forma a colocarem a mesma quantidade de leite no mercado e a preços menos elevados.
Perante o quadro que se aproxima, os produtores de leite de Trás-os-Montes não sabem como vai ser o futuro, por isso manifestam algum receio e muitas incertezas.
O regime de quotas leiteiras na Europa esteve em vigor durante trinta anos, mas oficialmente terminam hoje, dia 1 de abril, o que vai permitir que países como a Alemanha, frança, Holanda e Espanha produzam a quantidade de leite que quiserem, sem quaisquer restrições.
No caso do Nordeste Transmontano a actividade já se encontra em crise desde alguns anos, podendo esta medida contribuir para o aniquilamento total da actividade. Nesta região chegaram a existir mais de 300 produtores que colocavam nos mercados cerca de 180 mil litros de leite. Neste momento, apenas existem 70 produtores com uma produção estimada em 40 mil litros por dia.
in:noticiasdonordeste.pt
As propostas legislativas para o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) foram apresentadas esta quarta-feira por Arlindo Cunha, que negociou uma reforma da PAC em 1992 no Governo de Cavaco Silva, alertou para alguns riscos . "Acho que o fim das quotas leiteiras vai ter consequências desastrosas", afirmou à Lusa Arlindo Cunha.
Os produtores transmontanos também já se encontram muito apreensivos e sobretudo cépticos com o futuro das suas explorações que agora terão que competir com níveis de exploração do tipo industrial, já implantadas nos países do norte. Com o fim do sistema de quotas prevê-se que não haja casos de sucesso entre os agricultores que , por exemplo, sejam proprietários de 50, 200 ou mesmo de 500 vacas.
Com o previsível desaparecimento dos pequenos agricultores sobreviverão apenas as explorações de tipo industrial, que juntem mil, duas mil ou cinco mil vacas, com mais capacidade de competir nos mercados europeus de forma a colocarem a mesma quantidade de leite no mercado e a preços menos elevados.
Perante o quadro que se aproxima, os produtores de leite de Trás-os-Montes não sabem como vai ser o futuro, por isso manifestam algum receio e muitas incertezas.
O regime de quotas leiteiras na Europa esteve em vigor durante trinta anos, mas oficialmente terminam hoje, dia 1 de abril, o que vai permitir que países como a Alemanha, frança, Holanda e Espanha produzam a quantidade de leite que quiserem, sem quaisquer restrições.
No caso do Nordeste Transmontano a actividade já se encontra em crise desde alguns anos, podendo esta medida contribuir para o aniquilamento total da actividade. Nesta região chegaram a existir mais de 300 produtores que colocavam nos mercados cerca de 180 mil litros de leite. Neste momento, apenas existem 70 produtores com uma produção estimada em 40 mil litros por dia.
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