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(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
𝗘𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 | 𝗣𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮𝘀 𝗖𝗶𝗻𝗲𝗴𝗲́𝘁𝗶𝗰𝗮𝘀 𝗲𝗺 𝗧𝗼𝗿𝗿𝗲 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗻𝗰𝗼𝗿𝘃𝗼
Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior
Para visitação da exposição dirija-se a Loja Interativa de Turismo de Torre de Moncorvo de segunda-feira a sexta-feira, das 09h00 às 18h00, e nos sábados, domingos e feriados das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.
AULAS DE DANÇA 💃🕺
Experimente qualquer uma das aulas/modalidades dirigidas por profissionais credenciados para o efeito e aprenda a dançar os seus ritmos favoritos.
A participação é livre e gratuita, porém carece de inscrição.
Uma iniciativa da A MultiA com o apoio do Município de Vila Flor.
Inscrições AQUI.
Detidos por caça em área de proteção em Vila Flor
No decorrer de uma ação de fiscalização ao exercício do ato venatório, para prevenção, deteção e repressão de situações de caça fora das normas legalmente estabelecidas, “os suspeitos exerciam o ato venatório em área de proteção, nomeadamente, a caçar a menos de 500 metros de uma instalação de criação animal, sendo esta zona considerada área de proteção”, explica a GNR.
No seguimento da ação, foram apreendidas duas armas de fogo e 187 munições.
Segundo o comunicado, os detidos foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Flor.
Grandes etnógrafos portugueses: guardiões da cultura popular
Desde o século XIX até à atualidade, vários etnógrafos portugueses destacaram-se pelos seus contributos inestimáveis para a compreensão da cultura popular e das identidades regionais do país.
Entre os mais reconhecidos, podemos mencionar José Leite de Vasconcelos, Jorge Dias, Michel Giacometti, Ernesto Veiga de Oliveira, Benjamim Enes Pereira, Manuel Viegas Guerreiro e Fernando Galhano.
José Leite de Vasconcelos (1858-1941) é frequentemente considerado o pai da etnografia portuguesa. Filólogo, arqueólogo e etnógrafo, foi um dos primeiros a sistematizar o estudo da cultura popular portuguesa.
Fundou o Museu Etnológico Português (hoje Museu Nacional de Arqueologia) e realizou extensas investigações sobre o folclore, as tradições orais, a linguística e os costumes do povo português.
Entre as suas obras mais relevantes destacam-se “Etnografia Portuguesa“, onde compilou um vasto conjunto de informações sobre a vida rural, as festas populares, as crenças e os rituais de várias regiões do país.
Jorge Dias (1907-1973) foi um dos mais influentes etnógrafos portugueses do século XX. A sua abordagem foi profundamente influenciada pela antropologia social e pela etnografia germânica, tendo estudado em profundidade a cultura material e imaterial do país.
Uma das suas investigações mais notáveis incidiu sobre os Macondes de Moçambique, o que fez dele uma referência internacional nos estudos africanos. No entanto, também dedicou grande parte do seu trabalho ao estudo da cultura portuguesa, particularmente à análise da ruralidade e da organização social das comunidades do Norte de Portugal.
A sua obra “Os Arados Portugueses” constitui um exemplo da sua abordagem minuciosa ao estudo das práticas agrícolas tradicionais.
Michel Giacometti (1929-1990) foi um etnógrafo e musicólogo corso que se radicou em Portugal e desempenhou um papel crucial na recolha e preservação da música tradicional portuguesa. Percorreu o país gravando e documentando canções, práticas musicais e rituais populares que estavam em risco de desaparecer.
A sua colaboração com o realizador Alfredo Tropa na série “Povo que Canta” da RTP tornou-o uma figura icónica da cultura popular portuguesa. O seu trabalho influenciou gerações de investigadores e artistas, como José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias, que incorporaram nas suas músicas os sons e histórias recolhidos por Giacometti.
Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) destacou-se pelo seu trabalho na etnografia material, estudando objetos, utensílios, instrumentos e práticas tradicionais portuguesas.
Foi um dos principais colaboradores do Centro de Estudos de Etnologia Peninsular e dedicou-se a uma investigação detalhada sobre o quotidiano das populações rurais, particularmente sobre a arquitetura vernacular, os transportes tradicionais, a cestaria, a cerâmica e as técnicas agrícolas.
A sua obra “Instrumentos Musicais Populares Portugueses“, escrita em coautoria com Benjamim Pereira e Joaquim Nogueira, é um dos estudos mais completos sobre a cultura musical popular portuguesa.
Benjamim Enes Pereira (n. 1928) é outro nome incontornável da etnografia portuguesa, com um trabalho focado na cultura material e nas manifestações culturais do povo português.
Colaborou com Ernesto Veiga de Oliveira em várias investigações e publicou estudos detalhados sobre a cultura popular, a arquitetura tradicional e as técnicas artesanais.
A sua obra “Estudos de Etnologia” reúne uma parte significativa da sua pesquisa, sendo uma referência essencial para qualquer estudioso da etnografia portuguesa.
Manuel Viegas Guerreiro (1912-1997) foi um etnógrafo e antropólogo que estudou extensivamente as culturas africanas e a tradição oral portuguesa. A sua pesquisa incidiu sobre os povos de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, documentando aspetos linguísticos e culturais fundamentais para a compreensão das sociedades africanas e da sua ligação a Portugal.
Foi professor na Universidade de Lisboa e um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento dos estudos etnográficos em Portugal.
Fernando Galhano (1904-1995) dedicou-se ao estudo da cultura material portuguesa, com especial enfoque na arquitetura popular e nos instrumentos agrícolas e de pesca. O seu trabalho ajudou a documentar e preservar práticas tradicionais que estavam em risco de desaparecer.
Publicou numerosos estudos sobre a etnografia portuguesa, colaborando com outros investigadores para a valorização do património cultural do país.
Além destes nomes, há muitos outros investigadores que contribuíram significativamente para o estudo e preservação da cultura popular portuguesa.
O trabalho dos etnógrafos portugueses tem sido fundamental para a valorização das tradições e para a compreensão das dinâmicas socioculturais do país. As suas investigações continuam a influenciar estudiosos, artistas e decisores políticos na promoção e salvaguarda do património cultural português.
Sendim: Torneio de Bolota e feijoada para a Festa de Santa Bárbara
“Este jogo é muito popular em França e foi trazido pelos nossos emigrantes. A Bolota é jogada em pares, por 4 pessoas. A inscrição no torneio custa 20 Santas e tem como 1º prémio dois cordeiros”, indicou.
No Domingo, também no pavilhão multiusos de Sendim, a Comissão de Festas em honra de Santa Bárbara 2024/2025 vai servir uma feijoada, na modadlidade de takeaway.
Para efetuar a encomenda, o público deve fazê-lo até ao dia 1 de fevereiro, através dos números 933 845 219 ou 934 505 414.
Ao longo do ano, os seis casais sendinseses, que constituem a equipa da Comissão de Festas em honra de Santa Bárbara 2024/2025 vão organizar outras iniciativas. Um dos destaques são os festejos do Carnaval, agendados para sábado, dia 1 de março, com um jantar, baile e um concurso de máscaras.
“Também vamos participar com o serviço de restaurante no ritual de máscaras, em Bemposta; na Queima das Fitas, no Porto; na Ronda das Adegas, em Atenor; na Festa do Senhor de Matosinhos, entre outras iniciativas”, elencou.
Este ano, a semana de Festas em honra de Santa Bárbara, na vila de Sendim, vai decorrer de 3 a 10 de agosto.
Caso Hernâni Dias: a "ferida" na lei dos solos e a "importância do escrutínio da pegada legislativa"
Um dia depois da demissão de Hernâni Dias, que ocupava o cargo de secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, o primeiro-ministro ainda não fez qualquer declaração sobre o assunto. Esta é a primeira baixa do Governo de Luís Montenegro. No Fórum TSF, Luís Sousa, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e que também faz parte da associação cívica Transparência e Integridade, referiu que, com este caso, a lei dos solos fica "ferida" do ponto de vista ético e deixou algumas questões.
"Quem está por trás do diploma? Quem vai beneficiar com este diploma? Não vamos ser naives e dizer: 'Isto é para o bem da comunidade e para baixar os preços da habitação'", considerou, sublinhando que "é importante o instrumento da pegada legislativa".
"Não basta regular o lobby, é preciso também ter a noção de quem contribui com o quê para, sobretudo, peças legislativas desta natureza que têm um alto valor económico. Há aqui oportunidade de enriquecimento, de negócio e é extremamente importante fazer esse escrutínio da pegada legislativa", assinalou.
Já para Rita Figueiras, investigadora na área da comunicação política, o primeiro-ministro pode ter conseguido que esta situação não fizesse mossa no Governo.
"A rapidez de atuação é um fator essencial para tentar estancar e para que esta ideia ainda se vá mais sedimentando nas pessoas, porque o caso acabou por ser tão rápido que muitas pessoas eventualmente ouviram falar em qualquer coisa, mas, em princípio, poderá não ter durado o tempo suficiente para que, de facto, se comece a fazer uma associação e uma amálgama entre todos estes vários casos que já têm acontecido e, de algum modo, fragilizado o Governo", afirmou.
"Esta rapidez faz uma diferença para um desgaste que tende a ser mais evidente e a consolidar-se na cabeça das pessoas quando ele se vai prolongando ao longo do tempo", acrescentou Rita Figueiras.
O primeiro-ministro aceitou na terça-feira o pedido de demissão do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Hernâni Dias, sublinhando "o desprendimento subjacente à decisão pessoal" do governante.
Numa nota do gabinete de Luís Montenegro publicada no portal do Governo lê-se que "o primeiro-ministro aceitou o pedido de demissão hoje apresentado pelo secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Dr. Hernâni Dias".
"Nesta ocasião, o primeiro-ministro expressa reconhecimento ao Dr. Hernâni Dias pelo empenho na concretização do Programa do Governo em áreas de particular importância e sublinha o desprendimento subjacente à decisão pessoal tomada. O secretário de Estado cessante será oportunamente substituído no cargo", acrescenta.
Esta é a primeira demissão no XXIV Governo Constitucional PSD/CDS-PP que tomou posse a 2 de abril do ano passado.
Na sexta-feira, a RTP noticiou que Hernâni Dias criou duas empresas que podem vir a beneficiar com a nova lei dos solos, sendo que é secretário de Estado do ministério que tutela essas alterações.
Uma semana antes, o mesmo canal de televisão avançou que Hernâni Dias estava a ser investigado pela Procuradoria Europeia e era suspeito de ter recebido contrapartidas quando foi autarca de Bragança.
Na terça-feira da semana passada, num comunicado enviado à agência Lusa, Hernâni Dias recusou ter cometido qualquer ilegalidade, afirmando que está "de consciência absolutamente tranquila" e que agiu "com total transparência".
O secretário de Estado garante ter pedido ao Ministério Público (MP) "que investigasse a empreitada da Zona Industrial em Bragança e ao LNEC [Laboratório Nacional de Engenharia Civil] que fizesse uma auditoria", assegurando, relativamente ao apartamento ocupado pelo filho no Porto, que "o valor das rendas foi pago por transferência".
Município de Macedo de Cavaleiros assinou 33 protocolos, com 19 freguesias do concelho
Estes protocolos têm três vertentes fundamentais, que assentam em diversos investimentos nas freguesias, os apoios às freguesias que têm gabinete de apoio ao cidadão, e ainda às freguesias que realizam feiras temáticas. Portanto, no fundo são três tipos de protocolos. Umas aldeias terão mais valor, outras terão menos. Nem todas realizam feiras temáticas. E os investimentos dependem das necessidades de cada freguesia. E os gabinetes de apoio ao cidadão, também existem em zonas estratégicas do concelho, normalmente as mais distantes e com menos, serviços à população.
Para além destes protocolos, o autarca acrescenta que o valor de investimento, poderá elevar-se a 2 milhões de euros, juntando outros investimentos que se pretendem realizar:
Em termos de investimento, e se consideramos também as vias de acesso e arruamentos. O valor total de investimento poderá rondar os 2 milhões de euros.
Foram sinalizadas as situações mais prioritárias:
As necessidades solicitadas por todos os presidentes de junta não foram todas satisfeitas. Nós temos que considerar que os autarcas, solicitam apoios de todas as necessidades que a freguesia tem. E o município não tem capacidade, para satisfazer essas todas solicitações. Nós optamos por aquelas situações prioritárias. O que estamos a fazer é um esforço financeiro adequado ao ano de governação.
Ontem foram assinados 33 protocolos com 19 freguesias do concelho, no valor total de quase de meio milhão de euros.
Tudo a postos para a 45.ª Feira do Fumeiro de Vinhais!
Tudo isto e muito mais espera por si na maior feira do fumeiro do país!
Moto Clube apresenta saldo positivo de quatro mil euros
As contas foram aprovadas pelos 35 associados presentes na Assembleia-Geral, um número que Paulo Guilherme lamenta ser tão diminuto por entender que esse é o local onde se devem colocar as questões pertinentes sobre a atividade do clube. “Fizemos questão de divulgar pessoalmente, por mensagens e também através das redes sociais para que as pessoas fossem à Assembleia, porque é ali que se confrontam as ideias, o que está bem e o que está mal, mas as pessoas continuam a não aparecer e depois falam por trás e ficamos tristes porque andamos aqui por carolice e em vez de virem ajudar só lemos conversas que não prestigiam a associação”, lamenta.
Atualmente, o Moto Clube de Mirandela tem 520 sócios, mas pouco mais de 10% é que têm as quotas em dia. Uma situação que a direção liderada por Paulo Guilherme diz ser “incompreensível” e por isso pretendem realizar uma renumeração dos associados, mas em simultâneo pretendem ser flexíveis com os que pretendem regularizar a situação. “Não faz sentido termos tantos sócios na listagem, e depois não pagam as quotas, então temos de fazer um acerto na numeração dos sócios, se bem que quem quiser pagar até estamos disponíveis para perdoar alguns anos, porque há sempre uma forma de resolver o problema e cada caso é um caso”, sublinha Paulo Guilherme.
Na assembleia-geral, a direção apresentou o seu plano de atividades para este ano “com eventos todos os meses”, destaca. O primeiro deles será o passeio das “Amendoeiras em Flor”, marcado para 23 de fevereiro. Segue-se o Passeio TT da Feira da Alheira, nos dias 1 e 2 de março. O Dia do Motociclista que este ano acontece na Figueira da Foz, no dia 27 de abril. O Passeio dos clássicos, no mês de maio. A Nacional 2, em junho. O passeio dos cinquentinhas, em julho. A bênção dos capacetes em Fátima, no mês de Setembro. O passeio Mototurístico “Rota dos Cavaleiros”, em outubro. O magusto Motard, em novembro e o Pai Natal Motard, em dezembro.
Naturalmente, o evento de maior visibilidade será a concentração motard que está no calendário da Federação Motociclismo de Portugal agendada para os dias 4, 5 e 6 de julho.
Em 2024, a concentração teve um orçamento de 63 mil euros.
Mais de 30 restaurantes vão confecionar 5 mil litros de rancho este sábado em Mirandela
Trata-se do Festival Gastronómico do Rancho, um prato que é tradição fazer parte das ementas de praticamente toda a restauração de Mirandela, às quintas-feiras, dia em que acontece a feira semanal.
Vítor Correia, vereador da câmara de Mirandela, acredita numa enorme adesão. “Esperemos que se ultrapasse o número de visitantes do ano passado, são sempre as nossas expetativas”, adianta.
Pelo segundo ano consecutivo, o evento - organizado pelo Município em colaboração com a Associação Comercial e Industrial – integra o concurso para eleger o melhor Rancho deste festival, através do modelo de provas-cegas, com um painel de jurados. “A apreciação será feita por um júri muito específico, muito credenciado e este ano até aumentamos o número, fizemos dois painéis para acelerarmos o processo de avaliação”, conta o vereador para quem este evento, para além de promover a iguaria, é também importante para dar a conhecer o território e dinamizar a economia local. “Queremos conquistar públicos novos e este festival acaba sempre por ser mais um fator da atratividade, porque as lojas tradicionais estão aí disponíveis para as alheiras, outros enchidos e outros produtos endógenos que temos pelo que o festival é também um veículo promotor da nossa cidade, do nosso concelho”.
Vítor Correia adianta que na edição deste ano, vão tentar sensibilizar os proprietários dos restaurantes presentes para um maior racionamento nas doses a servir. “É impossível que qualquer pessoa experimente os 31 ranchos. As pessoas vão experimentar 1, 2, 3 ranchos, eventualmente 4, enfim. O que se verifica, muitas das vezes, é que quem está a servir o rancho, procura encher a tigela. Temos que ter uma ação de sensibilização, para colocar menos rancho, porque algum pode ser deitado fora, assistimos a algum desperdício, e nós temos de promover o combate a esse desperdício. Talvez, se os restaurantes servirem menos rancho, há mais possibilidade de circular por todos e assim mais pessoas podem provar a diversidade do rancho”, explica.
Pão, vinho e 5 mil litros de rancho, um prato típico de Inverno que se degusta com colher, dão vida a Mirandela, ao almoço deste sábado preparado por 31 restaurantes locais. O kit de degustação - com malga, colher, e caneca incluídas - custa €7,5.
Para além da degustação do rancho, o festival contará ainda com a animação do grupo Chama Musical.
Quartel dos Bombeiros de Freixo de Espada à Cinta vai ser requalificado
O município vai submeter uma candidatura no valor de quase meio milhão de euros ao Portugal 2030.
O objetivo é melhorar as instalações e até alargar o espaço. “Ficará um quartel praticamente novo, serão usadas apenas as infraestruturas existentes, vai ser todo remodelado, central telefónica, camaratas, acessos e aumento do parque de viaturas. Será uma obra emblemática para o concelho de Freixo de Espada à Cinta e para a salvaguarda da nossa população e de quem merece o nosso respeito que são os bombeiros”, avançou o presidente da câmara, Nuno Ferreira.
O edifício já tem cerca de 40 anos e, por isso, o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Freixo de Espada à Cinta, Edgar Gata, destaca a importância da obra. “O quartel precisa de obras com alguma urgência, é da década de 80. Foi sempre uma obra feita aos pedaços, acrescentando sempre alguma coisa ao edifício existente, porque como está no centro da vila não tem grande espaço para expansão. Estas obras serão muito úteis para a corporação”, frisou.
O município apoia anualmente a associação humanitária com quase 200 mil euros. Além desta verba, vai também entregar seis equipamentos de combate a incêndio urbano, tendo em conta que os da corporação já estavam obsoletos.
O município de Freixo de Espada à Cinta espera submeter brevemente a candidatura para a requalificação do quartel e que a obra possa avançar ainda este ano.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
Neste mundo, e, se puderes...
Neste mundo, e, se puderes,
Acode a toda a desgraça
E não faças a ninguém
Aquilo que tu não queres
Que, por mal, alguém te faça.
António Aleixo, in "Este Livro que Vos Deixo..."
𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐥𝐚 𝐚𝐝𝐞𝐫𝐞 𝐚̀ 𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐋𝐄𝐃 𝐞 𝐣𝐚́ 𝐩𝐞𝐫𝐦𝐢𝐭𝐞 𝐫𝐞𝐪𝐮𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚𝐫 𝐥𝐢𝐯𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐠𝐢𝐭𝐚𝐢𝐬 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐮𝐢𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞
Estes conteúdos estão disponíveis nas bibliotecas municipais participantes na Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, à qual a Biblioteca Municipal de Mirandela pertence.
O serviço, lançado pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), complementa a oferta já existente nas 445 bibliotecas municipais do país, permitindo aos utilizadores uma experiência mais rica e diversificada, tanto presencial quanto online.
O principal objetivo desta iniciativa é tornar a leitura mais acessível, incentivar a prática deste hábito entre a população e, ao mesmo tempo, acompanhar as novas exigências tecnológicas.
O acesso ao portal web pode ser feito AQUI.
Os utilizadores que queiram inscrever-se, devem fazê-lo presencialmente na Biblioteca Municipal Sarmento Pimentel.
Os leitores com idade inferior a 13 anos necessitam de uma autorização dos encarregados de educação para proceder à inscrição.
Telefone: 278 201 590
Morada: R. Cel. João Maria Sarmento Pimentel, 5370-417 Mirandela
🕰️ Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta 09:00h às 19:00h.
Sábado 09:30 às 12:30h e das 14:00h às 18:00h.
Política e populismo Do regime político ao sistema económico e ao programa de governo
Depois do último texto que publiquei aqui, no Facebook, sobre o populismo na política, o caso do deputado ex-Chega, Miguel Arruda, permite-nos reflectir um pouco mais e recordar os pressupostos básicos da vida em sociedade.
1 – A vida em sociedade tem como objectivo estruturante conseguir dar a cada membro o nível de realização pessoal de forma a atingir a sua felicidade, que fora da sociedade, é impossível. Isto equivale a dizer que a sociedade tem de assumir como objectivo a chamada justiça social e que não privilegie uns em relação aos outros, mas os trate a todos na base dos mesmos critérios. Para o efeito, toda a organização política e, por conseguinte, todo o titular de qualquer órgão do aparelho de Estado, têm de se sujeitar a dois princípios incontornáveis:
- a ética da reciprocidade, que obriga todos os cidadãos e, com maioria de razão, todos os órgãos do aparelho de Estado a lidar com os outros cidadãos ou partidos políticos, de acordo com os mesmos critérios éticos e cognitivos que exige para si. Ninguém tem o direito de exigir, para si, direitos que não reconhece aos outros, nem de impor, aos outros, deveres que não admite para si.
- a defesa intransigente da verdade, sempre que ela seja possível, não a confundindo com opinião ou convicção. Se, no caso da verdade, só pode haver uma e ninguém a pode questionar, no caso da opinião, cada um pode ter a sua e ninguém pode ser molestado ou prejudicado por isso.
2 - Em segundo lugar, para que uma democracia seja saudável, tem que assentar no melhor regime político, no melhor sistema económico e no melhor programa de governo.
2.1 - Em relação ao regime político, e tendo em conta o princípio da ética da reciprocidade, por mais esforços que os ditadores façam para «vender o seu gato por lebre», só é aceitável um regime que respeite o pluripartidarismo, a separação de poderes - legislativo, executivo (governo e presidência da república) e judicial - e o voto popular, sem condicionamentos de qualquer espécie. Ou seja, só é admissível um regime republicano, laico e democrático.
Não obstante as lacunas e falhas que os regimes democráticos podem deixar transparecer, a sua comparação com qualquer regime de ditadura – à esquerda ou à direita – não deixa dúvidas de que a democracia não tem alternativa, como o caso do Miguel Arruda demonstra cabalmente. De facto, todos sabemos que ele foi eleito pelo Chega, um partido que se tem fartado de criticar a democracia e exaltar o Estado Novo de Salazar, com o argumento de que este era incorruptível, enquanto que, após o 25 de Abril, houve muitos casos de corrupção. Só que, se vivêssemos ainda no Estado Novo e o Ventura fosse o «Salazar» dos nossos dias, o caso do Miguel Arruda nem sequer poderia ser noticiado por causa da «censura de imprensa», nem julgado por causa da subordinação do poder judicial ao poder político, como aconteceu com a morte de Humberto Delgado pela PIDE, cujos autores foram obrigados, por Salazar, a esconder, numa garagem do Estado, o automóvel em que se deslocaram, além de nunca terem sido julgados, antes do 25 de Abril.
2.2 - Em relação ao sistema económico, direi que, neste momento, existem 3 hipóteses:
- o colectivismo marxista, com a estatização da economia, que perdeu qualquer credibilidade com os estrondosos fracassos nos países ditos comunistas, incluindo a China, um país que só saiu da miséria quando abandonou o colectivismo marxista.
- o socialismo democrático ou social-democracia, em que o Estado e os privados podem e devem coexistir na dinamização e no controlo da actividade económica, sobretudo em áreas fundamentais como a Educação, a Saúde, a Segurança Social, a actividade bancária e a Defesa, por exemplo, sempre de olho nos chico-espertos que gostam de fazer valer os seus interesses particulares, vendendo-os como se fossem os interesses colectivos, como parece estar a acontecer com o projecto do governo em relação à Segurança Social, que pretende privatizar o sistema das pensões, enchendo assim os bolsos de alguns fundos privados, que, ao menor aperto, decretam falência e deixam de as pagar.
- o liberalismo ou neoliberalismo, em que toda a actividade económica do país é entregue ao sector privado, enquanto a economia der lucro aos mais ricos, mas devolvida ao Estado quando houver prejuízos para suportar, como aconteceu na crise de 2008 - em todo o mundo e não só em Portugal - com os abusos e as falcatruas dos Bancos dos países mais desenvolvidos, a começar pelos EUA, desde o Leman Brothers, que faliu, ao Goldman Sachs, que só não faliu porque o governo de George Bush lhe deitou a mão, depois do desastre nacional e internacional do Leman Brothers. Em Portugal, os Bancos mais responsáveis pela crise foram o BPN, autorizado por Cavaco Silva a Dias Loureiro, e o BES, da família Espírito Santo. Nestes casos e noutros de menor dimensão, foi o Estado, ou seja, o contribuinte, quem teve de suportar os custos do desgoverno dos Bancos privados, que atingiu valores superiores a 22 mil milhões de euros.
Eu faço a minha escolha pelo socialismo democrático/social-democracia, tendo em conta dois ditados populares: «pia de muitos, bem comida e mal lavada» e «cada um puxa a brasa à sua sardinha». O primeiro é uma descrição rigorosa do regime colectivista marxista, enquanto que o segundo é uma chamada de atenção sobretudo para o risco do egoísmo subjacente ao neoliberalismo, ainda que também não esteja totalmente escondido no socialismo democrático, embora em menor grau.
2.3 - Quanto ao programa de governo, pode variar não só de partido para partido como de primeiro-ministro para primeiro-ministro do mesmo partido e cabe aos eleitores fazerem a sua escolha, tendo sempre em conta os dois provérbios populares anteriores.
3 - Em terceiro lugar, permite-nos concluir que a qualidade da acção política de qualquer titular do aparelho de Estado – desde o poder judicial ao poder legislativo e ao poder executivo no governo e na presidência da República - não se mede pelo que dizem os seus titulares sobre a qualidade do seu trabalho, mas pelo controlo que os eleitores têm sobre o aparelho de Estado, coisa que nos regimes autoritários está totalmente fora de hipótese, ainda que nenhum regime político nos possa garantir a 100% esse controlo.
No caso do Miguel Arruda, por exemplo, apesar de vivermos em democracia, ele cometeu o crime que cometeu e outros mais podem também cair em comportamentos contrários às leis e aos 2 princípios enunciados logo de início deste texto.
No entanto, esses comportamentos não são uma consequência intrínseca da democracia, mas do carácter e da personalidade dos titulares dos órgãos do aparelho de Estado, independentemente dos partidos a que pertençam, podendo coexistir criminosos e demagogos em todos eles, tanto na política como na justiça. Só que, em democracia, a liberdade de expressão e a independência (teórica, pelo menos) do poder judicial em relação ao poder político dão-nos algumas possibilidades, ainda que limitadas, de os infractores serem responsabilizados criminal e politicamente. E digo limitadas porque, infelizmente, tanto o poder judicial como a comunicação social podem padecer dos mesmos problemas que o poder político, desde a corrupção à incompetência. Pôr procuradores que fizeram parte dum governo da AD a investigar o António Costa é o mesmo que porem o Fernando Madureira do FCP a arbitrar um jogo do Benfica ou do Sporting com outro clube qualquer. E transformar a comunicação social, nas tvs, numa feira de comentadores que, na maior parte dos casos, nada têm que abone a seu favor no desempenho dessa função, é um exercício de manipulação da pior espécie.
Em todo o caso, os cidadãos eleitores terão sempre a possibilidade de corrigirem alguns desses problemas em eleições seguintes, o que não acontece nas ditaduras.
4 – Concluindo:
4.1 - Não há alternativa ao regime democrático, embora este possa ter níveis diferentes de democraticidade, havendo sempre o risco de o nosso voto ir parar a pessoas sem qualquer respeito pela verdade e pela ética da reciprocidade.
4.2 – Quanto ao sistema económico, não podemos aceitar nenhum sistema económico que, sob a capa do dinamismo do sector privado dos mais ricos, contribua para o «empanturramento» de alguns à custa dos menos favorecidos pelo Estado, num desprezo total pela justiça social.
4.3 - Quanto ao programa de governo, quando votamos é como se estivéssemos sempre a apostar no “totoloto” e nunca sabemos o que nos vai calhar. Compete a cada um despir-se do seu egocentrismo psicológico, do seu egocentrismo cognitivo e do seu egocentrismo ético e votar com a razão e não com o coração.
César Urbino Rodrigues, natural da aldeia de Peredo dos Castelhanos, concelho de Moncorvo, estudou 9 anos no Seminário de Macau, fez a licenciatura em Filosofia na Universidade do Porto, o Mestrado em Filosofia da Educação na Universidade do Minho, com uma tese sobre «As Coordenadas fundamentais da Educação no Estado Novo», e o doutoramento na Universidade de Valhadolid, em Teoria e História da Educação, com uma tese sobre a «Representação do Outro No Estado Novo. Foi professor no ensino secundário, na Escola do Magistério Primário de Bragança, no ISLA de Bragança, no Instituto Piaget de Mirandela e DAPP na Escola Superior de Educação de Bragança.
Rota Gastronómica do Javali: a boa mesa e a caça celebram-se em Macedo de Cavaleiros
De 30 de janeiro a 2 de fevereiro, Macedo de Cavaleiros promove mais uma edição da Rota Gastronómica do Javali. A iniciativa, que decorre em simultâneo com a Feira da Caça e do Turismo, junta 13 restaurantes deste município transmontano
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| Javali no Pote, no restaurante Dona Antónia, em Macedo de CavaleirosBCBM |
Entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro, a iniciativa “Fins de Semana Gastronómicos” promovida pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal, faz paragem em Trás-os-Montes, mais precisamente em Macedo de Cavaleiros. Coincidindo com a realização da anual Feira da Caça e do Turismo decorre mais uma edição da Rota Gastronómica do Javali, que junta 13 restaurantes do município. A feira conta também com diversos workshops de cozinha, além de caminhadas e diversos espetáculos musicais, de falcoaria, corrida de galgos e iniciativas relacionadas com caça, incluindo uma montaria ao javali.
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| Fins de Semana Gastronomicos em Macedo de CavaleirosTPNP |
Javali estufado no pote à moda de Macedo de Cavaleiros
“No que diz respeito à gastronomia de Macedo de Cavaleiros tudo é bom, do regional ao convencional”, anuncia o programa dos Fins de Semana Gastronómicos, destacando os “pratos de caça, nomeadamente o javali no pote com castanhas, até aos enchidos resultantes da matança do porco, passando pela doçaria ligada á castanha”.
Com diversos pratos e receituário, entre os 13 restaurantes aderentes destacam-se os espaços Dona Antónia e Montanhês, que integram o recente guia “Restaurantes, Pratos e Produtos Regionais”, que dá a conhecer todos os segredos da receita de “Javali estufado no pote à moda de Macedo de Cavaleiros”, considerado o emblema maior da gastronomia deste concelho transmontano. “Era o meio de sustento de muitas pessoas, que faziam montarias ao javali, mesmo no tempo dos reis”, conta António Silva, grão-mestre da Confraria do Javali, criada em 2012 por um grupo de amigos e adeptos desta carne. O “prato de excelência”, como lhe chama, foi reconhecido em 2020 pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural. “O Javali estufado no pote à moda de Macedo de Cavaleiros era um prato feito nas casas particulares, dos caçadores, mas não se via muito nos restaurantes.”
“O javali é light”
Manda a tradição que a receita seja preparada no pote de ferro, como antigamente. “Isso permite que todos os sabores inerentes ao javali, aos restantes ingredientes e às ervas que se administram vão marinando com o tempo e ganhando sabor, independentemente uns dos outros”, explica António Silva. Mas, se antigamente todas as partes do animal eram colocadas no pote, hoje em dia, graças à promoção da gastronomia da região e à criatividade dos cozinheiros, também se encontram outras propostas nos estabelecimentos locais: “Costeleta de javali”, “Pica-pau de javali”, “Rissóis de javali”, “Feijoada de javali”, “Arroz de cabidela de javali”, “Costela de javali assada na brasa”, “Empada de javali”, entre outros. “O javali é light, é um alimento que se deve comer porque não tem gordura. Ao contrário do porco caseiro, que tem gordura intramuscular, o javali não tem nenhuma”, remata o grão-mestre desta confraria.
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| Javali no pote em Macedo de CavaleirosTPNP |
Para comer à colher, há cinco mil litros de Rancho de Mirandela à prova no Mercado Municipal
Pão, vinho e cinco mil litros deste prato popular dão vida, este sábado, 1 de fevereiro, ao Festival Gastronómico do Rancho de Mirandela, preparado por 33 restaurantes locais, responsáveis por popularizar a receita. O kit de degustação, com malga, colher, e caneca incluídas custa €7,50
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| Festival Gastronómico do RanchoCM Mirandela |
Elaborado com carnes de vitela e de porco, chouriço ou linguiça, massa, grão-de-bico e batata, podendo levar também presunto desfiado ou em pequenos pedaços, frango e cenoura, o Rancho de Mirandela tornou-se ícone da gastronomia local ao ser servido pela restauração local em dias de feira.
Receita de conforto perfeita para aconchegar os dias mais frios, além de reconfortante é também fácil de servir em épocas de maior afluência. Em Mirandela, a receita popular é comida à colher e acompanhada com pão tradicional e vinho da região. Para celebrar a tradição o município volta a organizar, em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Mirandela e a Mircom, um festival gastronómico dedicado a este prato popular. O objetivo, destaca o município, passa pela promoção e valorização do território, dos produtos locais de qualidade e da restauração.
Este sábado, 1 de fevereiro, no Mercado de Mirandela, 33 restaurantes do concelho preparam a receita de Rancho de Mirandela que se tornou símbolo da região. A previsão é que sejam preprados cinco mil litros de Rancho. Nesta celebração da gastronomia transmontana, que vai já na oitava edição, o prato pode ser saboreado mediante a aquisição de um kit de degustação, composto por malga, colher, caneca e duas senhas para pão e vinho, custa €7,50 e garante a degustação em todos os restaurantes aderentes.
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| Festival Gastronómico do RanchoCM Mirandela |
Além da experiência gastronómica única, o Festival Gastronómico do Rancho de Mirandela, a decorrer no Mercado Municipal sábado, 1 de fevereiro, entre as 12h00 e as 18h00, tem animação musical garantida.
À semelhança da edição anterior, decorre no mesmo dia um concurso para eleger o Melhor Rancho de Mirandela. Através do modelo de provas-cegas, um painel de jurados avaliará as características físicas e sensoriais da receita popular.
O Festival Gastronómico do Rancho de Mirandela é uma iniciativa da Câmara Municipal de Mirandela, com o apoio da Associação Comercial e Industrial de Mirandela e tem como objetivo promover a economia local, dinamizando o tecido empresarial da restauração do concelho através do incentivo ao consumo nos restaurantes locais. A pré-venda do kit exclusivo da edição de 2025, com um custo de €7,50, que garante a degustação desta iguaria em todos os restaurantes aderentes, está disponível para compra no Mercado Municipal (loja ACIM), no Centro Cultural de Mirandela, na ECOTECA de Mirandela e no Museu da Oliveira e do Azeite.
Concerto Solidário - Lions Clube
O evento contará com a atuação de vários artistas.
Organizado pela Assessoria do Cancro Infantil dos Lions Clubes Portugal Centro/Norte D115, este concerto é uma oportunidade de celebrar a vida, sensibilizar a comunidade e apoiar uma causa tão importante.
Data: 15 de fevereiro de 2025
Hora: 21h30


























