O Festival Macedo Jovem realiza-se já na próxima segunda e terça-feira, dias 4 e 5 de agosto, no Parque Municipal de Exposições.
O Festival Macedo Jovem realiza-se já na próxima segunda e terça-feira, dias 4 e 5 de agosto, no Parque Municipal de Exposições.
Segundo a organização, o preço de entrada no “Sunset pool party” varia entre os 10 e os 16 euros e a receita destina-se a financiar o clube, para a próxima época desportiva 2025/2026.
“Agradeço a colaboração do município de Vimioso, ao autorizar a realização desta festa na piscina municipal. Com este evento, a atual direção do Águia Futebol Clube de Vimioso pretende diversificar as fontes de financiamento de modo a obter mais receitas para o clube. Anualmente, o orçamento necessário para fazer face às despesas de uma época desportiva ronda os 35 mil euros”, indicou.
Em 2025/2026, o Águia Futebol Clube de Vimioso vai participar na modalidade de futsal, nos escalões de petizes, traquinas, benjamins, infantis, iniciados, juvenis e juniores.
“Dependendo das inscrições das crianças e jovens, na nova época desportiva pretendemos participar em todos os escalões de formação, com a novidade de constituir uma equipa feminina de benjamins”, informou.
Questionado sobre o regresso dos vimiosenses ao escalão sénior, do campeonato distrital de futsal, o presidente do Águia Futebol Clube de Vimioso, Vitor Cardoso adiantou que há essa intenção.
“A atual direção também pretende formar uma equipa sénior de futsal, para competir no campeonato distrital 2025/2026. De momento estamos a realizar contatos com jogadores, de preferência oriundos do concelho, para formar uma equipa sénior que sirva de exemplo e inspiração para os mais novos”, adiantou.
O Águia Futebol Clube de Vimioso foi fundado a 18 de agosto de 1973, pelo que está prestes a celebrar 52 anos.
“Nós vamos ter o Rancho Folclórico de São de Casal de Comba, que é da zona da Mealhada, o Grupo de Danças e Cantares de Aldreu, de Barcelos e o ainda o Rancho de Moure de Madalena, que é de Viseu. Vamos tentar, como sempre, como todos os anos, trazer um bocadinho do folclore de cada sítio do país.”
Por isso, as expectativas são altas:
“Como é habitual, temos sempre casa cheia, este ano esperámos também, também já publicitámos, já temos cartazes por aí, pela cidade e esperemos que toda a gente nos vá ver. São bem-vindos e nós agradecemos.”
Para o ano, fica a promessa de um grupo de folclore internacional a participar no festival:
“Embora não seja fácil, mas vamos tentar. Contactámos grupos este ano, mas não conseguimos. Os que contactamos nenhum estava disponível para a data que nós tínhamos o nosso festival, mas já ficou falado para o ano, e se calhar vamos ter um grupo internacional.”
O grupo é constituído por crianças dos 13, até adultos com 70 anos, continua a precisar de mais elementos:
“Para já continuamos os mesmos resistentes e sim, precisávamos de malta jovem, principalmente de homens, mas eu acho que eles não vêm, porque gostam mais de futebol.”
E por isso faz um apelo:
“Se quiserem ir ter connosco, ou com qualquer elemento do grupo, no sábado a perguntar quando é que temos um ensaio ou qualquer coisa, aproveitem, estamos lá todos e venham para ao pé de nós para mostrarmos a nossa cultura por aí, pelo país fora e quem sabe lá fora, no estrangeiro.”
O Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros vai estar no próximo domingo, 3 de Agosto, em Lagoa, no dia 17 deste mês, em Bagueixe, e a 30 no Festival de Música Tradicional, em Macedo.
O ensaios são às sextas-feiras, na Casa do Povo de Macedo de Cavaleiros.
“É tudo feito pela população, por um grupo de pessoas que colaboram, com os fatos, como em tudo o que é feito e que diz respeito à decoração. Está a aldeia toda decorada, desde as ruas, o recinto, tudo. É tudo feito pela comunidade e pelos voluntários que colaboram e ajudam.
Sim, vai decorrer a “desfilata”, que está a cargo do grupo Covil do Lobo. Só que quem quiser colaborar e participar na “desfilata”, também pode, porque vai haver fatos. Está aberto a toda a gente, desde que esteja trajado com trajes a rigor, também pode participar. Não é restrito. Quem quiser colaborar pode, desde que esteja enquadrado dentro do tema, pode integrar a “desfilata”. O grupo de voluntários é de 15 pessoas, que ajudam a montar tudo o que é preciso e necessário para fazer o evento.”
O programa é bem recheado, como salienta, a autarca:
“Destaco aqui algumas atividades que vamos desenvolver diretamente com a população, que já são atividades que vimos a desenvolver ao longo do ano, que são as aulas de ginástica com a professora Carla Vila Real. Vamos tentar também fazer aqui uma adaptação e algumas coreografias com ela, envolver a comunidade, os mais pequeninos, jovens e os mais adultos. E o passeio pela Via Romana, a caminhada, no domingo. Também vamos ter um passeio pela freguesia no sábado, mas aqui é de um passeio com carros, com tratores e motos da aldeia. É um pequeno percurso que fazemos ao longo da freguesia.
E como lhe disse anteriormente, a cobrança dos impostos, o concerto das Ambria Ardena que também vão atuar às 21h00. E enquanto decorre esta atuação há a possibilidade de se poder visitar a igreja Matriz de Lamalonga.”
Haverá também espaço para o comércio de produtos endógenos, que conta com 20 expositores e ainda será inaugurada a escola primária de Vila Nova da Rainha, que sofreu obras de requalificação no interior e exterior, no valor de 9 mil euros:
“É sim, é uma anexa de Lamalonga, a Junta de Freguesia procedeu à conclusão da obra de restauro da escola, que vai ter uma nova utilidade, vai passar a ser um centro multiusos para as atividades que forem desenvolvidas também em benefício da aldeia. E a inauguração vai ser sábado de manhã.”
O programa começa com um passeio de motos, carros clássicos e tratores pela aldeia, no sábado, que é livre. E vai haver também uma caminhada na via romana, que já tem cerca de 60 inscrições, no domingo.
No sábado a animação musical estará a cargo do grupo macedense, Ambria Ardena, e no domingo, pelo Grupo D’Alma Fado, com a fadista Sara Morgado.
A VIII Feira Romana em Lamalonga, em Macedo de Cavaleiros vai acolher diversas atividades culturais e recreativas, experiências gastronómicas e ainda o mercado romano, com o objetivo de recriar o passado, levando os visitantes a viajar aos tempos romanos.
Dar conta que esta aldeia fazia parte da via XVII, que era uma via romana do Itinerário Antonino que ligava as cidades de Bracara Augusta (Braga) e Asturica Augusta (Astorga).
“O dia 2 é o dia da aldeia. A feira decorre dia 3, domingo. No dia 4, há atividades naúticas, embora não se estendam temporalmente como na primeira semana, do ano passado, que se vão desenrolar mais tarde, por uma questão logística.”
O segundo dia, domingo, será um dia dedicado à montra dos produtos locais, onde vão estar cerca de 30 expositores de várias tipologias, desde o pão, tradicional desta aldeia, como outros produtos tradicionais, frutas, legumes, mel, vinho, entre outros.
Neste mesmo dia, haverá um espetáculo musical com Manuel Campos e ainda outro de fogo, como acrescenta o presidente da Junta:
“Vamos ter o cantor, Manuel Campos e depois, à noite, um espetáculo com danças de fogo, e um dj pela noite. E um grupo de cantares populares pela tarde. Vão haver também insufláveis para as crianças.”
Por isso, as expectativas são as melhores:
“As expectativas são boas, tendo em conta vários fatores. Mas esperamos igual o evento ao ano anterior.”
A animação cultural estará a cargo do grupo de Cantares Populares, Grupo de Bombos de Ala, Racho Folclórico, Grupo Lagoa Canto. Já a animação musical, estará a cargo de Banda 25 de Março de Lamas, que atua no sábado e Miguel Campos, no domingo.
As ruínas que hoje encontramos em Miranda do Douro estão relacionadas com a Guerra dos Sete anos e mais propriamente com um acidente num dos seus paióis que levou à devastação do castelo, levando consigo mais de 400 mirandeses.
A Câmara Municipal atribuiu bolsas a estudantes do concelho desde 2020, para ajudar as famílias a fazer face aos encargos relacionados com os estudos superiores.
Este ano, a âmara investiu 28 mil euros neste apoio e, segundo o presidente do município, Luís Fernandes, o número de bolsas e de apoio tem vindo a aumentar. “O limite no ano passado eram 30, este ano passaram para 40. É verdade que só 37 receberam esse apoio, porque também foram aqueles que se candidataram e reuniam as condições, mas têm vindo a aumentar quer o número de bolsas, quer também o valor atribuído. O máximo era 750 euros, passou para 1000 euros e, portanto, claro que depois sucessivamente, conforme as condições de cada um, também esse valor aumentou também fruto de haver mais alunos do Ensino Superior do Conselho, e isso é positivo”, disse.
Dado que os preços da habitação estão cada vez mais caros, assim como o preço de vários bens e serviços, o autarca admite que é importante que a câmara esteja atenta e acompanhe a situação.
“Esses aumentos são, a vários níveis, quer da alimentação, quer dos transportes, mas sobretudo também da habitação. Todos sabemos que é um problema, quer arranjar habitação, quer o custo da habitação. É verdade que não resolve todos os problemas, esse apoio, mas ajuda as famílias e os alunos do concelho”, frisou.
Luís Fernandes admite que o número de bolsas pode aumentar ainda mais. Os valores atribuídos aos alunos de Vinhais variam entre 500 e mil euros.
No entanto, apesar da forte contestação, em Mirandela, que tem sido visível, principalmente, nas redes sociais, após vários episódios de neblina espessa que raramente se dissipa totalmente e um cheiro muito intenso a óleo e baga de azeitona, os responsáveis por aquelas unidades industriais garantem que não há nenhum estudo que comprove a existência de níveis de poluição acima dos parâmetros considerados normais.
Foram algumas das notas a reter da sessão aberta de esclarecimento promovida, esta quarta-feira, pela coligação AD que vai concorrer às autárquicas no concelho de Mirandela.
Alexandre Camilo, da Mirabaga, unidade que está a laborar em Latadas, no concelho de Mirandela, considera que este tipo de iniciativas “são muito importantes” para o cabal esclarecimento do que está em causa porque “ajudam a esclarecer e a desmistificar certos clichés que nós estamos a sofrer. Compreendo a preocupação da população, também sou residente e natural de Mirandela, vivo e trabalho cá, portanto também tenho essa preocupação. No entanto, existe muito pouca informação, muito pouco esclarecimento sobre estas unidades”, lamenta.
Segundo os responsáveis pelas duas unidades, nesta região, cerca de 100 mil toneladas de bagaço de azeitona são anualmente colocadas para transformação. A quantidade tem vindo a subir nos últimos anos, ao invés das unidades extratoras. “Há menos unidades, há mais produção, o que sobrecarrega estas unidades”, conta. Como se isso não bastasse, o bagaço também chega agora com maior percentagem de humidade, necessitando, por isso, de um processo de secagem mais longo. “Inicialmente, havia os lagares tradicionais com os capachos, o bagaço chegava muito mais seco”, diz.
Alexandre Camilo adianta que, para além dos filtros que já utilizam, não têm surgido no mercado tecnologias inovadoras para ajudar a minimizar o impacto da laboração destas extratoras. Recentemente, apareceu o sistema de eletrofiltros, mas que implica um investimento avultado, a rondar os dois milhões de euros, “incomportável face à falta de apoios do Estado e da União Europeia”, refere.
E para exemplificar a dificuldade de aparecimento de empresas deste setor, Alexandre Camilo adianta que uma unidade destas “com filtros pode chegar facilmente aos 20 milhões de euros e não há apoio para isso. É um problema nacional, é um problema político”, acredita.
Ainda assim, Alexandre Camilo adianta que não existem estudos que comprovem a existência de níveis exagerados de poluição provenientes da laboração das duas unidades industriais. “Agora está muito na moda as perceções, é a perceção do cheiro, tem a perceção que também há poluição do ar, os estudos não comprovam isso, portanto, faça-se mais estudos, continue-se a investigar e que fiquem descansados, que nós estamos a tentar fazer tudo por tudo para mitigar estes efeitos”, garante.
Aquele responsável da Mirabaga revela que já foram alvo de diversas fiscalizações. “Há sempre problemas, há sempre acidentes, agora, a ideia que há é que nós fazemos propositadamente, mas não fazemos”, diz.
“Infelizmente nós aqui em Mirandela temos um microclima, temos uma localização, temos logo duas unidades, embora uma delas pertença ao distrito de Vila Real, no concelho de Valpaços, mas no entanto está muito próxima de Mirandela e sofremos com isso, claro”, assume.
Alexandre Camilo reitera que as unidades extratoras não querem fazer parte do problema mas antes da solução.
Para Paulo Pinto, candidato da coligação PSD/CDS a presidente da Câmara de Mirandela, esta sessão de esclarecimento foi importante porque “estamos a elaborar o programa eleitoral, ficamos a perceber hoje o setor. Estamos a falar de duas empresas, uma delas do concelho de Valpaços, que são altamente tecnológicas, lidam com tecnologia de ponta e estão perfeitamente conhecedores do problema. Aqui foi explicado aos presentes quais são os verdadeiros problemas que estão a passar”, diz.
O candidato a presidente do Município diz ter percebido que esta qualidade do ar em Mirandela, “pelos vistos não é tão alarmante quanto isso, mas que as empresas estão perfeitamente conhecedoras do que se está a passar, estão a tentar mitigar todos os efeitos que possam ter localmente, ao ponto de falar aqui em investimentos de milhões de euros, e essa é que é a grande dificuldade, tendo em conta a viabilidade económica do investimento, a sua dimensão e os investimentos que são tão significativos pelos vistos que não têm apoios comunitários”, acrescenta.
E, em termos práticos, o que pode fazer esta candidatura sobre o assunto? Paulo Pinto responde: “Se formos Câmara Municipal, teremos todo o gosto em convidar a Ministra do Ambiente e explicar-lhe este problema para o qual o Governo tem que ajudar, sob pena de o setor do olival, da oliveira e do azeite ter aqui um problema grave em termos ambientais e de saúde pública. Estamos aqui para criar as sinergias necessárias, aquelas sinergias boas que possam, de uma maneira ou de outra, alertar as entidades para um problema que existe e que necessariamente tem que haver solução, é para isso que a política existe, para servir e fazer bem-feitorias à sua população e às pessoas”, conclui.
Uma sessão aberta de esclarecimento, no auditório da ESPROARTE (antigo PIaget) sobre as unidades extratoras de bagaço de azeitona, promovida pela coligação AD candidata aos órgãos autárquicos do concelho de Mirandela, quando estamos a dois meses e meio das autárquicas.
Composta por 28 painéis informativos, esta mostra apresenta ainda dados estatísticos sobre emprego e remunerações, bem como a evolução da estrutura governativa da área, identificando os responsáveis políticos e dirigentes da Administração Pública ao longo do tempo.
A sua presença na EsACT-IPB “reveste-se de particular simbolismo, numa altura em que a Escola se prepara para assinalar dois marcos relevantes na área da Administração Pública: 25 anos da Licenciatura em Gestão e Administração Pública e os 10 anos do Mestrado em Administração Autárquica.
Mais do que uma exposição, este “é um convite para toda a comunidade académica e visitantes explorarem os percursos da Administração Pública e refletirem sobre o papel desta estrutura fundamental na consolidação do Estado democrático e na resposta aos desafios do futuro”, acrescenta a nota.
A exposição pode ser visitada na Biblioteca da EsACT-IPB, até 31 de outubro (10h00-12h00 | 14h30-17h00) com entrada livre.
Para o Presidente do Conselho de Administração da RN, o aumento dos materiais recolhidos seletivamente “é o reflexo do compromisso conjunto entre a Resíduos do Nordeste, os Municípios e, sobretudo, da crescente adesão da população, nomeadamente na recolha porta-a-porta. Este resultado demonstra que o investimento em infraestruturas e sensibilização está a dar frutos e que trabalhamos juntos pela sustentabilidade do território”, refere João Gonçalves.
O autarca de Carrazeda de Ansiães espera que a tendência de crescimento da recolha seletiva se mantenha. “O crescimento é um dado positivo e significativo, mas precisamos de mais e esperamos no segundo semestre obter um bom crescimento das quantidades recolhidas seletivamente”, acrescenta.
A RN tem ao dispor da população, em todo o sistema, cerca de 1000 ecopontos e 14 ecocentros.
Este contrato “visa assegurar a operação da rede de transporte rodoviário municipal, intermunicipal, inter-regional e urbana nos concelhos da CIM-TTM, com exceção do município de Bragança”, acrescenta a nota.
Trata-se de um investimento superior a 29 milhões de euros que “visa dar uma resposta integrada e eficiente às necessidades de mobilidade no território, prevendo uma operação anual de cerca de 1.867.000 km em transporte regular e 358.312 km em transporte flexível, garantindo uma cobertura territorial alargada e adequada às necessidades da população”, pode ler-se.
O transporte flexível, direcionado para localidades com 40 ou menos habitantes, “permitirá melhorar significativamente a cobertura do serviço público em zonas de baixa densidade populacional, onde atualmente a oferta é inexistente ou deficitária”, adianta o comunicado.
A nova operação contará com 90 autocarros, dos quais 30 serão veículos verdes/limpos.
Recorde-se que cabe à CIM-TTM a competência na organização dos sistemas públicos de transportes de passageiros de âmbito Regional e são também a responsáveis pelos serviços públicos de transporte de passageiros municipais.
Delegaram esta última competência na CIM-TTM os municípios de Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vimioso, Vila Flor e Vinhais.
O contrato agora assinado terá uma vigência de 5 anos, com início previsto no primeiro trimestre de 2026.