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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

A aldeia de Malhadas, em Miranda do Douro, foi palco do concurso concelhio de bovinos de raça Mirandesa

Alunos finalistas da Miguel Torga revoltados com professora de História

Os alunos do 12º B do Agrupamento de Escolas Miguel Torga, em Bragança, estão revoltados com a professora de Históra.
A tal ponto que dois terços da turma fizeram uma participação à direção e ao Conselho de Turma, contestando a avaliação da docente Ana C.
Em causa está a grande diferença de notas atribuídas na frequência das aulas entre os segundo e o terceiro períodos. “Houve alunos que baixaram de 16 para 13, outros de 15 para 12. 
Várias situações entre os dois e os três valores de diferença”, contou ao Mensageiro Nuno Castro, um dos alunos do 12.º B, delegado da turma e, também, presidente da Associação de Estudantes da escola.
Por isso, oito dos 12 alunos contestaram as notas de frequência da disciplina de História.

AGR
in:mdb.pt

Nova sede do GDB inaugurada no sábado

Este sábado, dia 30 de Junho pela 11h00, o Grupo Desportivo de Bragança inaugura a sua nova sede e espaço recreacional.


Para inaugurar este espaço criado para funcionar de ponto de encontro e serviços do GDB irá ser realizado um Open Day onde também será servido um Porto de honra para os convidados.

GM
in:mdb.pt

João Geraldo quer ser o melhor jogador português e entrar no top 10 do mundo

O mirandelense, João Geraldo, contou à Raízes, as suas ambições para o futuro e não faz por menos. Quer ser o melhor jogador português de sempre e integrar o Top 10 dos melhores jogadores do mundo, no ténis de mesa.
João Pedro Ferreiro Geraldo, natural de Mirandela, 22 anos, integrou a seleção nacional de ténis de mesa que conquistou a medalha de prata, no campeonato da Europa, por equipas, que decorreu, entre 13 e 17 de Setembro, no Luxemburgo.
A equipa nacional perdeu na final, com a Alemanha, por 3-0, precisamente o mesmo adversário a quem tinha ganho na final do europeu disputado, em Lisboa, em 2014.
O jovem mesatenista de 21 anos, número 77 do ranking mundial, que começou a praticar a modalidade no Clube Ténis de Mesa (CTM) de Mirandela, espera vir a tornar-se, a longo prazo, no melhor jogador português.
Atualmente, compete na equipa alemã de ténis de mesa do Ochsenhausen, para onde se transferiu, em 2013, do CTM de Mirandela, onde fez toda a sua formação.
Ao lado de Tiago Apolónia e Marcos Freitas, conquistou a medalha de ouro no Campeonato da Europa de Ténis de Mesa, realizado em Lisboa, em 2014, e também conquistou a medalha de ouro nos Jogos Europeus de 2015, em Bacu.
Geraldo confessa que a última temporada não correu muito bem, mas não esmorece. “Fui pouco utilizado na equipa e isso refletiu-se nas competições individuais que tive ao longo da temporada, mas vou continuar a trabalhar”, promete.
O mirandelense tem contrato até ao final desta época com o clube alemão e espera ser mais utilizado, caso contrário vai rumar a outras paragens para ter mais competição. “Vou ter de encontrar um local onde possa treinar ao mais alto nível e dessa forma poder marcar presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020”, conta.

Por Fernando Pires
Revista Raízes

Adesão dos enfermeiros à greve, em Bragança ronda os 76%

Enfermeiros em greve até às 24 horas de hoje.
O sindicato dos Enfermeiros Portugueses reivindicou hoje uma adesão extremamente elevada à greve de nacional de hoje que convocou, apontando números entre os 70 e 90% em várias unidades de saúde. Na Unidade Hospitalar de Bragança, a adesão é de 76 por cento no turno da manhã. O principal efeito da paralisação fez-se sentir no bloco operatório. Aqui todos os enfermeiros aderiram à greve o que fez com que as 4 cirurgias de urologia programadas fossem adiadas, apenas se realizaram as cirurgias de urgência, com recurso aos serviços mínimos.

Exigem a contratação de mais profissionais para compensar a passagem do regime de 40 para 35 horas semanais a partir de domingo. Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses diz que o Governo se comprometeu a reforçar o quadro durante os primeiros seis meses deste ano e tal ainda não aconteceu:

“A poucos dias da entrada em vigor desse regime normal de trabalho o que é verdade é que, ainda não há autorizações da parte do governo que essas actualizações possam vir a acontecer”, disse a presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Segundo as contas do sindicato são necessários mais cerca de dois mil enfermeiros para compensar a redução de horas destes profissionais e para manter tudo a funcionar.

Se não houver novidades até 1 de Julho, Guadalupe Simões prevê complicações nos serviços: 

“Estamos a falar de profissionais sem qualquer período de integração, que são várias. Não temos a noção se o Ministério da Saúde e o Governo vai permitir e autorizar todas as contratações reportadas das instituições em Outubro do ano passado. E portanto, é uma incógnita o que se vai passar na próxima semana e é bom recordar que estamos em período de férias com todas as consequências que daí podem advir”, referiu   Guadalupe Simões.

Enfermeiros em greve até às 24 horas de hoje para exigir a contratação de mais enfermeiros.

Escrito por Radio Ansiães & Rádio Brigantia 
Foto: Sindicato dos Enfermeiros Portugueses 

As duas cidades contam com uma ligação com mais de 20 anos, e nesta visita da comitiva de Les Pavillons Sous Bois foi discutida a possibilidade de relações comerciais.

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO POR GRUPOS ETÁRIOS E SEXO - BRAGANÇA NA ÉPOCA CONTEMPORÂNEA (1820-2012)

A evolução da composição etária e por sexos da população do Concelho de Bragança, ao longo destes dois últimos séculos, foi influenciada pelos movimentos migratórios, pela progressiva redução da mortalidade – o que se traduziu, como vimos, no aumento da esperança de vida à nascença –, e pelos comportamentos face à fecundidade.
No princípio do século XIX (Gráficos n.º 3-6), a estrutura mantém uma forma piramidal, típica das sociedades pré-industriais, caracterizada por níveis de natalidade e mortalidade elevadas. Esta estrutura prolonga-se pelo século XX, pelo que, em 1960, o peso dos mais jovens continua a ser expressivo, embora seja visível o impacto dos movimentos migratórios, especialmente nas idades ativas masculinas.
Em 2011, Bragança está claramente envelhecida. Se no princípio do século XX, por cada 100 residentes no Concelho,  tinha menos de 15 anos e cinco podiam considerar-se idosos (65 e mais anos), isto é, havia 15 idosos por cada 100 jovens, em 2011 encontramos uma evidente inversão da estrutura etária (Gráficos n.º 3-6), resultado do efeito conjugado da quebra da natalidade, do aumento da esperança de vida e dos movimentos migratórios.
O resultado traduz-se num elevado índice de envelhecimento (188 idosos por cada 100 jovens) e numa supremacia das mulheres nas idades mais avançadas como resultado da sobremortalidade masculina, tal como se pode constatar nos valores das relações de masculinidade a partir dos 65 anos – 78 para os maiores de 65 anos e 61 para os 80 anos e mais.



Este progressivo envelhecimento torna-se ainda mais claro quando comparamos lado a lado a estrutura etária em 1801 e em 2011 (Gráfico n.º 7). Em 1801, mantém, como referimos, uma forma piramidal mas, duzentos anos mais tarde, a base da pirâmide é muito mais estreita – houve uma redução de quase 61% dos menores de 15 anos entre estes dois períodos, como resultado do declínio da natalidade, e um topo mais cheio, reflexo do aumento da longevidade e do peso dos mais idosos (grupo que teve uma variação de 322%). Repare-se que há uma distorção causada pela desigualdade entre os dois lados da pirâmide, que nunca é simétrica, da maior esperança de vida feminina, diferença que se vai acentuando ao longo do século XX, à medida que aumentam os valores deste indicador.

Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa

Encerramento de Mais Bragança com balanço positivo

Já foi dado a conhecer o balanço do projecto "Mais Bragança é Mais Turismo", da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança, que teve a finalidade de reverter o facto de diversos espaços se encontrarem fechados durante o fim-de-semana.
Segundo a secretária geral da ACISB, Anabela Anjos, os empresários que participaram ao longo destes dois anos, foram dando um feedback muito positivo. Desta forma, a técnica avançou ainda que há outro projecto já aprovado que irá dar seguimento a este de forma a revitalizar espaços e mudar mentalidades.

“Temos conseguido levar o nome de Bragança, além-fronteiras e mesmo dentro das fronteiras com as presstrip que temos desenvolvido, que correram muito bem. Com este projecto vamos dar seguimento a outra candidatura, porque não queremos de facto que ele morra”, destacou Anabela Anjos.

"Casa Aberta" é outra ideia que surge deste "Mais Bragança é Mais Turismo". Pedro Cepeda, um dos mentores deste novo projecto, explica que não tem havido preocupação suficiente com a experiência dos turistas pelo que se pretende criar uma rede colaborativa para que se partilhe informação entre agentes do sector.

“Foi uma ideia que surgiu na segunda reunião que houve com os agentes em que se percebeu que não se sabia o que os outros andavam a fazer”, contou Pedro Cepeda.  

Pelo secretário executivo da comunidade intermunicipal, Rui Caseiro, foi também apresentado o plano de acção para o desenvolvimento turístico das terras de Trás-os-Montes. Rui Caseiro afirma que é necessário existir uma capacidade interna que potencie uma boa oferta aos turistas e fala da aposta no turismo de natureza como um dos exemplos de turismo de experiências.

“Nós temos de reivindicar algumas infra-estruturas que nos faltam mas também temos de ter capacidade interna daquilo que nos falta”, destacou Rui Caseiro.

O seminário teve lugar durante a tarde de ontem na recém-criada esplanada do bar Praça 16, um dos agentes envolvidos neste projecto da "Casa Aberta".

Escrito por Brigantia
Carina Alves

Não voa nada mal

Os Xutos & Pontapés queriam ir para outro mundo num contentor, mas parece que por cá há quem seja menos criativo e se entretenha a atirar contentores para o Fervença. 
Está mal.
O Zé não conseguiu através das suas investigações concluir se o contentor voou para o rio com carga ou sem ela mas só foi pena o autor do delito não ter voado para o mergulho também.
É uma escolha que se faz a de viver com atitudes cívicas ou sem elas. Não há nada como voltar a zero e rebuscar nas memórias, que deviam ser de elefante, as regras da vida em sociedade. Depois queixem-se que há falta de contentores.

Diz o Zé que...
in:mdb.pt

Diocese quer consolidar o trabalho da caridade

D. José Cordeiro, anunciou que a existência de uma Diaconia da Caridade na Diocese de Bragança-Miranda, que ficará ligada à Vigararia para a Ação Pastoral, e pode ajudar a consolidar o trabalho que se está a realizar neste âmbito.
“Tal como estamos não podemos continuar. Cada um a trabalhar por si. Temos que trabalhar integradamente para o bem comum e para o mesmo pão. Até porque estamos numa terra em que se come pão com pão”, explicou o prelado, não esquecendo que algumas mudanças têm sido concretizadas ainda que suscitem resistências “como na primavera também há alergias por causa dos pólen assim acontece com as mudanças na sociedade e na Igreja”. 
Este serviço será criado brevemente e terá como missão “ser um observatório da caridade na Diocese e acompanhar a Pastoral Social e a Mobilidade Humana”, explicou. “Queremos consolidá-lo. Não foi fácil, nem está a ser fácil mas o caminho é este. 
Criamos o Serviço da Pastoral das Migrações e das Minorias Étnicas que temos que consolidar.
Temos também o Serviço da Pastoral e das  Pessoas com Deficiência e estamos a trabalhar bem.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Migrantes convidados pela Cáritas a partilhar o pão e a dar a conhecer a sua história

A Cáritas Diocesana de Bragança juntou-se ao projeto internacional  “Vem e partilha o tem pão”, iniciativa que tem por objetivo aproximar e integrar os imigrantes e refugiados nas comunidades onde vivem, e no passado sábado organizou um encontro na Escola Superior de Educação de Bragança.
Tratou-se de uma iniciativa multicultural onde todos os presentes tiveram oportunidade de partilhar o pão confecionado por imigrantes oriundos de vários países, como o Nepal, Venezuela, Peru, Suíça, Alemanha, São Tomé e Príncipe. 
Nesta mesa multilingue não faltou o bom pão transmontano, onde o Português já funcionou com língua franca que todos tentaram usar.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Colaborador do Mensageiro edita livro de crónicas

Será apresentado no próximo dia 4 de julho o livro de Nuno Pires, colaborador do Mensageiro de Bragança há vários anos, com algumas das crónicas publicadas nos jornais da região.
Espelho Público é o título deste primeiro livro do autor, que conta ainda com prefácio de D. José Cordeiro e contributos de Hernâni Dias, Jorge Nunes, Manuel Pereira, César Urbino e Teófilo Vaz.
“Diz o povo que qualquer pessoa se sentirá realizada na vida se, ao menos, fizer um filho, plantar uma árvore e escrever um livro. Ora se já tenho uma filha e uma neta, que são a minha fonte de vida e o meu orgulho de viver, e já plantei centenas de árvores, sobretudo oliveiras, faltava escrever um livro. E foi o que aconteceu, acabando por materializar uma ideia, um projeto, que já residia na minha mente há muito tempo, a que não é alheia a motivação crescente impulsionada pelos leitores dos meus textos de opinião e não só, regularmente publicados na comunicação social, neste caso, no Jornal, Mensageiro de Bragança.

AGR
in:mdb.pt

Aos 10 anos reconstrói o mundo com peças de Lego

Nunca Miguel Miranda podia imaginar que, de repente, aos 10 anos, ficaria tão conhecido e procurado por jornais e televisões só por brincar.
Sim, brincar, mas não é de uma brincadeira qualquer que se trata, em causa estão construções feitas com a pequena peça chamada Lego, originária da Dinamarca e conhecida mundialmente desde os anos 30 do século XX.
Dezenas delas estão patentes numa exposição em Miranda do Douro, que dá a conhecer ‘O meu mundo’, ou seja o mundo que resulta da imaginação do Miguel, que acabou de concluir o 4º ano de escolaridade em Bragança.  
Porém, os objetos feitos em Lego- desde aviões, carros, cidades, comboios, super-heróis, naves espaciais e tanta coisa mais que não é qualquer um que fixa, estão desde o início do mês expostos em Miranda do Douro. 
Mas esta é apenas uma pequena parte das centenas que saíram das mãos do Miguel e que lhe decoram uma divisão em casa, que continua repleta.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Feira da Ervedosa “é uma aposta ganha” que celebrou 20 anos

A Feira dos Produtos da Terra de Ervedosa, no concelho de Vinhais, celebrou 20 anos de existência, no passado domingo.
O presidente da junta de freguesia, Franclim do Nascimento, fundador da feira, garante que o certame é “uma aposta ganha”, que todos os anos cresceu em número de expositores e de público. 
Este ano contou com 35 expositores, dos quais 20 eram da freguesia e os restantes eram oriundos de aldeias limítrofes.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Cooperativa quer ultrapassar as 327 toneladas de bovino mirandês transformadas em 2017

A Cooperativa Agropecuária Mirandesa (CAM), que em 2017 transformou 327 toneladas de carne de bovino mirandês, representando um volume de negócios de 3,2 milhões de euros, espera concluir este ano com números mais expressivos, alavancada no aumento de explorações.
Atualmente, a carne de bovino de raça mirandesa tem no mercado nacional o seu principal consumidor, que absorve cerca de 80% da produção. Quanto às exportações, a principal incidência vai para França e Alemanha.

“Contudo, há outros mercados pontuais, na Europa, que vamos trabalhando”, disse o diretor comercial da CAM, Nuno Paulo.

A CAM investiu numa unidade de restauração que está localizada em Paris e tem dois agentes comerciais na distribuição em França, o que faz chegar este produto de “qualidade superior” a outros restaurantes e à comunidade portuguesa ali radicada e não só.

A CAM tem uma unidade em Vimioso, no distrito de Bragança, onde todas a transformação das carcaças é efetuada.

O presidente da CAM, António Luís, disse que a unidade de transformação de carne mirandesa tem capacidade para laborar mais carcaças e apresentar produtos daí derivados.

“Comercializamos todas a produção da carne mirandesa produzida nos concelho do Nordeste Transmontano e acreditamos no crescimento das explorações pecuárias”, observou o responsável.

Os dirigentes da CAM mostra-se agora mais esperançados no incremento da produção de carnes devido ao interesse demonstrado pelos produtores mais jovens que estão apostados em aumentar um efetivo que se situa, de momento, em cerca de 5.500 animais reprodutores.

“Nós pagamos 5,50 euros o quilo de carne mirandesa em carcaça ao produtor”, frisou.

Inês Teixeira, uma das produtoras disse que vale a pena criar animais de raça mirandesa.

“Temos o escoamento dos animais sempre garantido e por vezes não temos efetivo suficiente para o mercado. A carne mirandesa tem futuro, apesar das condições climatéricas nos últimos anos não ajudarem”, frisou.

José Preto, outro produtor de carne mirandesa, faz contas e disse que se pagam a carne mirandesa a 5,50 euros o quilo, é preferível apostar nesta produção, já que a outra carne é, como afirmou, paga a 4,25 euros.

Agência Lusa

Bandeira azul já foi hasteada nas praias do Azibo

Já foi hasteada bandeira azul e bandeira de acessibilidade na Praia da Ribeira e na Praia da Fraga da Pegada, na Albufeira do Azibo.
Depois da vistoria feita na manhã de ontem a ambas as praias, está tudo a postos para uma época balnear de qualidade. Quem o diz é Rui Vilarinho, vereador do Município de Macedo.

“É um momento de grande regozijo para todos nós, para todos os Macedenses. Ao longo de tantos anos consecutivos termos atribuída às nossas praias a bandeira azul e a bandeira da acessibilidade.

De facto, fomos vistoriados, nós estávamos com algum receio porque no ano passado na primeira vistoria houve algumas inconformidades e deram um prazo para alterar. Felizmente conseguimos e foi novamente atribuída a bandeira azul. 

Estamos muito satisfeitos, temos que agradecer a todos os técnicos do município, todos os trabalhadores que aqui andaram, estes dias todos, de forma incansável; sem eles isto não era possível de certeza.

Vamos usufruir agora durante o verão, deste espaço que é maravilhoso, esperemos que as pessoas se distraiam e que passem boas férias e que ninguém se magoe, que é aquilo que se pretende.”

Ainda assim, mesmo com a época balnear já aberta, há obras a serem concluídas que trarão, num prazo médio de 15 dias, água potável e saneamento às praias do Azibo.

“Era uma necessidade que havia nesta praia, porque havia fossas sépticas, ainda há neste momento, e não havia água potável.

Agora, com as obras efetuadas e embora tenham sido tardias, porque de facto, a meteorologia não nos ajudou, dentro de pouco tempo vamos ter água potável nas praias e saneamento. Falta depois colocar estação elevatória e todo o resto já está feito. Espero que no espaço de 15 dias esteja tudo tratado e a funcionar em pleno.”

Foi pela mão das crianças das “Férias Vivas” de Macedo, que foram erguidas as bandeiras.

Uma atividade que pretende sensibilizar os mais novos para a importância da limpeza nas praias, como refere Maria João Rodrigues,  Técnica de atividades educativas do Geopark Terras de Cavaleiros.

“O nome desta atividade é – A Albufeira que respiramos- é dentro do tema anual das atividades de educação ambiental e decidimos integrar esta atividade no hastear da bandeira. Já tínhamos realizado uma atividade com eles, falámos sobre a importância da bandeira azul, este prémio, para que eles também percebam que é importante limpar as praias, porque sem limpeza também não tínhamos bandeira azul.”

E os mais pequenos, mostram saber muito do assunto, quando se fala em poluição e meio ambiente.

“Estamos a recolher o lixo que as pessoas deixam. Principalmente plásticos e outras coisas.

Estou a gostar, porque assim o nosso planeta fica menos poluído.

Eu dizia às pessoas para não poluírem porque se poluirmos depois as plantas ficam mal e o nosso ar não fica tão puro e nós não respiramos bem.

Não gosto de deitar lixo para o chão porque faz mal ao ambiente.”

Bandeiras hasteadas, tudo pronto para uma época balnear de excelência nas praias da Albufeira do Azibo, por onde passam cerca de 200 mil pessoas durante o verão.

A Praia Fluvial da Fraga da Pegada ostenta bandeira azul pelo 15º ano e a Praia Fluvial da Ribeira pelo 9º ano consecutivos.

Escrito por ONDA LIVRE

Abertura da 35ª Feira de São Pedro marcada pelo pedido de mais apoio para as empresas do interior

É preciso criar meios para que as empresas se fixem no interior, e os municípios têm de ser interlocutores entre as várias sinergias.
Quem o diz é Rui Fernandes, presidente da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros:

“Pretendemos que os municípios  defendam as nossas empresas, os nossos cidadãos, que potenciem a economia, ajudem a fixar famílias e a criar emprego. Em nome de todas as associações comerciais do interior norte, pedimos que sejam procuradas soluções para combater a interioridade, para que assim consigamos repovoar e acrescentar valor à região, temos condições para isso.”

Rui Fernandes aponta algumas medidas que, sendo adotadas pelas autarquias, ajudariam a fixar mais empresários na região:

“Há muitas situações que podem ser tidas em conta, como, por exemplo, a despenalização da carga fiscal e a questão dos combustíveis. Consideramos que seria também importante ter uma via férrea, pois eu não conheço nenhuma região no mundo que evolua sem uma, e, por isso, acho que deveríam reclamá-la. 

Deveriam pedir condições especiais para as nossas empresas, aproveitando estas últimas linhas de apoio do Norte 2020, falando também junto da CCDR Norte, pois tudo isto faz parte do defender de uma região.”

Declarações à margem da Cerimónia de Abertura da 35ª Feira de São Pedro de Macedo de Cavaleiros.

Durante o discurso oficial, Benjamim Rodrigues, autarca macedense, revelou que, além do alargamento da zona industrial e o retorno do ensino superior a Macedo, há mais planos para ajudar a fixar pessoas e empresários no concelho, entre eles a instalação de uma incubadora de empresas:

“Será instalada ao longo deste ano uma empresa que trabalha na área da inovação e desenvolvimento económico, esta que poderá funcionar como uma incubadora local. Obviamente que essas instituições têm uma forma de funcionar muito específica, o que significa que poderemos ter novos empresários, novas empresas, mas também poderemos perder algumas.

Poderemos ainda, eventualmente, vir a ter o desenvolvimento de um Centro de Negócios e ainda um gabinete de aconselhamento de jovens empresários. Isto é uma forma de incentivar e motivar a fixação no interior e esperamos ter bons resultados.”

Novidades avançadas esta quarta-feira na abertura da Feira de São, que decorre em Macedo de Cavaleiros até domingo.

Escrito por ONDA LIVRE

Feira de S. Pedro com nova cabeça de cartaz

Raquel Tavares e Matias Damásio são cabeças de cartaz de festa que vai durar cinco dias.
Num formato "mais curto mas mais intenso", arranca esta quarta-feira a Feira de São Pedro, em Macedo de Cavaleiros.
A comemorar 35 anos, o certame empresarial aliado aos espetáculos musicais continua a afirmar-se como um dos maiores eventos do distrito de Bragança. 
Este ano, o evento tem menos dias - passa de 9 para 5 - mas atuam dois artistas em cada noite. "Não é novidade que a feira de há uns anos para cá vinha a decair. Era muito cómodo deixar as coisas como estavam, mas o evento ia morrer. Com alguma coragem e loucura, mudámos o figurino", explica o vice-presidente do município macedense, Pedro Mascarenhas. 
Da organização faz também parte a Associação Comercial, Industrial e de Serviços, responsável pela feira comercial, que revela que há mais expositores do que no ano anterior. "No espaço exterior do recinto, temos mais pessoas. No interior temos menos expositores mas com stands de maior dimensão", adiantou, ao CM, Rui Fernandes, presidente da associação. 
Os setores automóvel e agrícola estão em peso. Além disso, há empresas de várias áreas e artesanato. Ao todo, serão 212 expositores. "Acho que, a nível empresarial, é o único da região. Este ano, é o pontapé de saída de um projeto ambicioso. Para o ano esperamos um ‘boom’", acrescenta. 
A Feira de São Pedro decorre de 27 de junho a 1 de julho, no Parque de Exposições Municipal. Raquel Tavares, April Ivy, Bezegol e Matias Damásio, são alguns dos nomes que compõem o cartaz. 
Os bilhetes diários custam entre 2 e 5 euros (último dia) e o passe geral fica por 7 euros. Ainda sem previsões, a organização espera milhares de visitantes. 
A festa estende-se depois pelas ruas ao centro da cidade com DJ.

Tânia Rei
Correio da Manhã

Festas em FERMENTÃOS

Mogadouro recebeu pela primeira vez uma etapa do Circuito Norte de Triatlo Longo, 2 km a nadar, 60 km de bicicleta e 15 km a correr