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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 19 de setembro de 2026

Ex-autarca de Mogadouro absolvido de três crimes de prevaricação

 O Tribunal de Bragança absolveu hoje o ex-presidente da Câmara de Mogadouro, Francisco Guimarães, o seu vice-presidente, Evaristo Neves, a vereadora e cinco funcionários desta autarquia dos crimes de prevaricação e abuso de poder.


A juiz que liderou o coletivo do Tribunal de Bragança referiu que os crimes não ficaram provados durante o julgamento. Em causa, segundo a acusação, estavam procedimentos relacionados com contratos por ajuste direto e por consulta prévia, celebrados entre 2014 e 2018, para a obtenção de serviços de segurança privada com duas empresas, num valor de perto de 200 mil euros, que, segundo a acusação, nunca foram detentoras de alvará ou de autorização legal para o exercício da atividade de segurança privada", em benefício de uma terceira.

A acusação deduzida pelo Ministério Público indicava que as empresas eram diferentes, mas tinham os mesmos sócios e que os contratos as beneficiaram.

O ex-autarca, Francisco Guimarães, que liderou a câmara em dois mandatos entre 2013 e 2021, eleito pelo Partido Socialista, disse que “finalmente vemos a justiça ser feita”, à saída do julgamento. “Ao sermos todos absolvidos está mais do que provado que nada daquilo aconteceu. Saímos satisfeitos”, referiu. O julgamento começou a 12 de janeiro.

Glória Lopes

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