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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Obras de três milhões reforçam formação nas áreas digital e geriatria

 As obras de modernização do Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança, financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) num valor superior a três milhões de euros, foram inauguradas esta quarta-feira pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho.


A intervenção permitiu renovar as instalações e melhorar a capacidade formativa do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) numa região onde são abrangidos, em média, cerca de oito mil formandos por ano.

“Estamos a inaugurar uma obra do PRR muito relevante, no valor de mais de três milhões de euros, que permitirá melhorar a oferta formativa em Bragança e na região”, afirmou a governante, no final da visita.

Maria do Rosário Palma Ramalho destacou a aposta em duas áreas consideradas prioritárias: os cuidados pessoais e de saúde e as tecnologias digitais. No primeiro caso, a ministra justificou a necessidade de formar mais profissionais com o envelhecimento da população e o aumento da procura de respostas sociais. Na vertente tecnológica, salientou a necessidade de adaptar os trabalhadores, as empresas e os processos produtivos à inteligência artificial e à transformação digital.

(Artigo completo disponível para assinantes ou na edição impressa)

António G. Rodrigues

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