ANTÓNIO PIRES POUSA, de Vila Boa de Ousilhão, concelho de Vinhais, erigiu em 1861 uma capela junto às suas casas de moradia, em substituição de outra arruinada que lhe pertencia e existia no mesmo local (611).
VILA CHÃ DE BRACIOSA
1º DOMINGOS AFONSO e sua mulher D. Isabel Lopes, lavradores, de Vila Chã de Braciosa, concelho de Miranda, dotaram em 1657 bens, com vínculo de morgadio, à capela de S. Domingos que iam erigir no Cabecinho da Touça, limite da mesma povoação (612).
2º MATEUS DE SANTIAGO, presbítero, natural de Vila Chã de Braciosa, dotou em 1695 de bens suficientes a capela, que na igreja matriz da mesma freguesia mandara erigir o falecido abade dessa freguesia Pedro Guedes de Magalhães, que não fabricara suficientemente (613).
3º D. CATARINA DE MORAIS, viúva, residente em Vila Chã de Braciosa, faleceu a 16 de Junho de 1822 deixando por testamenteiros seu irmão Manuel de Morais, abade de Terroso, e Paulo Miguel Rodrigues de Morais, filho da testadora, deão da Sé de Bragança, cavaleiro da Ordem de Cristo.
Tinha uma nora: D. Maria Guiomar de Azevedo Sousa Sequeira de Figueiredo, e filhos, além do já nomeado, mais: D. Joana, freira, e Manuel Rodrigues de Morais, sargento-mor (614). Ver na lista dos cónegos os apelidos – Morais (Paulo Miguel Rodrigues de) e Azevedo (Francisco Manuel de Morais).
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(611) Museu Regional de Bragança, maço Capelas.
(612) Ibidem.
(613) Ibidem.
(614) Museu Regional de Bragança, Cartório Administrativo, livro 129, fol. 74 v., onde vem o seu testamento.
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MEMÓRIAS ARQUEOLÓGICO-HISTÓRICAS DO DISTRITO DE BRAGANÇA

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