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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Município de Macedo de Cavaleiros reforça aposta na habitação social

 O Município de Macedo de Cavaleiros quer aumentar a resposta na área da habitação, nomeadamente através da construção de 16 novos fogos no Bairro da Alegria, destinados a agregados familiares que vivem atualmente em condições habitacionais consideradas indignas.


A medida está prevista na Estratégia Local de Habitação do município, elaborada no âmbito do programa 1.º Direito, Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Sérgio Borges, os 16 fogos previstos para o Bairro da Alegria integram a resposta de habitação social e destinam-se a situações de carência habitacional e necessidade de realojamento, como explicou na última Assembleia Municipal:

“Não só se falou de 16 fogos a custos controlados, mas é preciso também falar da parte da ação social. Atenção que há fogos de habitação de foro social e habitação a custos reduzidos ou controlados.”

A existência deste parque habitacional não significa, contudo, que todas as necessidades estejam cobertas. A própria Estratégia Local de Habitação identifica pessoas e agregados familiares que continuam a procurar apoio através da habitação social municipal.

“Nós queremos, obviamente, aumentar esta oferta e o objetivo é mesmo esse. Há uma candidatura também para reabilitar a antiga estalagem, a antiga residência, e aí, sim, será a custos controlados. Estes fogos serão na parte social.

É uma aposta, queremos fazer mais e garantir, assim, mais habitação para a nossa cidade e, neste caso, para o nosso concelho.”

A Estratégia Local de Habitação aponta para um investimento de cerca de dois milhões e 27 mil euros, com financiamento previsto através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e do orçamento municipal.

A estratégia da autarquia, no entanto, não se limita à habitação social. O município está também a trabalhar numa candidatura para a recuperação da antiga estalagem e da antiga residência, com o objetivo de criar habitação a custos controlados.

“Há aqui uma diferença ainda grande, mas o objetivo é sempre o mesmo: fixar as pessoas e garantir que realmente haja acesso à habitação, que não é só um flagelo, não é só uma lacuna deste município, mas sim a nível nacional.”

A habitação a custos controlados é uma resposta distinta da habitação social.

Trata-se de habitação construída ou adquirida com apoio público, destinada a habitação própria e permanente ou a arrendamento, estando sujeita a limites definidos relativamente às áreas, custos de construção e preços.

Em Macedo de Cavaleiros, esta vertente pretende também criar condições para facilitar o acesso à habitação e contribuir para a fixação de população no concelho.

Filipe Ventura Alves

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