Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O IPB está entre as dez melhores instituições de ensino

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) está entre as dez melhores instituições de ensino superior portuguesas, num ranking promovido e divulgado pela Comissão Europeia.
O IPB ocupa o sétimo lugar na tabela e apenas se encontra mais um politécnico na lista, o de Viana do Castelo que ocupa o nono lugar.
O presidente, Sobrinho Teixeira, ficou satisfeito pela posição obtida e considera que trará um retorno positivo à Instituição.
Para a obtenção desta posição foram são avaliadas cinco áreas: ensino e aprendizagem, investigação, transferência de conhecimento, orientação internacional e envolvimento regional.
O Multirank pretende ser uma ferramenta de pesquisa para alunos e uma avaliação mais abrangente aos rankings de universidades mais conhecidos do mundo.
Sobrinho Teixeira diz que se o sucesso escolar dos alunos fosse superior o IPB estaria ainda numa posição mais vantajosa.
O Instituto Politécnico de Bragança a ocupar o sétimo lugar no ranking, promovido pela Comissão Europeia, das dez melhores Instituições de Ensino Superior de Portugal.

Escrito por Brigantia

Brigantia EcoPark pode demorar meses a abrir portas

As obras do Brigantia EcoPark estão previstas terminar no próximo dia 6 de Julho. No entanto, o director do parque tecnológico, Paulo Piloto admite que pode demorar ainda alguns meses a abrir portas. 
“É preciso instalar os laboratórios e os espaços empresariais e isso leva algum tempo. Neste momento estamos numa fase de concurso público para aquisição de todos os equipamentos para que passados poucos meses, num curto espaço de tempo possa abrir portas”, revela.Sem querer adiantar números, Paulo Piloto garante que já existem várias candidaturas de empresas que procuram o apoio do Brigantia EcoPark. O objectivo é ,nos próximos 10 anos, conseguir atrair empresas para os 74 espaços individualizados existentes no edifício. 
O responsável garante que são já vários os interessados nacionais e internacionais.“Até do estrangeiro há empresas interessadas. Procuram pessoas qualificadas, procuram  aquilo que nós também temos como objectivo, que é ter um parque com interesse, com empresas de base tecnológica, com um ambiente de investigadores e pessoas qualificadas”, constata. Declarações à margem da conferência de Tecnologia e Sustentabilidade que decorreu ontem, no âmbito da Semana da Tecnologia e Gestão organizada pelo Instituto Politécnico de Bragança. 
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira realça a importância do Brigantia EcoPark não só para as empresas que já estão em fase de incubação, mas também para servir de ponto de partida para a criação de mais postos de trabalho na região transmontana. “As empresas criadas através do gabinete de empreendedorismo do IPB e que agora têm que entrar num processo de maturação, evolução e crescimento, poderão encontrar essa nova acomodação num parque de ciência e tecnologia como o Brigantia EcoPark, mas não podemos ficar por aqui. Temos de ser proactivos para conseguir trazer novas valências para a região e para inverter a tendência de perda demográfica, numa perspectiva de criação de mais emprego”, salienta.
Recorde-se que o Brigantia EcoPark é um empreendimento quês está orçado em 19,3 milhões de euros. 
Neste momento decorrem as obras da 1ªfase que têm um orçamento de 6,3 milhões de euros e que se prevê estarem concluídas até ao próximo dia 6 de Julho.

Escrito por Brigantia

CÔA PARQUE QUER CHEGAR A NOVOS PÚBLICOS COM ORGANIZAÇÃO DE FESTIVAL VÍNICO

A Fundação Côa Parque, que faz a gestão do Museu e Parque Arqueológico do Côa, anunciou que pretende chegar pela primeira vez a todos os tipos de púbico com a organização do Festival do Vinho do Douro Superior.
A iniciativa decorre entre sexta-feira e domingo e pretende aproximar "a cultura da economia" numa ação que coloca em valor os maiores "embaixadores" da região: o património mundial da Unesco representado pelas gravuras rupestres do Vale do Côa e "riqueza" produzida pela qualidade dos vinhos do Douro Superior.
"Esta é uma tentativa de fazer a abertura [da fundação] ao exterior e assim chegar a todos os tipos de público através de uma das atividades económicas de maior relevo da região, como é a produção de vinho, e ao mesmo tempo associada a projeção internacional que a fundação tem através de uma património com mais 25 mil anos", disse o presidente da fundação, Fernando Real.
A organização do certame e pela primeira vez é da responsabilidade do Côa Parque em parceria com a câmara de Vila Nova de Foz Côa.
Segundo o responsável é preciso colocar "em evidência" um projeto cultural associado a um recurso endógeno da região como é produção de vinhos " de qualidade superior".
"A economia da cultura é um dado importante porque as políticas europeias começam a convergir nesse sentido, não só através do património ou das indústrias criativas, sendo por isso cada vez mais importante estabelecer parcerias entre os diferentes agentes locais de forma a trabalhar em rede ", frisou.
No certame estão disponíveis 73 espaços para degustação de vinhos e sabores provenientes de oito concelhos da região Douro Superior (Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda, São João da Pesqueira, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vila Nova de Foz Côa), com mais de 220 referências e de 3.000 garrafas de vinhos que estarão estar em prova ao longo das dezoito horas da Feira de Vinhos e Sabores.
A Expo Côa vai ser palco da Feira de Vinhos e Sabores (prova de vinhos gratuita e possibilidade de aquisição dos mesmos a preços especiais), de quatro Provas Comentadas por Especialistas, três de vinhos e uma de azeites.
Um colóquio destinado a profissionais do sector vitivinícola sob o tema "O Douro Sustentável: Vinho e Turismo / Património"; e do Concurso de Vinhos do Douro Superior, marcaram um evento que se prolonga até domingo.
A novidade deste ano é um Jantar Vínico da autoria de um chef nacional, a acontecer no restaurante Coa Museu.

in:rba.pt

Tiago Patrício vai apresentar o seu livro “Mil Novecentos e Setenta e Cinco” em Torre de Moncorvo

No próximo dia 30 de Maio, pelas 21h00, é apresentado na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo o livro “ Mil Setecentos e Setenta e Cinco”, do escritor moncorvense Tiago Patrício.
A obra será apresentada por Leonel Brito, produtor e realizador de cinema e TV, editor e fotógrafo.
Durante a sessão serão apresentados excertos dos filmes “Gente do Norte” e “Felgar Ventos de Abril”, o primeiro realizado por Leonel Brito e o segundo, gravado em 1975 por Leonel Brito, Moedas Miguel e Sá Caetano.
O livro “fala de uma viagem improvável a uma aldeia imaginária do Nordeste Transmontano no ano de viragem de 1975, representada num romance por várias personagens que tentam recuperar formas de vida que estão a desparecer.”
O autor, Tiago Patrício, nasceu no Funchal e foi viver para Carviçais com 9 meses.
Estudou Farmácia e em 2007 venceu o prémio Jovens Escritores e foi selecionado pelo Clube Português de Artes e Ideias para uma residência em Praga. Venceu ainda os prémios Daniel Faria e Natércia Freire em poesia e o Prémio Agustina Bessa Luís, em 2011, com o romance Trás-os-Montes.

in:noticiasdonordeste.pt

quarta-feira, 28 de maio de 2014

“Sou do tempo em que as couves sabiam às couves”

Natural de Bragança, o gastrónomo Virgílio Nogueiro Gomes confessa que os sabores da sua Terra Natal marcaram o seu percurso profissional.
Jornal Nordeste (JN) – É natural de Bragança. De que forma a cidade a região transmontana influenciam o seu trabalho?
Virgílio Nogueiro Gomes (VNG) – Isso tem muito a ver com o tipo de Educação que se vivia naquele tempo. Eu nasci na primeira metade do século XX e nós tínhamos uma educação do gosto que era da vivência, das refeições que fazíamos em casa da família, as refeições eram em casa, a primeira vez que eu comi num refeitório foi quando fui para a Faculdade para o Porto, portanto já tinha 18 anos de habituação à comida caseira. 
Eu sou do tempo em que a gente sabia distinguir os sabores e em que as couves sabiam às couves, não havia esta globalização, esta chegada de todos os produtos novos, produtos fáceis e, portanto, era uma cozinha muito autêntica. E isso veio determinar alguma exigência e algum rigor que eu mantenha. Por isso, não gosto de produtos mal esclarecidos, não gosto de produtos que tenham o mesmo sabor no mundo inteiro, e, portanto, preciso de produtos que garantam a identidade da sua origem.

Entrevista para ler na íntegra na edição impressa ou pdf e para ouvir 4ª feira na Rádio Brigantia, após as notícias das 17:00 horas

in:jornalnordeste.com

Festival de Música de Macedo: Durante uma semana, a música vai ao encontro das pessoas e do comércio

Concertos, Workshops, Música nas Ruas, nos Restaurantes, na Igreja, Concurso de Bandas, Um DJ, Descontos no Comércio... Assim será durante uma semana em Macedo de Cavaleiros. De 14 a 21 de junho, a música clássica e alternativa vai ao encontro das pessoas e do comércio.
O objetivo é que “toda a cidade tenha uma interação, que usufrua dos espetáculos que acontecem na rua, que são gratuitos. A cultura vai ter com as pessoas, estará no meio delas e com isso o comércio vai agradecer”, diz Rui Pedro Pinheiro, promotor da iniciativa pela Associação ReanimArte. Esta ligação com o comércio ganha maior dimensão na quinta-feira, dia 19, com a Noite Branca: “Pedimos ao comércio para estar aberto entre as 21h e as 24h. Os grupos estarão nas ruas e as pessoas terão descontos vários nas casas aderentes.”
O objetivo é que “toda a cidade tenha uma interação, que usufrua dos espetáculos que acontecem na rua, que são gratuitos" Pinheiro não destaca particularmente um espetáculo, “o Festival funciona como um todo, está repleto de pessoas com grandes qualidades musicais, com um talento enorme e alguns, com uma carreira internacional muito vasta.” A ligação com o público “é determinante para o sucesso da iniciativa. É o outro lado da moeda. A obra nunca está completa sem as pessoas”, assume. A divulgação da iniciativa será também feita em concelhos vizinhos, com “flash mobs” e distribuição de vales de descontos no comércio.
O Presidente da Câmara Municipal, Duarte Moreno, confirmou ter recebido a ideia “com um grande espírito de abertura”, porque, diz, “é uma ideia muito boa para a cultura e valorização do nosso comércio, e é um excelente exemplo do contributo dos jovens pelo crescimento da nossa terra. Quando somos todos a dar pela nossa terra, fazemos com que ela seja maior.”
O Festival de Música de Macedo foi apresentado esta segunda no Centro Cultural, e contou com um flash mob do Grupo Coral Macedense. É uma iniciativa da Associação ReanimArte, em parceria com o Município de Macedo de Cavaleiros, Associação Comercial, Industrial e de Serviços e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários.

in:noticiasdonordeste.pt

Governo espera nova ligação aérea de norte a sul do país até ao final do ano

O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, disse hoje esperar que a criação de uma nova linha aérea que ligará Bragança/Vila Real/Viseu/Tires/Portimão, proposta pelo Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC), possa estar concluída ainda este ano.
"O INAC fará agora uma série de consultas aos aeródromos envolvidos para que esta ligação possa ser uma realidade ainda este ano em nome de uma coesão territorial de norte a sul do país", disse o governante durante a apresentação de um evento de aviação no aeródromo de Tires, Cascais.
Sérgio Monteiro explicou que há muito que andava a receber apelos para que algumas infraestruturas fossem mais aproveitadas e, desde que se encerrou a rota que ligava Trás-os-Montes e Lisboa, que o Governo estava a procura de uma alternativa.
"Essa rota não foi possível manter e desde então que estávamos a procura de alternativas, até que o INAC nos entregou esta proposta e que, naturalmente, já foi aceite", acrescentou.
À Lusa, o secretário de Estado assegurou que esta nova rota não terá os problemas da anterior e não implicará "valores muito expressivos".
"Não gastaremos mais do que já se gastava com a anterior ligação", assegurou Sérgio Monteiro, sem ainda adiantar valores.
O governante adiantou ainda que será lançado em breve um concurso público para a realização da rota e espera que "todos estejam comprometidos com a rapidez".
A Secretaria de Estado dos Transportes recebeu a proposta do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) para a criação de uma linha aérea que fará a ligação Bragança/Vila Real/Viseu/Tires/Portimão, adiantou hoje à agência Lusa fonte do regulador.
Segundo a mesma fonte do INAC, a tutela vai agora fazer contactos com os aeródromos intervenientes para depois apresentar a proposta junto da Comissão Europeia, em Bruxelas. O objetivo é o lançamento de um concurso público internacional, com o prazo de três anos, para a realização da rota que ligará "o Norte ao Sul e o Interior ao Litoral".

MYDM (JYS) // ZO
Lusa/fim

INAC propõe ligação aérea Bragança/Vila Real/Viseu/Tires/Portimão

A Secretaria de Estado dos Transportes já recebeu a proposta do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) para a criação de uma linha aérea que fará a ligação Bragança/Vila Real/Viseu/Tires/Portimão, adiantou hoje à agência Lusa fonte do regulador.
Segundo a mesma fonte do INAC, a tutela vai agora fazer contactos com os aeródromos intervenientes para depois apresentar a proposta junto da Comissão Europeia, em Bruxelas. O objetivo é o lançamento de um concurso público internacional, com o prazo de três anos, para a realização da rota que ligará "o Norte ao Sul e o Interior ao Litoral".
O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, deverá anunciar hoje a ligação aérea durante uma iniciativa em Tires (Cascais), onde prestará mais esclarecimentos sobre o assunto.

Diário Online

Parabéns, FILHA, pelos teus 31 anos.

totalgifs.com fogos-de-artificio gif gif fogosdeartificio07.gif

Empresas da região apostam na internacionalização

Há empresas da região que viram na internacionalização a oportunidade para crescer em época de crise. É o caso da Factoryplay, que fabrica insufáveis para diversão e publicitários. 
Esta empresa  já conseguiu colocar produtos made in Bragança em 34 países de todo o mundo. O director geral da Factoryplay, Pedro Santos, assegura que o facto de a empresa estar instalada no Nordeste Transmontano até é uma vantagem em termos de proximidade com a Europa. “O facto de a nossa empresa estar sedeada em Bragança, nomeadamente na questão no merca do Espanhol e até na questão do mercado francês, podemos dizer que até ajudou nesse posicionamento. Se pensarmos que estamos mais próximo da capital de Espanha do que da nossa capital”, realça o jovem empresário.
Há cerca de dois anos no mercado, a empresa “+ Ervas”, sedeada em Alfândega da Fé, exporta praticamente a totalidade da produção de ervas aromáticas.Este é um projecto que nasceu com os olhos postos na internacionalização. O gerente da “+ Ervas”, Tiago Relhas, garante que com persistência foi possível afirmar a empresa nos mercados externos. “Persistência, perseverança, e foi o querer estar lá. Isto significa que nós temos que nos dar a conhecer ao mundo e não esperar que o mundo nos venha conhecer a nós”, garante o empresário”, salienta Tiago Relhas.
O mercado internacional é também a aposta da empresa de distribuição farmacêutica de medicamentos de veterinária: A Novavet. Com sede em Bragança, esta empresa está em contra-ciclo. 
O empresário Luís Afonso não tem dúvidas que foi graças à expansão para o continente africano que a Novavet consegue crescer em tempo de crise.“Temos vindo a empregar mais gente e estamos a crescer. Este ano, crescemos surpreendentemente. Nos primeiros quatro meses do ano aumentámos a facturação em cerca de 25 por cento, comparativamente com os meses homólogos do ano anterior. Na área internacional também temos tido crescimentos”, assegura Luís Afonso.
A internacionalização das empresas da região é o tema em discussão hoje no programa Estado da Região, aqui na Brigantia, a partir das 10 horas.

Escrito por Brigantia

Câmara de Bragança quer transformar aeródromo em aeroporto regional

A Câmara de Bragança quer transformar o Aeródromo Municipal num Aeroporto Regional, que seja uma alternativa ao Aeroporto Sá Carneiro, no Porto. 
O autarca da capital de distrito lembra que o município tem um projecto para ampliação da pista e construção de um terminal de passageiros, que ronda os 12 milhões de euros, mas precisa de financiamento.
Hernâni Dias não tem dúvidas que a construção de um aeroporto regional em Bragança é estratégico para toda a região Norte, e explica porquê. “Se calhar as pessoas ainda não pensaram mas pode haver uma situação de catástrofe, numa situação de emergência que seja necessário uma infra-estrutura que garanta condições para que os aviões sejam desviados para outro ponto e efectivamente na região Norte não teremos outro local que não este Aeródromo de Bragança para que isso possa acontecer”, esclarece o autarca.
Entretanto, o autarca de Bragança acredita na retoma da ligação aérea para Lisboa, que está suspensa há quase dois anos. Ainda assim, Hernâni Dias não tem indicação da parte do Governo de quando é que este serviço pode regressar à região.
Recordo que a Câmara de Bragança gasta mais de seis mil euros por mês para manter o Aeródromo operacional, na esperança de que a carreira aérea Bragança-Vila Real-Lisboa venha a ser retomada.

Escrito por Brigantia

ACT suspende obras na barragem de Foz Tua

A Autoridade para as Condições do Trabalho suspendeu as obras na barragem de Foz Tua, na zona do acidente, que, no passado sábado, vitimou um trabalhador.
Depois de uma inspecção ao local, a ACT procedeu à suspensão imediata dos trabalhos, que se vai manter até à averiguação das causas do acidente.Em comunicado, a ACT informa que na sequência de uma segunda visita realizada ontem por inspectores foi feita uma notificação para a tomada de medidas de segurança e saúde no trabalho, relativamente à protecção colectiva e individual dos trabalhadores. Foi ainda elaborada uma recomendação para que sejam dadas instruções concretas aos trabalohadores no que respeita às tarefas a realizar por cada um.
Recordo que a vítima, um trabalhador guineense da empresa DTGR-Engenharia Lda., sofreu uma queda de cerca de 10 metros, na operação de elevação de consolas de cofragem trepante na obra da barragem de Foz Tua.

Escrito por Brigantia

Pequenos agricultores vão passar a receber no mínimo 500 euros de subsídio

A partir de 2015 os pequenos agricultores vão receber um mínimo de 500 euros de subsídio. Esta é uma das alterações da Reforma da Política Agrícola Comum (PAC) apresentadas ontem pela CAP, Agricultores de Portugal, na Escola Superior Agrária de Bragança.  
O secretário-geral da CAP, Luís Mira, explica as principais alterações da nova PAC.“Há uma convergência dos pagamentos para 90 por cento da média nacional. Para os pequenos agricultores vaia haver uma medida muito importante que vai abranger 80 mil agricultores em Portugal, e que vai beneficiá-los colocando o mínimo a receber em 500, isso faz-se com o retirar de dinheiro a todo. 
Para além disso vai haver um pagamento que se chama “ Greening” que obriga os agricultores a cumprirem um conjunto de regras ambientais para que a agricultura europeia seja mais amiga do ambiente”, revela. 
A área mínima para candidaturas aos subsídios da nova PAC aumenta de 0,3 hectares para 0,5 em 2015 e o objectivo é aumentar para 1 hectare em 2017. Luís Mira garante que os agricultores não vão ser prejudicados e considera que a medida vai ser importante para ganharem escala.“A ideia é que as pessoas se juntem e tenham até 2017 tempo para não perderem essa ajuda. Temos que ganhar escala e não se pretende com esta medida diminuir o número de agricultores”, considera.
Foram mais de duas centenas os agricultores que marcaram presença na sessão de esclarecimento, onde puderam esclarecer dúvidas sobre as novas regras. A medida que obriga a que todos os subsídios sejam superiores a 500 euros foi uma das mais comentadas.“Isso é pouco. Quinhentos euros, da maneira que está hoje a vida, isso não é nada”,  afirma António Rodrigo. “Esta medida só vai beneficiar especialmente a nossa região porque a maioria dos agricultores são pequenos agricultores. 
Os que já recebiam pouco não vão ser prejudicados, só serão um pouco prejudicados aqueles que recebiam muito dinheiro ”, acrescenta José Guedes.
Os cortes nos subsídios aos agricultores de grande escala serão calculados em função das características de cada exploração, não podendo ultrapassar  30 por cento do valor do subsídio.
A nova PAC entra em vigor em 2015, com um ano de atraso, devido à demora no processo de negociações no Parlamento Europeu, que este ano envolveu 28 países, o maior número de sempre.  Este vai ser o último ano em que os agricultores vão beneficiar do Regime de Pagamento único (RPU), passando a vigorar apenas o Regime de Pagamento Base (RPB). Desta forma prevê-se que até 2019 o valor do subsídio seja calculado de forma idêntica para os agricultores de cada região do país, em vez de ser em função do valor recebido e do número de hectares utilizados no período de referência considerado. As novas regras vigoram a partir do próximo ano até 2020.

Escrito por Brigantia

Aldeia de Rio Frio - Caracterização

Abarcando uma boa fatia de território na área oriental concelhia, Rio Frio dista uns 25 quilómetros para sudeste da respectiva capital, unindo-se a esta através da E.N. 218 (que liga Bragança a Vimioso). Com a recente inauguração do IP 4, entre Bragança e Quintanilha, Rio Frio terá beneficiado de algum encurtamento naquela distância, para além do manifesto melhoramento da acessibilidade.
O rio Sabor, correndo de norte para sul, traça os limites ocidentais deste território paroquial, onde predomina uma topografia de tipo planáltico e não especialmente acidentada (a altitude média orçará pelos 400 metros). Contando cerca de 350 habitantes, a freguesia integra os povoados de Rio Frio e Paçô.
Num outeiro designado de Cabeço do Castro, cuja eloquente toponímia havia já suscitado o interesse do Abade de Baçal nas suas “Memórias”, terá assentado outrora um presumível povoado fortificado castrejo da Idade do Ferro. É esse, segundo Emídio Garcia (autor de uma recente obra monográfica dedicada a Rio Frio), “um local dominante, ladeado pelos ribeiros da Jordana e Grial a poente e pela Ribeira das Maias a norte e nascente”. Estes pequenos cursos de água vão logo adiante confluir num só, tomando o nome de Ribeiro Gamelo, tributário da margem esquerda do Sabor.
Numa doação a favor do mosteiro de Castro de Avelãs, documentado datado de 1144, menciona-se já a povoação sede de freguesia, então designada “Rivo-Frigido do Monte”.
Cerca de um século depois, nas “Inquirições” de 1258 (ordenadas por D. Afonso III), surge já nomeada a respectiva instituição paroquial, com o nome de “Santa Maria Rivulo Frigido”. No reinado seguinte, e muito concretamente em 1299, D. Dinis ter-lhe-á concedido foral, assumindo o título de vila.
Com a criação do concelho de Outeiro, por 1514 e a mando de D. Manuel I, Rio Frio passaria a integrar essa circunscrição administrativa até à respectiva extinção, com as reformas liberais e no ano de 1853, altura em que a freguesia transitou para o termo de Bragança.
O lugar e paróquia anexa de Paçô de Outeiro aparece igualmente noticiado nas “inquirições” de 1258, tendo constituído uma honra do mosteiro beneditino de Castro de Avelãs.
Em termos patrimoniais de índole arquitectónica, Rio Frio conta com um interessante templo de singela mas graciosa traça setecentista. Também de graciosa traça possivelmente setecentista é a Capela de N. Sra. ao Pé da Cruz, com confraria instituída em 1734. Quer a tradição que aquele culto tenha ali remota origem, referindo-se até a suposta oferta de uma imagem pelo Santo Condestável, que ali terá passado por 1386. Mais possui a freguesia a Capela de N. Sra. das Necessidades, erguida no alto de um proeminente outeiro, de onde se disfruta de abrangentes panorâmicas.
Em Paçô pode apreciar-se a respectiva Igreja, a qual integra na frontaria um portal em arco redondo com data oitocentista. Há ainda as Capelas de Santa Ana e do Senhor do Resgate e diversos cruzeiros. Na arquitectura civil merecem referência um edifício solarengo do século passado conhecido por “casa do joãozinho” e a Fonte do Olmo, de cantaria e encapelada.
Tradições
Durante as festas religiosas celebradas nesta freguesia e, também, nas tardes de Domingo, a população costumava reunir-se para conviverem e se divertirem praticando diversos jogos
tradicionais. Estes jogos, embora menos praticados que antigamente, hoje em dia ainda são
praticados pelos habitantes desta freguesia, os quais vêem neles uma forma de expressar a sua tradição.
Os jogos do Fito, do Cântaro e da Sueca são exemplos dos jogos praticados na freguesia de Rio Frio.

in:cm-braganca.pt

Vencedor de concurso internacional foi recebido pelo Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros

O Presidente da Câmara Municipal, Duarte Moreno recebeu na manhã desta segunda o Macedense Rui Pedro Pinheiro, saudando-o pelo prémio conseguido na semana passada num concurso internacional para jovens compositores.
No encontro, onde também esteve presente a Vereadora Helena Magalhães, Duarte Moreno deu conta da importância que representa para o Município o reconhecimento de que os Macedenses são alvo, incentivando-o a prosseguir o seu sonho de entrar no mundo da música.
Rui Pedro Pinheiro, 21 anos, é aluno da Escola Superior de Música de Lisboa, e foi premiado pela County Music School de Filadélfia, nos Estados Unidos da América, no concurso "Promissing Young Composers Competition", com a peça da sua autoria: "Song of the Universal".
O gosto e o interesse pela música fizeram nascer em Rui Pedro a vontade de criar um festival temático em Macedo de Cavaleiros, projeto que será consumado com o Festival de Música de Macedo que decorrerá de 14 a 21 de junho, contando, entre outros, com o apoio da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros.

in:noticiasdonordeste.pt

Arte Chocalheira - Alcáçovas prepara «plano de salvaguarda» para defender as paisagens sonoras

Um centro interpretativo do chocalho, novas aplicações para este artefacto e o fomento do ensino do ofício de chocalheiro, são algumas das metas que a presidente da Junta de Freguesia de Alcáçovas, Sara Pajote, inclui num plano de salvaguarda da Arte Chocalheira. Objectivos para reforçar o selo que a UNESCO pode atribuir a esta tradição depois de submetida uma candidatura à Lista do Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente.
Os chocalhos bailam no pescoço dos animais que pastoreiam nos campos de norte a sul do país. Os artefactos cilíndricos, produzidos a partir de uma peça de chapa, contam com um badalo. Este agita-se com o movimento dos animais nos pastos. Nasce uma «música» que serve para orientar o pastor. Este sabe onde andam os seus animais. Hábitos antigos que se enraizaram nos territórios e são hoje expressão cultural.
Os chocalhos concebidos artesanalmente constituem uma prática em vias de desaparecimento. Tendo em conta este facto, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo encabeça uma candidatura, entregue recentemente na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para inscrição da Arte Chocalheira na Lista do Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente.
Em Alcáçovas, Viana do Alentejo, existem ainda duas famílias chocalheiros que continuam ligadas a esta arte. Foi precisamente em Alcáçovas que nasceu o impulso para esta candidatura que, entretanto, se alargou à Arte Chocalheira nacional. Isto considerando que é uma manifestação afecta a outros locais no Alentejo (Estremoz e Reguengos de Monsaraz), assim como a outras localidades portuguesas, nomeadamente Bragança, Tomar, Cartaxo e Angra do Heroísmo.
«Esta candidatura é agora liderada pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, mas, de certa forma, Alcáçovas encabeça o processo. Esta mudança dá-se por haver um reconhecimento da arte chocalheira a nível nacional», explica, ao Café Portugal, a presidente da Junta de Freguesia de Alcáçovas, Sara Pajote.
A autarca pormenoriza que «neste momento, activamente, na freguesia, há dois jovens chocalheiros. Temos mais três ou quatro chocalheiros que fazem apenas para a sua colecção. Daí a salvaguarda urgente porque é uma arte em vias de extinção».
São artesãos que aprenderam uma arte passada de geração em geração desde a presença árabe no território, povo que terá introduzido os chocalhos nos costumes pastoris. Tudo começa num pedaço de chapa de ferro amorfo que é talhado com uma tesoura árabe. Segue para a bigorna onde, com marteladas impressas em vários locais, ganha a forma cilíndrica. Juntam-se em seguida os batentes, as asas e os velos.
O processo foi todo registado num documentário de dez minutos, que acompanha a candidatura, realizado por David Mira que, ao Café Portugal, realça a componente musical dos chocalhos.
«É uma arte difícil, tem muito trabalho, mas também musicalidade. O chocalho é afinado no final da sua construção. A perda desta tradição é também a perda da paisagem sonora do Alentejo. É incrível como se transforma um pedaço de latão quase num instrumento musical», comenta David Mira.
A candidatura já está entregue na UNESCO em Paris e será agora apreciada por aquela organização. Em Alcáçovas, Sara Pajote pensa já no futuro e sublinha «é importante ter elaborado um bom plano de salvaguarda».
A presidente da Junta de Freguesia de Alcáçovas aponta para a construção de um centro interpretativo do chocalho onde se conheçam as origens, utilizações e processo de fabrico dos chocalhos. Sara Pajote relembra que «o chocalho é utilizado desde sempre no gado, mas não se perspectiva que o chocalho continue nessa vertente, por isso, devem ser encontradas outras aplicações».
Incrementar a aprendizagem desta arte é outra das ideias do plano de salvaguarda que deve «promover e encontrar formas para que não se acabe a tradição». Sara Pajote diz ainda que a arte chocalheira pode ser um atractivo turístico no âmbito do turismo cultural e considera a proximidade de Évora, cidade Património Mundial da Humanidade, uma mais-valia.
«A junção destes selos da UNESCO é importante. Quem visita Évora também vem visitar uma arte Património Cultural. É o turismo cultural que queremos, sem ser de massa e que possa ser rentável», afiança Sara Pajote.
A candidatura da arte chocalheira está enquadrada num projecto da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo que visa a valorização do Património Imaterial e que integra também as candidaturas das Tapeçarias de Portalegre, dos Tapetes de Arraiolos e das Festas do Povo de Campo Maior.

Sara Pelicano
in:cafeportugal.net

Gabinete de empreendedorismo do IPB já criou 34 empresas

O gabinete de Promoção do Empreendedorismo do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) já ajudou a criar 34 empresas, que se traduzem em 79 postos de trabalho.  
Os números foram revelados ontem na conferência “Ideias, Projectos e Negócios” inserida na Semana da Tecnologia e Gestão que começou na segunda-feira e termina hoje. O gabinete foi criado em 2008 e está neste momento a apoiar a constituição de mais 6 empresas. 
O coordenador do espaço, o professor  José Pires, explica de forma apoiam os estudantes do IPB na criação de empresas. “Damos formação, ajudamos os alunos a trabalhar as suas ideias, tentamos verificar se as ideias têm alguma viabilidade sob o ponto de vista económico-financeiro, ajudamos a fazer o plano de negócios e estudos de mercado. Caso a ideia seja viável e o aluno queira avançar com o projecto ajudamos em todas as questões formais e legais da constituição da empres.
Numa fase posterior podemos ajudar também na captura de investimento”, salienta. Um dos alunos que recebeu apoio do gabinete de empreendedorismo foi Afonso Reis, que juntamente com colegas e professores, criou o Intelligent Sunny Heater Optimizer que permite poupar energia na utilização de painéis solares para aquecimento de água.“O nosso projecto é um dispositivo que associado aos painéis de aquecimento de água permite uma gestão inteligente.  
A  partir da previsão do tempo conseguimos adaptar o nosso sistema para diminuir o consumo energético no equipamento”, revela. 
Na conferência esteve ainda presente Manuel Heitor, professor do Instituto Superior Técnico de Lisboa e ex secretário de estado Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que elogiou o trabalho que o IPB tem feito na área do empreendedorismo. “O Politécnico de Bragança tem dado provas de ser uma instituição bastante inovadora.”, considera.
Esta tarde decorre a conferência sobre tecnologia e sustentabilidade, onde estará em discussão o potencial do Brigantia EcoParque  , cuja inauguração está prevista para o próximo mês de Julho.

Escrito por Brigantia

Aldeia de Santa Comba de Rossas - Caracterização

Sita na área meridional concelhia, a uns dezanove quilómetros para sudeste da cidade sede, Santa Comba de Rossas detém uma área paroquial algo reduzida, sendo habitada actualmente por umas setecentas almas. Implantada á margem da “Velha” E.N. 15, a povoação de Santa Comba de Rossas tem naquela via um dos acessos à urbe brigantina, em alternativa ao mais expedito e recente IP 4. Também por aqui passava a antiga Linha de Caminhos de Ferro do Sabor, outrora ligado, em pitorescos percursos, as cidades transmontanas de Mirandela e Bragança. Nos limites ocidentais da freguesia, localiza-se a desactivada Estação de Rossas, em trecho peculiar do trajecto, visto que atingia, com seus 849 metros, a mais elevada cota de altitude registada em todas as linhas do País.
Note-se que este território paroquial assenta ainda na vertente oriental da Serra da Nogueira, ostentando uma topografia montanhosa, com altitude média superior a seiscentos metros. Sobre a arqueologia local pouco se saberá de concreto embora, e atendendo aos fortes indícios de povoamento em freguesias limítrofes como Pinela (Castelo), Sortes (Marroninho) e Rebordaínhos (Cabeço Cercado), seja de suporte que já por estas bandas se tivessem fixado populações protohistóricas.
No seu bem conhecido “Elucidário”, Sousa Viterbo aponta como possível justificação para a presença aqui bem um topónimo “Rossas”, a suposta existência de uma albergaria medieval em honra de Santa Maria de Roncesvales, outrora dita “de Roças-Vales”. Se bem que a ordem dos Cónegos Regrantes aqui tivesse documentados bens pelo século XIII, como demostrarão as “Inquirições”, parece-nos pouco plausível esta “complicada” origem etimológica, sendo talvez de preferir a hipótese firmada num étimo “roças”, ainda hoje designativo quer das operações de corte do mato, quer das próprias áreas onde o mesmo se avoluma, indicando ainda por extensão todo o trabalho agrícola efectuado posteriormente sobre os terrenos desbravados. Incluindo na remota organização paroquial, até em virtude da remota devolução a Santa Comba.
A actual Igreja Matriz é um templo razoavelmente amplo e de algo imponente traça setecentista, ostentando na frontaria a data de 1741. Surge esta fachada principal, toda de cantaria à vista e dotada de um imponente pórtico de sabor classicizante, rematada pelo invariável campanário “braganção”, de tripla ventana.
O imóvel encontra-se implantado em posição baixa, surgindo algo obliterado por um caminho de terra batida, a uns dois quilómetros distantes da povoação, fica um outro templete de formosa traça possivelmente setecentista, este em aprazível localização campestre, rodeando de seculares castanheiros e outros frondosos espécimes arbóreos. Trata-se da Capela de Nossa Senhora do Pereiro, notabilizada pala concorrida romaria ali efectuada aos 15 de Agosto de cada ano. Na frontaria do templo sobressai, abrigada em um nicho, uma imagem pétrea da Padroeira, talhada em calcário e de certa beleza escultórica.

in:cm-braganca.pt

Resolução sobre introdução de portagens na A4 – Autoestrada Transmontana

Resolução sobre introdução de portagens na A4 – Autoestrada Transmontana, aprovada, por unanimidade, em Reunião de Câmara de 26 de maio de 2014.

Saiu hoje e está fresquinho...Leiam e chorem…

PORTARIA N.º 20/2014
Artigo 15º
Consulta Externa
1. O valor a faturar pelas consultas é o seguinte:
a) Instituições que integram o Serviço Nacional de
Saúde, bem como as que a este estejam associados através
de contrato de gestão e ainda o Instituto Português do
Sangue, IP:
Consultas médicas — 31 €;

Artigo 16º
Urgência
1. O preço do episódio de urgência para os hospitais
do SNS é de:
a) Serviço de Urgência Polivalente — 112,07€;
b) Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica — 85,91 €;
c) Serviço de Urgência Básica — 51,00 €.
2. A classificação por tipo de urgência é a presente no
Despacho nº 5414/2008 de 28 de janeiro.
3. Ao preço do episódio de urgência acrescem os valores dos
meios complementares de diagnóstico e terapêutica, incluindo
pequenas cirurgias e outros atos discriminados no Anexo III.