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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Alunos formados no IPB trabalham na região

A região de Trás-os-Montes emprega mais de metade dos alunos formados no Instituto Politécnico de Bragança que conseguiram trabalho.
Um inquérito feito a diplomados que terminaram o curso no ano lectivo 2008/2009 demonstra que uma grande percentagem ficou em Bragança. 
O vice-presidente do IPB, Luís Pais, sublinha que este estudo revela que a região tem capacidade de fixar os jovens do litoral que vêm para cá estudar.“86 por cento dos nossos graduados estão a exercer uma actividade profissional e o que é mais interessante é que denotámos uma capacidade de fixação dos próprios diplomados.
Daqueles que estão a exercer uma actividade profissional, 39 por cento exercem-na em Bragança, e 53 por cento exercem-na em Trás-os-Montes, ou seja nos distritos de Bragança e Vila Real”, realça o responsável.
Luís Pais realça, ainda, que dos mais de mil diplomados que participaram no inquérito, 30 por cento são do distrito de Bragança e 43 por cento são dos distritos de Vila Real e Bragança.O vice-presidente do IPB diz que para além dos licenciados e mestres que arranjam trabalho nas empresas da região, também há quem aposte no seu próprio negócio em Bragança. “Alguma capacidade empreendedora dos nossos alunos. Não podemos esquecer que a região de Trás-os-Montes não é industrializada, é um caminho que ainda temos que percorrer, mas eu acho que esses resultados são prometedores nesse sentido”, salienta o vice-presidente do IPB. 
Luís Pais garante que o IPB vai continuar a realizar este inquérito para acompanhar o percurso dos diplomados e também para conhecer o seu grau de satisfação com a instituição de ensino.

Escrito por Brigantia

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Inversamente...proporcional...!

Uma Mensagem para os Putos dos Partidos Políticos que nos têm Desgovernado

Olhai quem fica na História. " NO JOB´S FOR THE BOYS" nem para ele. Vós, TOTÓS, já estais mortos e o CHE...BEM VIVO!
Dorme bem companheiro!

Óh Nuno Crato. És mesmo Burro ou só andas a treinar?


Para partires em vantagem, dou-te uma de borla.
Não sou Professor.
E tu és?
Pois olha, não parece.
TURMAS COM 26 ALUNOS?
Olha lá pá.
Não sou Professor mas fui estudante.
Ainda concebo que no Secundário uma turma possa ter 26 alunos. São adolescentes ou adultos.
O professor pode “debitar” matéria uma atrás da outra. Os alunos ou aprendem, ou recorrem a explicações…era assim no meu tempo e é agora. E claro, têm sempre a possibilidade de mudar de vida, ou de se filiarem num partido político, como o teu e, depois, arranjarem uma equivalência qualquer que lhes dê o “papel higiénico”.
Óh Nunito. Uma turma de 26 alunos no Ensino Básico? Tás doido?
No Ensino Básico, o Professor/a tem que ensinar as letras. O A o B o C…etc. Já deves ter ouvido falar.
O Professor/a tem que pegar na mão da criança vezes sem fim…para a ajudar a desenhar no caderno, no quadro.
Um de cada vez, ouviste? Um de cada vez.
Enquanto pega na mão de um para desenhar o A, estarão 25…ouviste? 25, uns a chorar, outros com a cueca já borrada, uns a chamar pela mamã ou pelo papá e outros a bater no colega do lado.
Depois…o Professor/a tem que ir “atender” o 2º….eeeeee milagre, o 1º. regressa para manter o nº. dos 25.
Queres que continue a fazer o desenho ou, já percebeste?
E depois pode acontecer que entre de rompante na sala de aula, o papá, ou a mamã que, têm a certeza que deram à luz o génio da família, é só uma questão de tempo e, se não tiver o sucesso esperado, claro…a culpa é do Professor/a.
Óh Nunito. Sabes que as crianças borram as calças, mijam nelas durante as aulas? Ora como tratais, abaixo de cães, os/as Auxiliares de Educação, quando existem, na Escola…lá tem que ir o Professor/a a limpar o cú ao menino. Mas como a sala de aula não tem WC privativo…lá vão ficar os outros 25 à lei da bala. E se um deles com uma valente porrada parte os dentes ao “vizinho do lado”? Pode acontecer..ou não?
Tá fodi../. o Professor/a por se ter ausentado da sala de aula. Processo disciplinar, facada ou tiro do papá ou da mamã…e problemas para o resto da vida.
Olha Nunito. Sabes que mais? Nem escrevo mais nada para não ter que te mandar fod.. a ti e à corja que gravita à tua volta.
Não valeis um cara…


HM

Água pode faltar nas torneiras em algumas aldeias de Bragança

Em Bragança, a água poderá faltar nas torneiras já no próximo mês. Por causa da falta de chuva, a câmara alertou hoje para a possibilidade do abastecimento de água poder falhar em setembro ou outubro. A autarquia revela que as reservas de água estão no limite por causa da falta de chuva no inverno. Esta situação pode levar a falhas no abastecimento em algumas aldeias e povoações.

Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela vai mesmo fechar


Está confirmado. 
O Governo vai fechar a Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela (EHTM) que funciona há oito anos, em Carvalhais, com cerca de 70 alunos, a frequentar os cursos de cozinha e bar/restauração. 
O Turismo de Portugal só está à espera de saber se a câmara de Mirandela aceita ficar apenas com a formação.  A secretária de Estado do Turismo disse, na Comissão de Obras Públicas e Economia, que vai encerrar quatro das 16 escolas de hotelaria e turismo do País, nomeadamente, Mirandela, Fundão, Santa Maria da Feira e Santarém. 
Cecília Meireles avançou no Parlamento que a decisão de encerrar estas escolas foi tomada tendo em consideração diversos critérios, que têm que ver com a procura, com as instalações e com o investimento que precisava de ser feito nos próximos anos e para o qual não há verba. Segundo a governante, esta decisão foi assumida depois de ter sido averiguado que havia um aumento exponencial dos custos na formação do Turismo de Portugal a rondar os 180 mil euros mensais em rendas.
Aquela responsável adiantou que foram propostas às quatro autarquias, onde as escolas vão fechar - Mirandela incluída - a manutenção apenas da formação.Quanto ao futuro que estará reservado para os alunos das escolas a fechar, Cecília Meireles diz estar assegurada a sua continuidade em outras escolas da rede.“A todos os alunos foi assegurado a continuação dos seus estudos em outras escolas se fosse o caso. Em todos os casos de encerramento que estão em causa foi dada a oportunidade de celebração de um protocolo com as autarquias em que era assegurada formação”, afirma a governante.
Segundo apuramos, o conselho directivo do Turismo de Portugal (TP) deu a conhecer ao Município de Mirandela, no início do mês de Julho, que aprovou um projecto de redimensionamento que previa o encerramento da EHTM, no modelo actual.Nesse sentido, deixou à consideração do executivo, liderado por António Branco, três opções para a implementação e o desenvolvimento deste processo, mas deixando bem claro que qualquer uma delas tem como objectivo “minimizar os impactos decorrentes do encerramento desta EHT”, refere a proposta.
A primeira prevê que a EHTM passe a ser um estabelecimento de ensino do Município, sendo responsável pela gestão da escola, estrutura organizativa, disponibilização de instalações, equipamentos, pessoal não docente (incluindo director) e todos os meios materiais necessários à formação. Ao TP cabe, exclusivamente, a coordenação técnico-pedagógica da formação e a disponibilização do corpo docente.  
A segunda proposta caminha para um processo de desactivação faseada em que o Município assegura os meios necessários e respectivos custos de funcionamento da escola durante o período indispensável para que os actuais alunos terminem, em Mirandela, os seus cursos. No entanto, será obrigatório não abrir novas candidaturas para o ano lectivo 2012/2013 e a manutenção da escola nas actuais instalações, com renegociação do protocolo vigente, passando a suportar o Município os encargos de financiamento da escola (luz, água, gás, segurança, limpeza e manutenção do edifício) e assumindo o TP os encargos relativos à formação (corpo docente, bens alimentares e equipamentos).
A opção final, passa pelo encerramento imediato da escola, com a transferência dos seus actuais alunos e funcionários para outras escolas do TP em condições a acordar entre os alunos, encarregados de educação e funcionários do Turismo de Portugal, sendo que as escolas mais próximas sejam em Lamego, Porto ou Viana do Castelo.
A finalizar, diga-se apenas como curiosidade, que a EHTM teve oito anos de vida. O seu “nascimento” e a sua “morte” foram ditados pelo PSD e pelo CDS/PP, cuja coligação sustentava o Governo em 2004, o mesmo acontecendo nesta altura.A inauguração, em Janeiro de 2005, teve a presença de Telmo Correia, então Ministro do Turismo e conhecida figura do CDS/PP. 
Curiosamente, agora foi a vez da secretária de Estado do Turismo, outra figura do mesmo partido, Cecília Meireles, anunciar o encerramento da mesma escola.
Contactado o presidente do Município de Mirandela, para conhecer a sua reacção a este anunciado encerramento, António Branco remeteu para os próximos dias declarações sobre este caso, alegando estar à espera de resposta do Turismo de Portugal a uma contraproposta que diz ter enviado, mas da qual não quis, para já, dar pormenores do seu conteúdo.
Recorde-se que, há cerca de duas semanas, depois de informações que davam conta da possibilidade da escola vir a fechar, o autarca de Mirandela deixou bem claro que só aceitava um acordo se a escola se mantiver na rede nacional de escolas de hotelaria e turismo de Portugal.“Eu só considero possível manter esta escola no âmbito da rede nacional das escolas de hotelarias e turismo e foi por isso que a afixamos em Mirandela. Nós queremos uma escola de rede nacional de escolas não queremos uma escola gerida pela Câmara Municipal que tem protocolo para o turismo ainda vir a receber algum dinheiro a Mirandela”, declara o autarca António Branco.
A Câmara municipal gastou mais de 300 mil euros em obras para pôr o edifício a funcionar, por isso, António Branco revelou, há duas semanas, que vai exigir os valores que gastou no espaço.


Escrito por Terra Quente (CIR)

Roupa, calçado e brinquedos, desde 1 euro e meio, na Feirinha Solidária


Começou hoje a Feirinha Solidária do Centro Social e Paroquial de S. Bento e S. Francisco, em Bragança. Para as pessoas com dificuldades económicas, esta é uma oportunidade de adquirirem roupa, calçado e brinquedos, a preços simbólicos.   
Os preços variam entre um euro e meio e os três euros, o que possibilita às pessoas mais carenciadas comprarem roupas e calçado, que embora não sendo novos, estão em bom estado.Marília Reis e Licínia Furtado já adquiram algumas peças de roupa e dizem que esta é também uma forma de ajudar a instituição.Marília Reis conta que comprou “duas blusas, uma saia e uns chinelos”, que inclusivé já levava calçados. “Os produtos aqui são baratinhos e com a crise deve haver muita gente que nem dinheiro tem para comer”, afirma.
Já Licínia Furtado confessa que gostou muito de “uma blusa cor-de-rosa” e por isso decidiu compra-la. 
O preço baixo foi a razão principal.Raquel Domingues, directora técnica do Centro Paroquial e Social conta que isto só é possível graças às pessoas que fizeram os donativos, entre eles, “colaboradores da instituição, pessoas conhecidas, utentes; de forma a fazer um equilíbrio entre quem tem e quem não tem”. “Esta iniciativa é dirigida às pessoas mais carenciadas, clientes da instituição, utentes e familiares”, explica.
O dinheiro angariado com as vendas vai ser reconvertido em géneros, que vão ser doados às pessoas carenciadas inscritas na instituição.
A Feirinha Solidária do Centro Social e Paroquial de S. Bento e S. Francisco decorre hoje, amanhã e domingo.


Escrito por Brigantia

Bandas do Nordeste na Casa da Música

Foto: Direitos Reservados
Banda Filarmónica de Felgar
Iniciativa da Fundação EDP permitiu levar bandas dos concelhos abrangidos pelos grandes empreendimentos hidroelétricos ao centro de espetáculos.
As bandas filarmónicas não só fazem parte da cultura popular portuguesa como se constituem, desde há muitos anos, como autenticas escolas de música para jovens que, de outro modo, dificilmente poderiam dar azo a essa especial vocação.

Tendo isto é consideração a fundação EDP e a Casa da Música, do Porto, têm organizado um fim de semana dedicado especialmente a concertos das bandas filarmónicas.
Este costuma ser o último fim de semana de Julho e encerra o ciclo de verão deste centro de espetáculos. "Estamos na quarta edição desta iniciativa, temos aqui bandas que sem desprimor não ficam atrás de outras filarmónicas", afirmou André Rente, da Fundação EDP. Para o responsável, o trabalho desta bandas, algumas das quais centenárias, é também um trabalho "um trabalho de integração social.
Elas têm uma função social importantíssima. Os jovens constroem aqui maturidade, trabalho em equipa, respeito pelo próximo, e isto é o que nos persegue a todos, sobretudo nestes tempos mais do que nunca", sublinhou.
Na quarta edição da iniciativa, que decorreu no passado fim de semana, participaram bandas de música de Trás-os-Montes e Alto Douro, dos concelhos abrangidos pelos grandes empreendimentos hidroeléctricos que a EDP tem em curso. Entre as participantes conta-se a Banda de Música 1º de Maio da Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses, a Banda Banda Marcial de Murça, Banda Municipal de Alfândega da Fé, a Associação Banda 25 de Março, de Lamas de Podence, Macedo de Cavaleiros, a Banda de Música de Felgar e Banda Filarmónica de Carviçais, ambas do concelho de Torre de Moncorvo, e a Banda de Música de Vila Flor.
Para André Rente esta constituiu mais uma iniciativa no âmbito do conjunto de ações que a EDP, através da sua Fundação, vem promovendo nas localidades onde tem as suas grande infraestruturas de produção energética. "Penso que os jovens e a população reconhecem isso e as oportunidades que nós, em parceria, abrimos para muitos deles". explicou.
Também presente aquando da atuação da banda do concelho, João Fernandes, presidente da câmara municipal de Murça, referiu que esta constituiu uma oportunidade única para a Banda Marcial de Murça apresentar-se num espaço como a Casa da Música. Sublinhou também o papel da banda para a formação dos jovens, bem como a importância histórica desta que é uma banda que conta com mais de 100 anos, tendo sido criada em 1870. Algumas das bandas, além de se apresentarem na Sala Suggia, o auditório principal da Casa da Música, também desfilarem na praça, em torno daquele espaço de referência cultural e arquitetónico do norte.

Por: Ana Preto
in:mdb.pt

Antes de chegar a conclusões - UNESCO diz ser importante ouvir diferentes opiniões sobre barragem de Foz Tua

A chefe da missão da UNESCO, Mechtild Rössler, afirmou hoje, na Régua, que é «muito importante» conhecer as diferentes opiniões sobre a construção da barragem antes de chegar a conclusões sobre os impactos no Douro Património Mundial.
A missão de UNESCO, que está de visita ao Alto Douro Vinhateiro (ADV), é composta por três especialistas do Centro do Património Mundial e da Icomos, uma associação de profissionais da conservação do património.
Depois de reunirem, no Peso da Régua, com associações ligadas ao ambiente, movimentos locais e representantes da Agência de Desenvolvimento do Vale do Tua, Mechtild Rössler disse aos jornalistas que é muito importante conhecer as diferentes preocupações da região.
As três especialistas estão a recolher opiniões e informação sobre os impactos provocados pela construção da Barragem de Foz Tua no Alto Douro Vinhateiro (ADV), classificado pela UNESCO em 2001.
O empreendimento hidroelétrico, cujas obras arrancaram há 15 meses entre os concelhos de Alijó e Carrazeda de Ansiães, vai ocupar 2,9 hectares do ADV, o que representa 0,001 por cento do total da área classificada.
Depois desta visita, a equipa vai \"olhar para toda a informação\" e preparar um relatório que será apresentado ao Centro do Património Mundial e ao Governo português.
\"Vamos levar pelo menos um mês a concluir o relatório, temos de trabalhar nele\", salientou.
Mechtild Rössler referiu ainda que, neste momento, não é possível avançar com nenhumas conclusões, sublinhando que a equipa, nesta visita ao território, olhou para \"diferentes aspetos\" da construção da barragem, do vale do Tua e do Douro vinhateiro.
A visita ao território foi agendada após a última reunião do Comité do Património Mundial da UNESCO, que decorreu em São Petersburgo, Rússia, e durante o qual aprovado um \"abrandamento significativo\" das obras da barragem, em alternativa à suspensão das mesmas.
Este ritmo de trabalhos vai manter-se até à apresentação do relatório da missão da UNESCO, que deverá estar pronto ainda este ano.
Depois de um primeiro encontro com ambientalistas e movimentos, a maior parte dos quais oponentes à construção da barragem, a missão da UNESCO recebeu Artur Cascarejo e José Silvano, da Agência de Desenvolvimento do Vale do Tua.
Cascarejo, que é ainda presidente da Câmara de Alijó e da Comunidade Intermunicipal do Douro (CIM Douro), defendeu a prossecução das obras, destacando o projeto de desenvolvimento integrado que, em consequência do empreendimento, está a decorrer neste momento no Vale do Tua.
Referiu ainda que a \"linha do Tua já tinha sido abandonada há muito tempo\" e que este projeto \"é o único que pode fazer com que a via continue a existir através de uma aposta intermodal que combina caminho-de-ferro, barco e funicular\".
\"Temos ainda associado um parque de natureza e biodiversidade, que vai plantar o dobro das árvores que vão ser abatidas e a construção de um museu no vale do Tua\", salientou.
Artur Cascarejo classificou ainda este projeto como \"fundamental para reverter 40 anos de desertificação e envelhecimento populacionais\".

Lusa

Vila Flor: Bombeiros locais só dispõem de duas viaturas de combate a fogos florestais

O comandante dos bombeiros de Vila Flor lamentou ter apenas duas viaturas de combate a incêndios e disse temer não ter meios operacionais suficientes para o combate às chamas.
"A situação é complicada, porque não dispomos de verbas para comprar uma nova viatura operacional, já que os encargos poderão chegar aos 130 mil euros e só nos foram atribuídos 30 mil pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) ", avançou António Martins.
Segundo o comandante, a verba disponibilizada pela ANPC só poderá ser utilizada quando a corporação comprar um novo veículo de combate a incêndios.
"Como as finanças da corporação estão debilitadas, tememos mesmo perder a verba disponibilizada pela ANPC, já que o dinheiro só nos poderá ser entregue quando adquirirmos uma nova viatura e devidamente certificada para o combate a incêndios" acrescentou.
Os bombeiros de Vila Flor perderam um veículo operacional no decurso do combate às chamas a 10 de agosto de 2011.
"A viatura ardeu há cerca de um ano e ainda não foi resposta a situação, facto que nos deixa bastante debilitados em termos operacionais. Tratava-se um veículo todo-o-terreno, que entrava em todo o lado. Agora, apenas dispomos de duas viaturas ligeiras de combate a incêndios", acrescentou.
Os responsáveis pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Flor (AHBVVF) garantem que têm de gerir "com cuidados" os fundos disponíveis, "já que há encargos com funcionários e combustíveis e o dinheiro não chega para tudo".
"Para já, não se vislumbra sequer a hipótese de se vir adquirir uma nova viatura de combate a incêndios, devido às débeis finanças da AHBVVF", concluiu António Martins.


in:jornalnordeste.com

Domingo de inaugurações em Urrós

A população de Urrós, no concelho de Mogadouro, assistiu às inaugurações do Museu Rural e da Casa Mortuária, que decorreram ao final da tarde de anteontem.
O novo Museu Rural foi quase totalmente financiada pela Câmara Municipal, que coloca no mapa a freguesia nos locais a visitar no concelho, ao mesmo tempo que preserva e homenageia os antepassados que trabalharam arduamente nas Arribas do Douro.
O presidente da Junta de Freguesia de Urrós, Belarmino Pinto, agradeceu à população a cedência da maioria do espólio do museu. Apesar de nem todas as peças sobre o ciclo do linho estarem expostas, no próximo ano a Junta promete fazer uma nova exposição, mas baseado noutro ciclo.
Recorde-se que a freguesia e sua população têm demonstrado dinamismo, bem visível na recente encenação do “Auto da Criação do Mundo”, que levou bem longe o nome de Urrós.
Outras das obras inauguradas foi a Casa Mortuária, construção de muita utilidade, numa altura em que os velórios em casa estão a cair em desuso.
Nos actos inagurais estiveram presentes o presidente da Câmara de Mogadouro, Moraes Machado, o vice-presidente, João Henriques, e vereador das Obras Públicas, António Pimentel.


in:jornalnordeste.com

Emigrantes chegam com a crise na boca

A crise também faz parte do léxico dos emigrantes portugueses que por estes dias de verão regressam à terra natal para uns dias de férias.
Fomos a Vilarinho da Castanheira, no concelho de Carrazeda de Ansiães, onde a população duplica em Agosto, à semelhança do que acontece um pouco por toda a região transmontana. 
Por ali, os emigrantes ouvem falar dos apertos de cinto impostos em Portugal e contrapõem com os que por lá também se sentem.É o caso de Antero Trigo, de 63 anos, emigrante na Alemanha.“Lá não há crise como aqui. Os produtos aumentaram mas os ordenados ficaram iguais e já há dois ou três anos que não recebo o 13º nem o subsídio de férias e antes recebia”, refere.
A José Batista, há seis anos em França, nem foi preciso cortar os subsídios, pois nunca os recebeu. “Eu estou lá há seis anos e nunca soube o que era o 13º nem o subsídio de férias”, afirma, acrescentando que não pondera voltar porque “com o salário mínimo não se consegue viver e lá consegue porque anda à volta dos 1500 euros.Fernando dos Santos, 47 anos, emigrante em França, também fala em crise e nos sacrifícios que chegam em Setembro.
“O nosso patrão já nos disse que se isto continuar assim vai fechar uns dias por mês e paga-nos 75% do ordenado”, conta.Por seu lado, António Jorge, 47 anos, emigrante na Suíça, diz que lá não sente a crise e por cá também não.“Eu não sinto a crise porque as estradas e os restaurantes estão sempre cheios. Ainda no domingo fui a um restaurante e tive de esperar porque não havia mesa vaga”, refere.
Apesar da crise, todos estes emigrantes desejam voltar a viver permanentemente em Portugal, mas só depois de garantirem rendimentos suficientes para não terem de passar por apertos.


Escrito por Ansiães (CIR)

Aluno de Mirandela vence medalha de ouro em Olimpíadas de Matemática

Um aluno da escola secundária de Mirandela conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Matemática da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que decorreram, na semana passada, em São Salvador da Bahia, no Brasil.Com esta distinção, David Martins já garantiu a presença nas Olimpíadas Ibero-Americanas, na Bolívia, no próximo mês de Setembro. 
Esta foi apenas a segunda edição das Olimpíadas da CPLP, depois de, em 2011 se ter realizado em Coimbra. Na semana passada, no Brasil, as Olimpíadas reuniram estudantes de Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Timor-Leste.
A delegação Portuguesa conseguiu uma medalha de ouro e três de prata, sendo que a mais valiosa foi conquistada pelo David Martins, aluno do décimo ano da secundária de Mirandela. O estudante de 15 anos admite que estava optimista em conseguir conquistar o ouro nesta competição.“É um projecto que está a começar a desenvolver-se e por isso havia poucos participantes com boas hipótese de ganhar.
Eu tinha altas esperanças para esta competição”, refere.A participação nas Olimpíadas da CPLP (anteriormente designada por Olimpíadas da Matemática da Lusofonia) é organizada pela Sociedade Portuguesa de Matemática, e a selecção e preparação dos alunos está a cargo do Projecto Delfos, do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.
Os concorrentes tiveram que resolver problemas de dificuldade elevada durante cerca de nove horas.
David Martins conseguiu uma pontuação de 41 valores, em 42 possíveis.“São três problemas de dificuldade bastante elevada e é preciso usar bastante criatividade e conhecimentos matemáticos anteriores para os resolver.
Quem tiver a maior pontuação global é quem recebe as medalhas”, explica. “Só tive um pequeno erro”, refere.Depois desta proeza, David já tem a sua atenção virada para as Olimpíadas Ibero-Americanas que vão acontecer na Bolívia, no próximo mês de Setembro. Apesar de reconhecer que nessa competição as dificuldades são acrescidas, não exclui a possibilidade de chegar às medalhas.“Vai ser muito mais complicado e não espero alcançar nenhuma medalha de ouro e provavelmente nem sequer uma de prata. Mas já ficaria bastante contente se conseguisse uma medalha”.
Refira-se que David Martins, para além desta medalha de ouro nas olimpíadas da matemática, também tem obtido excelentes resultados na prática de Xadrez, onde representa o Clube Amador de Mirandela (CAMIR).


Escrito por Terra Quente (CIR)

Bragança - Taxa de desempregados aumentou 17 por cento

O desemprego aumentou no concelho de Bragança no primeiro semestre deste ano. Segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional, a taxa de desempregados aumentou 17 por cento. O concelho de Bragança registou em Janeiro do ano passado 1672 desempregados. 
Em Junho deste ano são 1955 as pessoas que se encontram sem trabalho, a maioria são mulheres.“Tenho um contrato de trabalho que termina dia 31 de Agosto e um referente a seis horas que terminou a 31 de Julho, trabalho há 13 anos e penso que no próximo ano lectivo vai ser mais difícil”, refere .Raquel Sá.
Os despedimentos e o término de contratos de trabalho são os principais factores que contribuem para este aumento.“Sou professor contratado e ainda por cima este ano só tivemos contrato até 31 de Julho ao contrário de anos anteriores”, afirma Paulo Diegues. Relativamente ao distrito, quatro dos doze concelhos conseguiram uma diminuição da taxa de desempregados.
Torre de Moncorvo conseguiu diminuir 11 por cento, Carrazeda de Ansiães 7 por cento, Vimioso regista uma diminuição de 4 por cento e Vila Flor 0,8 por cento.
À semelhança do concelho de Bragança, também Miranda do Douro, com 26 por cento, e Mogadouro, com 21 por cento, registaram um aumento da taxa de desempregados.


Escrito por Brigantia

Bloco de Esquerda exige demissão dos deputados do PSD

O Bloco de Esquerda de Bragança exige a demissão dos deputados do PSD eleitos pelo distrito.
A posição é manifestada em comunicado e surge na sequência do anúncio da retirada de diversos serviços da região como é o caso dos tribunais e do helicóptero do INEM. 
Os bloquistas entendem que os parlamentares, nomeadamente o deputado Adão Silva, não têm coerência política.“Quando estavam na oposição falavam dos sucessivos atrasos da A4, manifestavam-se contra o encerramento de serviço públicos mas agora que estão no poder houve uma intensificação de cortes de serviços públicos no distrito”, refere Marco Mendonça, do Bloco de Esquerda de Bragança, acrescentando que “é preciso haver coerência política e nós exigimos a sua demissão desses deputados, que não foram eleitos com promessas de encerramentos de serviços”.
O dirigente acrescenta que os deputados social-democratas não estão a defender os interesses dos transmontanos na Assembleia da República.“Eles não estão a representar os nossos interesses pela falta de coerência política, pois quando estavam na oposição diziam que os serviços públicos eram essenciais ao desenvolvimento da nossa região, mas agora são cinco tribunais que vão à vida tal como o helicóptero do INEM”, lembra e salienta que “eles não estão a conseguir segurar nenhum serviço, estão a passar carta-branca ao Governo e não ouvimos nenhuma recomendação ao Governo para não encerrar os serviços e a continuar assim, isto vai agravar o despovoamento da nossa região”.
Contactados pela Brigantia, os deputados do PSD eleitos por Bragança, Adão Silva e Maria José Moreno, não quiseram comentar esta exigência manifestada pelo Bloco de Esquerda para que se demitam.


Escrito por Brigantia

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Festival de artes de Pombal de Ansiães

Decorrerá entre os dias 4 e 9 de Agosto, em Pombal de Ansiães, concelho de Carrazeda de Ansiães, mais um festival de artes, que animará a aldeia transmontana com teatro, música, poesia e Workshops.

“Pronúncia sobre desclassificação da linha do Tua”

A fim de ser dada informação aos Munícipes, na sequência de pedido de pronúncia por parte do IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres I.P., sobre o pedido de desclassificação da Linha do Tua apresentada pelo gestor da infraestrutura ferroviária – REFER, a Câmara Municipal tomou a seguinte posição:
“A proposta de desclassificação da Linha do Tua, apresentada por parte do gestor da infraestrutura ferroviária – REFER, processo indicado como urgente, não tem, em nossa opinião, fundamento capaz nem está sustentada numa política de coesão e de ordenamento para o território, em especial no que diz respeito à prestação de um serviço de transporte público às populações – serviço de interesse geral na terminologia comunitária.
Os fundamentados apresentados correspondem a um somatório de episódios que levaram deliberadamente ao encerramento da Linha do Tua e que se conjugava com uma política centralista mais vasta de abandono do território, praticada nas últimas décadas, que tem arrastado o Interior do País e, em particular, o Nordeste Transmontano para uma situação de despovoamento acentuado e de empobrecimento e, por  consequência, de eliminação ou redução de, entre outros serviços de interesse geral, o do serviço de transportes às populações encontrando-se hoje muitas aldeias sem qualquer transporte público (ferroviário e/ou rodoviário).
Entendemos que a desclassificação da Linha do Tua não deve ser equacionada enquanto não for estudado e implementado um sistema de transporte público rodoviário integrado e adequado a zonas de baixa densidade, a atribuir através da concessão pública, no sentido de garantir mobilidade mínima a muitos cidadãos que residem em aldeias e vilas do Nordeste Transmontano hoje não servidas ou deficientemente servidas por qualquer transporte público.
Enquanto não for definida uma estratégia territorial relativa ao futuro de ligação da Linha do Douro a Salamanca e ligação do Douro a Puebla de Sanabria, onde atualmente está em construção uma linha TGV – Madrid/Corunha, deve ser mantida a classificação da Linha do Tua”.


1 de agosto de 2012
Fonte:cm-braganca.pt

Autarcas dizem não à extinção de freguesias

A reforma autárquica ainda não começou a ser votada nas Assembleias Municipais, mas já há seis autarquias do distrito de Bragança que dizem não à extinção de freguesias, e três delas são do PSD. É o caso de Mogadouro, Mirandela e Vimioso. 
O presidente da câmara de Mogadouro, Moraes Machado, diz que “não pactua com a aglomeração das freguesias”. “Se nos vêm juntar freguesias então fica o concelho mais debilitado do que aquilo que já está”, conclui.
Já António Branco, autarca de Mirandela, diz que “esta forma peca por não ser uma reforma”. “É essencialmente administrativa e perde-se aqui uma oportunidade de fazer uma verdadeira reforma da administração local”.Para o autarca de Vimioso, Jorge Fidalgo, “os presidentes de junta são muitas vezes um dos elos das populações”, por isso também não concorda com a extinção de freguesias.
Também os autarcas de Miranda do Douro, Freixo de Espada-à-Cinta e Alfândega da Fé, eleitos pelo PS, estão contra a lei que quer a junção de freguesias.Artur Nunes diz que “deviam manter-se as freguesias, principalmente as do interior”. “Deve permanecer sempre um presidente de junta nas juntas de freguesia”, explica.
Por sua vez, José Santos, presidente da Câmara Municipal de Freixo de Espada-à-Cinta, diz que “esta lei não é justa”. “Eu não sou a favor e o meu concelho também não”, conclui.
Berta Nunes, autarca de Alfândega da Fé, diz mesmo que “agregar várias freguesias vai prejudicar as populações, porque vai colocar as juntas de freguesia mais distantes das pessoas”.


Escrito por Brigantia

“Os Verdes” com UNESCO amanhã na Régua

“Os Verdes”, autores da queixa apresentada à UNESCO em 2007, relativa aos impactos da Barragem de Foz Tua sobre o Alto Douro Vinhateiro (ADV), Património da Humanidade, vão estar amanhã (dentro e fora) no Museu do Douro, na Cidade de Peso da Régua, com a Missão da UNESCO que veio ao Douro.
Esta Missão decorre da decisão tomada na 36ª Sessão do Comité do Património Mundial da Unesco, que se realizou de 24 de junho a 6 de julho em São Petersburgo, e irá decorrer durante esta semana.
A pedido da UNESCO, a Unidade de Missão do Douro vai promover amanhã, dia 1 de Agosto, um espaço de debate (painel) que vai permitir aos peritos do Centro do Património Mundial, ICOMOS e IUCN, ouvir e contactar com diversos atores que desempenham um papel relevante neste processo.
“Os Verdes”, confrontados há dias com o facto de não terem sido incluídos nos convidados a participar neste painel, assim como um conjunto de personalidades e de Associações e Movimentos que têm tido um papel muito ativo na contestação à Barragem e na denúncia dos seus impactos sobre o ADV, manifestaram o seu desagrado pelo facto e interesse em estar presentes junto da responsável da Unidade de Missão do Douro e junto da Ministra do Ambiente, sendo que a responsável pela pasta do Ambiente deixou à consideração da Missão da UNESCO a participação do PEV.
A resposta chegou hoje por via do Sr. Chefe de Gabinete da Ministra do Ambiente, que informou do interesse da UNESCO em ter “Os Verdes” presentes no painel. Por isso, o PEV estará amanhã, dia 1 de Agosto, representado neste painel, pela sua dirigente nacional Manuela Cunha, ativista conhecida em defesa do Tua, e por Sónia Colaço, também dirigente de “Os Verdes” e bióloga que acompanhou os estudos de impacto ambiental.
Ativistas e dirigentes de “Os Verdes” estarão ainda cá fora, à entrada do Museu do Douro, na Régua, a partir das 8.30h, junto com outros ativistas de Associações e Movimentos diversos, a manifestar-se contra a Barragem e em defesa da Linha, do Vale do Tua e do Alto Douro vinhateiro.

II Encontro de Escritores Trasmontanos

O II Encontro de Escritores Trasmontanos acontece no dia 11 de Agosto de 2012, em Macedo de Cavaleiros, e traz às raízes A. M. Pires Cabral, que apresentará o seu novo livro, “Anjos Nus” no âmbito do programa do evento.
Tiago Patrício é outro dos autores a retornarem ao Reino Maravilhoso para a apresentação do seu próprio “Trás-os-Montes”.

Estes retornos representam bem todo o espírito deste encontro: a congregação de tantos autores dispersos pelo país e até pelo mundo num momento de partilha descontraída e o convívio em torno da literatura e da palavra, tendo como base motivacional esta condição de trasmontanos, em alguns casos tão indissociável da própria escrita.
A partilha de que se fala contamina todo o programa do evento. Desde a contemplação da beleza da terra e das gentes trasmontanas, através da apresentação do projecto “Alustro - Clube de Fotografia A. M. Pires Cabral”, apadrinhado por este escritor, até à partilha gastronómica, porque é sabido que nada é mais congregador do que uma mesa de iguarias transmontanas, passando pela tertúlia e pela [nossa] música.
A iniciativa é da própria Poética, uma livraria recente que se pretende muito mais do que apenas isso, e que encontrou na vontade das Tertúlias do Nordeste (grupo virtual de debate e divulgação da cultura trasmontana) a parceria ideal para assumir o desafio. É no seu espaço que o Encontro terá lugar.