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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Fica o desafio de levar os ex-combatentes às escolas, para partilharem memórias

Fazer perdurar a memória daqueles que combateram por Portugal, na I Grande Guerra e nas guerras ultramarinas.
Um desejo comum que foi focado no 6º aniversário do Núcleo da Liga dos Combatentes de Macedo de Cavaleiros.

O presidente nacional da Liga, Chito Rodrigues, nas comemorações na Praça dos Combatentes, inaugurada há um ano, disse que gostava de ver os mais jovens e a população em geral a participar nestas cerimónias.

Uma realidade que pode estar prestes a mudar. Duarte Moreno, após escutar estas preocupações, que fizeram parte do discurso oficial de Chito Rodrigues, disse que vai desafiar os ex-combatentes e as escolas, para não deixar esquecer o passado.

O presidente do Núcleo macedense, António Batista, também lamenta o absentismo jovem e um certo desconhecimento que considera que ainda há. Quanto ao desafio, é uma ideia que já está na forja.

Do Canadá, com Pedro Correia, chega o exemplo. Pela primeira vez em Macedo de Cavaleiros, este açoriano que combateu em Angola e agora radicado em Winnipeg, onde é presidente do Núcleo da Liga dos Combatentes local, explicou que é ensinado nas escolas o que são e quem são estes veteranos de guerra.

António Batista ressalvou que no Colégio de Chacim esta prática já acontece, e que nela costuma participar. Pode agora vir a ser alargada a outras instituições.

No concelho macedense, há mais de 100 membros da Liga dos Combatentes ativos. Ao todo, contudo, haverá cerca de 300 ex-combatentes, alguns deles envoltos em problemas de saúde, decorrentes não só da idade que avança, mas também com o chamado stress pós traumático, resultante das vivências da guerra.

Escrito por ONDA LIVRE

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