O CIES identificou assimetrias “que colocam em risco o princípio da igualdade no acesso aos direitos sociais”, indicam os autores do estudo comunicado.
Desde 2020 que as câmaras passaram a ser responsáveis por acompanhar famílias vulneráveis e pela atribuição do RSI. Essas competências da ação social, que foram transferidas da Administração Central para os municípios, estão “a fragmentar, e a tornar desigual, a forma como o Estado Social atua junto das populações dos 278 concelhos de Portugal continental”, concluiram os autores do estudo.
A partir de 2018 e de 2020, o Rendimento Social de Inserção (RSI), o acompanhamento social de famílias vulneráveis (SAAS) e a atribuição de apoios de emergência passaram a ser responsabilidade das câmaras municipais. "Onde antes havia uma política social para todo o continente (as 30 autarquias da Madeira e dos Açores têm regimes regionais próprios) “passaram a existir formas diferentes de 278 autarquias interpretarem o seu novo papel”.


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