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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Festival do Cabouco Fundo acontece amanhã em Maçãs

 Maçãs, no concelho de Bragança, recebe, amanhã, a primeira edição do Festival do Cabouco Fundo, uma iniciativa promovida pela Associação Cultural, Recreativa, Ambientalista e Social de Maçãs (ACRAS), que alia tradição, música eletrónica e convívio entre diferentes gerações.


O cartaz integra atuações dos Cantares de Alfândega e de vários DJs, entre os quais Carlos Pastor, Salvador, Nando, On Fire, Green, Juli Marshall, $now e Cheky. A organização faz questão de manter a componente intergeracional, um dos princípios da associação. “Sabemos que a interioridade está associada ao envelhecimento e, por isso, queríamos um festival que agradasse a todas as idades. Não podíamos deixar de ter um momento mais tradicional com os Cantares de Alfândega e com o DJ Carlos Pastor, antes de entrarmos nos estilos mais eletrónicos”, explicou.

O festival, segundo o presidente da ACRAS, Pedro Forte, nasceu de uma ideia partilhada entre amigos, poucos meses depois da tomada de posse da nova direção da associação. “Começou num informalismo total. Num convívio surgiu a ambição de fazer um festival e, como tínhamos assumido recentemente a direção da associação, houve a ousadia de dizer: porque é que não fazemos mesmo um festival?”, recordou.

Segundo o responsável, a ideia foi crescendo de forma natural, contando com o apoio de vários elementos da organização e também do DJ Green, que ajudou a estabelecer contactos para a constituição do cartaz. “Artista gerou artista, contacto gerou contacto e assim conseguimos reunir os nomes que fizeram parte desta primeira edição”, referiu.

Pedro Forte explicou ainda que a escolha do nome do festival esteve ligada à identidade da aldeia de Maçãs. “Cabouco Fundo é uma expressão muito conhecida na nossa freguesia. Está associada ao moinho, à zona da represa e também a um grupo informal de músicos da aldeia que, há mais de 50 anos, utilizava essa expressão. Achámos que era um nome forte e muito identitário da localidade”, afirmou.

O presidente da ACRAS está satisfeito com a adesão registada. “Inicialmente queríamos fazer algo muito para nós e para as pessoas da aldeia. Entretanto, o festival começou a contagiar outras pessoas e ficámos muito felizes quando começámos a receber reservas de pessoas que nem conhecíamos, vindas de locais como Viseu”, destacou.

A primeira edição decorre na eira da associação.

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