Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 29 de agosto de 2026

A loja pequenina que dá sorte grande

 Na Brijogo saíram alguns dos prémios mais falados de Bragança, entre eles um primeiro prémio do Totoloto. Ana Maria e Viriato protagonizam a quinta “História de Quem dá Sorte”.


No edifício do Intermarché de Bragança, a Brijogo é uma referência para quem procura os Jogos Santa Casa. Mas a história começou em 1998, quando Ana Maria e Viriato iniciaram a mediação numa pequena loja, onde viveram momentos que ainda hoje fazem parte da memória de muitos brigantinos. Foi lá que a apresentadora Lara Afonso descobriu o percurso de um casal que, ao longo de décadas, já distribuiu alguns dos prémios mais marcantes da cidade. 

A história começou numa pequena tabacaria com “pouco mais de três metros quadrados”, recorda Ana Maria. À medida que a atividade cresceu, o espaço deixou de ser suficiente e o casal mudou-se para as atuais instalações, onde nasceu a Brijogo. Agora a loja é maior, mas quem lá entra sente-se em casa como sempre. 

Prémios que ficaram na memória 


Foi precisamente ainda na primeira loja que aconteceu o episódio de que todos se lembram. Em 1998, ainda no tempo do escudo, um cliente ganhou o primeiro prémio do Totoloto, no valor de 120 mil contos. Na altura, as máquinas ainda não assinalavam automaticamente os prémios e foi o apostador que percebeu. “Veio cá reclamar e confirmou-se que tinha o primeiro prémio”, recorda Ana Maria. Este episódio foi, sem dúvida, o que mais ficou gravado na memória da mediadora. “O prémio grande, 120 mil contos, então, foi uma loucura!”, relembra.  

Todavia, a dupla não se ficou por aqui: A pequena mediação ainda voltou a fazer história duas semanas antes da mudança para o espaço atual, quando saiu um prémio de um milhão de euros. “Agora estamos à espera de dar mais”, diz o mediador entre sorrisos. 

Ana Maria e Viriato têm ainda a função de auxiliar quem teve sorte e ganhou prémios, mas não sabem o que fazer. “Ajudamos, e a Santa Casa também dá apoio”, informa a mediadora. Tudo isto faz com que, na Brijogo, também já se viva um ambiente familiar. “Na Brijogo há clientes que entram aqui todos os dias”, diz Viriato.  

Uma questão de confiança


Os dois rostos da Brijogo protagonizam o quinto episódio de “Histórias de Quem dá Sorte”. Ao longo de vinte semanas, a iniciativa dá voz a mediadores por todo o país, na maioria pequenos negócios de família enraizados nas suas comunidades. 

No que toca à Brijogo, os prémios ajudaram a escrever a história da casa. Mas é a confiança conquistada ao longo dos anos que faz regressar quem entra diariamente pela porta. 


Em 1998, ainda no tempo do escudo, um cliente ganhou o primeiro prémio do Totoloto, no valor de 120 mil contos. A mesma dupla de mediadores também já testemunhou a entrega de um prémio no valor de um milhão de euros.

Sem comentários:

Enviar um comentário