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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Orlando Rodrigues acredita que mudança para Universidade de Bragança e do Norte Interior vai dar novas possibilidades à instituição

 O reitor da Universidade Politénica de Bragança, Orlando Rodrigues, disse ao Mensageiro que o anúncio da criação da Universidade de Bragança e do Norte Interior (UBNI) se trata de uma decisão política, que era esperada na instituição ainda que o timing o tenha surpreendido. “O governo entendeu que há instituições politécnicas que desenvolveram mais a sua capacidade científica, que é claramente o nosso caso, todos os indicadores científicos nos colocam numa posição de destaque e, sobretudo, nós temos um papel diferente, porque estamos numa região de interior. 


O nosso país tem um problema grave de desequilíbrio territorial e com todos os problemas que isso acarreta em termos de economia pois temos regiões superlotadas, mas em alguns pontos do país é o contrário. É preciso equilibrar o nosso país. Com esta transformação para ajudar a ter uma economia vibrante e inovadora e isso faz-se através do conhecimento científico e da qualificação das pessoas é o sinal que se vai ser dado através desta transformação”, explicou Orlando Rodrigues ao Mensageiro.

A mudança pode permitir uma maior afirmação da instituição a nível, nacional e internacional, nomeadamente na captação de fundos e na atração de alunos, segundo o responsável.

A mudança recente da designação de 13 institutos politécnicos a nível nacional para universidades politécnicas, onde se inclui a instituição de Bragança decorre da alteração da lei, aprovada por unanimidade na Assembleia da República. A lei já havia sido alterada para permitir a atribuição do grau de doutor nos politécnicos. “Mas faltava regular os termos da designação, e, portanto, tudo apontava para que os institutos politécnicos se passassem a designarem universidades politécnicas, mas esta transformação não pode ser entendida de forma nenhuma, como um desvalorizar o trabalho dos dos politécnicos, nem da nossa história, nem dos outros”, referiu Orlando Rodrigues.

A mudança anunciada por Luís Montenegro é diferente e não inclui os demais institutos. “São processos diferentes. Esta alteração que o governo está disponível a fazer, e que fez já com Leiria na sequência das catástrofes, que aconteceu, no início do ano e simultaneamente com o Porto, e agora connosco”, referiu o reitor.

Orlando Rodrigues indicou ainda ao nosso jornal que se trata de “uma decisão política”, que era esperada. “O governo entendeu que há instituições politécnicas que desenvolveram mais a sua capacidade científica, que é claramente o nosso caso, todos os indicadores científicos nos colocam numa posição de destaque e, sobretudo, nós temos um papel diferente, porque estamos numa região de interior. O nosso país tem um problema grave de desequilíbrio territorial e com todos os problemas que isso acarreta em termos de economia pois temos regiões superlotadas, mas em alguns pontos do país é o contrário. É preciso equilibrar o nosso país. Com esta transformação para ajudar a ter uma economia vibrante e inovadora e isso faz-se através do conhecimento científico e da qualificação das pessoas é o sinal que se vai ser dado através desta transformação”, concretizou.

Glória Lopes

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