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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Aniversário do Parque de Montesinho marcado por corte de estrada e protesto popular em Travanca

 A revolta face ao incêndio que destruiu uma vasta área da Serra da Coroa a população da União de Freguesias de Travanca e Santa Cruz, em Vinhais, cortou a estrada de acesso à localidade, no passado domingo, para impedir a circulação da comitiva integrada nas comemorações do 47º aniversário do Parque Natural de Montesinho, na qual se incluía o secretário de Estado do Ambiente, bem como a diretora regional do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), os responsáveis pela cogestão e investigadores.


Os habitantes fecharam a via de acesso à aldeia porque estão fartos das regras impostas pela área protegida, nomeadamente os cortes e limpeza de árvores e a criação de aceiros. “Há pessoas que estão à espera de autorizações do ICNF para fazer cortes há três anos. Estamos sempre dependentes dessas autorizações”, explicou David Rodrigues ao Mensageiro.

Os populares consideram que o incêndio que começou em Espanha, na madrugada de 15 de agosto, mas passou para o lado português pela freguesia de Moimenta e Montouto deixou um rasto de cerca de dois mil hectares de área ardida, ganhou maior dimensão quando entrou num pinhal. “Há muito sabíamos que se o fogo entrasse no pinhal já não se pegava nele”, acrescentou David Rodrigues. Na sua freguesia arderam mais de 10 hectares, principalmente de floresta. “Só que este fogo também queimou soutos, prejuízos em várias culturas”, indicou o autarca.

Glória Lopes

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