Um jovem foi condenado pelo tribunal judicial de Macedo de Cavaleiros a cinco anos e dez meses de prisão efetiva.
O rapaz com cerca de 20 anos foi condenado por vários furtos efetuados em várias localidades do distrito de Bragança.
Um outro, coarguido no mesmo processo, preso preventivamente, foi condenado a dois anos, com pena suspensa.
Os outros três arguidos, dois dos quais menores de idade foram condenados a penas de prisão suspensas.
Os jovens arrombaram armazéns, estaleiros de obras e casas de habitação, de onde levavam grande parte do recheio, além de outros materiais como maquinaria usada na construção civil, motociclos, televisores e electrodomésticos.
Recordo que esta rede foi desmantelada pela GNR em meados do ano transato, e os furtos ocorreram nos anos de 2012 e 2013 nos concelhos de Macedo de Cavaleiros e Torre de Moncorvo.
Informação ONDA LIVRE
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
sábado, 28 de junho de 2014
Poucos buzinaram contra as portagens na A4
Foram poucos os que buzinaram contra o pagamento de portagens na auto-estrada transmontana.
O protesto que aconteceu junto ao recinto da Feira de São Pedro não mobilizou os cidadãos perante uma medida que será mais um atentado às aspirações económicas e sociais de Trás-os-Montes.
Durante cerca de uma hora os automobilistas que passavam o foram respondendo ao incentivo de algumas buzinas de elementos da Comissão de Utentes da A4, que iam entregando panfletos com as razões do protesto.
Foram poucos os que se juntaram à jornada de protesto, mas os que estavam fizeram-se ouvir e mostraram-se manifestamente contra a introdução na A4.
Uma injustiça, uma falta de respeito e mais uma machadada na região, diz António Rocha.
Refira-se que neste momento, na A4 só se cobram portagens em três locais: um, nos acessos a Vila Real, e dois, nos acessos a Bragança.
Dos cerca de 140 quilómetros da Transmontana, cerca de 130 são ainda sem portagens.
Os transmontanos vêem-se agora sem alternativas e dizem que esta medida do governo vem agravar ainda mais a interiorização e o despovoamento da região.
Apesar da fraca adesão, Pedro Moz, da Comissão de Utentes da A4, disse que o objetivo de lançar a petição foi cumprido e não tem dúvidas de que todos os utentes são contra o pagamento da transmontana.
Refira-se que nenhum autarca transmontano se juntou a esta jornada contestativa.
Relevando este facto para segundo plano, Pedro Moz diz que o importante, é que a petição atinja as quatro mil assinaturas necessárias, o mais breve possível, para levar o assunto a discussão, na Assembleia da República.
E novos protestos contra as portagens estão previstos.
A via ficou pronta há pouco mais de um ano, foi construída em regime de Parceria Público Privada e até então, o distrito de Bragança era o único do país sem um quilómetro de auto-estrada.
Inicialmente, o contrato de concessão não previa portagens, por falta de alternativas, visto que a auto-estrada transmontana foi construída sobre o troço do antigo IP4.
Informação ONDA LIVRE
O protesto que aconteceu junto ao recinto da Feira de São Pedro não mobilizou os cidadãos perante uma medida que será mais um atentado às aspirações económicas e sociais de Trás-os-Montes.
Durante cerca de uma hora os automobilistas que passavam o foram respondendo ao incentivo de algumas buzinas de elementos da Comissão de Utentes da A4, que iam entregando panfletos com as razões do protesto.
Foram poucos os que se juntaram à jornada de protesto, mas os que estavam fizeram-se ouvir e mostraram-se manifestamente contra a introdução na A4.
Uma injustiça, uma falta de respeito e mais uma machadada na região, diz António Rocha.
Refira-se que neste momento, na A4 só se cobram portagens em três locais: um, nos acessos a Vila Real, e dois, nos acessos a Bragança.
Dos cerca de 140 quilómetros da Transmontana, cerca de 130 são ainda sem portagens.
Os transmontanos vêem-se agora sem alternativas e dizem que esta medida do governo vem agravar ainda mais a interiorização e o despovoamento da região.
Apesar da fraca adesão, Pedro Moz, da Comissão de Utentes da A4, disse que o objetivo de lançar a petição foi cumprido e não tem dúvidas de que todos os utentes são contra o pagamento da transmontana.
Refira-se que nenhum autarca transmontano se juntou a esta jornada contestativa.
Relevando este facto para segundo plano, Pedro Moz diz que o importante, é que a petição atinja as quatro mil assinaturas necessárias, o mais breve possível, para levar o assunto a discussão, na Assembleia da República.
E novos protestos contra as portagens estão previstos.
A via ficou pronta há pouco mais de um ano, foi construída em regime de Parceria Público Privada e até então, o distrito de Bragança era o único do país sem um quilómetro de auto-estrada.
Inicialmente, o contrato de concessão não previa portagens, por falta de alternativas, visto que a auto-estrada transmontana foi construída sobre o troço do antigo IP4.
Informação ONDA LIVRE
GNR detém 35 pessoas
A Guarda Nacional Republicana deteve 35 pessoas em flagrante delito, no âmbito de operações de prevenção da criminalidade violenta e fiscalização rodoviária realizadas na quinta-feira em oito distritos do país.
De acordo com um comunicado divulgado pela GNR, as operações realizaram-se nos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Coimbra, Portalegre, Porto, Santarém e Vila Real.
No âmbito das operações foram realizadas 35 detenções em flagrante delito, das quais 13 por condução sob efeito de álcool, nove por condução sem habilitação legal, seis por furto, quatro por tráfico de estupefacientes e três por outros crimes.
Quanto às apreensões, contam-se com 155,9 gramas de liamba (canábis), sete armas de fogo, 12 armas brancas, 518 munições de diversos calibres, um veículo ligeiro e 2.153,48 euros em dinheiro.
Foram elaborados 28 autos de notícia por detenção em flagrante delito e 1.820 autos de contra-ordenação a vária legislação.
Informação ONDA LIVRE
De acordo com um comunicado divulgado pela GNR, as operações realizaram-se nos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Coimbra, Portalegre, Porto, Santarém e Vila Real.
No âmbito das operações foram realizadas 35 detenções em flagrante delito, das quais 13 por condução sob efeito de álcool, nove por condução sem habilitação legal, seis por furto, quatro por tráfico de estupefacientes e três por outros crimes.
Quanto às apreensões, contam-se com 155,9 gramas de liamba (canábis), sete armas de fogo, 12 armas brancas, 518 munições de diversos calibres, um veículo ligeiro e 2.153,48 euros em dinheiro.
Foram elaborados 28 autos de notícia por detenção em flagrante delito e 1.820 autos de contra-ordenação a vária legislação.
Informação ONDA LIVRE
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Português faz hoje 800 anos
![]() |
| Testamento de D. Afonso II, de 27 de Junho de 1214 |
Para o deputado português José Ribeiro e Castro estas são razões mais do que suficientes para comemorar. “Queremos saudar uma das mais importantes línguas internacionais e contemporâneas em tempo de globalização. A língua portuguesa é ela própria uma ferramenta da globalização”, sublinha o deputado, que promoveu, em conjunto com o editor João Pinto, o 'Manifesto 2014 - 800 anos da língua portuguesa' - subscrito por mais de 50 personalidades da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
O texto do manifesto é proclamado hoje junto ao Padrão dos Descobrimentos, onde 800 crianças irão lançar 800 balões com desenhos de artistas plásticos dos oito países da CPLP. Embaixadores e representantes oficiais destes países juntam-se ao evento, que terá momentos de dança e declamação de poesia. À noite, no Martim Moniz, serão lançados outros 244 balões luminosos, símbolo dos 244 milhões de falantes de português em todo o mundo.
Macau também vai celebrar: hoje de manhã, serão lançados balões a partir da Escola Portuguesa.
Testamento real é o marco histórico
O Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, o Presidente da República e o primeiro-ministro de Timor-Leste, Taur Matan Ruak e Xanana Gusmão, o embaixador Hélder Lucas, chefe da Missão de Angola junto da CPLP, o embaixador de Moçambique em Portugal e secretário-executivo da CPLP, Murade Murargy, e o presidente do Instituto Internacional de Macau, Jorge Rangel, são algumas das personalidades que subscreveram este manifesto. O documento é assinado também por escritores - como Pepetela, José Eduardo Agualusa e António Lobo Antunes -, linguistas, jornalistas e personalidades da cultura.
Mas porquê 27 de Junho? É que há precisamente 800 anos, no dia 27 de Junho de 1214, era assinado em Coimbra o Testamento do rei D. Afonso II - considerado o mais antigo documento oficial escrito em português.
O objectivo inicial dos promotores da iniciativa era celebrar este marco a partir do Brasil, epicentro do Campeonato do Mundo de Futebol. “Gostaríamos que houvesse uma grande festa no país onde se realiza a copa do mundo e se fala português”, explica Ribeiro e Castro. Mas, lamenta o deputado do CDS, “não foram reunidas condições para isso”, em parte devido ao “contexto politicamente problemático do mundial”.
in:sol.pt
Produtores de vinhos e músicos envolvem-se em campanha pelo Tua
A venda de edições limitadas de dois vinhos produzidos na região do Douro vai reverter a favor da Plataforma Salvar o Tua. A Plataforma, que inclui organizações ambientalistas e de desenvolvimento local e produtores vitivinícolas, defende a suspensão das obras da barragem de Foz Tua e um modelo de desenvolvimento para a região que passa pela agricultura e pelo turismo de natureza.
A manutenção da linha ferroviária do Tua e a sua rentabilização para exploração turística e é um dos argumentos da Plataforma Salvar o Tua que afirma que a barragem causará prejuízos ambientais , económicos e sociais.
Esta causa está também a ser defendida por empresários que produzem vinhos na região do Douro. A preocupação é um respeito integral pela paisagem e pelo ambiente desta região vitivinícola que é a região demarcada mais antiga do mundo.
O vinho “Assobio” da Quinta dos Murças e o Muxagata é um exemplo dessa preocupação, surgindo com um rótulo onde são exibidas palavras de ordem como “ Salvar o Tua, Proteger o Douro”.
A campanha é ainda complementada por uma banda sonora intitulada “Os sitios mais lindos que vi - Musicos pelo TUA”, um original que conta com a interpretação do músico portuense Rui Reininho, líder da desaparecida banda Rock GNR, e ainda de Amélia Muge, André Tentugal (We trust), Catarina Salinas (Best Youth), Francisca Cortesão, Frankie Chavez, Hélio Morais, Luisa Sobral, Mafalda Veiga, Márcia, Marta Ren, Samuel Úria, Selma Uamusse, Susana Travassos e Tiago Bettencourt.
O objectivo desta campanha é sensibilizar a opinião pública para a preservação de um património natural e cultural que os elementos da Plataforma Salvar o Tua acreditam ter muito maior potencial para dinamizar a economia regional do que a tão polémica a barragem.
in:noticiasdonordeste.pt
A manutenção da linha ferroviária do Tua e a sua rentabilização para exploração turística e é um dos argumentos da Plataforma Salvar o Tua que afirma que a barragem causará prejuízos ambientais , económicos e sociais.
Esta causa está também a ser defendida por empresários que produzem vinhos na região do Douro. A preocupação é um respeito integral pela paisagem e pelo ambiente desta região vitivinícola que é a região demarcada mais antiga do mundo.
O vinho “Assobio” da Quinta dos Murças e o Muxagata é um exemplo dessa preocupação, surgindo com um rótulo onde são exibidas palavras de ordem como “ Salvar o Tua, Proteger o Douro”.
O objectivo desta campanha é sensibilizar a opinião pública para a preservação de um património natural e cultural que os elementos da Plataforma Salvar o Tua acreditam ter muito maior potencial para dinamizar a economia regional do que a tão polémica a barragem.
in:noticiasdonordeste.pt
Nordeste Transmontano // Alunos do distrito com notas positivas nos exames ed 4º e 6º anos
Segundo as contas feitas pelo Mensageiro tendo por base as notas das pautas dos alunos dos quarto e sexto anos, os exames a Português e Matemática foram positivos no distrito de Bragança. A exceção é mesmo a disciplina de Matemática no sexto ano, em que a média foi negativa (40) e bastante abaixo da médica nacional (47,3), numa escala que vai dos 0 aos 100.
A Escola Básica de Izeda é a que apresenta os resultados mais baixos, numa situação
que se pode explicar tendo em conta o contexto sócio-económico daquela zona do concelho de Bragança.
“Não é por falta de empenho dos docentes”, garante a diretora do Agrupamento Abade de Baçal, do qual a escola faz parte. Teresa Sá Pires frisa que existem vários fatores a ter em conta para esta análise. Desde logo, o facto de muitos dos progenitores dos alunos que frequentam a escola se ausentarem regularmente para Espanha, em trabalho. “São famílias que se deslocam várias vezes ao ano. Umas vezes levam os filhos, outras deixam-nos ao cuidado de
outras pessoas, o que acaba por influenciar o rendimento escolar”, frisa. Por outro lado, “as próprias expectativas que as famílias têm em relação à escola já são baixas”, sublinha.
Outro aspeto a ter em conta é o facto de muitos alunos serem deslocados, saindo de casa “de manhã e só regressando à noite”, o que influencia o tempo de estudo.
Ora, no quarto ano, a escola que mais se destacou nos exames foi mesmo a de Alfândega da Fé, tanto a Português como a Matemática.
José Lopes, o diretor do agrupamento de escolas daquele concelho, realça que os
resultados "têm a ver com o trabalho de professores, alunos e dos seus familiares". "É uma estratégia deliberada do Agrupamento para incentivar alunos e professores ao rigor. Não houve notas esticadas. A avaliação interna ficou muito próxima da avaliação externa", sublinhou.
No extremo oposto está a escola de Torre de D. Chama, que teve os piores resultados do distrito no quarto ano.
Miguel Torga e Sendim brilham no sexto ano
No sexto ano, as melhores notas pertencem ao Agrupamento Miguel Torga, em Bragança, a Português, e à escola de Sendim, Miranda do Douro, a Matemática.
"São resultados espetaculares, até porque foi apenas o segundo ano em que tivemos o segundo ciclo a funcionar. Revela um trabalho muito interessante que tem sido feito em termos organizacionais e de política educativa no agrupamento", aponta José Carrapatoso, o diretor do agrupamento Miguel Torga, com 60,7 de média de notas. Apenas este agrupamento e o de Vimioso ultrapassaram os 60 pontos.
Note-se, no entanto, que estes resultados são influenciados pelo número de exames realizados. Nos concelhos menos populosos do distrito, as notas têm tendência a ser mais altas por haver menos provas realizadas enquanto que os agrupamentos com mais alunos tendem a sair penalizados pois as melhores notas têm de ser divididas por um número maior de exames realizados.
in:mdb.pt
A Escola Básica de Izeda é a que apresenta os resultados mais baixos, numa situação
que se pode explicar tendo em conta o contexto sócio-económico daquela zona do concelho de Bragança.
“Não é por falta de empenho dos docentes”, garante a diretora do Agrupamento Abade de Baçal, do qual a escola faz parte. Teresa Sá Pires frisa que existem vários fatores a ter em conta para esta análise. Desde logo, o facto de muitos dos progenitores dos alunos que frequentam a escola se ausentarem regularmente para Espanha, em trabalho. “São famílias que se deslocam várias vezes ao ano. Umas vezes levam os filhos, outras deixam-nos ao cuidado de
outras pessoas, o que acaba por influenciar o rendimento escolar”, frisa. Por outro lado, “as próprias expectativas que as famílias têm em relação à escola já são baixas”, sublinha.
Outro aspeto a ter em conta é o facto de muitos alunos serem deslocados, saindo de casa “de manhã e só regressando à noite”, o que influencia o tempo de estudo.
Ora, no quarto ano, a escola que mais se destacou nos exames foi mesmo a de Alfândega da Fé, tanto a Português como a Matemática.
José Lopes, o diretor do agrupamento de escolas daquele concelho, realça que os
resultados "têm a ver com o trabalho de professores, alunos e dos seus familiares". "É uma estratégia deliberada do Agrupamento para incentivar alunos e professores ao rigor. Não houve notas esticadas. A avaliação interna ficou muito próxima da avaliação externa", sublinhou.
No extremo oposto está a escola de Torre de D. Chama, que teve os piores resultados do distrito no quarto ano.
Miguel Torga e Sendim brilham no sexto ano
No sexto ano, as melhores notas pertencem ao Agrupamento Miguel Torga, em Bragança, a Português, e à escola de Sendim, Miranda do Douro, a Matemática.
"São resultados espetaculares, até porque foi apenas o segundo ano em que tivemos o segundo ciclo a funcionar. Revela um trabalho muito interessante que tem sido feito em termos organizacionais e de política educativa no agrupamento", aponta José Carrapatoso, o diretor do agrupamento Miguel Torga, com 60,7 de média de notas. Apenas este agrupamento e o de Vimioso ultrapassaram os 60 pontos.
Note-se, no entanto, que estes resultados são influenciados pelo número de exames realizados. Nos concelhos menos populosos do distrito, as notas têm tendência a ser mais altas por haver menos provas realizadas enquanto que os agrupamentos com mais alunos tendem a sair penalizados pois as melhores notas têm de ser divididas por um número maior de exames realizados.
in:mdb.pt
Associação de Bragança põe idosos em contacto com filhos e netos emigrados
Uma associação de uma aldeia de Bragança está a promover o contacto dos mais velhos com os filhos e os netos, disponibilizando as tecnologias necessárias para matarem saudades e aproximar os que estão longe.
A Azimute é uma associação de jovens criada há mais de uma década para revitalizar a aldeia de Portela, a poucos quilómetros da cidade de Bragança, com projetos em que os idosos se transformaram em "Mestres" nas atividades promovidas sobretudo intergeracionais.
O presidente João Cameira anunciou hoje mais um projeto para "quebrar o isolamento dos idosos, melhorando a qualidade de vida e prevenindo a saúde mental desta população", ao disponibilizar meios para verem e falarem com os familiares que estão longe.
O projeto "Momentos de Afeto" oferece, na sede da associação, um computador para as conversas, dando aos idosos a oportunidade de contactarem com os filhos, netos e outros familiares que se encontram fora da região, a maior parte emigrados, "encurtando distâncias e reforçando laços de amor e carinho".
" A Azimute dispõe de um computador com câmara com microfone integrado, tendo a pessoa apenas de se deslocar até ao espaço da associação e, assim, recebe todo o acompanhamento necessário para contactar com um ente querido", explicou.
A iniciativa tem o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Montepio.
A Azimute começou por dedicar-se aos desportos de aventura e natureza, mas decidiu alargar o seu âmbito a projetos sociais.
A recolha de tampas de plástico, com o projeto "Já deste muitas tampas", é uma das atividades desenvolvidas pela associação, que já conseguiu material ortopédico de valor superior a 13.500 euros distribuído, nos últimos anos, por várias instituições e particulares.
O projeto mais emblemático é o denominado "Aldeia Pedagógica", em que os mais velhos são os Mestres que mostram, sobretudo às crianças, em visitas organizadas, o que é a vida na aldeia.
Este projeto, que promove o convívio entre gerações, proporcionando aos jovens a oportunidade de aprenderem com a sabedoria dos mais velhos, foi distinguido pela Fundação Calouste Gulbenkian.
HFI // JGJ
Lusa/fim
A Azimute é uma associação de jovens criada há mais de uma década para revitalizar a aldeia de Portela, a poucos quilómetros da cidade de Bragança, com projetos em que os idosos se transformaram em "Mestres" nas atividades promovidas sobretudo intergeracionais.
O presidente João Cameira anunciou hoje mais um projeto para "quebrar o isolamento dos idosos, melhorando a qualidade de vida e prevenindo a saúde mental desta população", ao disponibilizar meios para verem e falarem com os familiares que estão longe.
O projeto "Momentos de Afeto" oferece, na sede da associação, um computador para as conversas, dando aos idosos a oportunidade de contactarem com os filhos, netos e outros familiares que se encontram fora da região, a maior parte emigrados, "encurtando distâncias e reforçando laços de amor e carinho".
" A Azimute dispõe de um computador com câmara com microfone integrado, tendo a pessoa apenas de se deslocar até ao espaço da associação e, assim, recebe todo o acompanhamento necessário para contactar com um ente querido", explicou.
A iniciativa tem o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Montepio.
A Azimute começou por dedicar-se aos desportos de aventura e natureza, mas decidiu alargar o seu âmbito a projetos sociais.
A recolha de tampas de plástico, com o projeto "Já deste muitas tampas", é uma das atividades desenvolvidas pela associação, que já conseguiu material ortopédico de valor superior a 13.500 euros distribuído, nos últimos anos, por várias instituições e particulares.
O projeto mais emblemático é o denominado "Aldeia Pedagógica", em que os mais velhos são os Mestres que mostram, sobretudo às crianças, em visitas organizadas, o que é a vida na aldeia.
Este projeto, que promove o convívio entre gerações, proporcionando aos jovens a oportunidade de aprenderem com a sabedoria dos mais velhos, foi distinguido pela Fundação Calouste Gulbenkian.
HFI // JGJ
Lusa/fim
Macedo recebe 9ª prova do Circuito InterClubes de tiro aos pratos
Este fim-de-semana é a vez do Clube de Caça e Pesca de Macedo de Cavaleiros receber o XII Circuito InterClubes de tiro desportivo.
É já a 9ª prova, e ainda faltam mais três para que este campeonato conheça um final.
Entre sábado e domingo vão passar pelo clube de Nogueirinha 70 atiradores, vindos de toda a zona norte do país.
Quem o diz é António Oliveira, presidente do Clube de Caça e Pesca, que garante que este evento ajuda a trazer mais pessoas para a cidade.
Sábado a prova inicia às 14.30h, com 26 atiradores.
No domingo são 44 os inscritos, que competem a partir das 10h da manhã.
Cada atirador tem direito a 50 pratos. Uma inovação em relação ao antigo torneiro de São Pedro.
Depois de ter passado por Chaves, Celorico de Basto, Valpaços, Alijó, Régua, Pedras Salgadas, Mogadouro e Bragança, o XII Circuito InterClubes de Tiro Desportivo chega a Macedo de Cavaleiros.
Decorre sábado e domingo, no campo de tiro do Clube de Caça e Pesca de Macedo de Cavaleiros.
Escrito por ONDA LIVRE
É já a 9ª prova, e ainda faltam mais três para que este campeonato conheça um final.
Entre sábado e domingo vão passar pelo clube de Nogueirinha 70 atiradores, vindos de toda a zona norte do país.
Quem o diz é António Oliveira, presidente do Clube de Caça e Pesca, que garante que este evento ajuda a trazer mais pessoas para a cidade.
Sábado a prova inicia às 14.30h, com 26 atiradores.
No domingo são 44 os inscritos, que competem a partir das 10h da manhã.
Cada atirador tem direito a 50 pratos. Uma inovação em relação ao antigo torneiro de São Pedro.
Depois de ter passado por Chaves, Celorico de Basto, Valpaços, Alijó, Régua, Pedras Salgadas, Mogadouro e Bragança, o XII Circuito InterClubes de Tiro Desportivo chega a Macedo de Cavaleiros.
Decorre sábado e domingo, no campo de tiro do Clube de Caça e Pesca de Macedo de Cavaleiros.
Escrito por ONDA LIVRE
Cerimónia de entrega de Distinções Honoríficas do Município de Macedo de Cavaleiros
O Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros vai condecorar a 28 de junho, dia anterior ao Feriado Municipal, na Sessão de Abertura da XXI Feira de São Pedro, às 17.30h, as seguintes 4 personalidades:
Medalha Municipal de Mérito, Grau Ouro
Alfredo Augusto Vaz, a título póstumo (Presidente da Junta de Freguesia de Macedo de Cavaleiros de 1982 a 2008);
Alfredo Castanheira Pinto (Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Macedo de Cavaleiros).
Medalha de Dedicação e Bons Serviços, Grau Ouro
António Gonçalves Pinto, a título póstumo (Diretor de Departamento da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros de 1998 a 2012).
Voto de Louvor
Clícia Lorencetti Queirós (atleta da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros).
Medalha Municipal de Mérito, Grau Ouro
Alfredo Augusto Vaz, a título póstumo (Presidente da Junta de Freguesia de Macedo de Cavaleiros de 1982 a 2008);
Alfredo Castanheira Pinto (Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Macedo de Cavaleiros).
Medalha de Dedicação e Bons Serviços, Grau Ouro
António Gonçalves Pinto, a título póstumo (Diretor de Departamento da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros de 1998 a 2012).
Voto de Louvor
Clícia Lorencetti Queirós (atleta da Associação de Desportos de Combate de Macedo de Cavaleiros).
Discurso de Morais Pinto aquando da Guerra Civil da Patuleia (1847)-Governador Civil do Distrito de Bragança 8.Outubro.1846 – 5.Julho.1847 (Possacos, 4.6.1810 – Porto, 6.1.1888)
Habitantes do distrito de Bragança!
Algumas centenas de portugueses, infelizmente iludidos e rebeldes contra o trono de nossa adorada rainha e senhora D. Maria II, invadiram há pouco vossas habitações para estenderem a guerra civil e a anarquia a um país jamais manchado com a nódoa de infidelidade a seus augustos soberanos; e para vos constrangerem a concorrer com as produções de vossas fadigas, e com vossos dinheiros, à causa iníqua em que seguem obstinados.
Hoje, porém, sois livres.
Com as tropas leais do digno comando do Exmo. e benemérito Barão de Vinhais, comandante interino da 5.ª divisão militar, eis-me outra vez entre vós, para libertar-vos do flagelo que vos oprimia, e para vos restituir a paz, o império da lei, e a segurança que víeis tão comprometida, de vossas pessoas e de vossas coisas.
Habitantes do distrito de Bragança, exultai! A guerra civil vai tocar seu termo com o triunfo completo da causa da legalidade e da ordem, e das instituições liberais consignadas na Carta Constitucional da monarquia.
As forças navais de suas majestades britânica e católica fizeram já prisioneira a maior parte da tropa dos sublevados; e um respeitável corpo de exército espanhol entra hoje por esta fronteira para coadjuvar as tropas leais até à inteira submissão dos rebeldes às ordens da nossa augusta soberana.
Habitantes do distrito de Bragança! Continuai a permanecer tranquilos; abraçai como amigos e aliados os súbditos da nação espanhola, que tão generosamente nos vêm auxiliar e esmagar a ira revolucionária, e não desmintais os nobres sentimentos e o carácter transmontano.
Bragança, 11 de Junho de 1847.
O governador civil – Francisco Xavier de Morais Pinto.
(Impresso em folha avulsa, sem indicar lugar de impressão nem tipografia, mas provavelmente em Bragança, pertencente a Júlio Lemos, empregado da Câmara Municipal daquela cidade, e transcrito por Francisco Manuel Alves nas suas Memórias arqueológico-históricas do distrito de Bragança, t. VII, Porto, 1931, p. 8)
Algumas centenas de portugueses, infelizmente iludidos e rebeldes contra o trono de nossa adorada rainha e senhora D. Maria II, invadiram há pouco vossas habitações para estenderem a guerra civil e a anarquia a um país jamais manchado com a nódoa de infidelidade a seus augustos soberanos; e para vos constrangerem a concorrer com as produções de vossas fadigas, e com vossos dinheiros, à causa iníqua em que seguem obstinados.
Hoje, porém, sois livres.
Com as tropas leais do digno comando do Exmo. e benemérito Barão de Vinhais, comandante interino da 5.ª divisão militar, eis-me outra vez entre vós, para libertar-vos do flagelo que vos oprimia, e para vos restituir a paz, o império da lei, e a segurança que víeis tão comprometida, de vossas pessoas e de vossas coisas.
Habitantes do distrito de Bragança, exultai! A guerra civil vai tocar seu termo com o triunfo completo da causa da legalidade e da ordem, e das instituições liberais consignadas na Carta Constitucional da monarquia.
As forças navais de suas majestades britânica e católica fizeram já prisioneira a maior parte da tropa dos sublevados; e um respeitável corpo de exército espanhol entra hoje por esta fronteira para coadjuvar as tropas leais até à inteira submissão dos rebeldes às ordens da nossa augusta soberana.
Habitantes do distrito de Bragança! Continuai a permanecer tranquilos; abraçai como amigos e aliados os súbditos da nação espanhola, que tão generosamente nos vêm auxiliar e esmagar a ira revolucionária, e não desmintais os nobres sentimentos e o carácter transmontano.
Bragança, 11 de Junho de 1847.
O governador civil – Francisco Xavier de Morais Pinto.
(Impresso em folha avulsa, sem indicar lugar de impressão nem tipografia, mas provavelmente em Bragança, pertencente a Júlio Lemos, empregado da Câmara Municipal daquela cidade, e transcrito por Francisco Manuel Alves nas suas Memórias arqueológico-históricas do distrito de Bragança, t. VII, Porto, 1931, p. 8)
XXXI edição da Feira de São Pedro garante qualidade habitual
A Feira de São Pedro abre portas este sábado, e com um orçamento mais reduzido.
Para este ano está prevista uma poupança de cerca de 100 mil euros em relação ao ano anterior.
O certame vai custar 350 mil euros, e António Cunha, presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Macedo de Cavaleiros, diz ser possível manter a qualidade da feira com um orçamento mais em conta.
“No ano passado investimos mais nas opções em termos de espetáculos.
Este ano tivemos outras opções, dentro da mesma qualidade.
Isto em termos dos preços dos espetáculos às vezes é relativo. Porque muitas das vezes os espetáculos mais baratos funcionam tão bem como os caros.
É uma questão de acertar com os espetáculos certos no dia certo.”
Nesta edição a organização vai utilizar apenas as duas naves cobertas, e não as quatro que teve no ano passado.
Mesmo com cortes no financiamento, há espaço para inovações.
Este ano vão ser três os palcos dispersos pelo recinto. Também os jogos do Campeonato Mundial de Futebol não foram esquecidos.
“Em termos de inovações este ano, tivemos que nos adaptar um bocado ao Campeonato do Mundo de Futebol.
Depois temos três palcos para dividir mais os espetáculos no recinto da feira, em vez de estarem concentrados só no palco principal, dividimos em mais dois palcos.
Na zona das tasquinhas, feita a zona dos bares, vai haver música para ajudar a dispersar as pessoas pela feira toda.”
A um dia da abertura, António Cunha considera que a Feira de São Pedro é uma das quatro melhores a nível nacional, e que o modelo do certame é o mais assertivo para a região.
“É uma das quatro melhores feiras do país, dentro do nosso género.
Por isso que eu defendo muito este género de feira, porque acho que funciona bem aqui para a nossa região.
Em termos de concorrência, neste momento, na região já não temos. É um bocado complicado estar a compará-la com aquilo que não existe.
Nós mantemos a nossa linha, o nosso trabalho. Os expositores gostam. O público é isto que quer também, porque temos um número de visitantes muito, muito elevado em relação em relação às outras feiras, quando elas funcionam.
Nós pensamos que o modelo certo de feira será este.”
A Feira de São Pedro, organizada pela Associação Comercial e Industrial decorre em Macedo de Cavaleiros entre 28 de junho e 5 de julho.
São esperados milhares de visitantes e 240 expositores vindos de todo o país.
Tony Carreira e GNR são os cabeças de cartaz para esta edição.
Escrito por ONDA LIVRE
Para este ano está prevista uma poupança de cerca de 100 mil euros em relação ao ano anterior.
O certame vai custar 350 mil euros, e António Cunha, presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Macedo de Cavaleiros, diz ser possível manter a qualidade da feira com um orçamento mais em conta.
“No ano passado investimos mais nas opções em termos de espetáculos.
Este ano tivemos outras opções, dentro da mesma qualidade.
Isto em termos dos preços dos espetáculos às vezes é relativo. Porque muitas das vezes os espetáculos mais baratos funcionam tão bem como os caros.
É uma questão de acertar com os espetáculos certos no dia certo.”
Nesta edição a organização vai utilizar apenas as duas naves cobertas, e não as quatro que teve no ano passado.
Mesmo com cortes no financiamento, há espaço para inovações.
Este ano vão ser três os palcos dispersos pelo recinto. Também os jogos do Campeonato Mundial de Futebol não foram esquecidos.
“Em termos de inovações este ano, tivemos que nos adaptar um bocado ao Campeonato do Mundo de Futebol.
Depois temos três palcos para dividir mais os espetáculos no recinto da feira, em vez de estarem concentrados só no palco principal, dividimos em mais dois palcos.
Na zona das tasquinhas, feita a zona dos bares, vai haver música para ajudar a dispersar as pessoas pela feira toda.”
A um dia da abertura, António Cunha considera que a Feira de São Pedro é uma das quatro melhores a nível nacional, e que o modelo do certame é o mais assertivo para a região.
“É uma das quatro melhores feiras do país, dentro do nosso género.
Por isso que eu defendo muito este género de feira, porque acho que funciona bem aqui para a nossa região.
Em termos de concorrência, neste momento, na região já não temos. É um bocado complicado estar a compará-la com aquilo que não existe.
Nós mantemos a nossa linha, o nosso trabalho. Os expositores gostam. O público é isto que quer também, porque temos um número de visitantes muito, muito elevado em relação em relação às outras feiras, quando elas funcionam.
Nós pensamos que o modelo certo de feira será este.”
A Feira de São Pedro, organizada pela Associação Comercial e Industrial decorre em Macedo de Cavaleiros entre 28 de junho e 5 de julho.
São esperados milhares de visitantes e 240 expositores vindos de todo o país.
Tony Carreira e GNR são os cabeças de cartaz para esta edição.
Escrito por ONDA LIVRE
Duarte Moreno alerta para inflação de produtos nacionais vendidos lá fora
O presidente da câmara de Macedo de Cavaleiros alerta para a desregrada comercialização de produtos nacionais, vendidos abaixo do preço justo ao país vizinho e que depois regressam ao nosso país a preços inflacionados.
Duarte Moreno sugere aos agricultores para se agruparem e alerta para a comercialização além-fronteiras de produtos made in Portugal.
O autarca dá como exemplo as castanhas e os cogumelos silvestres que são vendidos acima do preço justo e diz que urge criar legislação para regular a apanha e comercialização de produtos nacionais.
“Quando temos esses problemas, temos que nos agrupar, ou em agrupamentos de produtores, ou em cooperativas, para que isso aconteça. E fazer a transformação e o valor acrescentado desses mesmos produtos.
O que está a acontecer atualmente é que temos bons produtos, como a castanha, por exemplo, o cogumelo silvestre, que em outros países lhes dão um valor acrescentado, e que regressam ao nosso país com um preço exorbitante.
É esta aposta que queremos trabalhar e ganhá-la, em pouco tempo, porque temos pouco tempo para que isso aconteça.”
Por cá, os produtos são vendidos a preços reduzidos aos espanhóis, que depois os exportam para toda a Europa a preços elevados, arrecadando as valias dos produtos que brotaram em solo nacional.
Duarte Moreno aponta o escoamento e a comercialização dos produtos como o maior dos problemas.
“Nós temos que trabalhar mais.
Temos uma grande riqueza no nosso concelho, que é a água. Temos que a usar, que plantar, que comercializar e ter lucro com aquilo que nós fazemos.
É um desafio que é bastante grande. No nosso concelho já temos três cooperativas. Nasceu em março mais uma em Macedo de Cavaleiros, para comercializar os produtos que aqui se produzem, que são bons e de qualidade.
Mas depois temos sempre o problema da comercialização desses mesmos produtos.”
Os produtos nacionais apanhados regras na região transmontana estão a ser aproveitados pelas fábricas espanholas, que inflacionam o preço e ficam com as mais-valias dos produtos.
Informação ONDA LIVRE
Duarte Moreno sugere aos agricultores para se agruparem e alerta para a comercialização além-fronteiras de produtos made in Portugal.
O autarca dá como exemplo as castanhas e os cogumelos silvestres que são vendidos acima do preço justo e diz que urge criar legislação para regular a apanha e comercialização de produtos nacionais.
“Quando temos esses problemas, temos que nos agrupar, ou em agrupamentos de produtores, ou em cooperativas, para que isso aconteça. E fazer a transformação e o valor acrescentado desses mesmos produtos.
O que está a acontecer atualmente é que temos bons produtos, como a castanha, por exemplo, o cogumelo silvestre, que em outros países lhes dão um valor acrescentado, e que regressam ao nosso país com um preço exorbitante.
É esta aposta que queremos trabalhar e ganhá-la, em pouco tempo, porque temos pouco tempo para que isso aconteça.”
Por cá, os produtos são vendidos a preços reduzidos aos espanhóis, que depois os exportam para toda a Europa a preços elevados, arrecadando as valias dos produtos que brotaram em solo nacional.
Duarte Moreno aponta o escoamento e a comercialização dos produtos como o maior dos problemas.
“Nós temos que trabalhar mais.
Temos uma grande riqueza no nosso concelho, que é a água. Temos que a usar, que plantar, que comercializar e ter lucro com aquilo que nós fazemos.
É um desafio que é bastante grande. No nosso concelho já temos três cooperativas. Nasceu em março mais uma em Macedo de Cavaleiros, para comercializar os produtos que aqui se produzem, que são bons e de qualidade.
Mas depois temos sempre o problema da comercialização desses mesmos produtos.”
Os produtos nacionais apanhados regras na região transmontana estão a ser aproveitados pelas fábricas espanholas, que inflacionam o preço e ficam com as mais-valias dos produtos.
Informação ONDA LIVRE
Agrupamento de Escolas Miguel Torga visita escolas no Brasil
Um grupo de professores e alunos do Agrupamento de Escolas Miguel Torga visitou, pela primeira vez, vários estabelecimentos de ensino no estado do Pará, no Brasil.
O intercâmbio luso- amazónico, integrado no projecto “Conheça o seu Município”, permitiu a troca de experiências e permitiu conhecer diferentes realidades.
A sub-directora do Agrupamento de Escolas Miguel Torga, Fátima Fernandes, reconhece que os métodos de ensino são diferentes entre os dois países, mas assegura que há projectos que podem vir a ser desenvolvidos em conjunto. “Cada um de nós procura alguma coisa em ambos os modelos, porque há estratégias e métodos nossos que não se podem aplicar ao Brasil e nós também não podemos aplicar os deles. O que é interessante é essa troca de experiências, troca de conhecimentos.
Por exemplo há muitos projectos que se podem fazer em termos de história, em termos de língua, a língua é a mesma mas é usada de forma muito diferente e poderia ser muito interessante conhecer a utilização do Português em ambas as comunidades, outras tem a ver com a História que nos une, e também a parte da Biologia e da Físico-Química, que tem muito para trabalhar e ver numa região como a Amazónia”, salienta Fátima Fernandes.
Para os alunos esta é uma oportunidade de fazer novos amigos e de conhecerem diferentes realidades. “É conhecer novas realidades, é conhecer novos amigos, porque foi isso que ficou desses 15 dias. Viram várias escolas e muitas vezes quando visitavam escolas com menos equipamentos do que as nossas, os nossos alunos diziam que a nossa escola é muito bonita, tem todos os equipamentos, a que são davam valor depois de conhecer novas realidades”, realça a sub-directora do Agrupamento de Escolas Miguel Torga.
Os alunos brasileiros deslocam-se a Bragança em Outubro deste ano, para conhecerem também a realidade portuguesa.
Escrito por Brigantia
O intercâmbio luso- amazónico, integrado no projecto “Conheça o seu Município”, permitiu a troca de experiências e permitiu conhecer diferentes realidades.
A sub-directora do Agrupamento de Escolas Miguel Torga, Fátima Fernandes, reconhece que os métodos de ensino são diferentes entre os dois países, mas assegura que há projectos que podem vir a ser desenvolvidos em conjunto. “Cada um de nós procura alguma coisa em ambos os modelos, porque há estratégias e métodos nossos que não se podem aplicar ao Brasil e nós também não podemos aplicar os deles. O que é interessante é essa troca de experiências, troca de conhecimentos.
Por exemplo há muitos projectos que se podem fazer em termos de história, em termos de língua, a língua é a mesma mas é usada de forma muito diferente e poderia ser muito interessante conhecer a utilização do Português em ambas as comunidades, outras tem a ver com a História que nos une, e também a parte da Biologia e da Físico-Química, que tem muito para trabalhar e ver numa região como a Amazónia”, salienta Fátima Fernandes.
Para os alunos esta é uma oportunidade de fazer novos amigos e de conhecerem diferentes realidades. “É conhecer novas realidades, é conhecer novos amigos, porque foi isso que ficou desses 15 dias. Viram várias escolas e muitas vezes quando visitavam escolas com menos equipamentos do que as nossas, os nossos alunos diziam que a nossa escola é muito bonita, tem todos os equipamentos, a que são davam valor depois de conhecer novas realidades”, realça a sub-directora do Agrupamento de Escolas Miguel Torga.
Os alunos brasileiros deslocam-se a Bragança em Outubro deste ano, para conhecerem também a realidade portuguesa.
Escrito por Brigantia
Há cada vez mais turistas a passar pelo Posto de Turismo de Bragança
Aumentou mais de 30 por cento o número de turistas que passou pelo Posto de Turismo de Bragança, nos últimos três anos. Os dados são divulgados pelo município. Em 2010 passaram por este local de informação cerca de 17 mil turistas, tendo aumentado para mais de 24 mil no ano passado.
O presidente da autarquia, Hernâni Dias afirma que está a ser feito um registo mais cuidado dos turistas que passam pelo posto, para ajustar o plano de promoção turístico do município. “Estamos neste momento a fazer de forma mais cuidada o registo dos turistas que nos visitam, pelo menos aqueles que vão à procura de informação ao posto de turismo, para termos a noção clara do número de turistas, da sua origem, quais são os países que mais vêm aqui a Bragança, para também dessa forma podermos divulgar mais e melhor a nossa cidade.
Quanto mais informação tivermos a esse nível mais nos ajudará a fazer a promoção do nosso território nesses países ou em outros países onde ainda não somos conhecidos”, salienta o autarca. A autarquia está agora a fazer obras no posto de turismo, para melhorar as condições de quem passa por aquele local. “Vamos fazer uma pequena intervenção no sentido de colocar aquele espaço mais atractivo para o turista, reorganização do espaço, decoração do espaço”, salienta Hernâni Dias.
Até ao próximo dia 7 de Julho o posto de turismo vai funcionar no módulo ao lado do Teatro Municipal. Depois será instalado definitivamente num edifício que está a ser construído ao lado do Centro de Arte Graça Morais. “Esta é uma solução provisória deslocalizar o posto de turismo para junto do Teatro Municipal. Já iniciou a construção do edifício da presença sefardita em Bragança, que é junto ao Centro de Arte Graça Morais, onde também vai ficar instalado o posto de turismo”, adianta o autarca. As obras neste espaço cultural arrancaram há cerca de um mês e prevê-se que estejam concluídas no final do ano.
Escrito por Brigantia
O presidente da autarquia, Hernâni Dias afirma que está a ser feito um registo mais cuidado dos turistas que passam pelo posto, para ajustar o plano de promoção turístico do município. “Estamos neste momento a fazer de forma mais cuidada o registo dos turistas que nos visitam, pelo menos aqueles que vão à procura de informação ao posto de turismo, para termos a noção clara do número de turistas, da sua origem, quais são os países que mais vêm aqui a Bragança, para também dessa forma podermos divulgar mais e melhor a nossa cidade.
Quanto mais informação tivermos a esse nível mais nos ajudará a fazer a promoção do nosso território nesses países ou em outros países onde ainda não somos conhecidos”, salienta o autarca. A autarquia está agora a fazer obras no posto de turismo, para melhorar as condições de quem passa por aquele local. “Vamos fazer uma pequena intervenção no sentido de colocar aquele espaço mais atractivo para o turista, reorganização do espaço, decoração do espaço”, salienta Hernâni Dias.
Até ao próximo dia 7 de Julho o posto de turismo vai funcionar no módulo ao lado do Teatro Municipal. Depois será instalado definitivamente num edifício que está a ser construído ao lado do Centro de Arte Graça Morais. “Esta é uma solução provisória deslocalizar o posto de turismo para junto do Teatro Municipal. Já iniciou a construção do edifício da presença sefardita em Bragança, que é junto ao Centro de Arte Graça Morais, onde também vai ficar instalado o posto de turismo”, adianta o autarca. As obras neste espaço cultural arrancaram há cerca de um mês e prevê-se que estejam concluídas no final do ano.
Escrito por Brigantia
Estação de Biodiversidade de Santa Combinha
Poderá aqui observar 43 espécies de borboletas diurnas das 135 que se conhecem em Portugal Continental.
E.B.O percurso da Estação da Biodiversidade de Santa Combinha é um percurso pedestre circular, que tem o seu início e término no Miradouro junto à povoação de Santa Combinha, e que acompanha em 2,6 km o Trilho Ricardo Magalhães (extensão total de 4,1km).
Todo o percurso está bem marcado com placas de orientação e painéis informativos que o vão ajudar a identificar algumas espécies de fauna e flora mais comuns nesta E.B., assim como irão certamente contribuir para aumentar o seu conhecimento e curiosidade sobre o mundo dos insetos.
Conceito
O que é uma Estação de Biodiversidade?
As Estações da Biodiversidade são percursos públicos, com uma extensão máxima de 3 km, sinalizados no terreno através de painéis informativos sobre a riqueza biológica a observar pelos visitantes.
Cada estação localiza-se num local de elevada riqueza específica e paisagística, representativa dos habitats característicos da área. (in www.biodiversity4all.org)
Downloads:
Percurso Pedestre da Estação de Biodiversidade
E.B.O percurso da Estação da Biodiversidade de Santa Combinha é um percurso pedestre circular, que tem o seu início e término no Miradouro junto à povoação de Santa Combinha, e que acompanha em 2,6 km o Trilho Ricardo Magalhães (extensão total de 4,1km).
Todo o percurso está bem marcado com placas de orientação e painéis informativos que o vão ajudar a identificar algumas espécies de fauna e flora mais comuns nesta E.B., assim como irão certamente contribuir para aumentar o seu conhecimento e curiosidade sobre o mundo dos insetos.
Conceito
O que é uma Estação de Biodiversidade?
As Estações da Biodiversidade são percursos públicos, com uma extensão máxima de 3 km, sinalizados no terreno através de painéis informativos sobre a riqueza biológica a observar pelos visitantes.
Cada estação localiza-se num local de elevada riqueza específica e paisagística, representativa dos habitats característicos da área. (in www.biodiversity4all.org)
Downloads:
Percurso Pedestre da Estação de Biodiversidade
Comissão de utentes da A4 convoca protesto para hoje em Macedo de Cavaleiros
Com o objectivo de protestar contra a introdução de portagens na Auto-estrada Transmontana, a Comissão de Utentes da A4 agendou para hoje, às 19h30 um buzinão em Macedo de Cavaleiros.
Pedro Moz, responsável pela Comissão, espera que as pessoas adiram pois vai ser lançada uma petição para que este assunto chegue à Assembleia da República.
O buzinão realiza-se na rotunda junto a recinto da Feira de São Pedro, em Macedo de Cavaleiros, e a petição estará lá disponível para assinatura durante todo o certame.
O protesto agendado para hoje em Macedo de Cavaleiros é já a segundo manifestação promovida pela Comissão de Utentes da A4 que considera que as portagens vão penalizar os transmontanos, prejudicando a economia.
Escrito por Brigantia
Pedro Moz, responsável pela Comissão, espera que as pessoas adiram pois vai ser lançada uma petição para que este assunto chegue à Assembleia da República.
O buzinão realiza-se na rotunda junto a recinto da Feira de São Pedro, em Macedo de Cavaleiros, e a petição estará lá disponível para assinatura durante todo o certame.
O protesto agendado para hoje em Macedo de Cavaleiros é já a segundo manifestação promovida pela Comissão de Utentes da A4 que considera que as portagens vão penalizar os transmontanos, prejudicando a economia.
Escrito por Brigantia
Centro de Saúde de Santa Maria esteve mais de 10 dias sem administrar vacinas obrigatórias a bebés
A Unidade Local de Saúde do Nordeste tem falta de stock de vacinas PENTAVAC, uma vacina essencial para proteger os bebés contra doenças como difteria, o tétano, a tosse convulsa, a poliomielite e outras doenças graves.
A ULS não divulga quais as unidades de saúde que estão com problemas de stock, no entanto a Brigantia sabe que este problema se arrasta há mais de um mês e que no Centro Saúde de Santa Maria, em Bragança, pelo menos durante 15 dias os bebés foram ao centro de saúde e regressaram a casa sem vacinas.
A Pentavac faz parte do Plano Nacional de Vacinação, sendo por isso obrigatório que esta vacina seja administrada a todas as crianças com menos de 1 ano de idade. É aplicada em diferentes fases, sendo necessário fazer um reforço da mesma consoante a idade do bebé. O que aconteceu, pelo menos no Centro de Saúde de Santa Maria, segundo uma fonte que não quis identificar-se, é que durante mais de 10 dias as crianças que precisavam destas vacinas voltaram para casa sem serem vacinadas, colocando a sua saúde em risco. Entretanto, a ULS do Nordeste esclarece, em comunicado, que “se tratou de uma situação temporária, causada por dificuldades no fornecimento desta vacina por parte do laboratório responsável por abastecer as unidades de saúde a nível nacional”.
A ULS afirma que esta foi “uma dificuldade sentida por várias outras instituições de saúde e não apenas pela ULS do Nordeste”.
Os mesmos esclarecimentos garantiram que ontem houve uma reposição de stock, o que faz com que a PENTAVAC esteja já a ser administrada aos utentes. Contactada, a Unidade Local de Saúde do Nordeste não confirmou se o stock agora reposto é suficiente para responder às necessidades dos utentes.
Escrito por Brigantia
A ULS não divulga quais as unidades de saúde que estão com problemas de stock, no entanto a Brigantia sabe que este problema se arrasta há mais de um mês e que no Centro Saúde de Santa Maria, em Bragança, pelo menos durante 15 dias os bebés foram ao centro de saúde e regressaram a casa sem vacinas.
A Pentavac faz parte do Plano Nacional de Vacinação, sendo por isso obrigatório que esta vacina seja administrada a todas as crianças com menos de 1 ano de idade. É aplicada em diferentes fases, sendo necessário fazer um reforço da mesma consoante a idade do bebé. O que aconteceu, pelo menos no Centro de Saúde de Santa Maria, segundo uma fonte que não quis identificar-se, é que durante mais de 10 dias as crianças que precisavam destas vacinas voltaram para casa sem serem vacinadas, colocando a sua saúde em risco. Entretanto, a ULS do Nordeste esclarece, em comunicado, que “se tratou de uma situação temporária, causada por dificuldades no fornecimento desta vacina por parte do laboratório responsável por abastecer as unidades de saúde a nível nacional”.
A ULS afirma que esta foi “uma dificuldade sentida por várias outras instituições de saúde e não apenas pela ULS do Nordeste”.
Os mesmos esclarecimentos garantiram que ontem houve uma reposição de stock, o que faz com que a PENTAVAC esteja já a ser administrada aos utentes. Contactada, a Unidade Local de Saúde do Nordeste não confirmou se o stock agora reposto é suficiente para responder às necessidades dos utentes.
Escrito por Brigantia
Dois detidos em Vila Flor por furtos e tráfico de armas
A GNR anunciou hoje a detenção de dois homens em Vila Flor numa operação relacionado com vários furtos ocorridos no concelho transmontano que culminou ainda na apreensão de vário material incluindo armas de fogo.
Os dois detidos são suspeitos da prática dos crimes de recetação do material furtado e de tráfico e posse ilegal de armas, de acordo com informação divulgada pelo Comando Distrital da GNR.
Na operação realizada, na quinta-feira, foram ainda identificados mais três cidadãos suspeitos do crime de recetação e identificado o alegado autor dos furtos.
A GNR esclarece numa nota enviada à imprensa que as detenções foram realizadas no seguimento de uma investigação que estava a decorrer relativa a furtos realizados no concelho de Vila Flor, no distrito de Bragança.
Os suspeitos foram detidos e identificados numa operação levada a cabo por militares do Núcleo de Investigação Criminal de Mirandela que realizaram cinco buscas domiciliárias.
Nas buscas foram apreendidas cinco armas de fogo, nomeadamente três espingardas caçadeiras e duas carabinas, um cartucho, três televisores tipo LCD de diferentes polegadas, objetos de perfumaria e KIT's de instalação de televisão por cabo/satélite.
Os detidos vão ser presentes a interrogatório judicial no Tribunal de Vila Flor para aplicação das medidas de coação.
HFI // JGJ
Lusa/fim
Os dois detidos são suspeitos da prática dos crimes de recetação do material furtado e de tráfico e posse ilegal de armas, de acordo com informação divulgada pelo Comando Distrital da GNR.
Na operação realizada, na quinta-feira, foram ainda identificados mais três cidadãos suspeitos do crime de recetação e identificado o alegado autor dos furtos.
A GNR esclarece numa nota enviada à imprensa que as detenções foram realizadas no seguimento de uma investigação que estava a decorrer relativa a furtos realizados no concelho de Vila Flor, no distrito de Bragança.
Os suspeitos foram detidos e identificados numa operação levada a cabo por militares do Núcleo de Investigação Criminal de Mirandela que realizaram cinco buscas domiciliárias.
Nas buscas foram apreendidas cinco armas de fogo, nomeadamente três espingardas caçadeiras e duas carabinas, um cartucho, três televisores tipo LCD de diferentes polegadas, objetos de perfumaria e KIT's de instalação de televisão por cabo/satélite.
Os detidos vão ser presentes a interrogatório judicial no Tribunal de Vila Flor para aplicação das medidas de coação.
HFI // JGJ
Lusa/fim
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