Alfândega da Fé é um dos primeiros dez concelhos com mais de 40 escritórios de solicitadores abrangidos pela fase piloto do Balcão Único do Prédio, naquele que é um processo sem custos até outubro.
O registo gratuito de terrenos em dez concelhos abrangidos pela fase piloto do Balcão único do Prédio (BUPi) com destaque para Alfândega da Fé, que visa criar o cadastro do território, termina em outubro. A Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução (OSAE) é parceira do Governo nesta iniciativa e tem mais de 40 escritórios de solicitadores disponíveis em Alfândega da Fé, Caminha, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela, Proença-a-Nova, Sertã e áreas limítrofes.
O objetivo deste projeto piloto passa por delimitar terrenos e identificar proprietários através da fotointerpretação, georreferenciação e da centralização de informações. Assim, os proprietários poderão recorrer a estes escritórios de solicitadores para garantirem, gratuitamente, o serviço, sendo que, depois, serão comunicadas todas as informações obtidas ao BUPi, dispensando qualquer outro ato adicional por quem iniciou o processo.
De sublinhar que o protocolo de colaboração celebrado entre o Ministério da Justiça/Instituto dos Registos e do Notariado, enquanto entidades gestoras do Balcão Único do Prédio, e a Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução permitiu um aumento considerável da capacidade de resposta do BUPi.
De acordo com a OSAE, “este passo representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido, nomeadamente, no âmbito do GeoPredial, um serviço prestado por solicitadores com formação específica e que permite a georreferenciação de terrenos, implicando a deslocação ao local e sendo garantido que todos os elementos recolhidos ficam disponíveis numa plataforma à qual o proprietário pode aceder a qualquer momento”.
Mais informações AQUI.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
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Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
King of Portugal regressa a Vimioso entre 5 e 8 de setembro
Com os motores no redline, a 6ª edição do KOP irá estrear-se no universo da Ultra4 com a 3ª Ronda do Campeonato Europeu de Ultra4 Racing, sendo, ainda, o anfitrião da final do novo Challenge Ibérico NorteX4.
Conscientes do elevado impacto que tem na economia local e de ser uma das principais montras do município, o edil Jorge Fidalgo e o diretor do evento, José Rui Santos, decidiram que o Maxxis Tyres King of Portugal deveria voltar a terras transmontanas. E assim, a 6ª edição de uma prova que é considerada por muitos como sendo o suprassumo do off-road regressa a Vimioso entre os dias 5 e 8 de setembro com a promessa de muitas novidades. Depois de ouvida e reunida a opinião das equipas e dos espetadores, a organização a cargo do Clube NorteX4 resolveu aumentar ainda mais não só o nível competitivo como, também, o próprio espetáculo.
De tal modo que o programa do King of Portugal 2018 (KOP18) irá incluir mais um dia, quarta-feira, totalmente dedicado a verificações documentais e técnicas, uma vez que o dia 6, quinta-feira, será composto na sua totalidade pelo Prólogo, a decorrer entre as 10 e as 18 horas. O mesmo terá início na aldeia de Campo de Víboras e terminará em Vimioso, no Recinto da Feira do Gado, local onde decorreu nas edições anteriores, contabilizando um total de 16 quilómetros.
Desta maneira, a organização procura dar a conhecer outras freguesias que, também, desempenham um papel importante num evento que resulta da tentativa de conquistar a dureza dos trilhos dos planaltos transmontanos de Vimioso.
À imagem do que sucedeu na edição de 2017, voltarão a existir dois percursos distintos. Assim, na sexta-feira terá lugar um percurso mais rápido, que irá crescer para os 40 quilómetros e que será percorrido 6 vezes pela Classe Unlimited, 5 por Legend, 4 por Modified, 4 por Stock e 3 por UTV. Já no sábado, haverá um percurso recheado de Rock Crawling com passagem em todas as zonas espetáculo, incluindo a Pedreira, a Cobra, a Tartaruga e os Ovos de Dinossauro com 25 quilómetros. O número de voltas por classe repetir-se-á.
De sublinhar que, nesta 6ª edição, o KOP será uma estreia no universo de Ultra4 com a 3ª Ronda do Campeonato Europeu de Ultra4 Racing, que teve início em França no mês de maio e passou por Inglaterra em junho, terminando, depois de Portugal, em outubro na Alemanha em Outubro. Não menos importante, de frisar que o King of Portugal será, ainda, o palco da final do novo Challenge Ibérico NorteX4 que teve início nos Arcos de Valdevez, passando, depois, por Sarria, em Espanha. As inscrições no KOP foram limitadas a 60 equipas, tendo aberto no mês de Janeiro com um valor reduzido, mantido até 31 de Maio, data em que o valor foi alterado.
Recorde-se que KOP nasceu em Portugal perante um desafio de Dave Cole, mentor do King of The Hammers, prova norte-americana que nasceu há oito anos num pedaço de deserto no leste da Califórnia quando 13 amigos se juntaram para fazer um fim-de-semana diferente a troco de um “six-pack” (embalagem de seis cervejas em lata), criando, inadvertidamente, “uma das maiores e mais duras corridas de Off-Road do mundo”.
Em Portugal, a prova tem o mesmo formato, sendo realizada sob a licença da marca King of The Hammers com os mesmos critérios de construção de carros e dureza do deserto do Mojave na Califórnia.
05 QUARTA
10h00 - Início das verificações documentais e técnicas 16h00 - Fim das verificações documentais e técnicas 17h30 - Briefing equipas
06 QUINTA
09h00 - Alinhamento dos carros de prova no Estádio Municipal 09h30 - Saída dos Carros de prova para o circuito do PRÓLOGO 10h00 - Início do prólogo 15h00 - Fim do prólogo 18h30 - Briefing equipas
07 SEXTA
09h00 - Alinhamento dos carros de prova no Estádio Municipal 09h30 - Saída dos carros de prova para a PEDREIRA 10h00 - Início da prova 18h00 - Fim da prova
08 SÁBADO
09h00 - Alinhamento dos carros de prova no Estádio Municipal 09h30 - Saída dos carros de prova para a PEDREIRA 10h00 - Início da prova 18h00 - Fim da prova 21h30 - Jantar e entrega de prémios.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Conscientes do elevado impacto que tem na economia local e de ser uma das principais montras do município, o edil Jorge Fidalgo e o diretor do evento, José Rui Santos, decidiram que o Maxxis Tyres King of Portugal deveria voltar a terras transmontanas. E assim, a 6ª edição de uma prova que é considerada por muitos como sendo o suprassumo do off-road regressa a Vimioso entre os dias 5 e 8 de setembro com a promessa de muitas novidades. Depois de ouvida e reunida a opinião das equipas e dos espetadores, a organização a cargo do Clube NorteX4 resolveu aumentar ainda mais não só o nível competitivo como, também, o próprio espetáculo.
De tal modo que o programa do King of Portugal 2018 (KOP18) irá incluir mais um dia, quarta-feira, totalmente dedicado a verificações documentais e técnicas, uma vez que o dia 6, quinta-feira, será composto na sua totalidade pelo Prólogo, a decorrer entre as 10 e as 18 horas. O mesmo terá início na aldeia de Campo de Víboras e terminará em Vimioso, no Recinto da Feira do Gado, local onde decorreu nas edições anteriores, contabilizando um total de 16 quilómetros.
Desta maneira, a organização procura dar a conhecer outras freguesias que, também, desempenham um papel importante num evento que resulta da tentativa de conquistar a dureza dos trilhos dos planaltos transmontanos de Vimioso.
À imagem do que sucedeu na edição de 2017, voltarão a existir dois percursos distintos. Assim, na sexta-feira terá lugar um percurso mais rápido, que irá crescer para os 40 quilómetros e que será percorrido 6 vezes pela Classe Unlimited, 5 por Legend, 4 por Modified, 4 por Stock e 3 por UTV. Já no sábado, haverá um percurso recheado de Rock Crawling com passagem em todas as zonas espetáculo, incluindo a Pedreira, a Cobra, a Tartaruga e os Ovos de Dinossauro com 25 quilómetros. O número de voltas por classe repetir-se-á.
“Mais do que uma prova, o KOP18 é um verdadeiro teste à força motriz dos veículos, um teste aos motores, um teste aos pneus, um teste às transmissões, um teste aos pilotos. Um teste à destreza, à rapidez, ao calculismo e à inteligência”
De sublinhar que, nesta 6ª edição, o KOP será uma estreia no universo de Ultra4 com a 3ª Ronda do Campeonato Europeu de Ultra4 Racing, que teve início em França no mês de maio e passou por Inglaterra em junho, terminando, depois de Portugal, em outubro na Alemanha em Outubro. Não menos importante, de frisar que o King of Portugal será, ainda, o palco da final do novo Challenge Ibérico NorteX4 que teve início nos Arcos de Valdevez, passando, depois, por Sarria, em Espanha. As inscrições no KOP foram limitadas a 60 equipas, tendo aberto no mês de Janeiro com um valor reduzido, mantido até 31 de Maio, data em que o valor foi alterado.
Recorde-se que KOP nasceu em Portugal perante um desafio de Dave Cole, mentor do King of The Hammers, prova norte-americana que nasceu há oito anos num pedaço de deserto no leste da Califórnia quando 13 amigos se juntaram para fazer um fim-de-semana diferente a troco de um “six-pack” (embalagem de seis cervejas em lata), criando, inadvertidamente, “uma das maiores e mais duras corridas de Off-Road do mundo”.
Em Portugal, a prova tem o mesmo formato, sendo realizada sob a licença da marca King of The Hammers com os mesmos critérios de construção de carros e dureza do deserto do Mojave na Califórnia.
PROGRAMA KING OF PORTUGAL SETEMBRO 2018
05 QUARTA
10h00 - Início das verificações documentais e técnicas 16h00 - Fim das verificações documentais e técnicas 17h30 - Briefing equipas
06 QUINTA
09h00 - Alinhamento dos carros de prova no Estádio Municipal 09h30 - Saída dos Carros de prova para o circuito do PRÓLOGO 10h00 - Início do prólogo 15h00 - Fim do prólogo 18h30 - Briefing equipas
07 SEXTA
09h00 - Alinhamento dos carros de prova no Estádio Municipal 09h30 - Saída dos carros de prova para a PEDREIRA 10h00 - Início da prova 18h00 - Fim da prova
08 SÁBADO
09h00 - Alinhamento dos carros de prova no Estádio Municipal 09h30 - Saída dos carros de prova para a PEDREIRA 10h00 - Início da prova 18h00 - Fim da prova 21h30 - Jantar e entrega de prémios.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Remisquedo
A palavra remisquedo significa-me curvas sinuosas, apertadas, perigosas, traiçoeiras nos dias de geada, originárias de desastres graves e ligeiros, ligadas através de uma ponte, parando junto ao fontenário do Fontismo.
A mesma palavra vem das brumas da memória (qual hino) a soltar-se em partículas a acalmarem-nos tal como a afamada água nos levava a sustermos a pressa, independentemente das estações do calendário, primacialmente nos dias estivais, dias de cigarras estrídulas, embebidas, bêbadas por aspirarem multiplicados perfumes, ficando sonâmbulas, como refrescado ficava após sorver a benéfica água vinda do cimo da serra pejada de castanheiros úberes, carvalhos e outras espécies vegetais.
Agora, o progresso fixo e o progresso móvel desviam-me do remisquedo, rememoro o encanto do lugar quando ouço os trapezistas do tempo anunciarem temperaturas exaltadas não aconselháveis a idosos (o Séneca tinha razão), os quais devem dedicar os dias e as noites a cuidarem da alma, por o corpo é alvo de constantes experimentações médicas e medicamentosas a gastarem as horas e os minutos no cumprimento de minucioso cardápio dos ingredientes e condimentos das receitas passadas pelo facultativo da nossa confiança, longe das pílulas milagreiras da Televisão, todavia utilizando os benefícios da botica ancestral (caseira) para nosso gáudio tão bem registada no tempo medieval pelo instruído Pedro Hispano (ninguém o estuda e enaltece), cujo nome é falado na região de Matosinhos porque um hospital ostenta o seu nome na fachada.
Para lá das significações de remisquedo acima esboçadas, desperta-me o caminho-de-ferro reduzido a escombros, o apeadeiro, a senhora de corneta e bandeira (viva a Maria da Fonte) a deslaçar as correntes da passagem de nível depois da passagem do comboio a arfar à maneira do inveterado fumador a dar as primeiras fumaças em nutrido paivante capaz de criar inveja ao Sr. Poças que entrou no Casino da Póvoa ostentando nota de mil escudos-ouro presa no peito a significar gravata comprada no chinês. Os gravateiros chineses exilaram-se nos pavilhões de tudo, o Senhor Poças morreu há muitos anos.
A parafernália dos comboios desapareceu, a curva na estrada (leiam o livro de Ferreira de Castro) permanece, a comunidade do culto cultiva-se nas plataformas, por assim ser é uma estultícia aconselhar a leitura do livro do autor de Terra Fria, no seu tempo, comparativamente, vendeu muito mais que Saramago no seu auge; a estultícia escora-se no facto do autor não suscitar interesse ao exemplo de outros, a Escola molda os espíritos à vontade dos donos do poder. Acham que o ministro Tiago leu o autor de Instinto Supremo?
A pluralidade de significações, dá origem a questões sociais de bom e mau entendimento, Musil no imprescindível O Homem sem Qualidades explica através de palavras cristalinas tais questões, do Remisquedo ao Mundo vai a nossa vontade de desenvolver as oportunidades para tal. Por acaso no Fórum da Caixa falou-se de Cultura e Civilização? Falou-se de oportunidades. Oportunidades sem filamentos culturais e civilizacionais? Pois, o sistema bancário ocupa-se de lucros, muitos lucros. E de imparidades. Também!
PS. Nas férias devemos ler. O texto faz sugestões.
Armando Fernandes
in:mdb.pt
A mesma palavra vem das brumas da memória (qual hino) a soltar-se em partículas a acalmarem-nos tal como a afamada água nos levava a sustermos a pressa, independentemente das estações do calendário, primacialmente nos dias estivais, dias de cigarras estrídulas, embebidas, bêbadas por aspirarem multiplicados perfumes, ficando sonâmbulas, como refrescado ficava após sorver a benéfica água vinda do cimo da serra pejada de castanheiros úberes, carvalhos e outras espécies vegetais.
Agora, o progresso fixo e o progresso móvel desviam-me do remisquedo, rememoro o encanto do lugar quando ouço os trapezistas do tempo anunciarem temperaturas exaltadas não aconselháveis a idosos (o Séneca tinha razão), os quais devem dedicar os dias e as noites a cuidarem da alma, por o corpo é alvo de constantes experimentações médicas e medicamentosas a gastarem as horas e os minutos no cumprimento de minucioso cardápio dos ingredientes e condimentos das receitas passadas pelo facultativo da nossa confiança, longe das pílulas milagreiras da Televisão, todavia utilizando os benefícios da botica ancestral (caseira) para nosso gáudio tão bem registada no tempo medieval pelo instruído Pedro Hispano (ninguém o estuda e enaltece), cujo nome é falado na região de Matosinhos porque um hospital ostenta o seu nome na fachada.
Para lá das significações de remisquedo acima esboçadas, desperta-me o caminho-de-ferro reduzido a escombros, o apeadeiro, a senhora de corneta e bandeira (viva a Maria da Fonte) a deslaçar as correntes da passagem de nível depois da passagem do comboio a arfar à maneira do inveterado fumador a dar as primeiras fumaças em nutrido paivante capaz de criar inveja ao Sr. Poças que entrou no Casino da Póvoa ostentando nota de mil escudos-ouro presa no peito a significar gravata comprada no chinês. Os gravateiros chineses exilaram-se nos pavilhões de tudo, o Senhor Poças morreu há muitos anos.
A parafernália dos comboios desapareceu, a curva na estrada (leiam o livro de Ferreira de Castro) permanece, a comunidade do culto cultiva-se nas plataformas, por assim ser é uma estultícia aconselhar a leitura do livro do autor de Terra Fria, no seu tempo, comparativamente, vendeu muito mais que Saramago no seu auge; a estultícia escora-se no facto do autor não suscitar interesse ao exemplo de outros, a Escola molda os espíritos à vontade dos donos do poder. Acham que o ministro Tiago leu o autor de Instinto Supremo?
A pluralidade de significações, dá origem a questões sociais de bom e mau entendimento, Musil no imprescindível O Homem sem Qualidades explica através de palavras cristalinas tais questões, do Remisquedo ao Mundo vai a nossa vontade de desenvolver as oportunidades para tal. Por acaso no Fórum da Caixa falou-se de Cultura e Civilização? Falou-se de oportunidades. Oportunidades sem filamentos culturais e civilizacionais? Pois, o sistema bancário ocupa-se de lucros, muitos lucros. E de imparidades. Também!
PS. Nas férias devemos ler. O texto faz sugestões.
Armando Fernandes
in:mdb.pt
Rua a precisar de reparação em Montesinho
Na aldeia de Montesinho, mesmo em frente ao café com o mesmo nome, o piso junto à sarjeta abateu e afeta a circulação rodoviária.
Diz o Zé que...
in:mdb.pt
Diz o Zé que...
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“O saber da seda no fazer do artista” em exposição no Museu da Seda
A exposição “O saber da seda no fazer do artista” estará patente para visita até 31 de outubro nas instalações do Museu da Seda e do Território de Freixo de Espada à Cinta.
A mostra estava integrada no I Encontro de Arte, Cultura e Saberes da Seda organizada pela Casulo Dourado – Associação da Seda de Freixo de Espada à Cinta, que teve lugar nos dias 17 e 18 de agosto.
Este evento contou com as obras e a presença da artista têxtil portuguesa, Fernanda Fragateiro, do artista e escultor Sebastião Resende e de Ana Gonçalves, docente da Escola Artística António Arroio (Lisboa).
Glória Lopes
in:mdb.pt
A mostra estava integrada no I Encontro de Arte, Cultura e Saberes da Seda organizada pela Casulo Dourado – Associação da Seda de Freixo de Espada à Cinta, que teve lugar nos dias 17 e 18 de agosto.
Este evento contou com as obras e a presença da artista têxtil portuguesa, Fernanda Fragateiro, do artista e escultor Sebastião Resende e de Ana Gonçalves, docente da Escola Artística António Arroio (Lisboa).
Glória Lopes
in:mdb.pt
Rede Atalaia quer despertar consciências para os problemas do concelho
Um grupo de Vimiosenses criou a Rede Atalaia, um movimento cívico, que “propõe-se mobilizar os naturais, residentes ou não, os descendentes e os amigos das localidades de Vimioso em torno da revitalização das mesmas e do concelho”, explicou Manuel Lopes, um dos três administradores concelhios daquela rede, responsáveis pela coordenação da publicação “Concelho de Vimioso, o desafio da interioridade”.
O lema de actuação e condição de adesão à rede Atalaia tem sido: ‘preservar o Passado e perspectivar o Futuro’.
Glória Lopes
in:mdb.pt
O lema de actuação e condição de adesão à rede Atalaia tem sido: ‘preservar o Passado e perspectivar o Futuro’.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Escrinhos vão ter novo design mais apelativo e contemporâneo
A AZIMUTE (Associação de Desportos de Aventura, Juventude e Ambiente) quer dar uma nova vida aos escrinhos, os cestos típicos do concelho de Vimioso confecionados em materiais naturais.
A associação já pondera trabalhar com um designer que possa fazer uma espécie de renovação dos cestos tradicionais, conferindo-lhe um aspecto mais contemporâneo, novas utilidades e maior atratividade, tanto mais que se tratam de utensílios confecionados em matérias primas naturais, como palha e silva, muito ao gosto dos que querem pôr de parte os materiais sintéticos.
O projeto que está ainda em embrião e surgiu na sequência do alargamento da Aldeia Pedagógica de Portela a mais três localidades, nomeadamente Vilar Seco e Vale de Frades, em Vimioso, e à freguesia de Pinela (Bragança). “Faz-se sempre a mesma coisa com os escrinhos, gostávamos de mudar para lhes dar um novo input de design, algo diferente.
A tradição tem muitos anos e as coisas fizeram-se sempre da mesma maneira e a mesma coisa. Com o mesmo material e a mesma técnica podemos fazer coisas diferentes mais apelativas às necessidades actuais”, explicou João Cameira, presidente da AZIMUTE.
Glória Lopes
in:mdb.pt
A associação já pondera trabalhar com um designer que possa fazer uma espécie de renovação dos cestos tradicionais, conferindo-lhe um aspecto mais contemporâneo, novas utilidades e maior atratividade, tanto mais que se tratam de utensílios confecionados em matérias primas naturais, como palha e silva, muito ao gosto dos que querem pôr de parte os materiais sintéticos.
O projeto que está ainda em embrião e surgiu na sequência do alargamento da Aldeia Pedagógica de Portela a mais três localidades, nomeadamente Vilar Seco e Vale de Frades, em Vimioso, e à freguesia de Pinela (Bragança). “Faz-se sempre a mesma coisa com os escrinhos, gostávamos de mudar para lhes dar um novo input de design, algo diferente.
A tradição tem muitos anos e as coisas fizeram-se sempre da mesma maneira e a mesma coisa. Com o mesmo material e a mesma técnica podemos fazer coisas diferentes mais apelativas às necessidades actuais”, explicou João Cameira, presidente da AZIMUTE.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Concelho em suspenso à espera do Estudo de Impacto Ambiental da EN218
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para a requalificação da estrada de ligação entre Vimioso e Carção, na EN 218-2, que inclui a construção de uma nova ponte sobre o rio Maçãs, já foi entregue à Agência Portuguesa do Ambiente no final de julho.
“Deverá passar à fase de discussão pública dentro de pouco tempo, espero eu.
Mas todo o processo poderá demorar alguns meses, nunca menos de cinco ou seis, até que existam condições para que seja lançado o projeto de execução e posteriormente o concurso público para a sua construção”, adiantou o presidente da câmara de Vimioso, Jorge Fidalgo, que sublinhou “tratar-se de um bom indicador” para que a construção desta estrada “fundamental” ao concelho avance.
Glória Lopes
in:mdb.pt
“Deverá passar à fase de discussão pública dentro de pouco tempo, espero eu.
Mas todo o processo poderá demorar alguns meses, nunca menos de cinco ou seis, até que existam condições para que seja lançado o projeto de execução e posteriormente o concurso público para a sua construção”, adiantou o presidente da câmara de Vimioso, Jorge Fidalgo, que sublinhou “tratar-se de um bom indicador” para que a construção desta estrada “fundamental” ao concelho avance.
Glória Lopes
in:mdb.pt
“Side Up” traz o ensino superior a Macedo de Cavaleiros
"Side Up", é o nome do projecto que vai pôr cinco cursos técnicos superiores a funcionar em Macedo de Cavaleiros, a partir deste ano lectivo.
Os cursos, para já, serão das áreas de secretariado e línguas, turismo, gestão ambiental e saúde. Neste contexto surge ainda uma Escola de Negócios voltada para a criação de empresas e inovação. Este regresso ao ensino superior, envolve, além da câmara municipal, o politécnico de Bragança, a incubadora de empresas BLC3 e a associação comercial e industrial local. O presidente do IPB, Orlando Rodrigues admite que se está a materializar uma ambição do politécnico.
“Criar uma escola de negócios era um anseio dos empresários da região e estamos a materializa-lo com o arranque de algumas formações muito adaptadas a necessidades concretas das empresas da região. Estamos a iniciar a escola de negócios aproveitando a dinâmica da Câmara de Macedo de Cavaleiros e a sua centralidade. O próximo passo são pós-graduações e outra área que estamos a trabalhar é a dos cursos técnicos superiores profissionais, que vamos ter aqui uma oferta bastante alargada”, destacou Orlando Rodrigues.
Prevê-se ainda que com esta dinâmica da Escola de Negócios se crie uma plataforma logística regional na zona industrial de Macedo de Cavaleiros, segundo explica o presidente da câmara da cidade, Benjamim Rodrigues.
“É a uma óptima localização para fazer uma plataforma logística regional porque esta é uma porta de ligação à Europa. Tínhamos todo o interesse que essa plataforma se localizasse aqui na nossa zona industrial e para isso estamos a alterar o plano de pormenor e vamos fazer a ampliação da zona industrial. Neste momento, temos cerca de 80 industriais e comerciais instalados mas que queremos duplicar a curto e médio prazo”, contou Benjamim Rodrigues.
Para o presidente, o Side Up é uma medida que irá permitir que menos jovens saiam do concelho, e, ao mesmo tempo, atrairá população de forma a rejuvenescer o tecido social e económico concelhio.
“Dentro de dois ou três anos teremos certamente uma alteração do tecido social na nossa cidade e nosso território”, acrescentou o presidente da câmara municipal de Macedo de Cavaleiros.
O coordenador do projecto, Acácio Espírito Santo afirma que esta é uma aposta forte e que há uma grande expectativa.
“É uma parceria fortíssima e temos um plano dinâmico, com estratégicas de estratégias de investigação e inovação científica. Queremos trazer alunos e temos um plano de desenvolvimento económico para eles”, destaca Acácio Espírito Santo.
Os cursos serão ministrados nas antigas instalações do Piaget, cuja negociação para aquisição está a ser finalizada pela autarquia macedense e no imediato, vão ser investidos 1,3 milhões de euros. O valor da propina é de 420 euros anuais. Os cursos técnicos têm a duração de dois anos e pretendem formar quadros para responder a necessidades económicas locais. As pós-graduações da Escola de Negócios serão três, sendo que uma delas começa já em Outubro.
Escrito por Brigantia
Carina Alves
Os cursos, para já, serão das áreas de secretariado e línguas, turismo, gestão ambiental e saúde. Neste contexto surge ainda uma Escola de Negócios voltada para a criação de empresas e inovação. Este regresso ao ensino superior, envolve, além da câmara municipal, o politécnico de Bragança, a incubadora de empresas BLC3 e a associação comercial e industrial local. O presidente do IPB, Orlando Rodrigues admite que se está a materializar uma ambição do politécnico.
“Criar uma escola de negócios era um anseio dos empresários da região e estamos a materializa-lo com o arranque de algumas formações muito adaptadas a necessidades concretas das empresas da região. Estamos a iniciar a escola de negócios aproveitando a dinâmica da Câmara de Macedo de Cavaleiros e a sua centralidade. O próximo passo são pós-graduações e outra área que estamos a trabalhar é a dos cursos técnicos superiores profissionais, que vamos ter aqui uma oferta bastante alargada”, destacou Orlando Rodrigues.
Prevê-se ainda que com esta dinâmica da Escola de Negócios se crie uma plataforma logística regional na zona industrial de Macedo de Cavaleiros, segundo explica o presidente da câmara da cidade, Benjamim Rodrigues.
“É a uma óptima localização para fazer uma plataforma logística regional porque esta é uma porta de ligação à Europa. Tínhamos todo o interesse que essa plataforma se localizasse aqui na nossa zona industrial e para isso estamos a alterar o plano de pormenor e vamos fazer a ampliação da zona industrial. Neste momento, temos cerca de 80 industriais e comerciais instalados mas que queremos duplicar a curto e médio prazo”, contou Benjamim Rodrigues.
Para o presidente, o Side Up é uma medida que irá permitir que menos jovens saiam do concelho, e, ao mesmo tempo, atrairá população de forma a rejuvenescer o tecido social e económico concelhio.
“Dentro de dois ou três anos teremos certamente uma alteração do tecido social na nossa cidade e nosso território”, acrescentou o presidente da câmara municipal de Macedo de Cavaleiros.
O coordenador do projecto, Acácio Espírito Santo afirma que esta é uma aposta forte e que há uma grande expectativa.
“É uma parceria fortíssima e temos um plano dinâmico, com estratégicas de estratégias de investigação e inovação científica. Queremos trazer alunos e temos um plano de desenvolvimento económico para eles”, destaca Acácio Espírito Santo.
Os cursos serão ministrados nas antigas instalações do Piaget, cuja negociação para aquisição está a ser finalizada pela autarquia macedense e no imediato, vão ser investidos 1,3 milhões de euros. O valor da propina é de 420 euros anuais. Os cursos técnicos têm a duração de dois anos e pretendem formar quadros para responder a necessidades económicas locais. As pós-graduações da Escola de Negócios serão três, sendo que uma delas começa já em Outubro.
Escrito por Brigantia
Carina Alves
Mais um prémio para o documentário «Alfaião»
O filme homónimo sobre a aldeia de Alfaião foi premiado no Festival Internacional de Documentário.
O documentário Alfaião ganhou mais um prémio, desta vez de Melhor Curta-Metragem Europeia, no Festival Internacional de Documentário de Ierapetra, na Grécia. O filme é da autoria de André Almeida Rodrigues. O documentário retrata a vida rural e o quotidiano da população residente na aldeia de Alfaião, no concelho de Bragança. Este é o quinto prémio que o jovem realizador de 30 anos recebe pelo filme “Alfaião”, facto que o deixa muito satisfeito.
“É sempre importante o filme em si ser seleccionado e quando se trata de um prémio é mais importante, facto que me deixa muito satisfeito, que a mim, quer a aldeia. O filme está a percorrer o mundo e além de percorrer o mundo, que já é muito bom e ter estas distinções é sempre prestigiante. Quis levar Alfaião ao mundo e é de facto o que está acontecer”, disse o realizador André Almeida Rodrigues.
A curta-metragem foi produzida no âmbito do mestrado em som e imagem, da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. O autor destaca que é um filme poético.
“É um filme poético em que retrato o compelativo diário da rotina da aldeia que enaltece os aspectos simples e banais, como o pastor com o rebanho das ovelhas, uma senhora a fazer as alheiras”, contou o realizador.
Alfaião foi produzido em 2016, tem a duração de 13 minutos. O filme também nomeado em Riga, na Letónia, como destino cultural como explica André Almeida Rodrigues.
“Destacar que o filme também foi exibido no Tour Film Riga, que é um festival de cinema turístico, ou seja, a aldeia de Alfaião esteve nomeada através do filme na categoria de destino turístico, turismo cultural e eco turismo. O filme acaba por se enquadrar em várias categorias de cinema, como o cinema experimental e turístico e acaba por promover Alfaião como destino turístico”, acrescenta o realizador.
O documentário já ganhou uma menção honrosa no Festival do Pão, em Albufeira, o Prémio do Público, no Shortcutz Funchal, a Melhor Curta-Metragem de Fevereiro, Shortcutz Caldas da Rainha, Melhor Curta-metragem de Maio, Shortcutz Covilhã e uma nomeação Melhor Curta Portuguesa, no Cinema Blogger Awards. André Almeida Rodrigues é natural de Leça da Palmeira, e o próximo projecto é um filme «Histórias de Embalar Sabonetes» sobre a empresa Castelbel que exporta 5 milhões de sabonetes. Alfaião, não fica por aqui e vai ser exibido num Festival de Cinema da Patagonia, na Argentina), 1 de Setembro no Short cut, na Sérvia), 5 de Setembro no The Unseen Festival, em Denver, Colorado, Estados Unidos da América) e 8 de Setembro no OCFF – Ocean Coast Film Festival, em Lavra, Portugal.
Escrito por Brigantia
Maria João Canadas
O documentário Alfaião ganhou mais um prémio, desta vez de Melhor Curta-Metragem Europeia, no Festival Internacional de Documentário de Ierapetra, na Grécia. O filme é da autoria de André Almeida Rodrigues. O documentário retrata a vida rural e o quotidiano da população residente na aldeia de Alfaião, no concelho de Bragança. Este é o quinto prémio que o jovem realizador de 30 anos recebe pelo filme “Alfaião”, facto que o deixa muito satisfeito.
“É sempre importante o filme em si ser seleccionado e quando se trata de um prémio é mais importante, facto que me deixa muito satisfeito, que a mim, quer a aldeia. O filme está a percorrer o mundo e além de percorrer o mundo, que já é muito bom e ter estas distinções é sempre prestigiante. Quis levar Alfaião ao mundo e é de facto o que está acontecer”, disse o realizador André Almeida Rodrigues.
A curta-metragem foi produzida no âmbito do mestrado em som e imagem, da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. O autor destaca que é um filme poético.
“É um filme poético em que retrato o compelativo diário da rotina da aldeia que enaltece os aspectos simples e banais, como o pastor com o rebanho das ovelhas, uma senhora a fazer as alheiras”, contou o realizador.
Alfaião foi produzido em 2016, tem a duração de 13 minutos. O filme também nomeado em Riga, na Letónia, como destino cultural como explica André Almeida Rodrigues.
“Destacar que o filme também foi exibido no Tour Film Riga, que é um festival de cinema turístico, ou seja, a aldeia de Alfaião esteve nomeada através do filme na categoria de destino turístico, turismo cultural e eco turismo. O filme acaba por se enquadrar em várias categorias de cinema, como o cinema experimental e turístico e acaba por promover Alfaião como destino turístico”, acrescenta o realizador.
O documentário já ganhou uma menção honrosa no Festival do Pão, em Albufeira, o Prémio do Público, no Shortcutz Funchal, a Melhor Curta-Metragem de Fevereiro, Shortcutz Caldas da Rainha, Melhor Curta-metragem de Maio, Shortcutz Covilhã e uma nomeação Melhor Curta Portuguesa, no Cinema Blogger Awards. André Almeida Rodrigues é natural de Leça da Palmeira, e o próximo projecto é um filme «Histórias de Embalar Sabonetes» sobre a empresa Castelbel que exporta 5 milhões de sabonetes. Alfaião, não fica por aqui e vai ser exibido num Festival de Cinema da Patagonia, na Argentina), 1 de Setembro no Short cut, na Sérvia), 5 de Setembro no The Unseen Festival, em Denver, Colorado, Estados Unidos da América) e 8 de Setembro no OCFF – Ocean Coast Film Festival, em Lavra, Portugal.
Escrito por Brigantia
Maria João Canadas
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Quem se lembra do Jornal Dómus?
Não havia internet, nem facebook, nem blogues nem telemóveis... Mas em Bragança sempre existiram pessoas preocupadas com o coletivo e a "empurrar" a Terra para a frente.
Para memória futura, aqui fica uma das minhas contribuições "pro bono" evidentemente, no Jornal Dómus.
Para memória futura, aqui fica uma das minhas contribuições "pro bono" evidentemente, no Jornal Dómus.
Boletim Municipal de Bragança
Não consigo compreender, "claro que consigo", porque razão se tentam "apagar" os dois primeiros números do Boletim Municipal de Bragança. Nem no site da Autarquia consta qualquer referência aos dois primeiros números do Boletim Municipal.
Nem Estaline conseguiu apagar a história...só tentou.
Deixo aqui, como sempre e para memória futura, a minha contribuição para esses dois números do boletim, que possuo na íntegra.
Como bem imaginareis, a minha contribuição foi "pro bono" e feita com todo o gosto. Difícil é começar... Depois é só ter dinheiro. E se não for nosso ainda mais fácil é.
Nem Estaline conseguiu apagar a história...só tentou.
Deixo aqui, como sempre e para memória futura, a minha contribuição para esses dois números do boletim, que possuo na íntegra.
Como bem imaginareis, a minha contribuição foi "pro bono" e feita com todo o gosto. Difícil é começar... Depois é só ter dinheiro. E se não for nosso ainda mais fácil é.
DIVAGAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO
Por: Humberto Pinho da Silva
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..."
Muitas vezes ouço dizer:
“ Fulano, teve berço! …”
Ter berço, é ser educado. Educado no modo de se exprimir; na forma de agir; e na conduta, que mostra, nas diferentes situações da vida.
É nos primeiros anos da existência, que o indivíduo assimila os hábitos, que formar-lhe-ão o carácter.
E este, forma-se, e aperfeiçoasse, na casa paterna. A Família, é fundamental para a evolução da criança; é no seu seio, que se inicia o desenvolvimento de aptidões, e se prepara a integração na sociedade.
Educar, é, portanto, ensinar bons hábitos, que por sua vez, formar-lhe-ão o carácter.
Educa-se não para o presente, mas para o futuro: inculcando hábitos, que repetidos, tornar-se-ão usuais, sem pensar.
Há hábitos maus, e hábitos bons:
Hábitos que elevam o individuo: pensamentos sadios; uso diário de regras e palavras, que lubrificam as relações interpessoais.
E hábitos nefastos, tais como: discordar de tudo; lamentar-se da falta de sorte – como se a sorte não fosse (quantas vezes) resultado de atitudes; contestar, sem motivo, tudo que se ouve, são hábitos, que cavam na alma a sensação de fracasso, desanimo, tristeza, e prejudicam a saúde do corpo e da alma.
Tanto uns, como outros, são, em regra, fruto do ambiente familiar, em que se foi criado.
Todos sabemos, que o hábito, uma vez adquirido, e repetido, fica tão entranhado, que dificilmente se consegue extirpa-lo.
Pais há, que se lamentam do péssimo comportamento dos adolescentes, e do mau carácter do filho, olvidando, que é sempre resultado da deficiente educação que lhe foi administrado.
Educação sem disciplina, complacente, sem corretivo, na boa intenção de não traumatizar, nunca dá bom resultado.
O autoritarismo é tão prejudicial como o “ deixa correr”; esperar que a idade, o tempo, melhore, é engano em que muitos caiem.
O adulto, comporta-se, na coletividade, consoante foi educado: do jeito como viu os: pais e avós agirem.
Como a planta, a que se quer dar determinada direção, tem que ser orientada enquanto jovem, porque tornando-se adulta, já não é possível; a criança, precisa adquirir, desde tenra idade, bons hábitos.
Não basta inculcar regras, é preciso educar-lhes, principalmente a alma; mostrar-lhe a diferença entre o bem e o mal.
Educar é trabalho insano, e só se conhece, que se acertou, quando a criança, atingindo a idade adulta, demonstra pela conduta e carácter, se teve “ berço”
A culpa de haver tanta violência e injustiça, é, em parte, das mães – porque são elas, que, em regra, têm a maior fatia na educação dos filhos – Já Ezequiel citava o antigo provérbio, mas sempre atual: “ Tal mãe, tal filha” - Ez16:44
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..."
Muitas vezes ouço dizer:
“ Fulano, teve berço! …”
Ter berço, é ser educado. Educado no modo de se exprimir; na forma de agir; e na conduta, que mostra, nas diferentes situações da vida.
É nos primeiros anos da existência, que o indivíduo assimila os hábitos, que formar-lhe-ão o carácter.
E este, forma-se, e aperfeiçoasse, na casa paterna. A Família, é fundamental para a evolução da criança; é no seu seio, que se inicia o desenvolvimento de aptidões, e se prepara a integração na sociedade.
Educar, é, portanto, ensinar bons hábitos, que por sua vez, formar-lhe-ão o carácter.
Educa-se não para o presente, mas para o futuro: inculcando hábitos, que repetidos, tornar-se-ão usuais, sem pensar.
Há hábitos maus, e hábitos bons:
Hábitos que elevam o individuo: pensamentos sadios; uso diário de regras e palavras, que lubrificam as relações interpessoais.
E hábitos nefastos, tais como: discordar de tudo; lamentar-se da falta de sorte – como se a sorte não fosse (quantas vezes) resultado de atitudes; contestar, sem motivo, tudo que se ouve, são hábitos, que cavam na alma a sensação de fracasso, desanimo, tristeza, e prejudicam a saúde do corpo e da alma.
Tanto uns, como outros, são, em regra, fruto do ambiente familiar, em que se foi criado.
Todos sabemos, que o hábito, uma vez adquirido, e repetido, fica tão entranhado, que dificilmente se consegue extirpa-lo.
Pais há, que se lamentam do péssimo comportamento dos adolescentes, e do mau carácter do filho, olvidando, que é sempre resultado da deficiente educação que lhe foi administrado.
Educação sem disciplina, complacente, sem corretivo, na boa intenção de não traumatizar, nunca dá bom resultado.
O autoritarismo é tão prejudicial como o “ deixa correr”; esperar que a idade, o tempo, melhore, é engano em que muitos caiem.
O adulto, comporta-se, na coletividade, consoante foi educado: do jeito como viu os: pais e avós agirem.
Como a planta, a que se quer dar determinada direção, tem que ser orientada enquanto jovem, porque tornando-se adulta, já não é possível; a criança, precisa adquirir, desde tenra idade, bons hábitos.
Não basta inculcar regras, é preciso educar-lhes, principalmente a alma; mostrar-lhe a diferença entre o bem e o mal.
Educar é trabalho insano, e só se conhece, que se acertou, quando a criança, atingindo a idade adulta, demonstra pela conduta e carácter, se teve “ berço”
A culpa de haver tanta violência e injustiça, é, em parte, das mães – porque são elas, que, em regra, têm a maior fatia na educação dos filhos – Já Ezequiel citava o antigo provérbio, mas sempre atual: “ Tal mãe, tal filha” - Ez16:44
Humberto Pinho da Silva, nasceu em Vila Nova de Gaia, Portugal, a 13 de Novembro de 1944. Frequentou o liceu Alexandre Herculano e o ICP (actual, Instituto Superior de Contabilidade e Administração). Em 1964 publicou, no semanário diocesano de Bragança, o primeiro conto, apadrinhado pelo Prof. Doutor Videira Pires. Tem colaboração espalhada pela imprensa portuguesa, brasileira, alemã, argentina, canadiana e USA.Foi redactor do jornal: “Notícias de Gaia"” e actualmente é o responsável pelo blogue luso-brasileiro: " PAZ".
Quando o robô vai à vinha
O Douro volta a receber o robô que promete uma revolução da monitorização das vinhas. A máquina permite uma recolha de informação mais rápida com dados mais precisos sobre a qualidade da vinha e a forma como pode ser potenciada.
Autónomo, simples de manusear e de leitura fácil. Chama-se VineScout e está de regresso ao Douro. O projeto, desenvolvido pela Comissão Europeia, foi acolhido com entusiasmo pelo departamento de investigação e desenvolvimento de viticultura da casa Symington. O responsável, Fernando Alves, apresenta o robô que promete aumentar a qualidade do produto final, através da monitorização de dados importantes, como o estado hídrico da vinha.
O VineScout permite, ainda, selecionar zonas de qualidade diferenciadas - ajudando a separar as melhores uvas das restantes - e a recolha de dados de mais pontos de observação. Fernando Alves explica a diferença entre a máquina e o ser humano.
"Enquanto uma equipa consegue recolher, por dia, dados em vinte pontos da vinha, o robô consegue milhares no mesmo período de tempo".
No ano passado, o VineScout já foi testado no Douro, a circular numa vinha para reconhecer obstáculos e o tipo de vegetação que está a monitorizar. Esta quarta-feira será desenvolvida a segunda fase de testes e em 2019 a terceira e última fase.
O lugar escolhido para os testes foi a Quinta do Ataíde, distrito de Bragança, propriedade da família Symington, onde por estes dias se juntam especialistas europeus em robótica e vitivinicultura portugueses, mas também oriundos de países como Espanha, França, Reino Unido.
O robô está numa fase "intermédia" de desenvolvimento, para um projeto que tem uma duração prevista de três anos e que poderá ser dilatado conforme as necessidades das pastes envolvidas no projeto que é financiado pela União Europeia.
No projeto "VineScout" além da empresa Symington, estão incluídos a Universidade Politécnica de Valência e a Universidade de La Rioja (Espanha), a Wall-YE Robots & Software (França), e a Sundance Multiprocessor Technologies (Reino Unido).
Dentro de três anos, a casa Symington espera que este protótipo passe a ser uma realidade nas vinhas do Douro.
Sónia Santos Silva
TSF
Foto: Francisco Pinto/ Lusa
Autónomo, simples de manusear e de leitura fácil. Chama-se VineScout e está de regresso ao Douro. O projeto, desenvolvido pela Comissão Europeia, foi acolhido com entusiasmo pelo departamento de investigação e desenvolvimento de viticultura da casa Symington. O responsável, Fernando Alves, apresenta o robô que promete aumentar a qualidade do produto final, através da monitorização de dados importantes, como o estado hídrico da vinha.
O VineScout permite, ainda, selecionar zonas de qualidade diferenciadas - ajudando a separar as melhores uvas das restantes - e a recolha de dados de mais pontos de observação. Fernando Alves explica a diferença entre a máquina e o ser humano.
"Enquanto uma equipa consegue recolher, por dia, dados em vinte pontos da vinha, o robô consegue milhares no mesmo período de tempo".
No ano passado, o VineScout já foi testado no Douro, a circular numa vinha para reconhecer obstáculos e o tipo de vegetação que está a monitorizar. Esta quarta-feira será desenvolvida a segunda fase de testes e em 2019 a terceira e última fase.
O lugar escolhido para os testes foi a Quinta do Ataíde, distrito de Bragança, propriedade da família Symington, onde por estes dias se juntam especialistas europeus em robótica e vitivinicultura portugueses, mas também oriundos de países como Espanha, França, Reino Unido.
O robô está numa fase "intermédia" de desenvolvimento, para um projeto que tem uma duração prevista de três anos e que poderá ser dilatado conforme as necessidades das pastes envolvidas no projeto que é financiado pela União Europeia.
No projeto "VineScout" além da empresa Symington, estão incluídos a Universidade Politécnica de Valência e a Universidade de La Rioja (Espanha), a Wall-YE Robots & Software (França), e a Sundance Multiprocessor Technologies (Reino Unido).
Dentro de três anos, a casa Symington espera que este protótipo passe a ser uma realidade nas vinhas do Douro.
Sónia Santos Silva
TSF
Foto: Francisco Pinto/ Lusa
Nordeste Transmontano reivindica novas ferrovias após abandono de décadas
O Nordeste Transmontano praticamente não tem transporte ferroviário puxado a locomotiva, com exceção de poucos quilómetros na Linha do Douro, no concelho de Carrazeda de Ansiães. A reposição e a renovação da ferrovia são, por isso, um anseio regional.
A Comunidade Intermunicipal Terras de Trás os Montes (CIM-TTM) pretende um maior aproveitamento das degradadas linhas férreas do Sabor e do Tua, duas ferrovias que atravessam o distrito de Bragança e podem ser recuperadas para fins turísticos e comerciais.
Em declarações à Lusa, o presidente da CIM-TTM, Artur Nunes, disse que é importante, numa primeira fase, recuperar os canais ferroviários e a intenção de intervir nas antigas estações, que são de extrema relevância ao nível do património edificado.
"Nesta recuperação, há um duplo conceito: transformar os antigos canais ferroviários em ciclovias ou linhas ferroviárias viradas para o turismo, o que ao mesmo tempo é uma forma de revitalizar estes equipamentos e criar uma nova oferta turística", indicou o também autarca de Miranda do Douro.
Numa segunda fase, afirmou, se houvesse vontade do poder instalado em Lisboa, era importante redesenhar ou revitalizar estas ferrovias e torná-las atrativas.
Ao longo dos dois percursos é possível ver o estado de abandono: estações em ruínas, carris levantados, material de apoio destruído ou azulejos arrancados. Noutros locais, o canal que suportava os carris por onde passavam locomotivas a carvão ou 'diesel' foi interrompido ou utilizado para enterrar condutas de água.
No entanto, outras áreas foram recuperadas paras novos fins. São poucas, mas têm utilidade.
Em Bragança, por exemplo, transformou-se a antiga estação de caminho-de-ferro numa central de camionagem e, a pouco quilómetros dali, o espaço envolvente à estação de Santa Comba de Rossas deu lugar a um espaço ajardinado para a aldeia.
Já parte da estação de Mirandela é ponto de partida e chegada de um metropolitano de superfície.
As linhas do Tua e do Sabor estão hoje "muito longe da vitalidade" que trouxeram à região transmontana até finais da década do 80 do século passado e em muito troços "muito dificilmente" voltam a circular comboios, devido à degradação, um cenário que a Lusa constatou em vários concelhos do distrito de Bragança.
Artur Nunes sublinhou que as ferrovias têm uma capacidade de aproximar populações, com um custo relativamente baixo ao nível da manutenção e do transporte de passageiros ou mercadorias.
"É importante criar uma ligação entre o litoral e o interior ou ligações interconcelhias, como já houve num passado ainda não muito distante", vincou o responsável.
No caso das linhas do Sabor e Tua, insistiu, só o fim turístico poderá dar nova vida às ferrovias.
"Eu não tenho dúvidas de que se estas duas linhas estiverem em funcionamento, haveria outra pujança económica nestes concelhos do distrito de Bragança", observou o autarca.
Diversas entidades de cooperação transfronteiriça reclamam uma ligação ferroviária que ligue Zamora (Espanha) ao Porto de Leixões, para potenciar a indústria do turismo em território ibérico e os transportes de mercadorias.
O presidente da CIM-TTM explicou que esta ideia já foi transmitida aos representantes das restantes CIM da região Norte, bem como à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
A proposta já foi subscrita pela CIM-TTM e resulta de uma ação articulada entre várias organizações de municípios da região que pretende ver esta possibilidade inserida no Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território.
Para o autarca, "tem havido um desinvestimento ao nível ferroviário" no norte do país e o Governo central anunciar investimentos novos na ferrovia apenas para o centro e para o sul.
O presidente da CIM-TTM enfatizou que não é preciso "um comboio de alta velocidade, mas uma ferrovia que aproxime territórios, populações de aldeias, vilas e cidades".
Os autarcas não falam em traçados, nem em datas de execução, vincando que o importante é que a nova ferrovia conste do plano nacional.
Os benefícios são óbvios, apontou Artur Nunes: entre as Terras de Trás-os-Montes e o Porto, por exemplo, há 250 quilómetros, o que "numa ferrovia corresponde a uma hora e numa estrada a três horas".
Agência Lusa
A Comunidade Intermunicipal Terras de Trás os Montes (CIM-TTM) pretende um maior aproveitamento das degradadas linhas férreas do Sabor e do Tua, duas ferrovias que atravessam o distrito de Bragança e podem ser recuperadas para fins turísticos e comerciais.
Em declarações à Lusa, o presidente da CIM-TTM, Artur Nunes, disse que é importante, numa primeira fase, recuperar os canais ferroviários e a intenção de intervir nas antigas estações, que são de extrema relevância ao nível do património edificado.
"Nesta recuperação, há um duplo conceito: transformar os antigos canais ferroviários em ciclovias ou linhas ferroviárias viradas para o turismo, o que ao mesmo tempo é uma forma de revitalizar estes equipamentos e criar uma nova oferta turística", indicou o também autarca de Miranda do Douro.
Numa segunda fase, afirmou, se houvesse vontade do poder instalado em Lisboa, era importante redesenhar ou revitalizar estas ferrovias e torná-las atrativas.
Ao longo dos dois percursos é possível ver o estado de abandono: estações em ruínas, carris levantados, material de apoio destruído ou azulejos arrancados. Noutros locais, o canal que suportava os carris por onde passavam locomotivas a carvão ou 'diesel' foi interrompido ou utilizado para enterrar condutas de água.
No entanto, outras áreas foram recuperadas paras novos fins. São poucas, mas têm utilidade.
Em Bragança, por exemplo, transformou-se a antiga estação de caminho-de-ferro numa central de camionagem e, a pouco quilómetros dali, o espaço envolvente à estação de Santa Comba de Rossas deu lugar a um espaço ajardinado para a aldeia.
Já parte da estação de Mirandela é ponto de partida e chegada de um metropolitano de superfície.
As linhas do Tua e do Sabor estão hoje "muito longe da vitalidade" que trouxeram à região transmontana até finais da década do 80 do século passado e em muito troços "muito dificilmente" voltam a circular comboios, devido à degradação, um cenário que a Lusa constatou em vários concelhos do distrito de Bragança.
Artur Nunes sublinhou que as ferrovias têm uma capacidade de aproximar populações, com um custo relativamente baixo ao nível da manutenção e do transporte de passageiros ou mercadorias.
"É importante criar uma ligação entre o litoral e o interior ou ligações interconcelhias, como já houve num passado ainda não muito distante", vincou o responsável.
No caso das linhas do Sabor e Tua, insistiu, só o fim turístico poderá dar nova vida às ferrovias.
"Eu não tenho dúvidas de que se estas duas linhas estiverem em funcionamento, haveria outra pujança económica nestes concelhos do distrito de Bragança", observou o autarca.
Diversas entidades de cooperação transfronteiriça reclamam uma ligação ferroviária que ligue Zamora (Espanha) ao Porto de Leixões, para potenciar a indústria do turismo em território ibérico e os transportes de mercadorias.
O presidente da CIM-TTM explicou que esta ideia já foi transmitida aos representantes das restantes CIM da região Norte, bem como à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
A proposta já foi subscrita pela CIM-TTM e resulta de uma ação articulada entre várias organizações de municípios da região que pretende ver esta possibilidade inserida no Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território.
Para o autarca, "tem havido um desinvestimento ao nível ferroviário" no norte do país e o Governo central anunciar investimentos novos na ferrovia apenas para o centro e para o sul.
O presidente da CIM-TTM enfatizou que não é preciso "um comboio de alta velocidade, mas uma ferrovia que aproxime territórios, populações de aldeias, vilas e cidades".
Os autarcas não falam em traçados, nem em datas de execução, vincando que o importante é que a nova ferrovia conste do plano nacional.
Os benefícios são óbvios, apontou Artur Nunes: entre as Terras de Trás-os-Montes e o Porto, por exemplo, há 250 quilómetros, o que "numa ferrovia corresponde a uma hora e numa estrada a três horas".
Agência Lusa
Nordeste Transmontano exige novas ferrovias
Comunidade Intermunicipal pretende recuperar linhas férreas do Sabor e do Tua.
O Nordeste Transmontano está praticamente sem transportes ferroviários.
As linhas férreas do Sabor e do Tua, que atravessam o distrito de Bragança, estão ao abandono e a Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes exige que estas duas ferrovias sejam recuperadas para fins turísticos e comerciais – intenção que foi já transmitida à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
"Nesta recuperação há um duplo conceito: transformar os antigos canais ferroviários em ciclovias ou linhas ferroviárias viradas para o turismo, o que ao mesmo tempo é uma forma de revitalizar estes equipamentos e criar uma nova oferta turística", explicou Artur Nunes, presidente da Comunidade Intermunicipal.
Os percursos do Sabor e do Tua estão num elevado estado de degradação. As estações estão em ruínas, os carris estão levantados, o material de apoio foi destruído e os azulejos foram arrancados. Apenas algumas estações, como são os casos de Bragança e Mirandela, foram nos últimos anos recuperadas.
O presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes acredita que a recuperação das linhas do Sabor e do Tua pode trazer outra "pujança" económica ao distrito de Bragança.
Diversas entidades de cooperação transfronteiriça reclamaram já uma ligação ferroviária que ligue Zamora, Espanha, ao Porto de Leixões, para potenciar a indústria do turismo e o transporte de mercadorias. "Não é preciso um comboio de alta velocidade, mas uma ferrovia que aproxime territórios, populações de aldeias, vilas e cidades", vincou Artur Nunes, considerando que tem existido um desinvestimento por parte do Governo e que espera que a nova ferrovia conste do plano nacional.
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| Antiga Estação Ferroviária de Bragança foi transformada numa central de camionagem, com esplanada incluída |
As linhas férreas do Sabor e do Tua, que atravessam o distrito de Bragança, estão ao abandono e a Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes exige que estas duas ferrovias sejam recuperadas para fins turísticos e comerciais – intenção que foi já transmitida à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
"Nesta recuperação há um duplo conceito: transformar os antigos canais ferroviários em ciclovias ou linhas ferroviárias viradas para o turismo, o que ao mesmo tempo é uma forma de revitalizar estes equipamentos e criar uma nova oferta turística", explicou Artur Nunes, presidente da Comunidade Intermunicipal.
Os percursos do Sabor e do Tua estão num elevado estado de degradação. As estações estão em ruínas, os carris estão levantados, o material de apoio foi destruído e os azulejos foram arrancados. Apenas algumas estações, como são os casos de Bragança e Mirandela, foram nos últimos anos recuperadas.
O presidente da Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes acredita que a recuperação das linhas do Sabor e do Tua pode trazer outra "pujança" económica ao distrito de Bragança.
Diversas entidades de cooperação transfronteiriça reclamaram já uma ligação ferroviária que ligue Zamora, Espanha, ao Porto de Leixões, para potenciar a indústria do turismo e o transporte de mercadorias. "Não é preciso um comboio de alta velocidade, mas uma ferrovia que aproxime territórios, populações de aldeias, vilas e cidades", vincou Artur Nunes, considerando que tem existido um desinvestimento por parte do Governo e que espera que a nova ferrovia conste do plano nacional.
Ana Isabel Fonseca
Correio da Manhã
Nordeste transmontano reivindica regresso da ferrovia
No nordeste transmontano o transporte rodoviário é quase inexistente.
População e autarcas reclamam o regresso do comboio como forma de aproximar as populações e atrair mais turismo.
Em Mirandela, o regresso poderá ser uma realidade em breve com o plano de mobilidade do Vale do Tua, mas será apenas parte da linha que será revitalizada.
População e autarcas reclamam o regresso do comboio como forma de aproximar as populações e atrair mais turismo.
Em Mirandela, o regresso poderá ser uma realidade em breve com o plano de mobilidade do Vale do Tua, mas será apenas parte da linha que será revitalizada.
Sunset com a Senhora do Campo foi um êxito
Depois do sucesso do Sunset “Fados com Maria” a 14 de agosto, nas margens do Azibo, a Unidade Pastoral de Santo António logo se mobilizou para uma segunda edição dez dias após a primeira.
Após o êxito retumbante do Sunset “Fados com Maria”, a 14 de agosto, nas margens da Albufeira do Azibo, mais precisamente na praia da Fraga da Pegada, a Unidade Pastoral de Santo António decidiu apostar numa segunda edição.
Foi na passada sexta-feira, dia 24 de agosto, pelas 19 horas, que o segundo sunset em Macedo de Cavaleiros teve lugar, desta feita no alto da Ermida da Senhora do Campo em Lamas.
De frisar que o bispo diocesano D. José Cordeiro marcou presença em ambas as edições, perante uma enorme moldura humana constituída por crianças, jovens, idosos e muitas famílias.
Depois da procissão prevista no programa com a Senhora do Campo, desde a capela até ao lugar do encontro, seguiu-se a recitação do Rosário com todos voltados para a albufeira do Azibo. Outro marco importante desta cerimónia que, para além de religiosa foi, sobretudo, de um convívio fraterno e salutar, cada família foi convidada a levar uma flor que havia de ser plantada na orla do muro da capela.
No final da celebração, foram distribuídas pequenas peças de um puzzle que, depois de constituído, formou o cartaz promotor do Sunset. Após emoldurado, a imagem foi confiada à Ermida, onde repousa servindo de memória do dia 24 de agosto. Seguiram-se cânticos marianos protagonizados pela conhecida Banda 25 de Março, oriunda de Lamas, tendo, ainda, sido oferecida uma merenda a todos os participantes.
“Na humanidade as ideias separam os homens, mas os sonhos unem-nos. Por isso, quisemos dar continuidade ao Sunset que realizámos no Azibo, completando e finalizando esta atividade pastoral na Senhora do Campo”, declarou o padre Manuel Ribeiro, acrescentando que “aqui, onde a natureza e o espaço muito dizem e onde Maria tem o seu mais belo baluarte, fomos todos convidados a rezar o Santo Rosário juntos a Maria, a Nossa Senhora do Campo”.
Para concluir, resta afirmar que esta iniciativa dificilmente teria acontecido sem o apoio incondicional das forças vivas do concelho de Macedo de Cavaleiros, especialmente, da Diocese de Bragança-Miranda.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmonts.com
Fotografia: facebook Freguesia de Lamas
Após o êxito retumbante do Sunset “Fados com Maria”, a 14 de agosto, nas margens da Albufeira do Azibo, mais precisamente na praia da Fraga da Pegada, a Unidade Pastoral de Santo António decidiu apostar numa segunda edição.
Foi na passada sexta-feira, dia 24 de agosto, pelas 19 horas, que o segundo sunset em Macedo de Cavaleiros teve lugar, desta feita no alto da Ermida da Senhora do Campo em Lamas.
De frisar que o bispo diocesano D. José Cordeiro marcou presença em ambas as edições, perante uma enorme moldura humana constituída por crianças, jovens, idosos e muitas famílias.
Depois da procissão prevista no programa com a Senhora do Campo, desde a capela até ao lugar do encontro, seguiu-se a recitação do Rosário com todos voltados para a albufeira do Azibo. Outro marco importante desta cerimónia que, para além de religiosa foi, sobretudo, de um convívio fraterno e salutar, cada família foi convidada a levar uma flor que havia de ser plantada na orla do muro da capela.
No final da celebração, foram distribuídas pequenas peças de um puzzle que, depois de constituído, formou o cartaz promotor do Sunset. Após emoldurado, a imagem foi confiada à Ermida, onde repousa servindo de memória do dia 24 de agosto. Seguiram-se cânticos marianos protagonizados pela conhecida Banda 25 de Março, oriunda de Lamas, tendo, ainda, sido oferecida uma merenda a todos os participantes.
“Na humanidade as ideias separam os homens, mas os sonhos unem-nos. Por isso, quisemos dar continuidade ao Sunset que realizámos no Azibo, completando e finalizando esta atividade pastoral na Senhora do Campo”, declarou o padre Manuel Ribeiro, acrescentando que “aqui, onde a natureza e o espaço muito dizem e onde Maria tem o seu mais belo baluarte, fomos todos convidados a rezar o Santo Rosário juntos a Maria, a Nossa Senhora do Campo”.
Para concluir, resta afirmar que esta iniciativa dificilmente teria acontecido sem o apoio incondicional das forças vivas do concelho de Macedo de Cavaleiros, especialmente, da Diocese de Bragança-Miranda.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmonts.com
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