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Sobre o Blogue
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
A Terra Fria vai aquecer!
Nas Festas de Inverno celebramos a cultura, a tradição e a autenticidade da Terra Fria.
Venha até nós!
Vai adorar.
Contraste entre a vida urbana em Bragança e as Aldeias
O concelho de Bragança apresenta um contraste marcante entre a vida urbana e a realidade das aldeias. A cidade, embora relativamente pequena em termos nacionais, concentra serviços, comércio, instituições de ensino e estruturas de saúde que a tornam um polo central para toda a região. O ritmo urbano, ainda que longe da agitação das grandes metrópoles, é marcado pela diversidade de atividades e pela presença de novas gerações que procuram oportunidades de estudo, trabalho e lazer.
Nas ruas de Bragança cruzam-se habitantes locais, estudantes universitários oriundos de várias regiões do país e do estrangeiro, graças à presença do Instituto Politécnico. O centro histórico, com o seu castelo imponente, dialoga com a modernidade dos bairros mais recentes, onde proliferam cafés, supermercados e comércios. A vida urbana traduz-se num acesso mais facilitado a serviços básicos, transportes, internet de alta velocidade e atividades culturais que, mesmo que de dimensão modesta, oferecem dinamismo à cidade.
Em contraste, nas aldeias dispersas pelo interior do concelho, o quotidiano mantém um vínculo profundo com a terra, as estações do ano e a tradição. São espaços marcados pelo silêncio, pela proximidade com a natureza e por um ritmo de vida mais lento. Aqui, a agricultura de subsistência ainda resiste, lado a lado com pequenas produções de azeite, vinho, castanha ou mel. O trabalho no campo, muitas vezes árduo, é compensado pela sensação de pertença a uma comunidade onde todos se conhecem e quase todos se apoiam.
Contudo, estas aldeias enfrentam desafios significativos. A desertificação humana é evidente, a juventude procura a cidade ou emigra em busca de melhores oportunidades, deixando para trás uma população envelhecida. As escolas primárias encerradas, as casas desabitadas e os serviços públicos reduzidos ou inexistentes, são reflexos desta transformação. Apesar disso, o valor cultural e humano destes lugares mantém-se vivo em tradições como as festas populares, os rituais comunitários e a gastronomia típica, que constituem verdadeiras heranças identitárias.
Enquanto Bragança cidade tenta modernizar-se, expandindo serviços e consolidando-se como centro regional, as aldeias do interior permanecem como mostra de um modo de vida enraizado, mas fragilizado pela falta de gente e de investimento. O contraste entre estas duas realidades é notório, e temporal, como se no mesmo território coexistissem dois ritmos diferentes, o da modernidade urbana e o da ruralidade tradicional e que sem medidas sérias de correção, tende a desaparecer.
No fundo, o desafio futuro da região passa por conciliar estes mundos, valorizando o que cada um tem de único. A cidade pode servir de motor económico e cultural, enquanto as aldeias, se apoiadas e revitalizadas, podem afirmar-se como espaços de autenticidade, memória e sustentabilidade. A ponte entre estes dois universos será essencial para que Bragança e o seu interior continuem a viver, não apenas lado a lado, mas em complementaridade.
👹 𝗜𝗻𝗮𝘂𝗴𝘂𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 | “𝗠𝗮́𝘀𝗰𝗮𝗿𝗮𝘀: 𝗦𝗶́𝗺𝗯𝗼𝗹𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗜𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲”
Uma viagem ao simbolismo, às tradições e às expressões culturais que unem comunidades através do tempo.
Centro Cultural Municipal Adriano Moreira - 5 de dezembro -18h00
𝗨𝗻𝗶𝗮̃𝗼 𝗦𝗼𝗹𝗶𝗱𝗮́𝗿𝗶𝗮 - 𝗖𝗮𝗯𝗮𝘇 𝗱𝗲 𝗡𝗮𝘁𝗮𝗹 𝟮𝟬𝟮𝟱
Assim irá nesta época festiva, oferecer aos agregados familiares recenseados na Freguesia, com carências económicas devidamente comprovadas, um Cabaz de Natal.
𝐂𝐫𝐢𝐭𝐞́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐛𝐚𝐳𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐍𝐚𝐭𝐚𝐥 𝟐𝟎𝟐𝟓
Destinatários: Agregados identificados pela União das Freguesias de Sé, Santa Maria e Meixedo (UFSSMM), com carências económicas devidamente comprovadas.
Os cabazes são constituídos com bens de primeira necessidade, essenciais para a ceia de Natal, em função do número de elementos do agregado familiar, tendo como finalidade minimizar as carências de alguns estratos da população, permitindo, deste modo, que tenham uma época natalícia mais feliz e mais solidária. Assim são elegíveis para atribuição do cabaz de Natal:
Social Energia Elétrica (TSEE);
➢ Recenseamento na UFSSMM há pelo menos 6 meses e seja do titular do contrato de
eletricidade;
➢ Relativamente aos beneficiários que não tenham tarifa social de energia elétrica, mas em que pelo menos um membro do agregado familiar (resida na UFSSMM há pelo menos 6 meses) usufrui de uma das seguintes prestações sociais mínimas:
2. Rendimento social de inserção;
3. Pensão social de invalidez do regime especial de proteção na invalidez;
4. Complemento da prestação social para a inclusão;
5. Pensão social de velhice e subsídio social de desemprego.
A atribuição do Cabaz de Natal, está limitado às vagas existentes, sendo contempladas as famílias com rendimentos mais baixos.
Devem fazer a sua inscrição na UFSSMM, até 16/12/2025, na qual devem ser entregues os documentos abaixo discriminados:
✓ Fatura de eletricidade;
✓ Documento comprovativo do recebimento de uma das prestações sociais mínimas enumeradas, no ano de 2025;
✓ Cartão do cidadão, de residente ou passaporte do titular do contrato de eletricidade;
✓ Declaração de aceitação de tratamento de dados pessoais no âmbito do RGPD.
Para mais informações consulte o regulamento na sua União das Freguesias ou AQUI.
PROGRAMAÇÃO – FESTIVAL GASTRONÓMICO DO OVO - 6 a 8 de dezembro | Miranda do Douro
Ao longo dos três dias, os estabelecimentos aderentes juntam a criatividade dos seus chefes ao saber tradicional, apresentando pratos únicos inspirados no ingrediente-base do evento: o Ovo Mirandês. Uma oportunidade imperdível para redescobrir sabores autênticos e fortalecer a ligação entre produtores, cozinheiros e visitantes.
… “’por quem os sinos dobram”
(Colaborador do Memórias...e outras coisas...)
A minha mãe morreu… era dezembro… ano triste de 1983. Fazia frio… as árvores do hospital choravam lágrimas brancas… gelo de cristal… eram três horas da tarde… Jesus Cristo morria na cruz depois duma longa caminhada… Eugénia… minha menina… esperaste-me no teu calvário do hospital de Bragança… eram três horas da tarde em ponto… ainda tiveste tempo de me apertar a mão… depois serenamente… foste embora… sem uma lágrima… sem um suspiro… como quem vai à nossa horta dos Linhares… e regressa antes do toque das Trindades… chorei… chorei copiosamente… tu branca de neve… fria… finalmente… como quem se cumpriu… descansaste...
... entardecia… cobri o teu rosto de beijos… e serenei sentindo o abraço apertado dos amigos.
… Hoje murmura-se… quase a medo que muitos idosos morrem penosamente… solitários… institucionalizados… longe dos filhos… do aperto da mão… do beijo quente que amacie o frio da partida…
… morrer assim é doloroso
... mas se é verdade... deixar morrer assim é para toda a humanidade vergonhoso.
.... e quase todos se calam....mas a revolta já se passeia assustadora pelas ruas... pelas casas e pelos casebres da cidade.
... felizmente ainda chamam os filhos para o funeral.
Fernando Calado nasceu em 1951, em Milhão, Bragança. É licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto e foi professor de Filosofia na Escola Secundária Abade de Baçal em Bragança. Curriculares do doutoramento na Universidade de Valladolid. Foi ainda professor na Escola Superior de Saúde de Bragança e no Instituto Jean Piaget de Macedo de Cavaleiros. Exerceu os cargos de Delegado dos Assuntos Consulares, Coordenador do Centro da Área Educativa e de Diretor do Centro de Formação Profissional do IEFP em Bragança.
Publicou com assiduidade artigos de opinião e literários em vários Jornais. Foi diretor da revista cultural e etnográfica “Amigos de Bragança”.
Pão e Azeite foram reis na freguesia de Castelãos
Entre expositores de pão, azeite e outros produtos típicos, a feira destacou-se pelo convívio. Luz Torres, uma das produtoras presentes, trouxe o melhor da sua casa:
Para muitos expositores, o evento foi também um espaço de homenagem à história e às memórias da terra. É o caso de Tomás Lopes, que apresentou um azeite criado em nome da família:
A ideia de realizar esta feira já era antiga, mas só este ano ganhou forma. O presidente da União de Freguesias de Castelãos Vilar do Monte, Carlos Maceda, explica porquê:
O vice-presidente da Associação Juvenil Tronco, Luís Sá, é um dos responsáveis pela organização, explica que o evento surge numa fase de transição da direção, sendo esta a última atividade antes das eleições internas:
A primeira edição da Feira do Pão e do Azeite deixa uma promessa: que esta celebração dos sabores e tradições de Castelãos veio para ficar, e fortalecer a comunidade.
Homem morre depois de um despiste de uma moto-quatro, em Bemposta, Mogadouro
A vítima mortal trata-se de um homem de 80 anos, já o ferido grave é uma mulher de 47 anos que foi transportada para o Hospital de Bragança.
O alerta foi dado às 16h30.
Bragança dá início à época festiva com a inauguração da Terra Natal e de Sonhos
A 11.ª edição da Bragança, Terra Natal e de Sonhos está oficialmente inaugurada. As luzes natalícias já iluminam a cidade, desde domingo, que culminou com a chegada do Pai Natal. O epicentro da iniciativa é a Praça Camões, onde se deu início ao mês marcado pelas festividades.
“É marcar aqui um período natalício que é caracterizado sempre pelo convívio, pela fraternidade e, portanto, hoje é o início desse período de Natal e este foi um momento simbólico, o de acender as luzes, que sobretudo os mais novos, valorizam tanto esta iniciativa”, disse a presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira.
Milhares de pessoas marcaram presença na abertura oficial e mostraram o entusiasmo pela iniciativa. “É perfeito. É pena o Natal não ser mais vezes durante o ano, isto devia ser sempre, não é? E é sempre bom este tipo de iniciativas, uma forma de atrair sempre gente aqui à cidade, e é um fator que contribui para que também possamos sair de casa e entrar no espírito natalício. E este ano creio que isto está melhor, teve outra organização. E são interessantes as figuras que nós pais fazemos aqui, porque se calhar em dias normais ninguém iria andar no gelo. Mas claro, tudo pelos nossos filhos”, apontou Alexandre Rodrigues, que acompanhou o filho de quatro anos, Afonso Rodrigues, até à Casa do Pai Natal. O mais novo garantiu que brincou “muito” e que pediu de presentes um carro, legos e um urso de brincar”.
Helena Cruz, outra das visitantes, elogiou a iniciativa. “Está tudo muito bonito. Estou com as expetativas de que este ano seja ainda melhor”, disse. Luís Fernandes descreveu-a como “espetacular” à semelhança de “todas as edições”.
Os mais novos também se aventuraram nas principais atividades da Praça Camões, como a Pista de Gelo Natural, uma das grandes atrações, sendo a maior dos nove municípios das Terras de Trás-os-Montes, nesta quadra, a Rampa de Gelo Natural, Casa do Pai Natal, carrosséis, mini-roda ou pelo comboio infantil. Mas para Juliana Correia, de 12 anos, a favorita foi mesmo a pista de gelo. “Estou a gostar bastante, está a ser muito giro, principalmente a pista, está muito montada. Já caí algumas vezes, mas faz parte”, contou.
Entre as várias diversões, a autarca Isabel Ferreira destacou outras atividades que fazem parte da programação. “Há também todo um programa cultural associado que decorre nos nossos museus, vários workshops de arranjos de Natal, que decorrem no mercado municipal, iniciativas por parte do Conservatório de Música e Dança e do Centro de Ciência Viva”, destacou.
A Bragança, Terra Natal e de Sonhos, decorre até ao dia 6 de janeiro. A iniciativa conta com um investimento que ronda os 336 mil euros.
🎥 𝑨 𝑷𝒓𝒆𝒔𝒊𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆 𝑬𝒙𝒑𝒍𝒊𝒄𝒂 🗓️ 𝑁𝑜𝑣𝑒𝑚𝑏𝑟𝑜 - 2025
Novembro marcou o início de um novo ciclo, com medidas de reforço da gestão municipal, decisões estruturantes para o futuro do Município e ações que refletem o compromisso assumido.
Um mês de avanços que traduzem o compromisso de fazer mais e melhor por Bragança, com rigor, transparência e proximidade.
✨🎅 𝑩𝒓𝒂𝒈𝒂𝒏𝒄̧𝒂 𝒂𝒄𝒆𝒏𝒅𝒆𝒖 𝒂 𝒎𝒂𝒈𝒊𝒂!
O Pai Natal chegou, a cidade iluminou-se e começou oficialmente a época mais aguardada do ano.
Bem-vindos a 𝑩𝒓𝒂𝒈𝒂𝒏𝒄̧𝒂. 𝑻𝒆𝒓𝒓𝒂 𝑵𝒂𝒕𝒂𝒍 𝒆 𝒅𝒆 𝑺𝒐𝒏𝒉𝒐𝒔!
Um rei, «o Restaurador», que não teria existido sem... imenso «sangue Braganção»!
(Colaborador do "Memórias...e outras coisas...")
Ontem tivems um feriado que, muitos ainda o desconhecerão, não existiria sem imenso «sangue Braganção». Já por aqui trouxe, recentemente, essa particularidade que é, porém, muito maior do que a inicialmente apresentada. A verdade é que não pode trazer-se tudo ao mesmo tempo, caso contrário, «perderia a piada»…
Já toda a gente terá ouvido falar ou lido algo sobre os «Bragançãos». Parecendo, no entanto, não passar da mera curiosidade de uma família que, em tempos antigos, «muito lá para trás», deve ter tido algum papel relevante. E teve-o, de facto, muito superior àquele que a «cartilha historiográfica» nos vende. Afinal, parece não ser muito conveniente elevar estas magníficas terras. E nem os de cá parecem ter muito interesse nisso… Afinal, não fomos sempre pequeninos?… E sem História relevante?… A verdade, todavia, e volto a repeti-lo, sem «sangue bragançano», mais de metade da História de Portugal, como a conhecemos, não teria existido!
Poucos quererão saber disso, mas não desisto facilmente. Já procurei explicar por aqui, mais ou menos superficialmente, que D. João IV carregava «sangue bragançano» por via, inicialmente, feminina, através da sua pentavó, directa descendente dos célebres «Bragançãos». O que significa que o seu tetravô, o filho de D. Fernando I, que tem a estátua no Castelo de Bragança, passou a carregar «sangue bragançano». Este último, D. Fernando II, que teve dois dos seus filhos como trisavôs de D. João IV. E um deles casaria com mais uma descendente directa dos «Bragançãos»! Como tal, uma trisavó do «Restaurador» também tinha «sangue bragançano»! Por sua vez, três dos bisavós… também tinham «sangue bragançano»!
Resultando esta amálgama familiar no facto de os avós paternos de D. João IV serem primos direitos, ambos carregando… «sangue bragançano»! Significa isto que o pai de D. João IV, o 7º Duque de Bragança, D. Teodósio II, tinha, duplamente, «sangue bragançano»! Em conclusão…
Por diversas vias, o «nosso Restaurador» não teria existido sem os nossos «Bragançãos» e, como tal, sem o dito «sangue bragançano». Assim sendo, amanhã tratem lá de agradecer aos «Bragançãos» o bendito feriado. “Sim eis, num hab’ria f’riadu p’ra ninguém’e! Ah, peis é”! E nós, ao invés de exaltarmos isso, procurando recolher uma qualquer benesse, mais não fosse de âmbito turístico, ao género de «venham às terras sem as quais não gozariam uns feriados durante o ano», cá permanecemos nestas tacanhez e mesquinhez de “queitadinhus’e”, à espera que um qualquer milagre, que nunca acontecerá, nos devolva, por exemplo, as Linhas do Tua e do Sabor…
Entretanto, os «Bragançãos», considerada que é a segunda família mais importante do que se designa como o «Início da Nacionalidade», descendentes directos do Grande Fernando Magno, do Grande Afonso VI «o Imperador», estavam em pé de igualdade com as Dinastias de Borgonha e de Avis! Como se tudo isso não bastasse, ainda doaram, por diversas vias, os seus genes à Dinastia de Bragança! Coisa pouca… Sem os nossos «Bragançãos», não teríamos tido o 8º Duque de Bragança, futuro D. João IV! E não teríamos feriado amanhã… Só fico a imaginar se isto se passasse no Minho ou no Ribatejo. Ou no Porto… Ou em Coimbra… ou em Lisboa… Triste sina a nossa, os «Bragançãos» eram de «Terras de Bragança»…
Talvez muitos nem sequer valorizem o que acabei de escrevinhar, preferindo umas comezainas, mais umas feirinhas e feirolas… Numas terras que têm tanto, mas tanto, que poderia ser «vendido» ao exterior de outra forma! Entretanto, com as habituais posturas, lá vamos definhando, ano após ano... Pois a este que vos «massacra» com estas incursões, «podem roubar-lhe a comida, mas jamais lhe roubarão a fome»...
Com os trasmontanos desejos de um bom feriado a todos!
(Foto: © Museu Militar)
Rui Rendeiro Sousa – Doutorado «em amor à terra», com mestrado «em essência», pós-graduações «em tcharro falar», e licenciatura «em genuinidade». É professor de «inusitada paixão» ao bragançano distrito, em particular, a Macedo de Cavaleiros, terra que o viu nascer e crescer.
Investigador das nossas terras, das suas história, linguística, etnografia, etnologia, genética, e de tudo mais o que houver, há mais de três décadas.
Colabora, há bastantes anos, com jornais e revistas, bem como com canais televisivos, nos quais já participou em diversos programas, sendo autor de alguns, sempre tendo como mote a região bragançana.
É autor de mais de quatro dezenas de livros sobre a história das freguesias do concelho de Macedo de Cavaleiros.
E mais “alguas cousas que num são pr’áqui tchamadas”.
𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚𝐝𝐨 - 𝐑𝐨𝐭𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐓𝐞𝐬𝐨𝐮𝐫𝐨𝐬
Um dia místico e cheio de tradição, onde as 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬, 𝐚 𝐦𝐮́𝐬𝐢𝐜𝐚, 𝐨𝐬 𝐫𝐢𝐭𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐧𝐭𝐢𝐠𝐨𝐬, 𝐚 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐩𝐫𝐞𝐭𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨 𝐔𝐍𝐄𝐒𝐂𝐎 - 𝐆𝐞𝐨𝐬𝐬𝐢́𝐭𝐢𝐨 𝐌𝐢𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐌𝐮𝐫𝐜̧𝐨́𝐬 e encontros culturais celebram a nossa identidade.
𝐂𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐞 𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚, 𝐯𝐢𝐬𝐢𝐭𝐞 𝐌𝐮𝐫𝐜̧𝐨́𝐬 𝐞 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐞-𝐬𝐞 𝐬𝐮𝐫𝐩𝐫𝐞𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐩𝐨𝐫 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐱𝐩𝐞𝐫𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐜𝐡𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐬𝐨𝐮𝐫𝐨𝐬!
🎄✨ 𝗕𝗿𝗮𝗴𝗮𝗻𝗰̧𝗮 – 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗮 𝗡𝗮𝘁𝗮𝗹 𝗲 𝗱𝗲 𝗦𝗼𝗻𝗵𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮! ✨🎄 Música, magia e criatividade ao centro da cidade!
𝟰 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘇𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼
19h00 – Orquestra de Flautas do Conservatório de Música e Dança de Bragança | Praça Camões
𝟲 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘇𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼
11h00 – Mini Concertos de Natal pela Banda de Música de Pinela | Centro Histórico
15h00 – Workshop de Coroas de Natal | Mercado Municipal (Inscrições esgotadas)
Vem viver o espírito natalício em Bragança!













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